Aviso: Voltamos Envie seu Conto estamos aguardando, recupere sua senha caso ja foi cadastrado antes !
J� est� liberada a �rea de Cadastro de contos. Cadastre-se e evie-nos o seu conto

O SURFISTA

O SURFISTA



Acabei por desmanchar meu noivado. Nossa rela��o ia de mal a pior e n�o estava mais suportando a press�o para casar, como se fosse a melhor solu��o para o nosso relacionamento. Resolvi sair do Rio na quinta feira e esticar o fim de semana indo para as praias do norte para esfriar a cabe�a e me recompor de uma rela��o de oito anos. Queria ficar sozinho. Na estrada fui refletindo sobre todos os problemas que vinha enfrentando e fiquei consciente de que tinha tomado a decis�o correta. Escolhi ao acaso uma cidade para ficar. Procurei uma pousada e verifiquei que estavam lotadas. Acabei por encontrar uma senhora que alugava uma casinha nos fundos. As acomoda��es eram simples com duas camas de solteiro, mas muito limpas e asseadas, o banheiro era simples e com pe�as muito antigas, mas o chuveiro funcionava bem. Acabei por concordar com o pre�o e fiquei sabendo que naquele fim de semana haveria uma competi��o de surfe. Deixei minha bagagem e fui ver o entardecer na praia. Sentado numa pedra na costeira fiquei observando a natureza fazendo o seu trabalho. As ondas vinham rolando e chegavam suavemente na areia arrebentando nas pedras. Ao longe observei um surfista pegando ondas. Ele esperava sempre a maior onda e vinha deslizando como um cisne na rebenta��o. A tarde ia caindo e o p�r do sol deixava a paisagem mais bonita e aconchegante. Vi o surfista saindo da �gua, se secando com uma toalha e cuidando da prancha e da sua mochila que estava na areia. Veio andando lentamente na minha dire��o. Cumprimentou-me com um aceno de cabe�a, deixou sua prancha e mochila de lado e sentou-se numa pedra perto de mim. Come�ou a falar sobre a beleza do lugar e do campeonato que ia se realizar no fim de semana. Disse que estava fazendo hora para ir para a rodovi�ria pegar um �nibus, pois n�o tinha encontrado pousada para se hospedar. Nosso bate papo foi ficando animado. Ele falava das ondas como grande conhecedor, chamando minha aten��o para as que eram melhores para surfar. Seu nome era Andr� e corria as praias participando de torneios. N�o tinha patroc�nio, portanto, trabalhava em bares e quiosques para poder ganhar algum dinheiro e sustentar seu esporte. Infelizmente n�o havia conseguido nenhuma acomoda��o naquele momento. Sem mesmo saber por que, acabei convidando o surfista para ficar na pousada em que estava hospedado. Animado, Andr� come�ou a fazer planos sobre o torneio, imaginando uma vit�ria certa. Na pousada conversei com a propriet�ria que, com um pequeno acr�scimo na minha di�ria, permitiu que eu compartilhasse a hospedagem. Andr� pediu se poderia tomar um banho. Disse a ele que ficasse à vontade, pois era meu h�spede e queria ver ele ganhar o torneio. Para mim era algo diferente e fazia com que minhas preocupa��es se dissipassem. Andr� acomodou sua mochila numa cadeira, sua prancha no canto do quarto e come�ou a se preparar para o banho. Entrou no banheiro, deixado a porta aberta e come�ou a se despir. Na cama, fiquei vendo um pouco de televis�o sem prestar muita aten��o. Andr� saiu do banheiro enrolado na toalha e foi pegar sua roupa na mochila. Ao tirar a toalha pude ver marcas enormes nas suas costas que desciam at� as n�degas e coxas. Andr�, de costas, adivinhando que eu o observava, comentou que tinha sido v�tima de paralisia infantil quando pequeno e teve que sofrer diversas cirurgias para ficar com os movimentos perfeitos. Meio envergonhado fiz coment�rios amenos sobre sua recupera��o. Ao colocar a cueca n�o pude deixar de ver seu cacete enorme pendurado entre as pernas finas. Talvez pela sua doen�a e as pernas afinadas, seu membro havia ficado mais exposto e era de um tamanho fora do normal. Resolvemos sair para comer alguma coisa. Andr� conhecia muita gente e parava me apresentando para diversos amigos, sempre anunciando que estaria no torneio. Ap�s o jantar fomos andar pela orla, sempre comentando sobre os torneios de que ele tinha