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AMIZADE COLORIZADA

Meu amigo espanhol, Hugo, ligou do aeroporto, como combinado. Ele tinha acabado de chegar da Europa. Relembramos as informa��es sobre como ele pegaria o �nibus para o litoral. V�rias horas depois eu o esperava na rodovi�ria. Ele vinha cansado, mas tinha um ar feliz, e o levei para o nosso apartamento. Era final de tarde. Ao chegarmos, Jo (minha mulher) estava usando um vestido bonito, que deixa suas costas à mostra e valoriza suas curvas. rn T�nhamos combinado que o dia da chegada seria para o amigo descansar. Mas o desfile da Jo foi planejado para ser uma ?amostra? e ati�ar a imagina��o dele. Anunciamos a ele que o 'programa' seria esse: ?Reservamos essa noite para voc� descansar bem e amanh� podermos ir à praia?. Nosso amigo entendeu e agradeceu. Depois de oferecermos um lanche e conversar um pouco, tomando um bom vinho, fui o primeiro a dizer ?boa noite? e ir para meu quarto. Minha gata ficou ainda conversando com ele, e ao dar boa noite, deu um ?selinho?, coisa que nunca havia feito com ele antes. Se olharam, sorriram, e cada um foi para seu quarto. rn No dia seguinte nosso amigo levantou depois de n�s dois, que j� est�vamos trajados para a praia. Fomos at� a praia mais pr�xima, com um sol forte. Fugindo ao meu costume, disse que ia logo dar um mergulho, e deixei minha mulher e o amigo sozinhos. N�o fiquei olhando, mas depois minha gata contou que esticou a esteira, tirou a canga e, de biquini, deitou-se de costas, chamando Hugo para ajud�-la a passar o bronzeador nas suas costas. Quando ele estava querendo dar por encerrado, ela pediu que ele passasse na parte de tr�s das coxas tamb�m, o que quer dizer que ele ia ter que acariciar tamb�m a bundinha dela. Nosso amigo, feliz, j� no jogo, fez tudo o que ela pediu. rn Da praia fomos a um restaurante beira-mar e, depois voltamos ao apartamento. Tomei banho em primeiro lugar, deixando os dois à s�s. Depois foi a vez de Hugo e, finalmente, com os dois banhados e vestidos em bermudas secas, foi a vez de Jo entrar no banho. Quando ela saiu, eu mesmo fui (bem) surpreendido: estava com um shortinho curto, deixando as coxas gostosas bem à mostra e real�ando sua bundinha, e na parte de cima tinha posto uma camisa minha, com as mangas compridas arrega�adas, n�o abotoada, mas apenas amarrada na altura do umbigo, e sem suti�. A vis�o era paradis�aca! Ela simplesmente nos excitou instantaneamente. Eu me encontrava sentado em uma cadeira, pr�ximo à mesa da sala, e nosso amigo encontrava-se no sof�. Jo, � claro, foi acomodar-se no sof�, ao lado dele, n�o exatamente sentada, apenas mais ou menos sentada sobre uma das pernas, e colocou uma m�o por tr�s da cabe�a dele, sobre seus ombros. Nessa pose e com esse visual ela come�ou perguntando a ele se, afinal, tinha gostado da praia. Meu amigo ainda estava impactado com o espet�culo, e respondeu tentando aparentar normalidade; disse que sim, que estava adorando tudo. rn Foi ent�o que pedi para tirar umas fotografias. Peguei a m�quina e tirei a primeira, sem dizer praticamente nada. Depois pedi à Jo para ficar mais perto, talvez com a perna sobre a do Hugo. Ela aproximou-se dele, e colocou a perna direita sobre a perna esquerda dele. Tirei duas ou tr�s fotos, escolhendo �ngulos, pedi tamb�m que ela aproximasse mais o rosto, e ela acabou deitando o rosto e o corpo sobre o peito dele. Me animei, enfim, a pedir mais uma pose: ?agora deita a cabe�a no colo do Hugo?. Jo mudou de pose, e se colocou com aquele belo busto no colo do amigo, de modo que os seios sem suti�, por baixo da camisa fina, se ofereciam mais ainda à vista dele. Bati a foto, e meu pau j� estava duro, mas ficava disfar�ado na roupa que eu usava. rn Falei que ia deixar os dois uns minutos, porque tinha esquecido o documento no carro. Sem que tivessem tempo de dizer nada, eu j� tinha colocado a m�quina sobre a mesa, pegado a chave do carro e sa�do pela porta. Deixei l� minha gata, no colo do nosso amigo. Imaginei que, na minha aus�ncia, aquela pose n�o tinha como n�o desembocar em um beijo e mais carinhos. rn Jo me contou que quando sa� ela j� sentia uma enorme vara rija do nosso amigo cutucando ela por baixo. Quando voltaram a se olhar, a s�s, ela prendeu-se no pesco�o dele, com os dois bra�os, para 'subir' o tronco e beijar de verdade. Hugo respondeu e correspondeu, e ela trouxe uma das