Aviso: Voltamos Envie seu Conto estamos aguardando, recupere sua senha caso ja foi cadastrado antes !
J� est� liberada a �rea de Cadastro de contos. Cadastre-se e evie-nos o seu conto

A "MENININHA" DO PAI

Eu me chamo Renato e minha vida sexual come�ou muito cedo. Sou moreno claro com cabelos encaracolados bem pretos e com 19 anos eu j� tinha 1,78 de altura, ombros largos, peito estufado, pernas grossas e peludas. Um corpo atl�tico, pois j� curtia a pr�tica de esportes desde bem novo, o que somado a gen�tica, contribuiu para que eu tivesse uma apar�ncia de HOMEM em compara��o aos outros meninos da minha idade.

Al�m disso, sempre disseram que eu tinha um sorriso muito bonito e uma cara de safado com aquela mancha de barba por fazer que deixavam as meninas loucas. Com todo esse aparato, com 19 anos eu j� havia “comido” muitas meninas e mulheres e da� pra frente fui perdendo a conta.

Talvez por essa fama de “galinha” somado a muitas cenas de ci�me e inseguran�a por parte das meninas com quem namorei, nunca consegui ter relacionamentos duradouros. Os anos foram passando, acabei me acomodando e n�o me casei. Nunca tive preconceito contra gays, eles l� e eu c�, at� gostava, tinha a teoria machista de que quanto mais gay, mais mulheres sobravam para n�s, homens.

Tenho 34 anos e h� dois anos o destino me pregou uma pe�a. Fui procurado por uma mulher, a Cec�lia, que eu n�o via h� mais de 19 anos, na �poca eu morava com a minha m�e e ela nos procurou para informar que eu e ela hav�amos tido um filho. L�gico que de cara eu duvidei, mas levando em conta uma s�rie de detalhes da �poca, ficou claro para mim e minha m�e que o garoto realmente era meu filho.

A grande surpresa � que no dia em que fui conhecer o garoto - seu nome era Marcinho - n�o me apareceu pela frente aquele “var�o” com cara de garanh�o que me recordaria à juventude. Ao contr�rio, o que vi foi um menino magro de 19 pra 19 anos, com uma bundinha arrebitada e com jeito e tra�os muito delicados que lembravam muito uma irm� minha j� falecida o que refor�ava mais ainda a minha hist�ria de paternidade. Confesso que na hora eu fiquei meio chocado e quando indaguei a Cec�lia se ele era gay, ela confirmou que sim e que n�o havia mencionado porque n�o tinha achado importante, porque “filho � filho e agente aceita como ele �”.

Dito isso aceitei a realidade e encarei o “problema”. Minha m�e de cara se apaixonou pelo neto deixando claro que pra ela n�o fazia a menor diferen�a o fato de ele ser gay, na verdade ele era um “doce” de menino que cativava a todos, que n�o fossem preconceituosos, j� nos primeiros contatos.

Logo o Marcinho passou a frequentar a nossa casa e � claro que eu tive alguns aborrecimentos por causa de alguns vizinhos e colegas que se achavam no direito de fazer algumas piadas. Cheguei a brigar com alguns caras, perdi amigos de inf�ncia por causa disso e fui criando uma revolta por qualquer pessoa que tivesse preconceito com o Marcinho por ele ser gay, e isto acabou nos aproximando mais. Eu queria proteg�-lo, defend�-lo e n�o deixar que ningu�m atingisse aquele meu “menino fr�gil” com nada. Quando era mais jovem, sempre me imaginava sendo pai de uma menina e sem perceber comecei a tratar o Marcinho como se fosse uma "menininha" e passei a ter tanto carinho por ele a ponto de ter ci�mes quando o via conversando com algum outro homem com medo do sujeito estar mal intencionado sem que ele percebesse.

Duas fatalidades ocorreram que nos aproximaram ainda mais. Primeiro a m�e dele precisou ir trabalhar em outro estado, e at� que ela se estabelecesse por l�, pediu que ele ficasse um tempo morando comigo e com minha m�e e assim foi feito. Acontece que um pouco depois desse per�odo minha m�e veio a falecer de repente e eu fiquei muito triste e deprimido assim como o Marcinho que adorava a av�. Nessa �poca ele j� estava com 19 pra 19 anos e quando a m�e dele veio busca-lo eu e ele pedimos a ela que fic�ssemos mais um tempo juntos devido ao que havia acontecido e ela n�o teve outro jeito sen�o deixar.

Passados alguns meses de toda aquela tristeza eu e Marcinho tent�vamos nos apoiar um no outro. Ele n�o sabia o que fazer pra me agradar. Estudava de manh� e passava o resto do dia nos afazeres dom�sticos. Quando eu chegava do servi�o à noite encontrava a casa num capricho com roupa lavada e pendurada e uma comida sempre deliciosa que, isso eu j� sabia h� tempos, ele cozinhava bem demais e adorava fazer os “meus pratos” preferidos.

Aconteceu que um dia eu estava saindo pro trabalho e ao me despedir dele com pressa sem querer ao inv�s de lhe beijar o rosto acabei lhe dando um beijo na boca. Houve um momento de constrangimento entre n�s, eu me desculpei com ele e sa� logo em seguida, mas por alguma raz�o aquela cena n�o saiu da minha cabe�a o resto do dia inteiro. Eu n�o via a hora de chegar em casa e dar-lhe um abra�o bem forte e lhe dizer que entre n�s n�o poderia haver constrangimento nenhum, que ele era meu filho, que eu o amava.

