Aviso: Voltamos Envie seu Conto estamos aguardando, recupere sua senha caso ja foi cadastrado antes !
J� est� liberada a �rea de Cadastro de contos. Cadastre-se e evie-nos o seu conto

BRINCANDO DE PAPAI E MAM�E COM JO�O � O INICIO

Tinha a certeza de haver escrito sobre como tudo come�ou, por�m por uma lembran�a de algu�m, acabei percebendo que ou eu n�o havia enviado este conto ou ele acabou ser perdendo, antes mesmo de ser publicado.

A minha primeira experi�ncia sexual aconteceu com meu vizinho Jo�o. Creio que j� comentei em meus outros contos que tive um desenvolvimento f�sico muito precoce. Muitas pessoas n�o acreditam quando eu falo que meus seios come�aram a crescer quando eu tinha apenas 6 para 7 anos. Isso para mim, sempre foi um grande trauma, pois as crian�as n�o sabem como lidar com esse tipo de mudan�a. Para piorar as coisas, tinha uma educa��o muito r�gida, onde o assunto sexo, jamais era tratado com naturalidade. Lembro-me de v�rias brancas, que eu levava de minha m�e por causa da minha postura, da minha maneira de sentar e principalmente, ela n�o podia me ver perto de nenhum homem que j� me chamava e fazia com que eu me afastasse deles.

Apesar de eu n�o entender, hoje sei que mam�e sabia que meu desenvolvimento f�sico chamava a aten��o dos homens, e acredito que ela deveria de uma forma suave me alertar dos perigos que eu corria, assim muitas coisas ruins poderiam ter sido evitadas.

Se com os homens minha m�e sempre estava de marca��o, eu tinha passe livre pra brincar com os meninos da rua. Assim, creio que atrav�s de seus filhos o Pai do Jo�o foi o respons�vel por tudo o que me aconteceu na inf�ncia, dos abusas que sofri... N�o que foi de tudo ruim, pois como falei anteriormente teve seu lado bom.

Como na vila n�o havia meninas, e sempre brincava com os meninos, eram brincadeiras diversas, por�m a que eu mais gostava era de her�is. Tipo Tarzan. Rsrsrs

Eu fazia o papel do Tarzan e sempre tinha algu�m me perseguindo, me capturando e a mente das crian�as principalmente a minha era muito f�rtil. N�o me ligava muito em brincar de casinha ou de papai e mam�e, mesmo porque �ramos muito pobres e nunca tive bonecas bonitas. Na �poca estava àquela febre do Bebezinho, e eu tinha vontade de ter uma daquelas, mas sabia que era pura ilus�o, e me divertia com as brincadeiras dos meninos.

Jo�o um garotinho mais novo que eu, na �poca deveria ter 7 anos, n�s �ramos amigos insepar�veis e nossas brincadeiras eram muito divertidas. Por�m meu corpo que desabrochava, chamou a aten��o e excita��o do pai dele e assim nossa amizade foi desvirtuada.

Certo dia cheguei à casa de Jo�o para brincarmos, o pai dele estava do lado de fora e logo que cheguei-o entrou e chamou Jo�o, ambos demoraram a sa�rem, acho que ele estava instru�do o filho do que fazer naquela tarde.

Falei para Jo�o que dever�amos brincar de her�is, Jo�o perguntou se eu n�o queria brincar de Papai e Mam�e, respondi que n�o e ele insistiu, disse que ele me deixavaeu brincar com o Bebezinho da irm� dele. Uma proposta tentadora! Bom ent�o faleis para primeiro brincarmos de her�i e depois de Papai e Mam�e. Jo�o aceitou minha proposta salientando que brincar�amos de her�i o tempo que eu quisesse e depois de Papai e Mam�e o tempo que ele quisesse. Aceitei e fomos as nossas brincadeiras.

