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FESTINHA NA CASA DA PRIMA

Fazia anos que n�o visitava minha fam�lia no sul. Aproveitei a oportunidade de ter recebido um convite de minha prima para festejar seu anivers�rio e levei minha mulher para que todos pudessem conhece-la.

Adriana � a prima que todo homem gostaria de ter. Loira, alta, inteligente, gostosa e safada.

Quando jovens brincavamos de m�dico e eu sempre examinava minuciosamente seu corpo atras de poss�veis doen�as.

Nunca fizemos sexo, mas brincamos bastante.

A vida passou, eu casei, ela casou e se separou e ent�o foi comemorar com uma festa, e eu fui para ve-la novamente.

Minha mulher ficou meio preocupada, pois sabia de nossa historia. Nunca escondi nada para ela, muito menos minhas fantasias.

Sonhava em transar com duas mulheres, mas Ligia nunca gostou de uma mulher que pudesse levar para cama. Quando gostou o destino n�o deixou.

Agora, chegando na casa de Adriana meu sonho voltou com tudo. Ela estava linda, imponente, feliz.

Trocamos um longo abra�o e apresentei a Ligia para ela.

Ligia ficou encantada com a beleza, simpatia e a naturalidade com que Adriana conversava com a gente. Deu muito mais aten��o para n�s que para o resto de seus convidados. Afinal, fazia anos que n�o nos viamos.

Bebemos, comemos, demos muitas risadas e a noite foi passando at� a festa acabar. Cedo.

Tinhamos muito o que conversar ainda e continuamos conversando e bebendo at� depois que todos foram embora.

J� bem bebados, falavamos do passado com muita naturalidade e Adriana lembrou de um dia que seu pai quase nos pegou brincando nos fundos da sua casa. Foi um tremendo susto. Demos boas risadas.

Eu tava ficando doid�o. Duas belas mulheres falando de brincadeiras e eu al� com minhas fantasias.

Eu n�o perdi a chance, e comentei meu sonho como n�o querendo nada, mas Ligia foi mais r�pida e come�ou a me alisar por cima da cal�a.

Adriana se levantou e nisso deixou cair a ta�a de vinho em sua roupa. Rapidamente, com a desculpa de ter que lavar com rapidez para n�o manchar, tirou seu vestido enquanto caminhava para a cozinha, ficando s� de calcinha. Rendada, vermelha, pequenininha. Voltou com mais vinho e se sentou entre n�s como estava.

Com cara de safada, perguntou a Ligia se ela n�o se incomodava de ficar assim. Enquanto falava, passava a m�o por entre os seios fartos, duros.

Ligia sem dizer nada come�ou a alisar os peitos de Adriana, que come�ou a gemer baixinho enquanto agarrava meu pinto duro por sobre a cal�a.

Mas Ligia tomou a a��o para s�, e antes que Adriana me atacasse, pois era essa sua inten��o, abaixou a cabe�a e come�ou a beijar os grandes peitos de Adriana e enviando a m�o por dentro da calcinha rendada. Adriana se estivou, levantou o quadril e eu tirei o pouco pano que faltava para ela ficar nua.

Por enquanto s� ela estava pelada. Eu ainda de cal�a fechada e minha mulher de vestido. Pernas abertas para que Adriana pudesse bulinar a vontade. Aos poucos as roupas foram caindo no ch�o e finalmente pude ver minha mulher sendo chupada por uma outra boca. Abaixada entre as pernas de Ligia minha prima lambuzava-se com o mel de minha mulher, que deitou-se delado para poder abocanhar meu cacete enqunto estava sendo chupada.

Adriana parecia gostar daquilo, mas o que ela queria mesmo era me comer, e veio disputar meu pinto com Ligia. As duas ficaram lambendo, chupando, mordiscando at� que eu me levantei, coloquei Adriana de quatro em frente a buceta peladinha de minha mulher e mandei chupa-la. Coloquei meu cacete a entrada de sua xoxota enxarcada e enviei devagar, bem devagar, aproveitando cada milimetro de pinto entrando naquele po�o de tes�o.

Antes de eu enfiar tudo Adriana j� tinha gozado. Um gozo escandaloso. Dei mais umas xuxadas e inverti as posi��es. Agora era Ligia que chupava Adriana loucamente, e fiz o que tanto queria. Comi seu cuzinho gostoso enquanto minha mulher chupava uma buceta. Meu sonho estava se realizando, e com essa vis�o maravilhosa gozei na sua bunda. Adriana n�o querendo perder nada, virou-se e lambeu a porra que escorria da bunda da Ligia, que acabou gozando tamb�m.

Ca�dos no ch�o da sala nos recuperamos, bebemos uma ta�a e Ligia bravamente veio dar uma nova chupada em seu pinto conhecido de longas dadas e trepadas. Deitado no ch�o Adriana sentou-se em minha cara e afundei minha lingua em suas carnes quentes e molhadas. Muito gostosa.

Ligia falou que n�o imaginava que uma buceta era t�o gostosa. J� tinha sentido seu pr�prio gosto mas nunca uma diferente, e fui obrigado a concordar. Realmente Adriana tinha um gosto maravilhoso de sexo. Lambi loucamente.

J� com meu pinto duro novamente, podei minha prima deitada e comecei a foder sua xana enquanto Ligia sentava em cima de seu rosto para que Adrina chupasse sua buceta novamente. Ligia gozou r�pido e ferozmente. Adriana tamb�m. Eu me segurei pois queria aproveitar a noite toda, tirei minha pica de dentro de Adriana e sugeri um banho. Id�ia aceita fomos tropegos ao banheiro. Muitos carinhos dados e pinto duro foi o bastante para come�ar de novo.

Molhados fomos para o quarto de Adriana que deitou-se levantando aquele belo bund�o pedindo para ser comida, mas Ligia foi mais r�pida e caiu de boca na buceta, lambendo, chupando, enviando a lingua no cuzinho de minha prima, que chorava de tes�o.

Antes de um novo gozo, tirei minha relutante esposa do meio das prenas de Adriana, levantei seu quadril, posicionei meu cacet�o naquele buraquinho e tentei enviar meu pau al�, mas foi dif�cil. Adriana disse que nunca havia dado o cu, pois seu ex marido era bastante careta. Disse que estava fazendo naquela noite tudo que queria fazer mas o bobo n�o queria. Ent�o sem d�, nem vasilina, forcei e entrei com tudo. Adriana gritou, chorou, disser doer muito mas n�o deixou tirar. Deu o cu com muita vontade. Xuxei com for�a, at� as bolas, enquanto Ligia deitava para dar mais uma chupada na buceta de Adriana. Chupava ela, chupava eu, enviava dois dedos na sua pr�pria buceta.

Naquele c� gozei com for�a, para logo depois Ligia gozar tamb�m para s� ent�o Adriana gozar tamb�m.

Foi uma festa de anivers�rio inesquec�vel para todos n�s, mas o presente de minha prima nunca mais ser� esqueido.

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