Desde muito cedo, ainda adolescente, sempre me permitir sentir o m�ximo de prazer (em rela��o a sexo!), principalmente quando podia tamb�m proporcionar esse prazer. Lembro-me, na minha adolesc�ncia, pois hoje tenho 44 anos e me considero um jovem coroa (enxuto!!!), que as “coisas” proibidas eram as que mais me fascinavam, volta e meia tava comendo alguma vizinha casada, solteira, no col�gio ent�o, era uma loucura!!!
Mas vamos ao que interessa, o relato que farei, come�ou h� 24 anos atr�s, explico. Sou irm�o mais velho de uma turma de 5, sendo 2 homens e 3 mulheres, meu outro irm�o � mais novo 5 anos. E a hist�ria come�a exatamente aqui, quando meu irm�o tinha seus 19 anos e tinha uma namoradinha linda, branquinha, pele sedosa, seios parecidos com uma p�ra, toda peludinha, tipo mignon, era uma verdadeira tenta��o e meu irm�o metido a garanh�o, mesmo tendo uma namorada linda, na beleza dos seus 19 aninhos, à todo momento, vivia corneando a sua bela namoradinha, certa vez, ela cansada dessas puladas de cerca do meu irm�o, resolveu investigar e como �ramos bastante amigos, certo dia me chamou pra seguirmos o meu irm�o, como era de se esperar, l� estava ele nas suas azarra��es, por�m n�o ficou sabendo que a sua namorada sabia dessas suas puladas de cerca e que at� j� tinha visto, e nem eu deixei a sua namoradinha aprontar nenhum barraco, � l�gico que ela ficou arrasada, chorou bastante e eu l�gico, comecei a consola-la, em dado momento, percebi que ela estava gostando e comecei a lhe fazer carinhos de “consolo”, a partir desse dia, come�amos a nos tornar c�mplices e ela come�ou a me tratar de forma mais carinhosa, sempre que meu irm�o “furava” com ela, me ligava e acabamos ficando juntos, na realidade passamos a ser amantes, pouco tempo depois desse “fraga”, l�gico que ningu�m desconfiava, pois sempre morei sozinho, desde os meus 19 anos, e a “coisa” foi ficando cada vez mais gostosa e eu achando tudo isso uma DEL�CIA!!!
At� que um belo dia, ela fica gr�vida, de mim l�gico, mas ainda namorando meu irm�o, que pelas suas puladas de cerca, nem se atentou pra esses detalhes, s� que iria ser papai, a verdade nesse momento, ficou somente comigo e com a sua “namoradinha linda”, e assim aconteceu, a minha “amante” na flor dos seus 19 aninhos, ia ser mam�e. Casaram-se e est�o juntos at� hoje, e eu de vez em quando, ainda dou assist�ncia a minha “cunhadinha” que continua gostosa.
Bem aqui come�a a verdadeira hist�ria. Meu irm�o, mora no interior do estado, com a sua fam�lia, hoje tem 3 lindas filhas. B�rbara com 24 anos, Kamila com 19 e Stefani com 19 (nomes fect�cios). Quando completou 19 anos, B�rbara minha sobrinha(filha), resolveu vim morar na capital, como havia um apartamento vazio, no andar onde morava, resolvi falar com o dono que era meu amigo e alugamos o dito apartamento, para abrigar a minha sobrinha (filha), j� que meu irm�o e minha cunhada, sempre v�em à capital, da� teriam um cantinho quanto estivessem na capital. Eu fiquei feliz da vida, poderia continuar com a minha cunhadinha por perto, comendo ela sempre que havia possibilidade e ainda teria a minha “sobrinha” (filha) pertinho de mim, sempre me imaginei um pai BAB�O, daqueles super carinhoso, hiper atencioso, enfim um paiz�o mesmo!!! N�o tenho filhos e essa seria minha �nica filha, l�gico que ningu�m sabe! E nesse momento havia a possibilidade de praticar um pouco esse meu lado paiz�o! E foi o que aconteceu. Sempre carinhoso, sempre atencioso, ajudava a fazer as compras de supermercados, levar no col�gio, busca, passear nos finais de semana, ir ao cinema, enfim era um tiopai 24 horas por dia, eu sempre adorei tudo isso, afinal minha sobrinha (filha) � uma GATINHA, LINDA!!!
Minha “sobrinha” (filha) � branquinha, pele sedosa, toda peludinha, tipo mignon, igual a m�e, quando tinha a mesma idade, se adaptou rapidamente, talvez por morar em apartamento ao lado do meu, por ser seu parente, enfim, algu�m que poderia confiar, as vezes a sentia um pouco triste, talvez saudades das irm�s e dos pais, mas estavam sempre se falando ao telefone, pela internet, procurava sempre levantar seu alto astral.
