Conto
Tudo aconteceu quando decidimos fazer uma viajem no final de semana que complet�vamos 1 ano de casamento, gostamos muito de praia, ent�o Bianca e eu (M�rcio) decidimos ira para fortaleza. Bianca � morena, 1,65m e 50Kg, com seios m�dios e uma bunda maravilhosa, redondinha, cabelos pretos e longos e toda malhadinha, usa roupas curtas e colada, eu sou moreno 1,85m e peso 90kg.
Decidimos embarcar na sexta-feira a noite, �ltimo v�o, sa�mos de S�o Paulo as 21h00min e chegamos e Fortaleza as 23h45min, ao chegar pegamos nossas bagagens e fomos procurar um t�xi, foi ai que todo o pesadelo come�ou. Bianca estava com um vestido branco, curto e com um belo decote e a marquinha da min�scula calcinha marcando em sua maravilhosa bunda. Havia somente um taxista perto da sa�da do aeroporto, um rapaz moreno, mal encarado com apar�ncia de uns 35 anos, por falta de op��o nos dirigimos a ele, ao nos aproximar ele deu uma olhada para Bianca que j� me deixou enfurecido, mas como n�o havia mais op��es tive que ficar quieto, falamos com o rapaz sobre o endere�o do hotel ele disse que conhecia e n�o ficaria muito longe dali ent�o fechamos a corrida, quando Bianca foi entrar no carro ele prontamente abriu a porta para ela e ficou posicionado na frente da porta para poder ver sua calcinha ao entrar no carro, fiquei mais puto ainda e ele ao ver sua calcinha depois me olhou com cara de deboche. Pelo hor�rio e pela falta de op��o a corrida ficou em R$ 50,00, todo bem, mas no meio do caminho ele veio com um papo de que uma avenida estava fechada e que teria que dar uma volta para chegar no hotel fazendo com que a corrida ficasse em R$100,00 achei um absurdo e comecei a discutir com ele, no calor da discuss�o n�o percebi que o caminho estava cada vez mais escuro e deserto, quando de repente ele parou o carro em frente a uma casa velha e isolada, num local escuro e deserto, logo me liguei que era um assalto, mas estava enganado, era muito pior, ele sacou uma arma e disse para entrarmos na casa, disse que n�o e ele colocou a arma na cabe�a da Bianca de disse que a mataria se n�o fiz�ssemos o que ele queria, disse para levar tudo, dinheiro, celular, bagagem o que quisesse mas n�o teve jeito, entramos na casa, que para nossa surpresa j� tinha mais quatro homens esperando, todos altos, fortes, negros e com apar�ncia de bandidos.
Entramos na casa e eles foram logo dando risadas e dizendo: -” Isso sim � mercadoria de primeira”!!!! Temi o pior. O mais forte de todos que parecia ser o chefe da turma disse ao taxista que estava de parab�ns pelo pagamento da semana, ent�o entendi que todos ali eram traficantes e o taxista estava pagando sua divida com minha mulher, o taxista foi chamado de Romeu pelo chefe que tinha o apelido de Tonh�o, os outros Marc�o, Careca e Pedro.
Quando fui levantar a voz para exigir que eles nos soltassem o Tonh�o sacou uma pistola e colocou na minha cabe�a e perguntou se eu queria morrer, disse que n�o, ent�o ele completou: -“ Cala a boca e desfrute da recep��o do nosso hotel”. Pegou uma corda e me amarrou junto a uma coluna de concreto que tinha dentro da casa, nesse momento o pesadelo virou realidade.
Ele foi at� Bianca de disse que ela era muito gostosa e logo foi metendo a m�o na bunda dela, ela se rebelou e ele logo deu um tapa em sua cara que a derrubou no ch�o e eu amarrado n�o podia fazer nada para defender minha amada. Tonh�o abriu a cal�a, sacou um pau enorme para fora e levantando Bianca pelos cabelos mandou que ela chupasse eu pau, ela relutava dizendo que n�o, e a cada n�o ele dava mais um tapa na cara dela, ap�s n�o aguentar mais tapas na cara ela foi obrigada a ceder, olho para mim com um semblante de culpa e aterrorizada e colocou aquele pau enorme em sua boca, Tonh�o logo socou todo na boca dela at� ela engasgar, pegava no cabelo dela e for�ava o pau dentro de sua garganta, nesse momento todos os outros tiraram suas roupas e formaram uma roda Bianca, depois de algumas socadas na garganta dela Tonh�o deu a vez aos outros quatro, ela ent�o fazia um rod�zio e chupadas, todas profundas e violentas, ela chorava, gritava e pedia para que elas parassem ,tudo em v�o, parecia que nem se incomodavam com o que estavam fazendo eles ficaram mais de meia hora com o pau na boca dela, tudo que elas mandavam ela era obrigada a fazer, desde chupar suas bolas a socar tudo na garganta at� engasgar. Depois do boquete Tonh�o rasga a roupa de Bianca e grita para todos ouvirem que era hora de foder, Bianca fica mais apavorada ainda e pede para n�o fazerem isso, o prop�e que ela chupe todos at� elas gozarem e depois nos deixaria ir. Todos come�a a rir e Tonh�o leva Bianca at� o sof�, que era perto de onde eu estava amarrado, e diz para eu prestar aten��o como se fodia uma mulher de verdade. Colocou Bianca de quatro e come�o a chupar sua buceta e seu c� Careca logo foi colocando o pau na boca dela, e o taxista e o Marc�o a obrigara a bater uma punheta para elas e o Pedr�o ficava na altern�ncia do boquete, elas estava sendo fodida de todos os modos.
