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A PRIMEIRA VEZ FOI �TIMA(O CARA DO CHAT I)

A PRIMEIRA VEZ FOI �TIMA(O CARA DO CHAT I)



Ol�. Me chamo Junior(fict�cio), tenho 19 anos e moro em BH. Apesar de usar um nome fict�cio o que vou relatar � totalmente verdade e aconteceu h� uma semana. Tanto tes�o me da lembrar esse fato que n�o me contive e resolvi contar a voc�s.

N�o sou afeminado; sou um garoto normal pra minha idade e at� chamo a aten��o das garotas, tendo at� sa�do com algumas apesar do meu grande desejo ser o sexo masculino. Por�m at� ent�o nunca tinha tido nenhum contato com homens; apesar da grande vontade me continha por medo e vergonha. Em casa ficava sempre lembrando do corpo dos caras e batia muitas punhetas cutucando o cuzinho com meus dedos fininhos e macios. Sonhava um dia ser enrabado fortemente por v�rios caras de uma vez, ser feito de f�mea.

Bem, tenho 1,75m, peso 70kg, tenho cabelos e olhos pretos e sou moreno claro. Como fa�o nata��o mantenho meu corpo liso, o que me deixa bem a vontade, pois com uma bundinha empinada que tenho garanto que os homens iam gostar de me tra�ar tal qual uma menininha.

Quando completei dezoito anos decidi que tinha que realizar meu sonho. Como moro numa cidade grande n�o seria dif�cil esconder e assim, numa tarde, depois de ficar um bom tempo criando coragem, entrei num chat gay. Nunca imaginava que as tr�s da tarde encontraria algu�m, mas encontrei na primeira sala que visitei. Meu nick era “iniciante afim”. Logo um cara veio teclar comigo, seu nick “tio pinto”. Achei muito engra�ado e come�amos a conversar ali na sala mesmo. Ele disse que tinha 45 anos, era moreno claro e solteiro. Passei a ele minha descri��o e ele disse que se interessava, pediu uma foto. Provoquei dizendo que se quisesse ver teria que ser pessoalmente. Ele topou na hora e me perguntou quando podia ser, que at� local ele tinha. Na hora meu cora��o disparou, era minha chance de ver como era ser de um homem. Disse a ele que devia ser no outro dia, uma sexta-feira, por volta das seis da tarde. Ele topou e combinamos de nos encontrarmos num shopping do outro lado da cidade e de l� seguir�amos pro local.

Conversamos mais algumas coisinhas tolas e ficou tudo acertado. Da hora que sa� do chat at� no outro dia, juro que n�o parei de pensar naquilo, quase n�o dormi, e tive muita vontade de cancelar, mas a cada vez que pensava nisso, meu cuzinho dava uma piscadinha e me encorajava.

No outro dia, pelas duas da tarde, tomei um bom banho e retoquei minha depila��o. Sa� de casa as tr�s e tomei um �nibus sentido ao tal shopping. L� cheguei as quatro e quarenta e achei uma sex shop bem discreta. Comprei um gel anest�sico e uma tanguinha fio dental rosa (pra minha namorada), cheguei ao shopping as cinco e meia, fui ao banheiro e vesti a tanguinha e fui tomar um suco na lanchonete que t�nhamos combinado nos encontrar. As seis em ponto ele entrou e na hora tive certeza que era ele, mas tamb�m tomei um choque. O cara n�o era moreno claro, propriamente, era mais para negro, 1,85m mais ou menos, bem forte, vestia uma cal�a jeans e uma camiseta baby look preta bem colada, delineando seu f�sico robusto. Chegou a mesa que eu estava e sentou como se nos conhecemos a tempos. Me deu um aperto de m�o e pude sentir que era uma m�o de macho mesmo. Eu tremia por dentro de excita��o. Conversamos um pouco e quando terminei meu suco ele me disse para segui-lo at� um banheiro pr�ximo. T�o logo ele saiu eu fui atr�s e, quando cheguei ele me esperava coma porta de um box aberta. Fiquei imaginando se seria ali que ele queria me comer e j� fiquei meio ‘assim’. O bom era que o banheiro estava deserto; entramos juntos no box e ele come�ou a passar a m�o pela minha bunda e coxas sem dizer muita coisa. Ele me encostou na parede e come�ou a me apertar e se esfregar em mim, eu pouco fazia, confesso que estava um pouco assustado. Logo senti uma coisa dura me ro�ar, parecia ser grande e isso me deixou muito taradinho. Ele me virou e tirou o pau pra fora: que pau! Media 20cm mais ou menos e era um pouco grosso, mas acima de tudo era um cacete lindo: preto, com veias grossas, uma cabe�a vermelha e dur�ssimo. Ele me mandou bater uma punheta. Pegar naquele pau me deu um misto de desejo, medo e vergonha, mas aos poucos eu fui me soltando. Pegava seu pau e acariciava devagar, depois agilizava a punheta, passava a m�o pela cabe�a, segurava o saco coma outra. Ele me olhava de cima e ia me encorajando, falando baixinho. Conforme eu me soltava, fazia movimentos mais r�pidos e a vontade de chupar crescia, fui levar a boca, mas ele me segurou e desci que ali era s� a punhetinha, que queria me deixar com vontade.

