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A PRIMEIRA VEZ QUE MAMEI UM PAU. CHUPEI UM NEG�O!

As vezes quando acordava meio cedo, eu colocava uma camiseta, uma saia e uma bermuda por cima e sa�a pra fazer uma caminhada. Geralmente ainda estava meio escuro, as unicas luzes eram as dos postes.rnrnNesse dia eu coloquei uma camiseta preta curta, sem mangas, uma minissaia marrom com um z�per e pregas na lateral e uma bermuda meio folgada por cima.rnrnNo dia anterior eu tinha andado pelo bairro todo tamb�m, usando a mesma saia e bermuda, s� que com uma camisa bem longa. T�o longa que quando sa� na rua e andei pela avenida s� de saia e camiseta, quase nao dava pra ver o que eu tava usando, se era uma saia ou short.rnrnNo dia seguinte, quando sa�, decidi fazer o mesmo caminho, s� que inverso.rnrnLogo na entrada de casa, tirei a bermuda e fiquei com ela na m�o. Precisava ter ela nas m�os, caso aparecesse algu�m, eu poderia coloca-la rapidamente. Andei pelo bairro at� chegar à entrada da avenida. Ja tinha passado por aquela casa onde ficava um vigilante, mas naquela manha ele nao estava la. Achei estranho, porque ele sempre ficava la. Fiquei uns cinco minutos parado, decidindo se entrava na avenida ou n�o, e a� decidi entrar por uma rua mais pra baixo. Mal segui pela rua percebi um cara que chegava tamb�m na entrada da avenida, parecia que ele ia reto, seguindo pela avenida.rnrnSegui em frente. Andei uns minutos e a� olhei pra tr�s, e vi que o cara ao inv�s de subido a avenida, tinha descido e estava um pouco atras de mim, s� que do outro lado da rua.rnrnConforme ele foi chegando mais perto, vi que ele atravessou a rua e ficou bem atras de mim, e conforme eu virava pra tras eu vi que ele virava um pouco o pesco�o, prestando aten��o nas minhas pernas (um pouco peludas, � claro).rnrnTentei apertar um pouco o passo, mas percebi que era tarde. Ele ja tinha me alcan�ado, mas tinha voltado a ficar do outro lado da rua.rnrnA partir da� ele come�ou a olhar pra mim, come�amos a andar lado a lado, eu de um lado da rua, ele do outro. Ele olhava bem pra minha cara (como que pra tirar a duvida se eu era mesmo um cara ou nao) e ent�o olhava pra minha saia e pras minhas pernas.rnrnContinuamos andando, nos cumprimentamos com um aceno de cabe�a. Andamos mais um pouco. A� ele disse:rnrn- Belas pernas.rnrnMurmurei um ?obrigado? t�o baixo que nem saiu da boca, acho que ele entendeu por ?leitura labial?.rnrnEle, de novo:rnrn- Voc� mora por aqui?rnrnS� apontei num dire��o, e disse:rnrn- N�o, l� pra cima. (quase sussurrando).rnrn- Por que voc� est� usando saia?rnrn- Porque sim. Porque gosto.rnrn- Voc� sempre anda por aqui.rnrn- N�o. E voc�?rnrn- Uma vez por m�s.rnrnContinuou me olhando, quieto. Dava pra ver pelo olhar que ele simplesmente "n�o se conformava" com aquela situa��o: como � que pode, um rapaz sair andando por a�, de minissaia, no meio da rua, como se fosse a coisa mais normal do mundo?rnrnVoltou a falar:rnrn- Mas voc� tem umas belas pernas mesmo... posso passar a m�o?rnrn- N�o... que � isso!? - falei, meio assustado.rnrnA� ele foi chegando mais perto, por tr�s, e pegando nas minhas pernas, levantando a minha saia e apalpando minha bunda. Na hora n�o pensei, estava assustado demais, mas ja pensou se eu estivesse de calcinha? E tudo isso no meio da rua!rnrnUma hora passou uma moto, bem veloz, e ele tirou a mao de mim. Mas logo depois voltou, e eu ja estava bem assustado e falei:rnrn- P�ra com isso, cara! O que � isso??rnrn- Ah, eu sei que voc� t� gostando...rnrnA� voltou a passar a m�o nas minhas pernas. Confesso que apesar do medo, estava curioso em