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PUTA PARA PRETOS

O meu nome � Bruna, tenho 19 anos e vivo em Portugal. Tenho 1.69, pele branca, tenho um bom corpo, as minhas mamas sao medias mas muito apetitosas e o meu rabo � redondo e muito delicioso.

Tenho um namorado chamado Ricardo, tambem de pele branca e tem 21 anos. Foi o primeiro homem com quem tive e foi ele que me tirou a virgindade.

Ando na escola secund�ria, sou filha unica e moro com os meus pais perto de Lisboa.



Bem, tudo come�ou quando um dia entrei no MSN e tinha alguem que me queria adicionar. Pelo mail percebi que esse alguem se chamava Ivandro, e eu nao conhecia ninguem com esse nome mas tava curiosa e decidi aceitar para ver quem era. Aceitei e ele estava online no msn e veio falar comigo. Pela sua foto vi que era um rapaz negro, na foto ele estava na praia e estava sem camisa, vi que tinha um bom corpo, musculos e abdominais bem definidos, e cabelo nao muito longo com tran�as.

Eu nao sou uma pessoa racista, nem de perto, alias sempre tive curiosidade acerca dos homens negros, afinal toda a gente contava que eles eram diferentes dos brancos em materia de sexo, mas nunca procurei saber mais, era apenas curiosidade.

Comecei entao a falar com o rapaz negro do MSN, fiquei a saber que tinha 19 anos e vivia perto de Lisboa num bairro daqueles problem�ticos. Ele era muito atrevido, disse que viu o meu Hi5 e pediu o meu mail a uma amiga minha que ele conhecia porque achou que eu era muito bonita e gostosa. Quis saber se eu tinha namorado e eu disse-lhe que sim e ele perguntou se era branco ou preto. Quando eu disse que era branco ele riu-se e disse que era um desperdicio ma garota como eu estar com um gajo branco. Eu percebi para onde ele queria levar a conversa e comecei a tentar desviar o assunto, mas passado um bocado ele voltava sempre ao mesmo assunto. Quis saber se eu ja tinha estado com um preto e quando eu disse que nao perguntou se eu era racista, eu respondi que nao e ele perguntou se eu gostaria de estar com um preto. Eu simplesmente respondi que tinha namorado e nao queria estar com mais ninguem. Ele sentiu-se provocado e disse que eu deveria estar com um homem a serio e nao com um branquelas. Eu disse que o meu namorado era um homem a serio e ele entao perguntou se ele me satisfazia na cama, eu apenas respondi sim e ele percebeu a minha hesita�ao e riu-se. Ele entao perguntou algo que me deixou surpreendida e ao mesmo tempo excitada... perguntou quanto media a pila do meu namorado. Eu disse-lhe que ele estava a ser parvo e que nao lhe ia dizer isso, e ele riu-se e come�ou a provocar dizendo que se eu nao queria dizer era porque ele tinha razao e o meu namorado nao me satisfazia. Ele insistiu imenso e eu ja chateada resolvi dizer-lhe quanto realmente media. A pila do meu namorado media 13cm, eu sabia que nao era uma pila grande, mas tambem nunca me importei muito, o sexo nao era nada de especial para mim mas as vezes ele conseguia me satisfazer...pensava eu.



Quando eu lhe disse o tamanho ele come�ou a rir imenso e a tro�ar, perguntando se era isso que eu achava que era um homem a serio. Eu ja chateada perguntei o que era entao um homem a serio, e ele respondeu que ele era um homem a serio. Eu decidi entrar no jogo dele e perguntei quanto � que media a pila dele entao. Ele respondeu cheio de orgulho que media 21cm. Eu ao inicio ri e nao acreditei, 21cm realmente era muito mas ele continuava dizendo que era verdade e perguntou se queria confirmar, e eu perguntei como � que ele ia provar que era verdade. Ele respondeu que se eu quisesse ele ligava a webcam e mostrava para mim. Eu prontamente respondi que nao e disse que ele era tarado e atrevido de mais mas, estava a crescer em mim aquela curiosidade e estava a come�ar a ficar excitada. Ele continuou a provocar e a insistir e eu decidi que nao tinha mal nenhum em ver pela webcam.



