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LOUCURAS EM CIMA DE UMA MESA DE SINUCA...

Aloha! Estou de novo contando mais uma hist�ria que aconteceu em uma �poca muito boa de minha vida... rnEscolhi este fato por ter sido um fetiche pessoal meu e que cont�m na parte final um uma mistura de prazer, tens�o e humor.rnBem, era meado de 1999, todo aquele agito aqui no Rio de Janeiro por conta dos bailes funk, n�o como esse atual, mas aquele da �poca, no qual eu me amarrava.rnMas esta hist�ria nada tem haver com funk, muito pelo contr�rio... rnPr�ximo de casa havia um pagode muito bom, todos os finais de semana tinha agito neste local. Mas al�m de pagode, que era tocado por um grupo de um bairro do mesmo munic�pio... Nos intervalos o DJ do local tocava de tudo um pouco. Point maneiro: cerveja sempre na promo��o, arejado, enchia e muito... tipo transbordava! rnBom, num desses finais de semanas eu resolvi curti esse point... tinha chegado do trabalho na �nsia de tomar uma cerva bem gelada!!!rnChegando ao local a primeira coisa que tinha de fazer era comprar uns tickets para poder pegar as cervejas com mais tranquilidade depois, fui ao local e comprei 19 de cerveja e 01 de refrigerante, passei no bar e peguei uma cerveja e prossegui a procura de um lugar para ficar bebendo e que me desse uma vis�o mais panor�mica poss�vel... como fa�o sempre nos locais onde vou.rnAchei um local adequado e ali estacionei, em p� mesmo, pois naquela altura n�o havia onde se sentar. Avistei uns amigos que me chamaram... mas resolvi ficar por ali mesmo! Nisso, tinha um grupo de mulheres bem pr�ximo aonde eu estava. Tinha umas cinco mulheres numa mesa e no meio dessas uma moreninha clara, de cabelos curtos, muito sensual... e que me chamou a aten��o naquele momento.rnPensei: P.Q.P! Que del�cia! rnAfinal, era o tipo de mulher no qual eu gostava na �poca... uma del�cia... com uma sainha de tirar o f�lego!rnUma de suas amigas notou que eu a olhava, mesmo que discretamente, e cochichou em seu ouvido o fato. Ela depois de um tempinho deu uma breve olhadinha em minha dire��o e virou-se rapidamente. Notei que ela estava despertando o interesse de alguns desses colegas que estavam pr�ximos tamb�m da mesa. Por isso, achei melhor n�o ficar olhando muito por conta dela ficar se sentindo e n�o querer assunto com ningu�m. rnN�o � que esse pequeno detalhe deu certo... tr�s dos que estavam ali a cantaram e nada arrumaram. Nisso, me deu uma vontade de ir ao banheiro e fui. Na volta os amigos me param e me mostraram a ?pe�a?. Porra viu? Falou um deles. Respondi que sim. Nesse momento eu estava olhando pra ela e disse ao amigo o quanto ela era ?gata?, por estar olhando em sua dire��o ficou mais que evidente que ela entendeu, n�. Mas foi de forma super natural que soltei aquela palavra. T�o natural que surtiu efeito, ela me olhou logo em seguida me falou de longe: obrigada pelo ?gata?!rnApenas sorri e segui pro mesmo local onde estava antes. Antes passei pelo bar e peguei duas cervejas : uma pra e uma outra que deixei pros amigos no qual eu tinha parado.rnBem, enchi o copo e nessa hora percebi que ela n�o estava mais ali junto as amigas na mesa, olhei ao redor e n�o a avistei. Derrepente escuto aquela voz suave atr�s de mim dizendo:rn?Quer dizer que voc� me achou gata!?rnCheguei a derramar um pouco de cerveja em minha blusa...rsrsrnRespondi que sim... quase gaguejando! Ela me perguntou se podia tomar um copo comigo, falei que sim e j� estava enchendo o seu copo quando ela segurou a minha m�o, provocando em mim um arrepio dàqueles e me disse: do seu copo moreno...rnImagina! Uma das mais gatas que estavam no pagode... pedindo pra tomar cerveja no meu copo! Eu ainda brinquei: quer descobrir o meu segredo?rnEla falou n�o... quero sentir