saber at� onde aquilo ia dar.rnrnEle foi fungando no meu cangote, me cheirando, enquanto passava a mao nas minhas pernas.rnrnEu falava:rnrn- N�o, p�ra com isso, cara!rnrn- Ah, vc ta querendo, ta� com essa sainha....rnrnDei um chega pra l� mais forte, e ele deu um tempo.rnrnAi ele foi indo embora!!..... andou quase um quarteir�o........... a� me dei conta do que estava acontecendo.rnrnEra uma situa��o um tanto, como disse, temerosa mas excitante... at� onde aquilo poderia ir.?rnrnTalvez nao tivesse uma segunda chance de descobrir.. fui atras dele!!!!rnrnQuando cheguei a uns 2 metros de distancia, chamei:rnrn- Ei! Oi!rnrnNem sei como tive coragem... bom, ja tinha sido apalpado, e tudo o mais. Senti que tinha que descobrir ate onde eu poderia chegar naquela situa��o.. ja tinha andado muitas vezes de saia, de manha, pelo bairro, e nunca cheguei a me defrontar com aquela situa��o... tinha que ser curioso, talvez nao houvesse uma segunda chancernrnE l� fui eu, de sainha, quase correndo na dire��o dele, e o chamei.rnrnEle virou de volta, mas continuando a caminhada. Esperou eu o alcan�ar. Da� falei:rnrn- Voc� gostou?rnrnEle:rnrn- Gostei das suas pernas....rnrnEu:rnrn- Ah, voc� gostou foi da minha saia....... (nem acredito que falei isso!!!!)rnrnEle:rnrn- Gostei de voc�.....rnrnFoi chegando mais perto, perto do meu pesco�o....rnrn- ... do seu cheiro..rnrnDesviamos do caminho, e entramos numa outra rua...... o engra�ado � que eu indiquei o caminho.........nem sabia onde estava indo, mas fui em frente..rnrnParamos em frente a uma casa, do lado tinha um terreno com um matinho.......ele disse:rnrn- Vamos ali....rnrn- Pra que?rnrn- Fazer um carinho.......rnrnEncostamos no muro....a� ele me segurou por tr�s e come�ou a me encoxar...subiu um pouco a minha saia e continuou...rnrnEle encostou o corpo em mim, e come�ou a me lamber, lambia meu pesco�o minha orelha....rnrnEle tava me apertando muito a� eu me virei de frente.rnrnQuando eu virei de frente ele ja tava batendo uma... eu tirei a mao dele e SEGUREI O PAU DELE!!!!rnrn...E COMECEI A PUNHETA-LO!!rnrnNao deu nem 2 minutos e senti o pau esporrando na minha mao..... falei:rnrn- J�!??rnrnEle, meio ofegante:rnrn- J�..... tes�o.......rnrnSenti meio nojo do liquido e apenas sacudi a m�o pra limpar.rnrnEle ja ia come�ar a guardar o pau, esporrado mesmo... quando eu falei:rnrn- Pera, pera.....rnrnAjoelhei diante dele e vislumbrei o pau, ja meio mole, e com a porra escorrendo......rnrnPeguei na mao, e em seguida dei uma chupadinha na cabecinha, pra limpar..rnrnN�o gostei do gosto, mas na hora pensei (agora ja to aqui, ajoelhado, de saia, fazendo isso..dane-se.. eu nao tinha a curiosidade de saber como era chupar um pau?)rnrnVoltei a mamar no pau do cara agora com mais gosto........ chupava e lambia aquele pau fedido de porra...rnrnInclinei um pouco mais e chupei as bolas peludas tamb�m....rnrnParei e engoli o pau todo do uma s� vez, pra sentir o gostinho pela ultima vez.....rnrnA� parei... me levantei ...... o cara ja foi guardando o pau......em seguida saiu pela rua, seguindo seu caminho.....disse:rnrn- Adorei.rnrnEu fiquei um pouco ali no mato, senti aquele gosto salgado do pau dele....... ainda de saia......rnrnUns 2 minutos depois segui meu caminho tamb�m..... que era o mesmo q o dele... fomos andando normal.... um quarteir�o nos separava.....rnrnDepois que ele foi pensei: (ja que tinha feito aquilo, poderia ter aproveitado pra experimentar um beijo tamb�m)... tentei alcan�a-lo mas nao consegui...rnrnTentei reencontra-lo outras vezes, sem sucesso.......

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