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COLEGIO INTERNO, INESQUECIVEL.

Eu tinha chegado aquele dia no col�gio interno. Meus pais me colocaram l� para melhorar meu comportamento. Tava na adolesc�ncia e s� queria curtir e zoar. Entrei no meu quarto que era divido em seis garotos. Tudo tava normal at� chegar a noite. A gente n�o tinha intimidade mas os caras falavam em quem iria dormir comigo porque aquele pavilh�o do col�gio era mal-assombrado, dizendo q eu ia ter medo de dormir sozinho e coisa e tal. Eu ri e disse que n�o acreditava naquilo e que eles estavam mentindo.Eu estava com 19 anos e j� tinha brincado de troca-troca quando tinha 19 anos com um priminho meu, mas nada s�rio, a gente n�o chegou a fazer mais do que s� se esfregar um no outro. Mas ficou a semente na minha mente. Naquela noite quando deu o sinal pra gente dormir (9:30h), fui para minha cama, 5 minutos depois apagaram as luzes (beliche parte de baixo) e logo peguei no cochilo. De repente acordo com Fabio, que era dois anos mais velho que eu, me agarrando e me encochando... eu na hora lutei, resisti e ele me falou: - Calma! Sou eu. Tava preocupado se vc n�o tava com medo de dormir sozinho com este corpinho lindinho, essas cochas lisas e essa sua bunda grande que vc tem. - Sai fora cara! Para com isso eu n�o gosto disso, algu�m pode ver e vai ficar feio pra mim, sai daqui! - Que nada! Ta todo mundo dormindo e � s� fingir que ta dormindo e deixa o resto comigo. Isso me fez lembrar as sensa��es que sentina com meu priminho, isso mexeu com minha cabe�a e me deu uma grande curiosidade em experimenta aquilo. Abandonei os perigos de minha reputa��o cair entre eles ou no col�gio e eu simplesmente disse: - T�... Senti que ele come�ou a tremer de emo��otez�oansiedade. Ele era forte, j� tinha at� m�sculo em seus bra�os, seu peito tinha caixa formada, achei que ele tinha uma vida de trabalho pesado antes de chegar ali no col�gio. Ele tinha poucos p�los no corpo. Todo mundo ali s� dormia de cueca, logo ele come�ou a escorregar suas m�os pelo meu corpo, retirou o len�ol, deitou sobre mim e se cobriu. Ficamos embaixo da coberta e eu tava com vergonha e coloquei minhas m�o no meu rosto, mesmo no escuro. O lugar era de alvenaria e tinha cortinas nas duas janelas, pouca luz entrava ali. Ficamos nisso bastante tempo at� que ele resolveu progredir. Falou no meu ouvido: - Aguenta a�. Vou tentar enfiar, se dor vc fala que eu paro! N�o falei nada, fiquei parado e isso foi um “sim” para ele. Passou saliva no meu buraquinho, depois no pau dele e come�ou a for�ar. Eu, em pensamentos, prometi pra mim mesmo que n�o iria mandar ele parar, mesmo que doesse. Ele for�ou v�rias vezes, parava, dava um tempo, tentava, lubrificava mais... Eu com minha cueca nos p�s apenas deixava rolar... eu tava com o maior tez�o da minha vida. Tudo tinha que ser em silencio pra n�o acordar os outros. At� que entrou um peda�o daquela rola que eu nem fazia id�ia do tamanho. Demorou um pouco, retirou, passou mais saliva e veio de novo, entrou a cabe�a, ele deitou sobre mim e disse no meu ouvido: - Voc� � muito gostoso. Isso vai ser demais cara! Foi enterrando ate que ofegar no meu pesco�o dizendo que tava tudo dentro. Eu tava com lagrimas nos olhos, minhas m�os ainda no rosto... ele percebeu e falou: - Calma meu anjinho! N�o vou te fazer mal algum. Agora que voc� vai adorar...mas me diga a hora que n�o quiser mais que eu vou pra minha cama dormir, ta? Mais uma vez eu n�o disse nada mas me senti mais seguro com aquelas palavras... Realmente foi demias ele colocava, tirava quase tudo, me alisava com a rola toda dentro de mim... me dava beijinhos na nunca e eu sempre com minhas m�os no rosto. Me comeu gostoso at� quase amanhecer o dia, gozou umas v�rias vezes e depois foi dormir. No outro dia ele e eu agimos como se nada tivera acontecido. Fing�amos at� pra n�s mesmo, mas nossos olhares se cruzavam de vez enquanto durante o dia e ali existia uma satisfa��o e anciedade de chegar a