o gosto da sua boca! N�o preciso nem dizer que o meu pau estava a ponto de bala.rnFalamos umas safadezas um pro outro, assim mesmo, sem se conhecer direito. Os malucos que estavam de olho nela ficaram doidos, pois se achavam os caras, por conta da boa pinta que tinham... e n�o acreditavam que aquela gata estava ali comigo. Logo eu, o mais humilde em termos est�ticos. E ao perceber aquilo eu os enlouqueci mais ainda...rnConvidei-a para dan�ar uma m�sica do Grupo Pique Novo que estava tocando, na qual eu me amarrava, ela aceitou e come�amos a dan�ar... como sou um p� de valsa nato, logo recebi um elogio dela. Estava um clima bom e eu meio que desafinado cantarolava a m�sica com bastante gosto em seu ouvido. Depois de um tempinho, mais ou menos no meio da m�sica, ela me perguntou o motivo de eu gostar dessa m�sica. Fiz um breve coment�rio onde dizia que era recente e triste o motivo. Ela ficou quieta e pediu para que eu n�o parasse de cantar, pois estranhamente pra mim, ela estava gostando de ouvir. Mas gosto n�o se discute!rnAcabando a m�sica, conversamos bastante no intuito de nos conhecermos mais... conversa vai, conversa vem... at� que ela me chamou pra dan�ar uma outra m�sica, mas esta dizia que era especial pra ela. Fomos dan�ar novamente, desta vez mais agarradinhos, e lhe fiz a mesma pergunta que tinha me feito em rela��o a m�sica. Pra minha surpresa ela me disse que n�o havia motivo algum at� o momento. Mas como at� o momento? Perguntei a ela.rnEla me disse que esse era o momento e que eu deveria aproveitar mais e falar menos. KkkrnN�o perdi tempo e lhe lasquei um beijo de puto... algu�m conhece um beijo de puto? N�o demorou muito ela j� estava me mordendo os l�bios, me fazendo ficar totalmente a ?ponto de bala?. O que n�o foi dif�cil dela perceber! Neste momento ela soltou um: hummm... t� excitado ?nem?.rnJ� t�nhamos bebidos razoavelmente bem, apesar de n�o ter mencionado antes... e ela estava se acendendo cada vez mais e muito molhado e intenso ficava o nosso beijo. N�o aguentei e sugeri que sa�ssemos dali. Ela nem retrucou, apenas foi falar com suas amigas e sa�mos para fora do pagode. Mas do lado de fora estava bastante cheio tamb�m e n�o conseguir�amos ficar a vontade. Falei pra ela: perguntei a ela se mesmo apesar de n�o me conhecer bem, ela n�o estava afim de sairmos para uma lugar um pouco mais distante dali. rnEla me disse: n�o sei porqu� mas confio em voc�! Mas s� vou avisar as minhas amigas...rnFiz melhor fui junto e eu mesmo passei o fato para elas... me apresentei e s� neste instante percebi que conhecia uma de suas amigas, pois t�nhamos estudados no mesmo col�gio e sala h� um tempo atr�s. Fazendo que houvesse uma tranquilidade maior e seguran�a para dali sairmos. Deixei uns tr�s tickets de cerveja que tinha sobrado, levando apenas o de refrigerante que fomos bebendo no percurso.rnColhemos mais informa��es pessoais um do outro, regado a muitos amasses e pega daqui, pega de l� no meio da rua.(j� que era de madrugada e estava tranquilo)rnCome�amos a adentrar no assunto sexo, falamos sobre experi�ncias...bl� bl� bl�...rnAt� chegamos em fetiches sexuais... onde ela foi logo me dizendo que j� tinha feito sexo dentro de um �nibus de viagem. Pensei essa porra � doida e, se � doida, � das minhas! RsrsrnFalei a ela sobre o meu fetiche...que era trepar em um lugar que fosse p�blico mas em hor�rio alternativo, pois aqui no Rio isso d� cadeia. J� pensou, ser preso por conta de fazer sexo em local p�blico. Ela somente riu e disse que iria adorar correr esse perigo. Nesta hora j� hav�amos andado uma certa dist�ncia, e est�vamos passando em frente a um bar que estava fechado. Neste mesmo bar, algo me chamou a aten��o: era o fato de ter uma mesa de sinuca na varanda deste estabelecimento...rnPerguntei a ela: t� afim de realizar este meu fetiche?rnEla disse: t�. Mas aonde?rnPeguei-a pelos bra�os e a levei at� essa mesa de sinuca... fazendo com que ela murmurasse: hummm! Adorei!rnEntramos e ao dar uma breve olhada pra ver se n�o tinha algum morador de rua ou algo parecido. Avistei uma bica d?