Ent�o Tonh�o de repente soca uma pica enorme com uns 25cm e muito grossa na buceta da Bianca que n�o esperava, ela se assusta e grita de dor, ele socava como se nunca tivesse comido uma buceta antes, sem d�, ela por um momento tirou o pau que estava chupando da boca e quase sem for�as pediu par ele parar que estava machucando, ele continuava cada vez mais forte, ele ent�o pede para ele ir mais devagar, ele ent�o d� um sonoro tapa na bunda dela que ficou a marca dos 5 dedos , puxa no cabelo dela e fode mais ainda, ela n�o tinha o que fazer dois paus se revisando em sua boca, um em cada m�o e outro arrega�ando sua buceta, a �nica coisa que ela podia fazer era olhar para mim pedindo socorro, mas eu amarrado n�o podia fazer nada. Tonh�o socava como um animal em sua boca o pau ia at� o talo foderam ela por muito tempo desse jeito, ela grita muito.
Depois de um tempo elas se revisaram e e alternaram as posi��es at� todos comerem ela, mas curiosamente ningu�m gozava, Depois de arrega�ar sua buceta Tonh�o ent�o decide “variar” e fala: -“ Agora vamos foder seu c�”. Ela grita desesperada, amedrontada, traumatizada que n�o, ela j� imaginava toda a pica de Tonh�o socando no seu c� com toda viol�ncia que j� havia socado em sua buceta. Chorava feito uma crian�a pedindo: -“ No c� n�o, no c� n�o por favor, eu imploro”. Ele manda ela calar a boca e se posiciona frente a ela que estava de 4 a merc� dele, que d� uma lambida no c� dela, uma cuspida no pau e posiciona a pica na entrada do seu c�, ela continua implorando para ele n�o foder seu c�, em v�o, ele soca toda aquela vara enorme, de uma s� vem, numa estocada violente e at� as bolas. Bianca esbo�a um desmaio, mas logo � segurada pelos outros cara e come�a a ter seu c� arrombado pela pica de Tonh�o, que da mesma forma como comia sua buceta, comia seu c�, sem piedade nenhuma, com viol�ncia, raiva e sem d� das preguinhas da minha mulher que j� nem tinha mais l�grimas para chorar, e logo foi outras vez colocada a disposi��o de todos para que chupasse e batesse punheta para os outros, Tonh�o comeu muito o c� dela, muito mesmo, quase uma hora, socando de uma maneira surreal, depois saiu ainda sem gozar e colocou o pau na boca dela para que ela chupasse um pau com gosto de c�, e logo seu c� come�ou a ser fodido novamente em forma de rod�zio pelos outros caras. Todos comeram muito seu c�, muito mesmo e ainda ficavam tirando sarro de mim, dizendo que o c� da minha mulher era muito gostoso e que nunca mais seria o mesmo depois deles.
Bianca j� n�o tinha mais nenhuma rea��o, elas colocavam e tiravam do seu c�, socavam com viol�ncia e ela simplesmente n�o falava mais nada, ela parecia uma boneca de pano na m�o deles, a colocavam em v�rias posi��es e metiam sem d�. Tonh�o o chefe da turma disse que agora era hora de fazer igual aos filmes porn�s, fiquei sem saber o que ele queria dizer, mas logo minha d�vida foi sanada, vamos fazer dupla penetra��o nela, nesse momento Bianca fala que n�o aguentaria e que j� estava toda esfolada de dolorida mas Tonh�o nem se importa, coloca ela para sentar com a buceta no pau do Marc�o, com a bunda virada para ele, que prontamente soca a rola no c� dela, que ent�o estava sendo fodida pelo c� e pela buceta, ela parecia que n�o iria aguentar mais nem um minuto de tanta fode��o, mas logo um colocou o pau em sua boca para ela n�o gritar e como sempre suas m�o punhetando quem sobrava.