Quando cheguei em casa naquele dia ele me recebeu com o carinho de sempre. Nesse dia ele me pareceu estar mais perfumado do que o habitual e usava um topzinho e um shortinho bem curto que junto com o cabelo liso caindo aos ombros lhe dava uma apar�ncia encantadoramente feminina. Ele me cumprimentou com um beijo no rosto e foi para cozinha dizendo que a janta estava pronta e parou em frente a pia lavando uns talheres enquanto falava comigo de longe. Eu n�o aguentei e fui atr�s dele e chegando na cozinha passei meus bra�os pela sua cintura e falei baixinho no seu ouvido: - Eu te amo... Eu te amo muito, sabia?

Ele se assustou e deixou alguns garfos ca�rem no ch�o, quando se agachou pra pegar sua bunda encaixou certinha na dire��o do meu pau, ele voltou a por a m�o na pia e eu sem soltar os bra�os da sua cintura me afastei um pouco e falei: - Desculpa filho, t� te atrapalhando? – E ele me respondeu: - N�o paizinho, eu te amo muito tamb�m, o senhor � o homem mais importante da minha vida, � muito bom receber seu abra�o assim...

Quando ele disse isso eu n�o aguentei e enlacei ele pela cintura e sentindo meu pau colado a sua bunda comecei a falar no seu ouvido:

_ Ho! Meu menino, eu te adoro... Eu quero te proteger, n�o quero que ningu�m te toque, que ningu�m te fa�a mal, eu quero te dar colo...

Quando falei isso, comecei a dar v�rios beijos na sua nuca, percebi que meu pau j� estava duro como uma pedra e notei que meu filho mexia a bunda de um jeito a conseguir sentir melhor aquela rigidez me dizendo:

- Eu quero paizinho, quero muito o seu colo, quero muito o seu amor...

Ouvindo isso eu o virei de frente e olhando em seus olhos eu disse:

- Minha menina, minha garotinha linda, eu n�o quero que ningu�m te toque, se vc precisar de um HOMEM, o pai t� aqui, eu quero ser esse HOMEM pra vc...

E ao dizer isto eu e ele fechamos os olhos e eu senti a minha l�ngua entrando em sua boca e eu me vi dando o beijo mais demorado da hist�ria da minha vida. Cada chupada que eu dava na sua l�ngua ele parecia que ia desmaiar como uma donzela e isso me excitava mais ainda fazendo com que meu pau parecesse que ia explodir. O resultado e o desenrolar da hist�ria desse beijo eu conto no pr�ximo conto.

VISITE NOSSOS PARCEIROS

SELE��O DE CONTOS



Conto erotico cão lamberdo short mulher gostosa contos eróticos engravidei do meu irmãoContos.eroticos.me.dava.banhocontos eroticos sequestroContos excitantes sou gaúchaContos eróticos farmacêutico coroaCont erot O Boiadeiro/Peãocontos erotico eu minha esposa e meu primoContos eroticos bem safadoo com.varios carasochupando um suado conto gaycontos meu marido da pica pequenaContos eroticos peitudacontos dei pro meu ex sogrocontos comendo gay na vielaTennis zelenograd contoBucetas aregaladas e raspadibhacontos erotico eu meu marido e velho do fundo de casacontos eróticos incesto o homem da minha vidacontos de sexo com viuvaa crente virgem e o borracheiro conto eroticozoofilia em canilcontos pedi meu cabaco para um velhoContos eróticos vibradorvideornpossContos eroticos de solteiras rabudasbolinei minha sobrinhacontos de sexo com velhos babões/conto_7331_putinha-da-padaria-interracial.htmlcontos centadas no colo do titio no incestocontos das danadinhas perdendo cabaçinhocontos eroticos traindo na Lua de Melcontos de cú de madrinhaconto arobada e aregasada por doiscontos de incestos tesao pelos pezinhos da mamaeporno contos subornei minha intiadacontos eroticos minhas amigas e irmãosEu confesso gay ensineicontos: safadezas de um velhoconto erotico virgem colegialwww.fotos contos eroticos minha filha e sua amigahomen dando cu para a gradeucontos eroticos gay eu sendo arrombado por dois amigos negros do caralhão grossoestrupando visinha desmaiada por remedios contosContos erótico eu casada dando na pescariaminha mae da para um velho pirocudo espiei ela contosContoserotcos surpresa para meu marido no seu aniversárioo macho frequenta mimha casae o dono contosmeu cunhado me comeu quandi eu dormia contoPuta de shortinho curto passando a mao no pinto do homemNo baile funk doidinha se esfregando de maisO intruso parte 1( conto erotico)Contos eroticos casada puta do quartelvvidos de muler co casoro. fudemo8ontos eroticos gys bem filha da putaxxvideo porno novinha magrela de 16aninho com o seu namorado na escolacontos eroticos peitos sadomasoquismoSou casada fui pra um acampamento com os colegas a amigas putasconto erotico religiosa e o presocontos eróticos com tia perdendo apostacontos eróticos casada chorando com pau do roludo no cubucetas ticos greloszoofilia com porcacontos erotico estrupando sograapanhando e gozandocontos crente casada dando o cucontos eroticos blogspotcontos eroticos de faxineiras coroas safadascontos bi chulé do cumpadrecontos eroticos na mesaconto eróticos comeu o cu a força e amarras fscasa dos contos eroticos gangbang