noite Dito e feito. A noite quando as luzes apagaram demorou pouco tempo sinto se aproximar, levantar minha coberta e baixar minha cueca... levei minhas m�o no rosto e aconteceu de novo... foi uma semana sem falhar um dia. Durante o dia nenhum coment�rio, nada dava pra perceber que existia algo entre a gente, mas quando as luzes se apagavam eu j� me enchia de tez�o. Sabia que aquele garoto de corpo grande, sem pelos (s� nas virilhas, dava pra sentir) vinha me comer mais uma vez... uma semana completada eu j� estava acostumado. Naquele dia eu esperei com o maior tez�o... ele n�o veio, n�o veio me comer. Fique quase louco... no outro dia ele me evitava e fui ao banheiro e comecei a chorar... n�o estava entendendo direito o q tava acontecendo comigo... tava confuso, sem que eu planejasse ele entra no banheiro e me v� daquele jeito: - O que foi Andr�? Porque vc ta chorando? - Nada... disse eu. - Ningu�m chora por “nada”. Mas acho que sei. Ele tava certo e continuou - Hoje vai ser quase igual a noite, com surpresa A gente nunca tinha falado naquilo e eu coloquei minhas m�os no rosto e sa� r�pido dali. A noite tava chovendo fazendo um barulho muito forte l� fora e no telhado. Logo as luzes apagaram... Interessante quando juntos, todos n�s, �ramos seis pessoas no quarto, a gente conversava, contava piadas, falava sobre filmes, estudava pra provas no outro dia. Mas quando apagavam as luzes tudo mudava. Fiquei na espera j� sem minha cueca, de bru�os com as m�os no rosto embaixo do len�ol, logo sinto uma m�o me procurando, tirou o len�ol e deitou sobre mim... mas fiquei assustado, era um corpo diferente, algu�m mais peludo, as m�o trabalhavam em mim diferente dos �ltimos dias. A� ent�o entendi, ele tinha contado pra outro do quarto e eu nem sabia quem eram... apenas forcei minha m�o no rosto e deixei acontecer, logo ouvi: - E tamb�m to sabendo do seu segredo e vim conferi. Mas fique tranquilo, ningu�m aqui ta afim de perder voc�. O F�bio passou vc pra mim esta semana porque esta cansado um pouco. Semana que vem eu descanso. e a� vem o Paulo. J� sabem quem eu sou n�? Fiquei calado mas sabia... era Fernando, o mais arrogante do quarto, Fabio j� tinha dito como era, apenas me comer... era isso que eu fazia, dava, n�o chupava, n�o falava, n�o reclamava... ele era mais selvagem que o Fabio, fazia eu sentir dores as vezes e isso dava mais tez�o nele... em outra coisa ele era diferente de Fabio, gozava r�pido, isso era bom pra mim... eu tb gozava, as vezes com a rola na minha bunda, outras vezes depois que ficava sozinho na cama. Mas satisfeito. Passou a semana do Fernando fiquei um dia sem ningu�m de novo a� a noite esperava ansioso por Paulo. Paulo tinha dezoito anos, j� parecia um homem mesmo, tinha autoridade no quarto, todo o respeitavam, mas era brincalh�o... e sempre tava tirando sarro de algu�m... isso me deu medo de ser zoado por ele no outro dia, mas sabia de a uma coisa, eles n�o queriam me perder... eu era carne nova, tinha corpo de menino e dava pra eles... parecia que existia um c�digo de honra entre eles, ningu�m falava Logo chega Paulo meio devagar... eu esperava tamb�m sem cueca, passei a dormir sem cueca dali pra frente. Paulo me abra�ou por traz e notou o meu estado e me disse: - Achei que n�o era verdade, fiquei com medo de voc� n�o ser o que eles falaram.. vc disfar�a muito bem durante o dia, nem parece. Mas vamos l�... antes me diz porque vc tampa rosto! N�o respondi, ma acho que ele entendeu... eu tinha vergonha do que fazia, gostava mas tinha vergonha mesmo. Paulo estava deitado sobre mim de cueca eu sentia algo volumoso na minha bunda, mais volumoso que os outros que j� tinham me tido. Ele se livrou da cueca e foi lubrificando e me penetrou bem lento ele curtia enfiar, n�o tinha pressa, apenas fazia, bem de vagar, enterrava quase as bolas, ele tinha o p�nis maior que todos at� aquela hora mas aguentei e me deliciei uma semana... e descansei um dia. No outro dia foi a vez do Gabriel um menino um