participado e a pontua��o. Descobri que ele era capaz e tinha habilidade para fazer surfe, sendo um dos favoritos. Voltamos para pousada. Estava cansado da viagem e da caminhada que fizemos. Fui para o banheiro para passar pela ducha, deixando a porta aberta da mesma forma que Andr�. Enquanto estava no chuveiro, Andr� entrou no banheiro e ficou conversando comigo. Sa�, acabei me secando na sua frente. Andr� estava recostado na pia, s� de cueca e pude observar que seu cacete fazia um volume enorme. Fui me secando o mais r�pido poss�vel, pois estava ficando de pau duro s� de olhar. Andr� falava sobre suas cirurgias e eu perguntei se ele sentia dores nos locais dos pontos. Sem muita cerim�nia ele pegou minha m�o e levou at� os locais onde existiam as marcas de pontos, mostrando que n�o eram sens�veis e n�o incomodavam. Sua pele era macia e minha m�o foi correndo pelas suas costas, chegando bem perto de suas n�degas, encostando na cueca. Num movimento r�pido ele virou, ainda segurando minha m�o e levou at� o seu ventre, chegando perto do cacete que j� estava enorme. Fiquei at�nito. N�o sabia se tirava a m�o ou se deixava a coisa rolar. Com a toalha em volta da cintura meu cacete duro deixava um volume empinado mostrando que eu estava excitado. Andr� foi levando minha m�o at� seu caralho, por cima da cueca e, puxando meu corpo, me abra�ou e deu uma chupada no pesco�o. Senti um arrepio percorrer minha espinha e apertei seu cacete sentindo seu volume. Nunca tive rela��o sexual com outro homem e, no fundo do meu ser, estava adorando a experi�ncia. Sa�mos do banheiro e fomos para a cama nos abra�ando e nos apalpando. Minha toalha ficou no caminho e eu j� tentava abaixar a cueca de Andr�. Ainda de p�, o surfista tirou a cueca e deixou saltar o maior cacete que eu tinha visto na minha vida. Continuamos abra�ados de frente e senti seu membro duro e quente batendo no meu cacete e ro�ando minha barriga. Ficamos nos ralando e trocando carinhos. Tomei coragem e fui abaixando, beijando seu pesco�o, seu peito, seus mamilos, sua barriga e chegando muito perto do seu cacete que batia no meu peito e no pesco�o. Estava ajoelhado vendo um caralho bem na minha frente. Coloquei a glande na minha boca e percebi que Andr� estremeceu. Recebi isso como um incentivo, pois nunca tinha chupado um caralho. Fui fazendo da mesma forma que gostaria que fizessem em mim. Chupei a cabe�a tentando engolir a maior parte, fui fazendo movimentos de vai e vem, lentos e sempre saboreando aquela rola maravilhosa. Com a outra m�o apalpava duas bolas enormes no saco, puxando para tr�s de forma que o cacete ficava mais exposto. Andr� gemia e pedia que eu n�o parasse, tentando enfiar cada vez mais seu cacete na minha boca, como se estivesse fudendo uma boceta. Senti gotas de lubrifica��o na minha l�ngua, e senti o sabor adocicado e viscoso. Andr� foi me levantando alegando que se eu continuasse ele estaria gozando logo. Obedeci. Agora era a vez dele. Foi abaixando me dando lambidas pelo dorso, mordiscando meus mamilos, me dando chupadinhas no ventre e come�ando a fazer um boquete que eu nunca tinha tido na vida. Engolia quase todo o meu cacete e vinha tirando bem devagar me deixando louco. Concentrava com chupadas fortes a cabe�a do meu caralho na sua boca me provocando mais tes�o. Est�vamos muito excitados. Andr� foi at� a cadeira onde estava sua mochila e voltou com uma camisinha. Retomou a chupada e com habilidade foi colocando a camisinha no meu cacete com a boca, deixando bastante lubrifica��o. Estava quase gozando de tanto tes�o. Ajoelhou-se na cama, ficando com as pernas para fora e pediu que eu comesse seu rabo. Por ser muito magro, sua bunda era pequena e seu �nus ficava saltado, piscando. Seu cacete muito duro, sobressa�a por tr�s do saco longo que sustentava suas bolas bem delineadas. A vis�o daquilo era maravilhosa. Usei a mesma t�cnica que sabia e usava com minha noiva. Lambuzei meu dedo e comecei a rodear aquele �nus rosado, sempre for�ando a penetra��o. Andr�, abra�ado no travesseiro, gemia a cada investida. Encostei meu cacete naquele anel e senti que ele era recebido com