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BRINCANDO DE BONECA, MAMANDO DE VERDADE II - A PROSTITUI��O

Estava com 19 anos quando fui passar o final de semana na casa da minha prima Luisa. J� estava com o corpo formado, seios desenvolvidos, quadris largos, mas ainda era magra para a minha idade. O que mais me incomodava nem era ser magra, mas ter as pernas finas. Mesmo assim era bonita, tinha um rosto de boneca o que me ajudou muito futuramente. Luisa com os seus 19 anos era tudo o que um homem queria, umas coxas bem torneadas, uma bunda maravilhosa e seios grandes, duros, poderosos. Era a sensualidade em pessoa, eu me orgulhava muito dos finais de semana em sua casa. Assim que cheguei, Luisa me disse que ter�amos algo especial para fazermos à tardinha, ir�amos a casa de um senhor vizinho dela que morava no final da rua. Perguntei o que far�amos l� e ela cochichando disse-me que ela pagaria 50 reais para ver n�s duas transando. Achei que era brincadeira dela, mas ela disse que o velho era tarado por garotas transando e que ela ia algumas vezes a casa dele e recebia 20 reais s� para ser chupada! Topei a brincadeira, transava com Luisa mesmo de gra�a, se ganhasse uns trocados, que mal poderia haver nisso?! � tardinha nos arrumamos, Luisa foi de saia e blusinha e eu de vestidinho. Disse a minha tia que ir�amos ao shopping bater perna. Sa�amos, passamos em frente a casa do coroa, mas n�o entramos, demos a volta na rua, paramos na esquina e ficamos disfar�ando ali. Uma luz piscou na sala, era o sinal para entrarmos, Luisa puxou-me pelo bra�o e entramos. O tal velho era uma coisa horrorosa! Barrigudo, pelancudo, poucos dentes na boca, por volta dos seus 65 anos, n�o era de se admirar que tivesse que pagar para ter "companhia"! Se chamava Bart�, olhou-me com desejo e estremeci em pensar naquele velho me tocando, logo eu que n�o tive nenhuma rela��o sexual com homem algum, apesar de n�o ser mais virgem. Fomos para o quarto do coroa que j� foi logo tirando a roupa e sentando numa poltrona que ficava em frente a cama. Luisa devagarzinho foi se despindo na frente do velho e eu constrangida com a presen�a dele, tirei o vestido logo de uma vez. Deitamos na cama, Luisa me beijou gostosamente de l�ngua, enfiou um dos dedos na minha xoxota que j� estava molhada, tirou os dedos melados e chupou lentamente, sugando todo o melzinho que havia neles. Desci minha boca nos seios duros, chupei com vontade, modisquei, suguei aquela del�cia! Luisa segurava minha cabe�a enterrada em seus seios e for�ava a minha boca a descer at� sua xoxotinha toda depiladinha. Desci a cabe�a e enfiei minha l�ngua na sua xoxota e um dos meus dedos no seu cuzinho. Luisa gemia, se contorcia toda, pressionava minha cabe�a para que eu metesse cada vez mais a l�ngua na sua xoxotinha. Com uma das m�os livres ela mesmo acariciava seus mamilos duros de tes�o. Meu grelinho inchado, pedia urgentemente a l�ngua de Luisa. Esqueci completamente o velho sentado na poltrona e suguei todo o gozo que j� escorria da xoxotinha de Luisa. Ela gemia descontroladamente, mais at� que das vezes anteriores. Fiquei de quatro para que Luisa enfiasse a l�ngua no meu cuzinho e com os dedos metia e tirava da minha xoxota. Luisa n�o s� metia sua l�ngua gostosa no meu cuzinho, mas lambia e mordia cada parte que alcan�asse. Eu rebolava na cara dela e sentia as pernas tremer, queria gozar logo. Luisa tirou a l�ngua e enfiou os dedos delicadamente em mim. Primeiro dois dedinhos, depois o terceiro e por fim a m�o inteira dela fechada j� estava dentro de mim, me socando, me rasgando por dentro, que del�cia! Senti uma dorzinha gostosa, uma sensa��o de puro prazer. Gozei, gemi, gritei. O velho saiu da poltrona de pau duro e gozou em cima da gente! Um jato de porra escorreu pelas minhas costas, j� que eu estava de quatro, respingou tamb�m na cara da Luisa. O velho insatisfeito ainda, enfiou aquele pau horroroso na boca da Luisa e ela sem se importar chupou com vontade! O velhinho se contorcia todo, pensei at� que teria um tro�o! Mas n�o houve outro jato de porra, a brincadeira terminou por a�. Nos vestimos, Luisa cobrou mais 20 reais por ter chupado o pau do coroa e sa�mos de l� com 70 reais no bolso, o que para mim era dinheiro, j� que n�o recebia um centavo dos meus pais de mesada. Fomos para o shopping e torramos o dinheiro l�. Achei t�o f�cil ganhar o dinheiro, n�o precisava nem tocar no velho, acabei voltando outras vezes. Esse foi o primeiro epis�dio que levou-me a prostituir-me tempos depois.

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