Na DP todos foderam ela pelo c� e pela buceta, al�m do boquete com gosto de c� que ela fazia, depois de muito foder Tonh�o diz que era hora de gozar, ela respirou aliviada, mas um desafio ainda estaria por vir, ele manda todos pararem de foder ela, coloca Bianca ajoelhada no ch�o e come�a a bater punheta e diz:-“ Todos n�s vamos gozar na sua boca e se vc deixar escorrer uma gota vai morrer”. Ela reluta falado que � nojento e que n�o faria, mas toma um tapa na cara, entendo o recado e abre a boca, e em uma cena de filme porn� os 5 caras gozaram na boca de Bianca que com todo cuidado n�o deixou escapar uma gota, engoliu toda a porra deles, depois da ultima gozada ela caiu exausta no ch�o, toda machucada, com o c� e a buceta ardidos a mand�bula doendo de tanto chupar rola e com gosto de porra na boca, que viagem maldita. Mas o tormento ainda n�o havia acabado, Tonh�o volta com 5 comprimidos de Viagra, todos tomam, ela volta a ficar apavorada pois percebeu que a tortura ainda n�o havia acabado, uns 20 minutos depois de tomar o rem�dio os 5 j� estavam de pau duro novamente e o abuso come�ou novamente, as lagrimas escorriam pelo seu rosto, as picas entravam em seus buracos desordenadamente, hora em um, hora em outro, hora dois ou tr�s ao mesmo tempo e ela sem rea��o nenhuma, j� submissa a todas as vontades do 5 caralhos que lhe fodiam, esse mete-mete durou mais uma hora e todos gozaram da mesma forma, em sua boca e ela engolindo tudo sem deixar cair uma gota.
Agora muito cansados amararam ela junto comigo e decidiram dormir, eu n�o consegui dizer uma palavra para Bianca que dormiu chorando e t�o cansada que estava depois daquela maratona de pica que tinha levado.
Pedro foi o primeiro a acordar no s�bado de manh�, e j� de pau duro, Bianca reclamava que estava toda ardida e esfolada mas sem pestanejar Pedro foi logo soltando Bianca e colocando ela de quatro, que como j� sabia como a “coisa” funcionava nem relutou, ele cuspiu no seu c� de socou de uma s� vez, como sempre todos faziam, ela gritou mas n�o tinha o que fazer o tormento come�ava novamente, Pedro socou muito forte e r�pido em seu c� e logo gozou, com isso os outros acordaram tamb�m e logo foram se posicionando para foder ela tamb�m, todos eles fizeram a mesma coisa, socaram forte e r�pido no c� dela, gozaram e foram tomar banho.
Levaram ela para o banheiro tamb�m, para que pudesse tomar um banho e se limpar, depois do banho Tonh�o nos alimentou. Pegou seu celular e fez muitas liga��es, dizendo que estava com um produto de primeira em sua casa e que a taxa era de R$10,00, ficamos sem entender nada. Depois de uns 19 minutos algu�m bateu na porta, ao abri-la estavam dois caras que cumprimentam Tonh�o deram R$10,00 para ele e que queriam “o produto” que nesse caso era minha mulher, ele mandou ela ficar de quatro de disse para eles comerem ela como quisessem, o c�, a buceta, gozar onde queriam e que estava cobrando R$10,00 s� pelo boquete, o c� e a buceta eram cortesia minha, como Bianca tem uma bunda maravilhosa era alvo de todos que queria foder ela, e logo j� foram socando no seu c�, ela para variar implorava que n�o, que n�o aguentava mais, que estava toda ardida, mas em v�o, com o decorrer do tempo, foi chegando mais e mais homens, todos pagando para o Tonh�o e direito de foder minha mulher, realmente fodiam como queriam, devagar ( que ela at� agradecia), r�pido onde ela mais gritava e tudo o que queriam fazer, at� mijaram na sua boca e a fizeram engolir, isso durou s�bado o dia e a noite inteira, os homens chegavam, pagavam, tiravam o pau para fora e comiam minha mulher e ainda me agradeciam pela cortezia.
Ela chegou at� a desmaiar de tendo ser fodida, n�o conseguia sentar,com o c� estourado, andava de pernas abertas com a buceta ardendo, ela se fodeu mesmo.
No domingo a noite depois de tudo isso ele nos soltou e disse que se abr�ssemos o bico morrer�amos.
Ficamos calado e fomos embora para s�o Paulo, no ultimo v�o do domingo, chegamos em s�o Paulo tarde da noite, no v�o n�o demos uma palavra, Bianca se cuidou, tratou dos machucados e nunca mais tocamos no assunto, mas como havia dito o bandido logo que come�ou o abuso, seu c� e sua buceta nunca mais foram os mesmos.