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ABANDONADA PELO NOIVO QUASE NO ALTAR.

Utilizarei o nome de Cida para poder contar a minha incrivel hist�ria. Estava no �ltimo ano do ensino m�dio em um col�gio t�cnico; fazendo inform�tica, quando comecei a fazer est�gio em uma firma e conheci o Lourival. Lourival j� era bem maduro (35 anos) e um cara extremamente rom�ntico. Vivia me mandando flores; presentes e bilhetinhos com poesias... Acabei me apaixonando. Come�amos a namorar escondido e logo que meu pai descobriu foi sendo contra dizendo que ele era bem mais velho; que eu tinha que pensar no meu futuro; que ele estava querendo era se aproveitar de mim, etc... Mas com apoio de minha m�e come�amos a namorar firme (inclusive em casa). Eu era daquelas meninas sonhadoras que pensava em casar virgem e quando Lourival tentava passar dos limites eu impedia... S� n�o conseguia impedir uma passada de m�o aqui e outra al�, al�m dos beijos que me deixavam at� sem ar. Logo que fiz 19 anos Lourival me pediu em casamento... Papai foi a loucura; mas, novamente com apoio de minha m�e marcamos para novembro de 2007... Est�vamos em junho2007. Em agosto j� preparando o enxoval e pela insist�ncia de Lourival acabei deixando que ele colocasse s� a cabecinha... Mas; na hora, o desejo falou mais alto e entrou tudo rompendo minha virgindade e ainda encheu minha xoxota de esperma. Mesmo com medo de ficar gr�vida passei a dar constantemente pro Lourival j� que faltavam apenas 3 meses para estarmos casados. Em outubro Lourival pediu conta da firma e sumiu do mapa... Fiquei t�o desesperada que pensei at� em me matar. Minha m�e que sempre me apoiou passou a me criticar dizendo que fui muito boba deixando um homem me enganar por tanto tempo. J� meu pai; que tinha todos os motivos, passou a me tratar com mais carinho dizendo que n�o fui a primeira e nem a �ltima a ser enganada daquela maneira e que tinha que levantar a cabe�a e tocar minha vida pra frente... Mas estava t�o pra baixo que nem vontade de sair de casa eu tinha; e era meu pai que ia no meu quarto conversar e tentar me animar. Numa dessas conversas; estava deitada de bru�os vestindo uma saia bem curta e quando eu: Ah pai! J� basta o que passei, n�o quero mais saber de homem nenhum; se pudesse ia desaparecer dessa cidade!... Ele colocou a m�o sobre a dobra do meu joelho: Voc� n�o deve pensar assim filha, n�o � por causa de um erro que vais deixar de viver!... No meio da conversa ele me perguntou: Ele foi o primeiro a transar com voc�, n�o foi?... Senti a m�o do meu pai alisando minha coxa: Foi pai! Fui muito boba em me entregar antes do casamento!... A m�o dele subiu e ficou entre o tecido da saia e minha calcinha: Isso � muito normal nos dias de hoje, n�o � porque voc� j� n�o � mais virgem que n�o vai arrumar outro namorado!... A m�o dele j� alisava meu bumbum: Mas na cidade todo mundo sabe que fui abandonada pelo homem com quem ia me casar!... A m�o dele puxou um pouco minha calcinha pra baixo e j� alisava direto as carnes da minha bunda: Quando voc� fazia sexo com ele, voc� gostava?... Contei que no in�cio eu n�o queria porque sonhava em me casar virgem, mas depois da primeira vez tinha vontade de fazer todos os dias, e ele puxou minha calcinha praticamente at� o meio das minhas coxas: Ent�o filha! Se voc� gostava de fazer sexo n�o pode deixar de aproveitar a vida; sexo faz bem pra todo mundo!... Ele levantou minha saia e beijou minha bundinha: Voc� � muito bonita filha! At� eu admiro seu corpo!... Fiquei calada e ele me virou de frente olhando pro meio de minhas pernas. Envergonhada cobri meus olhos com um dos bra�os e ele passando a m�o na minha xoxota: Como voc� � maravilhosa filha; voc� tem que voltar a ter vontade de sair e se relacionar com outras pessoas!... : Ah papai! N�o tenho vontade, acho que � a vergonha dos outros que me faz ficar assim!... Ele passou a m�o e seu dedo ficou brincando na portinha da minha xoxota: Ent�o vamos ver se consigo acender esse fogo que tem dentro de voc�!... Abri um pouco minhas pernas e ele atolou o dedo na minha bucetinha: T� gostando filha? Estou fazendo voc� sentir prazer novamente?... Tirei meu bra�o de sobre o rosto e olhando pra ele: Est� sim papai!... Ele enfiou dois dedos de uma vez e ficou socando que suspirei de prazer: Isso filha! Relaxa, relaxa bastante!... Sem perceber segurei o punho do meu pai e fiquei fazendo com que ele socasse o dedo mais r�pido dentro da minha xoxota gemendo e me contorcendo sobre a cama. Foi quando ele parou e terminando de tirar minha calcinha: Vem sentar no colo do papai, vem!... Mais que depressa sentei na cama e vi quando ele abrindo sua cal�a tirou aquela imensa tora dura pra fora: Vem filhinha! Vem!... Meu cora��o s� faltava sair pela boca quando contornei a perna em torno de seu corpo segurando a saia pra cima e ele segurando seu