�gua e fui dar pelo menos uma lavada b�sica no moleque!rnFoi quando mais uma vez ela me surpreendeu...rnEla estava com uma micro bolsa e dentro desta tinha um sabonete dàqueles de motel... no qual fiquei sabendo somente quando ela estava se lavando nesta bica que deveria ter um metro mais ou menos de altura. Ao ver aquela cena fiquei mais tranquilizado ainda em rela��o a ela devido a preocupa��o que ela mostrou por conta de sua higiene e aproveitei para dar uma segunda lavada no membro.rnQuando estava enxaguando o pau ela pediu pra eu virar e mesmo lavando o caralho em �gua fria o danado s� ficava mais duro ainda. Ela veio em minha dire��o e abocanhou o meu cacete bem delicadamente, alternando mordidinhas, lambidas e chup�es que me levavam a loucura.rnPedi que ela parasse e a levantei, colocando sobre a mesa de sinuca. Como ela j� estava sem as partes �ntimas, apenas levantei a sua saia e a retribui com belas chupadas em sua xotinha pequenininha e raspada que ela tinha. (linda)rnSeus peitos eram m�dios, rosadinhos... pirei com aquilo!rnEst�vamos em �xtase total, quando ela pediu que a penetrasse... com isso mais uma preocupa��o à vista. N�o t�nhamos preservativos... parei e pensei que merda!rnFoi quando ela olhou nos meus olhos e me perguntou: voc� tem algum problema quanto a isso? Disse que era complicado mas eu n�o tinha nenhum problema quanto a sa�de e que todo o ano eu fazia exames de todo o tipo: colesterol, diabete etc.rnEnt�o n�o se preocupa com isso n�o!!!rnRecome�amos de onde paramos e quando estava um clima igual o de onde paramos eu a penetrei sem medo e neurose. Pois a garota me passou uma seguran�a muito boa naquele momento.rnFui penetrando a sua xotinha que era ?P? e bem apertadinha... no come�o ela esbo�ou um leve desconforto, pois tenho um caralho um pouco acima da m�dia brasileira, e ela parecia ser quase uma iniciante por conta de sua apertada xaninha. Mas logo ela foi relaxando e o caralho a penetrava at� o talo... Logo o tes�o ia tomando conta dela e a mesma ia se transformando a cada estocada que eu dava em sua xana. Anunciei a ela que iria gozar e ela disse goza dentro seu cachorro e come�ou a rebolar fazendo uma sincronia de movimentos que me levaram ao �xtase rapidamente... a danadinha chegou a virar os olhos pois estava gozando quase que junto a mim e pedia que eu n�o parasse n�o. Vai, vai... dizia ela se contorcendo e me agarrando com suas pernas grossas e bem torneadas que tinha.rnDeixa eu ir por cima agora, pediu a cadelinha que parecia estar no cio de tanto de tes�o que estava naquela hora. Obedeci o seu pedido e deixei ela se maravilhar com aquilo. Sem ter-mos uma no��o exata da hora, eu apenas via um breve amanhecer bem longe no horizonte... E vos digo que n�o conseguia gozar mais devido ao �lcool engerido antes, mas o pau n�o descia de jeito nenhum. Teve uma hora que ela levantou um pouquinho e ficou pressionando a cabe�a do meu pau em seu grelinho... porra! Que gostoso aquilo era, parecia que ela estava chupando uma pirulito com a xota.rnEla gemia e pedia pra mim fazer movimentos de encontro a sua xota mas bem lentamente, achei aquilo show. At� que ela come�ou a gemer alto e a apertar o meu pau j� que estava segurando-o contra a sua linda e enxarcada xotinha... e dizia vai mete, mete! Eu comecei a fazer movimentos mais intensos e bem nessa hora ela come�ou a tremer e sentou de uma vez no meu caralho, me fazendo gemer tamb�m por conta de sua xota apertadinha