m�os dele para acariciar suas tetas, por dentro da camisa. rn Demorei para achar o que fui buscar no carro (que n�o era nada), e quando entrei no apartamento minha gostosa estava meio sentada no colo de Hugo (na verdade, com as pernas dobradas ao lado das pernas dele, que ainda estava sentado no sof�), de frente para ele, sem a camisa, sendo mamada com gosto pelo nosso amigo e dizendo coisas como: ?gostoso?, ?del�cia?, ?mama mais?.rn Quando me ouviu entrar, ela segurou a cabe�a de Hugo com as duas m�os, para que n�o tirasse das tetinhas dela e n�o tivesse que olhar para mim. Ela mesma tratou de nos colocar bem à vontade (mais ele do que eu, claro), dizendo: ?Meu amor, deixa eu brincar um pouquinho aqui com o Hugo, que t� muito gostoso. Eu vi que ele tinha gostado de ver as minhas tetinhas e pedi pra ele dar carinho nelas?.rn Aproveitei para tamb�m deixar nosso amigo tranquilo: ?Aproveita mesmo, Hugo, porque ela n�o d� mole pra qualquer um, n�o! Ela tem que gostar muito do sujeito pra dar uma chance dessa?. E para dar g�s pr� minha gata, continuei: ?E, voc�, minha lindinha, n�o gostou de ver nada do Hugo tamb�m n�o? N�o era do pauz�o dele que voc� me falou que tinha curiosidade?? rn Minha mulher aproveitou a deixa, e j� foi descendo daquela posi��o, dizendo: ?Voc� sabe que eu t� doidinha para conhecer o que o Hugo tem guardado pra mim, que trouxe de t�o longe pra me mostrar ...?. Com isso minha mulher j� foi abrindo a bermuda do nosso amigo, e pondo pr� fora uma enorme pica lambuzada. Era mesmo um certo colosso de grande, com uma cabe�a bem proporcionada. Jo se ajoelhou entre as pernas abertas do nosso amigo e ali mesmo come�ou a dar carinhos, lambidinhas e beijinhos no cacete dele, at� que passou a chupar com gosto. rn A essa altura eu j� tinha tirado meu pau para fora, e batia punheta diante daquele espet�culo da minha gata, tesuda, fazendo aquele carinho no nosso amigo. De repente ela levantou-se diante dele, ainda praticamente entre suas pernas, e come�ou a desabotoar seu shortinho. Depois, virou-se suavemente, de costas para ele, e come�ou a abaixar a roupa, com movimentos que real�avam sua bundinha na frente dele, apenas vestida com uma tanguinha. Virou a cabe�a para ver onde estavam as m�os do amigo e, sem virar o corpo, com cada m�o pegou uma das m�os dele e colocou na cinturinha dela, fazendo movimentos com os quadris e segurando as m�os dele com as dela, sobre os fios da tanga. Depois, desceu devagarinho at� come�ar a esfregar a bundinha na vara do nosso amigo. rn Brincou assim um tempinho, depois levantou, virou pra ele e puxou para ele ficar em p�. Ent�o ela pediu para ele tirar as roupas, enquanto ela continuava apenas de tanguinha. Quando Hugo j� estava nu, com aquela vara enorme endurecida, Jo pegou ele pela m�o e levou pro nosso quarto. Eu acompanhava tudo com os olhos (e com as m�os ocupadas), mais que excitado. No quarto, com a porta aberta, Jo primeiro fez Hugo sentar-se, na beirada da cama, chegou bem pertinho, pegou novamente as m�os dele e colocou as duas nas al�as da tanguinha, para que ele tirasse a pe�a �ntima dela. Hugo obedeceu, content�ssimo, e foi puxando aquela tanguinha para baixo enquanto eu assistia com o pau latejando. rn Minha mulher fez nosso amigo se deitar na cama, e come�ou de novo a beijar e chupar o cacete dele. Depois, pegou uma camisinha debaixo do travesseiro e foi colocando naquele mastro. Feito isso, Jo subiu em cima dele, e come�ou a enterrar aquela pau de cavalo na sua bucetinha gostosa. Eu continuava na porta do quarto, assistindo e cuidando para n�o gozar com minha punheta, para aproveitar o tes�o de toda a transa. Ela estava mesmo excitad�ssima, e me coloquei ent�o aos p�s da cama, encostado na parede, para ver os movimentos lindos da bundinha maravilhosa dela e aquela pica entrando, minha gata subindo e descendo nela, as bolas do nosso amigo fazendo carinho nela tamb�m. Minha gata gozou primeiro, depois virou-se e mandou que Hugo a penetrasse na buceta por tr�s, sentindo sua bundinha. Receita infal�vel. Em menos de um minuto ele teve o gozo que estava tamb�m tentando segurar. Ela dizia coisas gostosas pra eu ouvir e para ele ficar tamb�m mais louco de tes�o. Foi um espet�culo impressionante. Nosso amigo Hugo ficou mais dois dias, e tivemos outras brincadeiras, tamb�m com os dois e ela na mesma cama. rn

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