Fomos pra traz da casa dele e l� havia um colch�o que Jo�o disse que a m�e havia colocado no sol. Brincamos de Tarzan at� enjoarmos, depois Jo�o prop�s a brincadeira que ele tanto desejava. Foi para dentro de casa com a desculpa de buscar a boneca, pude ver por debaixo da casa, que Jo�o estava conversando com seu pai e que logo depois ambos entraram e depois de alguns minutos Jo�o voltou com a boneca.

Jo�o me explicou a brincadeira, eu era a m�e, ele era o pai que trabalhava fora. Enquanto ele trabalhava eu ficava em casa cuidando do nen�m. Quando eu fosse dar de mamar pra crian�a deveria tirar minha camiseta. E assim come�amos brinquei de fazer comidinha de cuidar do bebezinho, estava encantada pela boneca, fiz como Jo�o m falou, tirava a camiseta e dava de mamar. Jo�o saiu e disse que iria trabalhar e que quando ele voltasse j� seria noite, que ir�amos colocar o nen�m pra dormir a fazer as coisas de papai e mam�e. N�o entendi o que ele estava falando, era ing�nua e n�o tinha a menor id�ia do que ele se referia.

Sem que eu percebesse o Pai de Jo�o me observava pela fresta de debaixo da casa.

Jo�o voltou e como combinado colocamos o nen�m pra dormir.

Ent�o fomos at� o colch�o, sentamos e ele me pediu para tirar a camiseta. Perguntei por qu�? Ele disse que fazia parte da brincadeira, que hav�amos combinado que ele brincaria da minha brincadeira eu e eu da dele. Assim tirei a camiseta. Jo�o tocou meus peitinhos, tive uma sensa��o gostosa, n�o entendi ao certo o que era. Ent�o ele abaixou a cabe�a e come�ou a chupar meus peitinhos, eram pequenos como lim�ezinhos, primeiro tentei me afastar, por�m gostei da sensa��o e deixei-oele fazer. Assim Jo�o chupou meus seios, ele como uma crian�a imatura n�o sabia com fazer ao certo, est�vamos descobrindo juntos tais sensa��es. Depois Jo�o pediu para eu abaixar as cal�as, perguntei pra qu�? Ele disse que dever�amos fazer o que os pais fazem de noite.

Assim abaixei minhas calcas Jo�o me posicionou de quatro e encostou seu pintinho, pequeno, por�m dur�ssimo em minha bunda. Assim ele come�ou a fazer um movimento de vai e vem, u n�o estava entendendo o que ele estava fazendo. De repente ele me puxou com for�a contra seu corpo e pude sentir seu pauzinho for�ando a entrada no meu anelzinho. Reclamei, disse pra ele parar que estava doente. Jo�o por�m for�ou mais um pouco e senti entrar.... Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii Jo�o parou um pouco e disse que fazia parte da brincadeira, se eu n�o deixasse ele continuar nunca mais ira brincar comigo. Ent�o em nome de nossa amizade deixei. Jo�o come�ou a resmungar algo como: Hummm.... ele tinha raz�o, � bom!!!! � bom!!!!! Como � bom isso aqui.

N�o entendi o que ele estava falando s� sei que logo, logo, n�o senti mais dor, senti um calor grande em meu cuzinho, uma sensa��o gostosa. Parecia que meu est�mago iria sair pela boca. Nossa ele come�ou um vai e vem gostoso, fungando em meu pesco�o, e senti um turbilh�o de emo��o. Em poucos minutos Jo�o fez movimentos r�pidos e eu cheguei a um momento e �xtase, n�o sei se foi o meu primeiro orgasmo, as emo��es eram muito misturadas, e eu n�o sabia o que est�vamos fazendo, mais fui gostoso. Jo�o creio que teve tipo um espasmo, ou sei l� o que, pq ele n�o tinha esperma, e nunca perguntei o que ele sentiu naquele dia.

