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ESTUPRADO PELO COLEGA DE TRABALHO

Eram quase 7 da noite quando sa� do trabalho, pronto para ir pra casa ver a minha mulher. Um dia quase normal. Quase, por que quando eu estava ligando o carro, chega o Jorge, todo folgado, e bate no meu vidro perguntando se eu ia passar pela Vila Mariana. Fiquei contrariado, afinal nunca tive muito assunto com o cara, mas concordei e ofereci a carona.

Jorge deve ter uns 35 anos (11 a mais que eu), � divorciado e tem uma incorrig�vel pinta de folgado que sempre me irritou. No caminho, ambos puxamos uns poucos assuntos, e eu sempre sentindo aquele ar de garot�o superior que me deixava puto. T�o puto que fiquei surpreso, ao deix�-lo em frente a seu pr�dio, quando me convidou pra subir.

N�o, Jorge, n�o precisa, estou com pressa - respondi. Entre. - ele insistiu - Sei que n�o � dia de visitinhas (era ter�a-feira), mas eu preciso de uma ajuda e queria aproveitar que voc� j� est� aqui. Fiquei mais puto ainda, mas fui. Eu sabia que tinha coisa a�. Na certa o computador dele estava com algum problema (ele era p�ssimo nisso, todo mundo sabia) e ele ia me encher o saco pra arrumar tudo.

Foi s� entrar na casa dele e veio a surpresa. Jorge trancou a porta e me puxou pelo bra�o. Que � isso, meu? Que � isso meu o cacete! - ele respondeu, enquanto me segurava pelos dois bra�os cara a cara com ele - Agora somos s� n�s dois, e eu vou te dar o que voc� est� querendo h� muito tempo. N�o entendi nada, o cara ali me segurando, de frente pra ele, me falando aquilo. Eu n�o tinha o que fazer. 24 anos, 1,74m, 70kg, nada afim de brigar, e o cara com aquela pinta de molec�o de praia, 35 anos, maior que eu, me segurando assim. S� fiquei quieto, olhando. Isso, viadinho. Fica quietinho que quem manda aqui sou eu - ele disse.

Fiquei est�tico. Que papo era esse de viadinho? O cara vai me bater, vai me matar, sei l�. Jorge come�ou a tirar a minha camiseta, depois me empurrou pra longe, mandando: Vai. Tira a roupa, viadinho. Pra que isso, Jorge? O que voc� vai fazer? Me deixa ir embora. � esta altura, j� estava implorando, mas a ordem dele era firme, e diante daquele olhar de macho raivoso n�o tive escolha. Quando olhei de novo pra ele, j� peladinho, vi uma pica grande, grossa e dura pra fora, e s� ouvi a voz: Chupa!

Hesitei por quase uma eternidade, mas quando o ouvi repetir, com mais for�a - Chupa, viadinho! - tive que obedecer e, tr�mulo, aproximei minha boca daquela vara. Nunca tinha feito aquilo. O cheiro da gala dele estava me dando nojo, mas n�o tinha jeito, ent�o pus a boca e comecei a chupar.

Chupa, putinha tesuda, chupa, era o que ouvia enquanto abocanhava aquele monstro e fazia o m�ximo poss�vel para n�o mord�-lo, pois estava com medo e afim de que isso tudo terminasse o mais cedo poss�vel. N�o conseguia acreditar. Eu, o macho de casa ali, ajoelhado na frente de um folgad�o, mais velho do que eu, chupando pica e ouvindo sacanagem. Era muita humilha��o. N�o sabia se chorava, se reagia, se fugia, se cedia. S� voltei à realidade quando, bombando forte e segurando a minha cabe�a, Jorge gozou. Nessa hora, como que para me humilhar ainda mais, ele puxou a pica bem pra beirada do meu l�bio e encheu a minha boca de porra. Vai, putinha gostosa, toma a porra de macho que que � disso que voc� gosta. - ele dizia, entre aqueles gemidos de macho gosando gostoso. O gozo, a porra, aquele gosto forte na boca, na hora, me deixaram chocado, mas algo em mim mudou. Fiquei est�tico, parecia at� que eu tinha gostado, e quando ele tirou a pica, num reflexo, engoli toda aquela porra.

Fiquei ali, olhando pro ch�o, de joelhos, pensando em tudo aquilo, enquanto ele foi tirando a pr�pria roupa. Era um trint�o, sem d�vida, mas tinha um corpo bem feito, masculino, sem excessos. Fiquei ali, olhando aquele peito, aquelas coxas grossas, aquele pau meia-bomba, quando ele abaixou, me puxou pelo bra�o e me virou de costas, j� me encoxando.

Vem c�, putinha - ele dizia. N�o, Jorge, por favor. - eu suplicava - N�o quero. Quer sim, putinha, voc� sabe que quer - dizia ele, bem no meu ouvido. Por favor... n�o - falando mais pra mim mesmo do que pra ele. Vai, putinha - mandou - enquanto me jogou no sof�, me deixando j� de quatro. Agora voc� vai ver o que � bom.

