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A EMPREGADA DA SECRET�RIA - II

A EMPREGADA DA SECRETÁRIA II

Luiza abaixou-se para pegar a bermuda e calcinha. Pedi que ficassem sem enquanto guardasse as roupas passadas. Era maravilhoso ver aquele grande monte cabeludo. Ela sorrindo com cara de safada falou “voc� � doido mesmo, louco de pedra.” Acariciei seus cabelos e repeti que nunca tinha visto um grelo igual.

Enquanto ela guardava a roupa conversamos e fiquei sabendo que ela tinha transado apenas tr�s vezes, nos seus 19 anos, com o ex-namorado e somente a m�e e a tia-madrinha que sabiam da grandiosidade do grelo. Tinham at� pensado em operar, mas a vergonha e a falta de dinheiro abortaram a id�ia.

Roupas guardadas e ela foi at� a cozinha apanhar sua bermuda e calcinha; “n�o podemos deixar rastro com voc� e a Marina deixaram.” E sorriu maliciosamente. Abracei-a, beijando e acariciando-� Ela gemeu sedutoramente “Vou ligar para Marina avisando que vou dormir em casa, inventar uma est�ria.” Depois fez men��o de tomar banho, impedido por mim. “vista apenas uma saia, um vestido, mas mostre-me seu quarto, a cama onde voc� dorme.”

Levou-me ao quarto, fui abra�ado nela por tr�s, acariciando seus seios m�dios, coxas e passando a m�o naquele monte de cabelos. Beijamo-nos mais ardente e ela sentou-se na cama. Em p� alisando seus cabelos fiz encostar seu rosto, sua boca no volume do meu cacete duro. Beijou o volume e passou a m�o, olhando-me “Huuumm parece ser grande.” Abri minha cal�a e arriei um pouco com a cueca, mostrando meu pau.

Com as pontas dos dedos apertou:“Lindo, maravilhoso, maior e mais grosso que do meu ex-namorado.” � todo teu!!”. Olhando-me outra vez e alisando embaixo do meu saco com a palma da m�o voltada pra cima, deu um beijinho leve: “como sonhei em fazer isto, mas ele nunca me deu seguran�a e nem permitiu que fizesse.”

“Fa�a o que tiver vontade de fazer. Lambe, beija,bota ele todo na boca.”

Ela lambendo suavemente, beijando a cabe�a e fui for�ando para que ela colocasse meu pau na boca. Enquanto me chupava, ela sentada tocava sua xaninha. Eu acariciava seus cabelos, seus seios por cima da camiseta. Mais solta, mas desinibida pelo tes�o foi mamando mais e mais meu cacete duro e latejante. Minhas cal�a e cueca ca�das nos meus p�s, tirei-as juntos com os sapatos, abri mais minhas pernas e ela boqueteando mais gulosamente meu pau. “Delicia, continua fazendo assim, mate seu desejo e vontade. Toda vez que sentar na cama, lembrar� neste momento.” Gulosa, por�m um pouco desajeitada, deixava, às vezes, os dentes ro�ar meu cacete, ela foi imprimindo mais seus movimentos, babando e gemendo pegou me pau com a m�o direita e deitando convidou-me;”Vem, me come , para quando deitar sempre lembrar que foi aqui que voc� meteu a primeira vez na minha rachinha.”

Deitado por cima dela, comecei a ro�ar aquela xaninha pequena e super molhada. Fazia a cabe�a do par ro�ar e escapulir, ora pra cima, ora pra baixo da buceta quente e super molhada. Ela abra�ava-me mais, me apertava contra seu corpo: “mete gostoso, vai, para de brincar, j� estou doidinha. Me come, me fode. Quero seu pau dentro da minha bucetinha. Me come, safado, gostoso.”

Firmei a cabe�a no meio da xaninha, fitei nos olhos e empurrei um pouco. Ela gemeu e se contorceu. “Ai, d� ardendo, � grosso, n�o estou acostumada.” Beijei-a e alisando suas faces pedi para relaxar e empurrei mais um pouco. Viu algumas l�grimas escorrer dos olhos, enxuguei-a com beijos e meti mais um pouco, ela gemeu e cravou as unhas nas minhas costas e numa s� estocada firme coloquei todo meu pau dentro daquela xaninha apertadinha. Fiquei parado um tempo. Ela gemia, murmurava e logo comecei um entra e sai, ritmado.Tirava at� a cabecinha e voltava a enfiar firme. Ela convidou-me para gozar com ela. Pedi que segurasse um pouco mais, segurasse at� n�o aguentar o gozo e sim, vamos gozar juntos. Bombeando meu pau na buceta, ora beijando, ora chupando, ora dando mordidinhas nos seios m�dios ainda sobre a camiseta. “N�o aguento mais, vou gozar, goza comigo por favor.”

“Sim, tamb�m estou segurando o m�ximo, ent�o vamos gozar juntinhos.”

Ela cravou mais suas unhas em minhas costas. “Goza comigo, me chama de putinha, de piranha..goza amor...”

Chamando de minha putinha, minha piranha, avisei que estava gozando e pedi “Goza minha putinha, goza f�mea no meu pau, goza junto comigo, piranhinha safada gostosa gulosa!”

Nos abra�amos mais apertados e gemendo gozando juntos. Sentia meu pau latejar dentro daquele latejante, quente e molhada buceta. Sentia um volume muito grande do gozo dela. Ela suando, me beijando me abra�ando. “Delicia voc�. Quero ser sempre a tua putinha, tua piranha. Quero dar sempre e tudo pra voc�, meu gostoso. Vou tirar todo meu atraso e extravasar meus desejos.Me fode, me come sempre.”

Abra�adinhos e trocando juras de mais fodas, nossas respira��es foram voltando ao normal. Entre carinhos, beijos nos levantamos e fui lavar-me no banheiro. Quando ela veio tamb�m, pedi que apenas colocasse uma saia ou vestido que fosse assim para o motel. “Voc� � doido mesmo, minha xaninha est� toda molhada e gozada. Este cheiro de porra, de sexo ir�o perceber.”

“Ningu�m ir� perceber, vamos sair daqui direto para o motel, gostosa. Somente eu e voc� que saberemos que est� sem calcinha e toda gozada na tua deliciosa bucetinha.”

Guardou a bermuda e a cal�inha dentro do guarda roupa, vestiu um vestido preto de al�inha com sensual decote, pegou a cal�inha e colocou na bolsa. Escovando os cabelos e sorrindo pediu “cuida bem de mim, me ensina, me fa�a sua putinha, sua piranha soltinha. Diga e me ensina a fazer tudo.” Com promessa de fazer tudinho com ela e para la, sa�mos para pegar o carro e irmos ao motel.

LASCA

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