Nossa, isso me deixou com muito mais vontade, agilizei a punheta e fiz ele gozar no vaso. Ele recolheu o cacete e me disse para irmos pra sua casa pra eu terminar o servi�o.

Sa�mos de fininho do banheiro e, no seu carro fomos a sua casa que era ali perto. Logo que entramos ele me pegou pelo bra�o e me levou ao seu quarto. Sentou-me na cama e tirando o pau pra fora me mandou chupar. Ele me tratava como sua f�mea mesmo, falava duro comigo, do jeitinho que eu queria ser tratada. Comecei a chupar, no inicio sem jeito, mas aos poucos fui me soltando. Logo mamava como uma bezerra faminta. Ele me xingava de v�rios nomes, e come�ou a foder minha boca; socava o pau na minha garganta e quase eu vomitava. Tirava da boca para respirar e ele me batia na cara com a rola, me chamava de putinha, vadia. Dizia que ia me fuder forte, que eu ia gostar, que eu era sua cadela. Nossa!, que delicia; a essa altura eu j� estava totalmente entregue aquele macho.

Chupei ele por uns dez minutos. Depois ele tirou da minha boca e ficou pelado. Era um cara enorme e forte. Me pegou pela m�o e me pos de p� come�ou a me alisar e me mandou ficar pelado. Tirei devagar a camiseta e quando fui tirar a cal�a fui abaixando bem devagar de costas pra ele, rebolando minha bundinha. Quando ele viu minha tanguinha deu uma risada e, t�o logo acabei de tirar a cal�a, senti ele me agarrar. Suas m�os estavam em todos os lugares, alisavam e apertavam meu peito, descia pra minha bunda, apertava, depois esbofeteava com tapas fortes e colocados. Tirou minha calcinha com os dentes e me mandou ficar de quatro. Fiquei e falei pra ele do gel, ele pegou na minha cal�a e lubrificou bem meu cu, pois eu s� queria tes�o naquela hora. Logo senti a cabe�ona na portinha e numa for�ada ele passou, trazendo com ela vinte cm de carne dura. Sentia seu pau cravado em mim e delirava de tes�o, gritava e gemia a cada estocada. Pedi para ele montar em mim, e logo senti seu corpanzil sobre o meu corpinho, quase ca�, mas ele me escorou com as m�os no meu peito. Ele babava no meu pesco�o e na minha orelha, socava os dedos na minha boca, me xingava, batia na minha bunda, enfim, fazia tudo que eu sempre desejei que um homem fizesse comigo.

Depois ele desceu de cima de mim e come�ou a socar forte e bater mais na minha bunda, tirava tudo, deixando s� a cabe�a, depois socava tudo de novo. Tirava o pau pra for e batia com ele na minha bunda.

Ficamos, mais ou menos uma meia hora fudendo, at� que ele disse que ia gozar e tirando do meu cu, me ofereceu o pau na boquinha. Dei tr�s punhetadas e um jato forte de porra atingiu meu olho esquerdo, ele socou na minha boca e senti todo o restante do seu leite no fundo da minha garganta. Bebi tudinho e limpei seu pau.

Depois me limpei e nos despedimos como dois homens, ao n�o ser pelo tapinha na bunda que ele me deu na porta.

Prometemos nos corresponder, mas at� agora nada e ele continua sendo o �nico homem da minha vida, mas como eu gostei tanto da coisa, acredito que em breve poderei relatar-lhes mais aventuras.

Espero que tenham gostado

At� mais.



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