ano mais velho que eu, ele tinha 19 anos e j� sabia, so teve que esperar a vez dele. Eu durante o dia, q eia ser dele, notava como olhava pra mim, como me comia com os olhos, varias vezes durante o dia ele se aproximou de mim e deu um sorriso de satisfa��o e outra ocasi�o no mesmo dia ele falou: - Cara! Nem to acreditando... Eu o ignorei e fiz cara de quem nao tinha entendido e sa�, ele ficou confuso... Chega à noite, eu tb curioso pra conhecer Gabriel, eu achava ele muito bonito, tinha pele clara, bra�os forte mas se mostrava ser muito inocente, ele tinha cara de menino assustado n�o tinha muita coisa na cabe�a, tinha dificuldade de aprender, eu ajudava muito ele em matem�tica, mas nunca, em momento algum a gente comentava o que acontecia durante a noite, n�o s� com ele mas todos... era como se n�o acontecesse nada. Apagaram as luzes (era apagada numa chave geral na secretaria) nem dois minutos j� chega ele l�, sorrindo baixinho e j� se deitou comigo. Falou q tava ficando maluco pq as luzes demoraram tanto pra apagar. Eu tava sem cueca e ele tb veio sem cueca pra minha cama. Deitou encima de mim, lubrificou o pinto com saliva e enfiou... deu umas seis bombadas e gozou... senti que ele tinha gozado bastante mesmo... ele gemia na minha orelha e grudava na minha cintura... terminou, tirou e foi pra sua cama. Muito r�pido, n�o gostei, fiquei insatisfeito com aquilo ele n�o levou nem dois minutos eu tava acostumado a dar mais de meia hora... zangado fui dormi.... mal pego no sono ele volta e fala: - Desculpa Junior, eu tava com muito tez�o, por isso fui r�pido, mas vc quer que eu continue? Balancei a cabe�a que n�o, j� q ele alisava minha nuca logo entendeu... ficou parado e come�ou a chorar baixinho... confesso tive d� dele. Ele tava se descobrindo e tava louco por sexo... - Deixa s� um pouquinho? Com a m�o na minha nuca pra saber a minha resposta... eu tava pelado, de bunda pra cima, com um menino chorando pra me comer... esperei um pouco e fiz sim com a cabe�a. Ele estremeceu e fui me abra�ando por traz.... - Eu te amo. – disse. Me comeu uns 19 minutos e gozou... n�o tirou, senti o pau dele crescer novamente e ele voltou a bombar...mais uns dez minutos e ele gozou de novo. - Posso voltar mais tarde? Perguntou. Afirmei com a cabe�a e ele saiu... ele moleque tem um fogo! Pensei. L� pela madrugada sinto ele me acordando... me comeu de novo, continua em pessoal Me deu um beijo na nuca e disse: - Eu te amo mesmo. Foi dormir. No outro dia luz apagada, um tremendo temporal... ele veio e deitou do meu lado e falou: - Eu te amo Junior... me chupa? Eu to louco cara pra saber como � ter o pinto chupado. Eu j� tinha chupado um a for�a, mas pedindo e dizendo que me amava... desci at� seu pau e chupei como fabio tinha me ensinado. O menino tremia encolhia as pernas, segurava minha cabe�a, passava a m�o no meus l�bios pra ver se tava mesmo com o pinto dele na boca... logo gozou... ele gozava bastante. Eu engoli. Limpei o pinto dele e deitei de bundinha pra cima. Ele foi deitar na cama dele, mas sabia que voltaria. Foram seis dias sem dormir direito. Mas com muito prazer. Descansei um dia mas chupei uma vez ainda pro Gabriel. Chegou a vez de repetir com o Fabio, j� tava com saudade daquele corpo encima de mim. Ele veio sim me satisfazer e disse que tava demorando muito pra voltar a me comer No fim disse: - gostou? - Fiz sim com a cabe�a e ele j� come�ou a lubrificar e enfiar em mim... no dia seguinte foi Gabriel que comentou que tava louco pra chegar a vez dele. Toda vez que a gente tranzava ele dizia que me amava. No outro dia fui o Paulo que me comia sem pressa e ia fundo. Eu sentia um menino acolhido por ele, me trazia seguran�a e sabia me dar prazer. Por fim foi a vez do Fernando que sempre se fazia superior a mim... comia, gozava r�pido e ficava me bolindo. Sempre falando que eu sabia dar e ele era mestre em comer, esses papos de arrogante. Conto o resto depois...

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