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FUI CORNO NO BANCO DE TRAZ DO CARRO E ADOREI

Os nomes retratados aqui nesse conto, s�o nomes fict�cios. Me chamo Sergio tenho 38 anos, 1,84m 92kilos, cabelos castanhos claros, casado h� 19 anos com Marli, uma morena de 42 anos, muito bonita, 1,70m 80kilos bem distribu�dos, com seios proporcionais, coxas grossas e bunda grande.rnIniciamos nosso relacionamento de forma normal, ci�mes e muitas brigas como � normal na maioria dos relacionamentos.rnCom o passar dos anos fomos nos adaptando, e em nossas transas era normal falarmos uma besteira ou outra, mas sempre, caiamos na mesma fantasia, um m�nage masculino, o tempo foi passando e cada vez mais nos excitava a ideia. Na hora da excita��o, fal�vamos que iriamos a algum Club de swing, mas depois que termin�vamos, nenhum dos dois tocava no assunto.rnEra claro, est�vamos contagiados por aquele desejo, pois quando a rela��o pegava fogo, �amos a loucura, mais no dia seguinte, tudo voltava a estaca zero.rnComo � normal no relacionamento o tempo foi passando e as coisas esfriando, iniciaram-se as brigas, as desconfian�as, enfim nada acontecia, mais cada dia um motivo diferente para uma nova briga. Todos sabem que apesar de ap�s uma briga sempre haver a reconcilia��o(que � uma delicia), as vezes falamos ou fazemos coisas que v�o arranhando o relacionamento, muitas vezes esse arranh�o se torna um grande problema, e quando percebemos se transforma em um grande amassado. Resumindo, inevitavelmente um dos dois por vingan�a ou at� para se auto firmar acaba pisando na bola. Porque comigo seria diferente, me apressei e dei aquela pisada, acabei com tudo, coloquei em jogo tudo que conquistamos, e enfim nos separamos por aproximadamente 01(um) m�s, claro puta cagada, estava com a mulher certa e n�o percebia isso s� enxergava os defeitos, mais a distancia acabou por abrir meus olhos, a saudade bateu e resolvi voltar pra casa. No inicio ela me aceitou, at� por eu n�o ter mais onde ficar, porem, com muitas restri��es, entre elas quarto separado e nada de rela��o.rnApos alguns dias de conviv�ncia na mesma casa, acabamos nos interessando um pelo outro novamente, porem ela deixou bem claro que iria se vingar de mim.rnN�o demorou muito tempo, ela resolveu se arrumar e disse com todas as palavras que, iria se encontrar com um antigo namorado, e eu n�o deveria falar nada, pois eu errei muito e n�o tinha o direito de achar aquilo errado. Na hora foi o que realmente fiz, apesar de no inicio n�o aceitar, me calei para ver no que ia dar aquilo, at� achava que ela n�o teria coragem de fazer nada, afinal est�vamos quase que juntos novamente. Me lembro que na �poca eu trabalhava a noite e naquela noite tinha que trabalhar. E assim fui ao trabalho com uma mistura de raiva, desconfian�a, mais com um fio de esperan�a que aquilo n�o passava de uma pegadinha, s� para ver o que eu iria fazer.rnAo chegar no trabalho, n�o conseguia me concentrar, sentia um frio na espinha e barriga, ficava imaginando o que minha esposa estaria fazendo naquele momento, n�o tinha como sair para ter certeza que ela estava em casa, e telefonar n�o seria a solu��o, pois se sua inten��o era me testar de certo ela n�o iria atender o telefone, isso s� me deixava uma alternativa, esperar. L� pelas tantas da noite, recebi um telefonema dela apenas para me dizer que ela j� tinha chegado e estava bem, n�o aguentei e perguntei como tinha sido a noite, e ela apenas me respondeu �tima, mais agora vou dormir, amanha nos falamos. Ai as coisas se complicaram minha concentra��o acabou de vez, n�o conseguia fazer mais nada, a n�o ser pensar naquilo tudo. rnNo dia seguinte quase sai antes do fim do hor�rio de trabalho, estava ansioso em saber o que acontecera. rnAo chegar em casa, eu a vi na cama deitada, dormindo como um anjo, n�o aguentei e acordei-a para saber o que tinha acontecido, era poss�vel ver em seus olhos a satisfa��o em ter sa�do na noite anterior e feito o que passou a relatar com um prazer enorme.rnEla disse que tinha se encontrado com seu ex-namorado, conversaram um pouco, e de l� entraram no carro dele e seguiram para um lugar calmo, mais precisamente na garagem de uma obra, onde resolveram me dar o merecido troco. Marli come�ou nesse momento me descrever tudo que tinha feito com Ricardo, disse que no inicio foram para o banco de traz, rebateram o banco da frente e come�aram a se beijar, depois disso, ela j� o apalpando fez uma deliciosa chupeta, em seguida ele a posicionou de quatro e come�ou a chupar sua bucetinha e cuzinho at� que ela ficasse louca e implorasse para ele come�ar a come-la, o que segundo ela n�o demorou, disse que fuderam gostoso e que ele a comeu com muita vontade, e de v�rias formas, disse que certa hora ele passou a cabe�a do pau no seu cuzinho e que aquilo havia deixado ela louca, e que apesar da vontade ela n�o deu o cuzinho pra ele, coisa que tamb�m nunca tinha feito pra mim, porem, n�o conseguia esquecer aquilo e que voltaria a sair com ele s� para dar o cuzinho bem gostoso.rnAo escutar seu relato fui tomado por uma vontade t�o grande de possuir aquela puta pra mim, que n�o resisti, pulei em cima dela e comecei a fazer amor de uma forma desesperada, como nunca fiz antes. Por incr�vel que pare�a me sentia feliz, realizado e n�o me conformava em n�o ter certeza que essa trepada teria acontecido realmente, porem, em quanto transava com ela e ela ia me contando tudo novamente sugeri que ela fosse novamente e que dessa vez me trouxesse provas de ter me corneado, pois aquilo havia me deixado muito feliz. E claro que depois de todo aquele tes�o Marli disse que iria fazer mesmo, n�o porque eu pedi mais sim porque ela havia adorado me trair.rnMais essa nova aventura conto no pr�ximo relato?!rn

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