pinto: Assim filha! Agora � s� sentar bem devagar no colo do papai!... Fui lentamente procurando a posi��o e quando senti minha xoxota encontrando a ponta dei uma soltada no corpo que tive que esticar o pesco�o sentindo minha buceta se abrindo e com dificuldade descendo sobre aquela barra de ferro dur�ssima... Chequei at� a metade e parei pra respirar quando senti papai socando de baixo pra cima seu pau na minha buceta: Que bucetinha apertada filha! humm! hummm! hummm!... Depois foi a vez dele parar e eu continuar a descer at� meu bumbum sentar sobre suas coxas: Aaaaaah papai! O seu � muito grande e grosso!... Ele segurando minha cintura me fazendo subir e descer sobre seu pau: Assim que � bom filha! Voc� logo se acostuma com ele!... Grudei no seu pesco�o e fiquei quicando sobre o cacete do papai at� sentir uma corrente el�trica percorrer todo meu corpo me fazendo ter um orgasmo que nunca tive com o Lourival. Parei totalmente exausta e papai me fazendo sair apontou seu pinto pro ch�o soltando uma quantidade enorme de porra... Depois me puxando e me beijando no rosto: Agora voc� vai trocar de roupa e vamos dar um passeio no shopping pra encontrar com seus amigos!... Depois daquilo; mesmo sem vontade, tomei um banho e fui com ele pro shopping e onde encontrava um conhecido a gente parava e conversava... Foi a� que vi que todos me tratavam com carinho e ningu�m tocou no assunto do casamento desfeito com o Lourival. No dia seguinte (domingo), minha m�e saiu pra ir a missa; assim que sai do meu banho fui at� a sala onde estava meu pai: Papai!!!! Voc� me leva no cinema hoje?... Ele me puxando pra sentar no seu colo: Voc� n�o quer chamar e ir com alguma ou algum colega seu?... Eu abra�ando e beijando seu rosto: N�o papai! Quero ir � com voc�!... Ele abriu a toalha com a qual enrolava meu corpo e olhando meus peitinhos foi apertando com a m�o: Ent�o t� filhinha! A gente pega a sess�o da tarde, t� bom?... Puxei seu rosto de encontro ao meu peito e ele passando a chupar gostoso: Chuuuup, chuuuup, chuuuup!... Que peitinho delicioso! chuuup, chuuup, chuuup!... Peguei sua m�o e coloquei-a na minha xoxota: Faz carinho nela papai!, faz!... Ele parou de chupar meu peito e socando o dedo na minha xoxota me deu um beijo na boca que quase cai do seu colo. Mas, quando ele me colocou deitada sobre o sof� e fazendo minhas pernas se apoiarem sobre seus ombros socou a l�ngua na minha xoxota fui nas nuvens e voltei j� gozando como uma �gua no cio... Rapidamente me colocou de quatro e socou sua gostosa pica na minha buceta e como um cavalo ficou socando, socando, socando que acabei tendo outro orgasmo antes dele tirar e gozar aparando tudo com minha toalha. A tarde fomos ao cinema e por sorte ou azar, o filme n�o era l� grande coisa e a sala estava muito fazia... Sentamos na �ltima fileira sem ningu�m por perto, e como o filme estava muito chato levantei a divis�ria do banco me recostando em seu peito. Papai passou a m�o nas minhas coxas e logo estava enfiando o dedo na minha xoxota por baixo da saia... Passei a m�o sobre seu pau duro e quando comecei a abrir sua cal�a, ele com receio: Aqui n�o filha! Deixa pra quando a gente estiver l� em casa!... Continuei abrindo: N�o tem ningu�m olhando papai! Deixa, s� um pouquinho!... Consegui puxar sua trolha pra fora e quando comecei a movimentar minha m�o, ele puxando minha cabe�a pra baixo: Ent�o faz as coisas direito, d� uma chupadinha, d�!... N�o tive outra alternativa se n�o abrir bem a boca e abocanhar aquela cabe�orra grossa. Ele segurando minha cabe�a sussurrava: Isso filha! Agora chupa, chupa e passa sua l�ngua!... Por ser minha primeira vez chupando um pau tive certa dificuldade, mas logo estava at� babando na pica do meu pai que minutos depois me puxou pelos cabelos e esporrou lambuzando a parte de tr�s da cadeira da frente... Mudamos de poltrona e terminamos de assistir o filme. Papai n�o podia mais ficar sozinho comigo em casa que logo j� vinha com seu cacetete duro me fudendo em qualquer c�modo da casa onde me encontrasse... At� que um dia depois de socar muito na minha xoxota, tirou seu pau todo lambuzado e sem que esperasse ele colocou e empurrou pra dentro do meu cuzinho ainda virgem... S� sei que urrei e gritei feito uma louca sentindo minhas pregas sendo rasgadas pela tora do meu paizinho tarado... Depois da dor comecei a sentir um prazer t�o diferente e t�o gostoso sentindo aquela enorme pica indo e vindo dentro do meu cuzinho que n�o queria que ele parasse de me socar... Mas papai num determinado momento ficou parado com tudo enfiado no meu rabo e foi despejando todo seu gozo dentro do meu cuzinho. Atualmente tenho 20 anos; gosto de curtir muito a vida; namoro e desnamoro com muita facilidade e continuo gozando muito dando minha bucetinha ou meu cuzinho pro papai.

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