Meu medo triplicou, quando senti uma cuspida no cuzinho. Jorge colocou a camisinha r�pido, na pica que j� estava dura de novo, e foi colocando devagar. Eu gemia baixo - de dor - e isso parecia excit�-lo ainda mais. S� que aquela pica quente estava fazendo eu me sentir estranho. Muito estranho. Senti meu cu todo rasgado, quando ele terminou de meter, mas naquele tempinho em que ele ficou parado, dentro de mim, meu pau come�ou a subir, e eu fui ficando todo mole.

T� gostando, n� viadinho? N�o disse? Relaxa agora. Voc� j� t� marcado. Depois de hoje, voc� n�o vai conseguir ficar sem pica, e vai lembrar pra sempre da minha pica, que inaugurou esse rabinho gostoso, e de mim, que te transformei no viadinho que voc� � agora. Na primeira mexida de Jorge, j� n�o resisti, e soltei um aaaaaaaaaiiii tremendo de prazer, um prazer que nunca sentira antes. Aquele corpo, aquele homem, aquela pica, destruiram a minha masculinidade. Ele enfiava e tirava bem devagar, gemendo forte, e grave, um gemido de homem que me hipnotizava, como o gemido do gozo anterior, na minha boca.

Eu gemia, tamb�m, mas estava mole, e meus gemidos sa�am afetados, meio femininos, meio afeminados. Lembrava daquela vara na minha boca, do gosto de homem, do gosto de porra, e me excitava ainda mais. Agora estava ali, nu, de quatro, apoiado no sof� dando a bunda pra um cara. Dando a bunda! N�o �ramos amigos, n�o est�vamos apaixonados, eu n�o era afetado, afeminado ou feminino de qualquer forma, mas aquele cara folgad�o decidiu me comer e estava ali, me comendo, como comeria sem pudor qualquer das menininhas que pagavam pau pra ele. Agora eu entendia, finalmente, o que era um homem, que sabe o que quer, que toma o que quer, que faz o que quer. Ele queria minha boca, queria minha bunda, me queria viadinho pra ele, e me fez. Eu s� sentia aquela vara deliciosa entrando, e saindo, e entraaando, e ouvia meus gemidinhos escaparem, e rebolava minha bunda, procurava aquela pica com minha bundinha, me deliciando com o barulho daquela foda que s� um homem de verdade sabe dar. A pica ia, e vinha, e ia, e vinha de novo, r�pido, e as m�os de Jorge me seguravam firme, pelos quadris, e eu apoiado, apoiada, sei l�, no sof�, delirando, gemendo, rebolando, sem gozar, mas num orgasmo que n�o tinha mais fim.

Jorge metia, metia fundo, metia r�pido. Quando largava meus quadris, me dava um tapa na bunda, estalado, que s� me excitava mais ainda, ou ent�o me puxava pelos cabelos (curtos), colava nossos corpos e me xingava, bem no meu ouvido, sem parar de me foder.

J� nem sabia h� quanto tempo estava ali, viado, nua, feminina, puta, sendo usada, abusada e estuprada por aquele macho lindo, tesudo e caralhudo, gemendo e me entregando, quando gozei. Foi um orgasmo forte, intenso. Nunca gozei tanto e com taaaanto prazer assim. Rebolava naquela vara feito uma louca. O cara era insaci�vel. Esfriei, parei de gemer, fiquei preocupado, com remorso, puto, mas ele continuava metendo, me dando tapas, me xingando, e meu frio p�s-gozo n�o tinha espa�o, perante à autoridade de macho do Jorge. Ele me puxou pelos cabelos, mais forte dessa fez, e me ordenou. Geme, sua puta! Obedeci e gemi. Eu era dele, n�o tinha jeito. Rebolei, gemi, e mesmo mole eu sentia que era aquilo que eu queria. Jorge acelerou os movimentos, gemeu mais forte, cravou aquela pica maaaravilhosa em mim e gozou, gozou feito um doido, e desabou sobre mim.

Fiquei ali, de quatro, apoiado no sof�, com um puta macho atolado no meu cu, largado em cima de mim, cheio de remorso e de tes�o. Aquilo era uma foda, que foda, a foda. Fui estuprado, dominado, transformado. Entrei naquele apartamento homem, e sa� de l� um viadinho.



***



Este conto � fict�cio, e � parte de uma fantasia minha, mas muitos dos trechos de foda s�o reais e parte de algumas fodas que eu j� tive. Nunca tive uma foda dessas, sou casado e como a minha mulher sim. Tenho 24 anos, 1,70m, 70kg, moro em S�o Paulo e queria conhecer um cara que me comesse gostoso, como um viadinho gosta de ser comido. Se estiver interessado mande e-mail.



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