engolindo o meu caralho. Ela subiu uma, duas, tr�s vezes e caiu de lado apertando os seus peitinhos lindos e sua xota com a outra m�o... e s� falava aiiiii que gostoso issssso! Caralho bebe o meu leitinho bebe, nem pensei duas vezes e ca� de boca naquela enxarcada xota apertadinha.rnDepois fui subindo at� seus peitos e chupei-os com vontade, dei mordidas em seu pesco�o e quando menos esperei ela pediu pra mim comer o seu cuzinho... coloquei-a de lado na mesa e comecei a pincelar aquele rabinho. Ela s� me dizia vai devagarinho por que eu nunca dei ela pra ningu�m... porra, isso me deixava mais excitado ainda.rnComecei a for�ar bem devagarinho com ela tinha me pedido e ao mesmo tempo acariciando a sua enxarcada xota com intuito de deix�-la mais relaxada ainda. Ela empurrou o seu rabo contra o meu pau e notei que a cabecinha estava come�ando a adentrar aquela bunda linda e virgem... e eu nem acreditava naquilo.rnDerrepente, escuto uma porta se abrir (porta de loja), n�o parei e parece que ela tamb�m n�o escutou. Continuei bem lentamente aqueles movimentos de encontro a sua bundinha... quando vi que aquele barulho de porta se abrindo era uma igreja quase em frente ao bar em que est�vamos. P.Q.P! Vi um senhor abrindo toda a porta de uma s� vez e em seguida um penca de crentes saindo de uma vez. Quando ela percebeu deu um grito que s� piorou mais ainda, pois devido ao barulho emitido por ela, fez com que chamasse a aten��o de quase todo mundo que j� havia sa�do de dentro da igreja. Imaginem a cena...rnN�s dois quase nus em cima de uma mesa de sinuca com o dia amanhecendo, praticamente em frente a uma igreja, no qual estava tendo uma vig�lia. Ela deu um pulo e se escondeu bem no cantinho do bar e eu sem saber o que fazer na hora, resolvi levantar com calma e vestir a outra parte da cal�a, j� que havia tirado somente uma banda da cal�a, por conta de algum imprevisto como esse. Nisso avistei uma fam�lia de vizinhos meus que da mesma forma que eu os vi eles tamb�m me viram. Pensei agora fudeu de vez.rnA morena coitada, estava desesperada toda encolhida no cantinho do bar se saber onde meter a cara naquele momento. Fui at� a ela fiz uma escora para ela se arrumar e sa�mos rapidamente dali. Alvejados com s�bitas palavras dos crentes que ali estavam... Deus � Pai! E outras coisas mais que nem me lembro.rnVoltamos ao pagode que por sinal j� tinha acabado... e s� ouvia ela dizer: caralho! E agora n�o conhe�o nada por aqui! Exclamava ela naquele momento.rnEu dizia calma voc� t� comigo esqueceu! Onde voc� mora? Perguntava a ela. Eu moro no M�ier... respondia com um tom de desespero. Mas pra felicidade dela e calma tamb�m, escutamos uns assobios vindo de uma padaria bem pr�ximo dali, e quando olhei para o local l� estavam tr�s das quatros amigas que ela estava bem no come�o disso tudo. O quase drama, tornou-se um papo bem descontra�do com suas colegas que eram bem loucas por sinal.rnEla me disse que na verdade n�o era do Rio e s� estava ali por conta de uma prima dela que conhecia algu�m do grupo de pagode que tocava ali e que na segunda-feira iria ir embora. Trocamos altos beijos, tiramos fotos, as amigas dela me beijaram tamb�m... rsrsrnEnfim ficou tudo numa boa! Esse foi o dia mais louco da minha vida... com certeza!rnAntes de ir-mos todos embora ela sussurrou em meu ouvido:rn?Quando voc� for embora passa por l� e pega a minha calcinha pra voc� seu puto.?rnComecei a rir e ainda espalhei a not�cia para as amigas dela... que se escangalharam de rir!rnPassei por l� na volta, mas nem sinal de sua calcinha no local... mist�rio!rnrnEspero que tenham gostado. � um pouco longo por conta dos detalhes, mas no geral acho ficou bem maneiro!rnAloha! E at� mais...rn

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