muita facilidade. Andr� sabia dar o c�. Foi entrando bem devagar e senti um calor envolvendo o meu caralho. Tinha que me controlar muito e com movimentos de vai e vem, fui comendo aquele rabo de forma que desse prazer para ambos. Sem controle, gozei loucamente. Enterrava com for�a e segurava suas n�degas mantendo bem fundo meu caralho no seu rabo, sentindo minhas pernas tremerem de tanto tes�o. Fui tirando meu cacete daquele rabo bem devagar, procurando sentir at� o �ltimo momento aquela gruta quente e aconchegante. Fui para o banheiro me lavar acompanhado por Andr�. Voltamos para o quarto e me senti na obriga��o de fazer meu h�spede gozar. Seu cacete continuava muito duro e, como sempre, enorme. Expliquei que nunca tinha dado o rabo e Andr� me orientou que n�o era dolorido, desde que se fizessem alguns movimentos certos. Amedrontado, comecei a chupar seu cacete. Isso, at� o momento era o que eu estava curtindo mais. Andr� foi novamente pegar uma camisinha. Na minha frente foi desenrolando o preservativo naquela rola. O l�tex brilhava por estar muito esticado e n�o chegou at� a base. Estava assustado e temeroso de deixar meu c� ser arrombado pela vara enorme que eu via. Andr� foi me acalmando e me orientando sobre o que fazer. Pediu para que eu deitasse na cama e ficasse na posi��o de frango assado. Explicou que eu teria mais conforto e que seria mais f�cil para eu relaxar. Chupou meu cacete me deixando excitado. Foi dedilhando meu cuzinho que eu teimosamente contra�a. Andr� me orientou para relaxar e sentir todo o prazer que teria. Segui seu conselho e senti seu dedo entrando com facilidade no meu cuzinho. Com facilidade agora eram dois dedos que brincavam com meu anel enquanto meu cacete era chupado gostosamente. Andr� colocou um travesseiro por baixo da minha bunda. Seus dedos tocavam numa parte dentro de mim que me deixava muito excitado. Senti seu cacete quente encostar no meu c�. Retra� e mais uma vez fui aconselhado a relaxar. A cabe�a foi entrando e dilatando meu �nus. Senti um calafrio correr pela minha barriga at� o umbigo e relaxei. De forma bem carinhosa, Andr� ia me penetrando lentamente, retirando um pouco quando eu reclamava e voltando a enfiar quando estava relaxado. Sentia minhas entranhas se acomodando com aquele cacete enorme. Um pouco de dor deu vaz�o a um momento de prazer e muita excita��o. Quando percebi, Andr� tinha enterrado toda a sua vara e estava deitando em cima de mim, beijando meu peito e meu pesco�o. Quando me dei conta, estava gemendo e pedindo para ele foder meu rabo como se fosse uma cadelinha. Aquela vara entrava e saia de dentro de mim como se eu fosse uma vagabunda. Sentia com precis�o cada uma das enterradas que me violavam as entranhas e me provocavam um prazer cada vez mais intenso. Comecei a me masturbar enquanto era comido com maestria. Gozei como um doido esparramando porra para todos os lados. Andr� aguardou que eu gozasse e come�ou a bombear meu rabo com mais for�a. Senti meu anelzinho ardendo, mas n�o queria que aquilo terminasse. Andr� j� n�o era t�o delicado. Fodia meu rabo com rapidez e em instantes gozava urrando como um animal. Deitou sobre mim novamente e me beijou o pesco�o de forma carinhosa. N�o queria que seu cacete sa�sse do meu c�. Andr� foi relaxando e senti aos poucos aquela geba semi endurecida deixar minhas entranhas e sair lentamente. Estava exausto e ap�s um banho a dois nos deitamos um colado ao outro. O domingo chegou e Andr� era um dos finalistas. Aqueles dias foram muito excitantes e me revelaram uma forma de prazer que nunca tinha sentido antes. Estava me sentindo muito envolvido com Andr�. Ele estava no mar, tentando pegar a sua grande onda. Sabia que ele ganharia o torneio. Fui para a pousada, paguei a propriet�ria, deixando uma di�ria paga at� segunda feira. Deixei meu telefone sobre a cadeira. Passei de carro pela praia onde se realizava o torneio, mas n�o consegui ver o Andr�. Na estrada, de volta ao Rio, sabia que o surfista entraria em contato comigo para me dizer que ele era o campe�o. Mande coment�rios para [email protected], todos os e.mail’s ser�o respondidos.