Passado 4 meses da sua chegada a nova moradia, ela teve uma forte gripe, que confesso me deixou bastante preocupado, e os pais dela tamb�m, mas procurei d� toda a assist�ncia, à todo momento, estava em seu apartamento, pra ver como estava, lhe comprava e procurava saber se estava tomando os rem�dios direitinho, num desses dias, estava com febre, e disse que ia tomar banho, eu estava em seu apartamento, pois devido a esses acontecidos, ganhei uma c�pia da chave da porta do seu apartamento, disse-lhe que iria ao meu apartamento enquanto ela tomava o seu banho, retornei uns 19 minutos depois e n�o ouvi a �gua do chuveiro caindo, fiquei preocupado, bati na porta e n�o respondeu, abri a porta do banheiro e ela estava agachada, enrolada na toalha, n�o estava passando bem, procurei pega-la no colo e quando suspendi a toalha caiu, deixando-a toda peladinha, n�o sei se agarrava ela ou se colocava a toalha para cobri-la, enfim no momento, preferi, coloca-la no colo, mesmo despida e leva-la pro quarto e deita-la na cama, aparentemente havia desmaiado, mas j� estava recobrando os sentidos, deitada ali na cama, aquele monumento de ninfeta, fiquei admirando, esqueci at� de cobri-la, aos poucos ela foi caindo num sono profundo, talvez pelos rem�dios que havia tomado, estava um pouco cansada. Mas confesso que essa vis�o foi uma das mais belas de toda a minha vida. Tentei resistir ao m�ximo, ia a sala e voltava ao quarto, para ver como estava, um milh�o de vezes, j� com inten��o de v�-la ali, daquele jeito, peladinha. Passado algumas horas, lhe fiz um carinho na testa, pra saber se estava com febre, resolvi ir baixando, pra ver se o resto do corpo estava quente (com febre), mas no fundo minha inten��o era acariciar mesmo! E fiz isso, como n�o encontrei resist�ncia, fiquei por v�rios minutos acariciando seu corpo e quando chegava pr�ximo dos seios e das genitais, sentia que sei corpo arrepiava, era linda essa vis�o, fiquei por quase uma hora acariciando dessa forma. Parei, pois precisar atender ao telefone, era minha cunhada (amante) perguntando sobre a B�rbara, disse-lhe estava dormindo, que havia tomado uns rem�dios. Ao retornar, percebi que havia virado de bru�o, e aquela vis�o foi mais fant�stica ainda, aquela bundinha perfeita, cheia de pelinhos loirinhos, percebi que o len�ol estava molhado, na altura da sua bucetinha, que ao virar, deixou essa marca, era sinal que ela estava sentindo tudo, que estava excitada, ao ponto de escorrer e molhar o len�ol, isso foi o m�ximo, era o sinal que estava precisando. Deitei ao seu lado, para lhe fazer companhia e acordei pela manh�, percebi que ela ainda estava peladinha, a febre havia passado, levantei bem devagarzinho para n�o acorda-la e fui pro meu apartamento, tomar um banho em l�gico, bater uma senhora punheta. Voltei mais tarde, para saber como ela estava, bati na porta e ela abriu, estava com uma blusa larga, abra�ou de forma bem carinhosa e forte, como que querendo me sentir, nisso comecei a ficar excitado, com a vis�o do dia anterior, ela percebeu, perguntou-me se havia tomado caf�, disse que sim. Ap�s o caf�, deitou-se com a cabe�a no meu colo, pois estava no sof�, para assistir-mos televis�o, pude perceber ao se deitar que estava sem calcinha, aquilo fez meu cacete endurece e ela percebeu, mais disfar�ou, de vez em quando ro�ava a cabe�a como que arrumando o cabelo. Nesse momento, lembrou-se que estava na hora de tomar o rem�dio, eu como um bom tio (pai) fui pegar o rem�dio e �gua, ela sentou-se no sof� de pernas cruzadas de frente pra mim e nesse momento com as pernas entre aberta, pude ver a sua bucetinha, j� pingando e melando a blusa, esperei que tomasse o rem�dio, em seguida lhe fiz um carinho, como que pra ver se ainda estava com febre e nesse momento, ela aproxima o seu rosto do meu e me d� uma beijo de l�ngua, delicioso, nesse momento, lhe abracei e segurei no colo e levei pro quarto, deitei ela na cama, e comecei a beija-la da ponta dos p�s e fui subindo, beijando cada milimetro do seu corpo, quando cheguei e sua bucetinha, aqueles pelinhos loirinhos, ralos e supermolhadinha, como um convite e lhe sugar, mas cada sugada, vinha um jato de desejo e que delicia, passamos quase que 3 horas, nesses carinhos, dos 19 aos 19 anos, foram s� carinhos, at� que um dia, ela por cima, de tanto se esfregar por cima de mim, aconteceu o t�o esperado momento, ela foi introduzindo de forma bem suave, meu cacete em sua bucetinha, esse foi um momento inesquec�vel. Da� pra frente, a todo momento que estamos juntos e a s�s, est�vamos nos acariciando e fudendo bem gostoso. At� que ela completou 19 anos e passou no curso de medicina, que a sua irm� de 19 anos, veio morar com ela, a� � outra hist�ria, mais maravilhosa ainda, que conto no pr�ximo CONTO... as gatinhas que quiserem me escrever, anotem meu msn: [email protected]