Quando olhei pro lado, vi o Pai de Jo�o, que nos observava pela fresta de debaixo da casa com uma m�o no seu p�nis. Hoje tenho a certeza que ele se masturbou nos observando e que foi ele quem instruiu Jo�o de como fazer.

Fiquei envergonhada, vesti minha roupa e corria para casa sem olhar pra traz.

VISITE NOSSOS PARCEIROS

SELE��O DE CONTOS



Contos eroticos casada com tetas grandes foi levar o carro do marido a oficina e acabou sendo estrupada pelos mecanicos que nu final meteram chaves de fenda na buçeta e nu cuver dvd porno homems chupa bucetas de baicho da mesa tira calcinha do ladoContos fiquei bebada e me chuparamcontos eróticos comendo a mamãe aiiii uiiiiconto de encesto a supresa de mamaenamorada deixou cara de pau duro contoscontos eroticos vestido colado e curtosobrinha gosta de sentar no colo do seu tio so de vestidodoido de po falei pro negao me rasgar o cu contotravesti taubatezoofilia com eguasmulher de saia curta das pernas groça pornoescravizando minha funcionaria conto eroticominha sogra e mulher duas depravadas e taradas contos eroticoscontos de dommescontos podolatria irmacontos eroticos gay fui buscar uma pipa em uma construçao e os karas me comeramconto erotico gay hetero virou minha putinhaconto comi a freiraconvencir minha mulher zoofiliacontos eroticos a talaricaContos gays dei o cu porque gostocontos bebendo porracontos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casaconto fala todas solteiro cornocunhada na cadeia contosconto erotico dividindo a mulher com o irmão mais novomamae olhando filhinhas contoele me encoxando e eu rebolandobuceta molhadinha contosloira virgem sendo desvirginada e grita de dorminha sogra negra de mini sai cumii elaconto erótico gay em cinema. De Recifepornodoido provando da minha melhor amiga continuaçãoconto comi meu enteado novinhocontos eroticos de mulheres casadas de goiascontos eróticos amigas casadas traindoContos eroticos primeira vez no puteirobanho com amiguinho contoeroticoConto comi a garotinhaestuprada pelo irmao do meu marido.contos eroticosbucetas ensobadascomi o pai de santo - contos de sexo gaygostosa no busãomeu primo mobral contocontos eroticos sequestrowww.quadrinhos erotivcos comendo a cumadre rabuda gravida/conto_2345_meu-irmao-me-violentou-e-eu-me-viciei.htmlcontos eróticos na piscinacontos eroticos a forcacomtos eroticos bebo porra de veilinhocontis eroticos peguei minha esposa enfiando a buceta na cabeceira da camawww.espiando minha filha dormindo de camisola contocontos eróticos desde pequena ibquilinacontos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casa/conto_5309_que-lambida.htmlMenina de calcinha conto eroticoconto cachorro tirou minha virgindadedormiu jinto com a mae rabudaMeu amigo dominou a minha familha contos eroticoscontos erótico pequenacontos de irma com tesao i irmaocontoseroticosdeincesto/irmaoeirmabunda queria sentir a rola entrando devagar contocontos de incestos eu estava dançando funk De vestidinho curto e meu pai viu e não aguentou e comeu meu cuzinhocontos erotico com foto de mulhe trasado gozado gostosocontos crossdressmulher bebidas dormindoputa e homem gozando dentre pornoeu e minha cunhada lesbica fizemos um bacanal com sua irma e mae incestoContos eroticos de gays sendo torturadospai do meu amiguinho, conto gaymeu amigo me pediu para fazer sexo anal com ele gay contocontos bem quente de casada e sua intida lesbica/conto_3430_me-vesti-de-mulher---ii.htmlconto eroticos sem maldade senti que os dedos tocavam minha xoxoracontos porno comi minha irma casadaconto morenao 22cmcontos bi vi meu pri meter na prinha prima fiz ele comer meu cu e eu fudi elá