VISITE NOSSOS PARCEIROS

SELE��O DE CONTOS



Contos gays vestido de mulher a noite na borrachariacontos eróticos fistingcontos eroticos meu amiguinho me encoxouContos Eróticos a puta da padariacontos eroticos porno medinga deu cucontos de incesto minha sobrinha veio passar dois dias comigoconto erotico: inocenciacontos eroticos gozei no pau do meu irmaodei pra um estranho num baile e meu marido viu conto eroticocontos pai ea mamae chuparao minha xoxotaninfeta chupa buceta e cospe a goza com nojoporno gey contos eroticos menininhos dando no riocontos eroticos incesto vovôdei pro diretor da escola contosarrumei um carA pra me comer contoscomo da a buceta direutinhoFui pego de mini saia contos gayshistorias de zoofiliaconto peidei no pau do negaocontos eroticos de mulher casada que gosta de trair o mardo com negoes e levar tapas na cara na frete do corninhocontos eróticos na piscinaContos eroticos estorial, enfie o meu pau na buceta da minha irma ela dormindo e disperto eu dentrofui nadar e meu primo comeu meu c* na piscinacontos erotico meu pai me comeu na cachuerapeidei no pau de um estranho no onibos eu era novinha e virgem contos eroticosPorno tentei dar meu cu depois de casado contoscontos eróticos "peladinho" sobrinho/conto_29701_extrema-submissao.htmlConto erotico rasgando dentro do carrocontos eroticos de gabycuzinhopiscanovideo porno gay de garoto com o calção com o fundo rasgado de parnas areganhada na casa do amigo tarado do pau gande e grosoconto erotico negao coroa da fazenda brinca de gozar sem penetrar com rapazinhoSou casada fui pra um acampamento com os colegas a amigas so rou surubacontos eróticos - madrugada no clube de águas quentes dando banho cacula conto eroticos gaycontos amigos esfregando o pau no outroEla não queria dar cuzinho Conto eroticocontos eroticos de faxineiras coroas safadasCasada viajando contosContos Eróticos as melhores histórias picantes e confissões reais. Contos de incesto, traição, fetiche, gay, sexo anal, virgem e muito mais!contos eroticos d namoradas n campingconto erotico de fui comida pelo amigo do meu esposo insperadamentecontos eróticos trabalho de escola com o Diegocontos eroticos chupando a amiga gravida marido não gostatriscando o pau na mão dela contos eróticosConto erotico comi minha aluna virgemconto de gozei gostoso naquela bucetaporno traicao roludo conto pornoconto erotico mamae chupando todoscontos eroticos comi duas professorascontos porno de casadas no cinemacontos eroticos de enteadasvelho mamando novinhaabusada pelo tatuador contowww.meti na minha filha a forçadominacao gay conto eroticoconto porno teen gay free mulato favelaesposinha na escuna, comtosstrip poker contocontos eróticos soco sacodei pra um estranho num baile e meu marido viu conto eroticomulher alterofilista virgem relatos eróticoscontos erotico de puta tarada por rolaConto erótico sendo rasgada à forconto erotico com cunhado velho coroa grisalhovidio de cazal trnzandoContos eróticos minha prima dica qué seu namorado não dava contacontos de mulheres a lamber conascontos eroticos incesto pai e filhaconto gay chantagem do treinador conto erotico de minina pequeninhaPrepara a sua mulherzinha pra dar o cuzinho para aquele cacetão ali!”,Conto sogra magrelinha gosta de orgiavoyeur de esposa conto eroticokauane minha putinha contos eróticoso coroa. levantou. minha. saia. e. comeu. meu. cu conto. eroticoxv��deo novinha da no estacionamento /contos eroticos estou chifrando meu marido tomando porra do cunhadonao sei como tive coragem.contos eroticosconto real dw uma casada que virou puta de outrocontos de incesto minha sobrinha veio passar dois dias comigocontos eróticos enfermeiraconto erotico viadinho de shortinho e calcinha com mendingoContos gays o colega pauzudoContos eróticos "queria experimentar algo novo"contos erótico casada bebada nua e desorientadaconto viado na infancia corno adultocontos eroticos eu minha esposa e a empregadaFoderam gente contos tennsMeu chefe me agarrou e me vomeu adorei - contos gaySou casada mas bebi porro de outra cara contoscontos dei minha buceta para o novinho pauzudo na pescariacontos eroticos fui estrupada os bandido foderao ocu do meu namoradocontos vovo caralhudo arrombou nossos cabacosconto erotico minha irma ajudo eu vira mulhercontos eróticos calcinha molhada de xixi na hora do sexo