Quando ele ligou a webcam, ele estava deitado na cama s� de boxers vestidos. Ele deve ter posto um daqueles oleos no corpo porque o corpo dele estava a brilhar com a luz. Aqueles abdominais bem definidos, aqueles musculos nao muito grandes mas bem definidos tambem, e...os boxers...alias o volume que tinha dentro dos boxers...ele come�ou a massajar aquele volume enorme para me provocar e perguntou se eu estava pronta para ver o pauz�o. Eu respondi que sim e ele puxou os boxers para baixo e quando o fez, saltou de l� um pauz�o grosso e grande...muito negro e com uma cabe�a enorme. Quando vi aquele monstro a minha cona ficou logo molhada...e come�ou a bater uma punheta..e eu ficava de boca aberta a ver aquele pau, para cima e para baixo, e comecei a mexer na cona. Eu tava a pingar de molhada, s� de ver aquele pau fiquei louca de desejo. "Entao � grande ou nao?" perguntou ele e eu tive que confirmar que sim. Ele come�ou-me a provocar ainda mais e a perguntar se eu nao o queria ver pessoalmente, � claro que eu queria..estava louca por sentir aquele pauz�o..mas eu tinha namorado e consegui manter a postura e fui rejeitando e num acto de desespero fechei o MSN repentinamente antes que fizesse algo que me arrependesse.



Nessa noite tive dificuldades em dormir, a minha cona estava sempre molhada e eu s� pensava naquele pauz�o preto do Ivandro. No dia seguinte voltei ao MSN com esperan�as que ele la estivesse e la estava ele outra vez online. "Olha a minha putinha branca, vieste à procura do pauzao preto foi?" disse ele mal eu entrei. "Nao me fales assim, nao te admito." Disse eu zangada por ele me ter chamado putinha, mas ao mesmo tempo excitada. Ele continuou provocando e me chamando de putinha, eu estava a ficar muito excitada de novo e ele perguntou se eu queria que ele ligasse a webcam. Da primeira vez eu respondi que nao, mas quando ele disse que o pauz�o estava duro e à espera de mim eu aceitei. La estava ele de novo, de pernas abertas e com o computador entre as pernas, o saco descaido com umas bolas enormes, e aquele pauz�o de 21cm bem duro a apontar no ar. Mal vi aquilo nao resisti e enfiei os dedos furiosamente na minha cona encharcada. "Nao resistes a este caralh�o preto n� minha putinha?", "Resisto sim" menti eu. "Ai �? Entao se o quiseres voltar a ver, vai ter amanha ao parque de estacionamento da esta��o de comboios �s 13h" disse ele e de imediato saiu do MSN. Eu fiquei fula, ele saiu e deixou-me ali super excitada e pendurada, fiquei mais uns minutos a foder a minha cona com os meus dedos ate me vir. � obvio que eu nao ia ter com ele amanha...eu tinha namorado e apesar disso tambem tinha aulas �quela hora, eu nunca iria ter com um rapaz preto que eu mal conhecia. Tive outra vez dificuldades em adormecer nessa noite, nao conseguia deixar de pensar naquele pau, nao conseguia parar de me masturbar...



No dia seguinte fui para as aulas de manh� normalmente, mas tava o tempo todo a pensar no Ivandro. Ja desesperada fui ter com o meu namorado que tambem tava a ter aulas naquela manh�, e disse-lhe para irmos para as traseiras da escola porque eu tava louca de tesao. Ele quase explodiu de alegria, eu nunca lhe tinha pedido nada do genero. Fomos para tras da escola, come�amos a beijar e a tocar, ele come�ou a meter a mao nas minhas cuecas e a tocar na minha cona...mas eu nao me estava a sentir excitada.. decidi entao ficar de joelhos e fazer-lhe um broxe. Quando puxei a pila dele para fora ela pareceu-me minuscula comparada com o Ivandro. Era muito mais pequena, muito mais fina..muito menos excitante. Ainda o chupei uns minutos mas nao aguentei mais. Levantei-me, disse-lhe que tinha de ir embora e fui a correr para fora da escola. Apanhei o autocarro com destino à esta��o de comboios...era quase 13h. Quando la cheguei fui a correr para o parque de estacionamento e procurei desesperadamente por algum sinal dele.. Nao estava la ninguem, s� meia duzia de carros. Senti me desesperada, ser� que ele desistiu de vir? Foi enttao que um dos carros fez sinal com as luzes, era um carro cinzento e velho e estava no fundo do parque. Caminhei ate la..ser� que era ele? Quando chegeui mais perto ainda nao conseguia ver bem dentro do carro porque estava cheio de fumo la dentro, mas ele abriu a porta do lado do passageiro. Fui bem devagarinho ate ela, espretei la pa dentro e vi a sua mao pousada no banco do passageiro. Uma mao preta e grande, com aneis de outro nos dedos, ela bateu com a mao duas vezes no banco para me convidar a sentar. Descobri de onde vinha aquele fumo, ele estava a fumar uma ganza. Sentei-me no carro cheia de medo mas ao mesmo tempo sentia a minha cona a pingar me pelas pernas baixo. Sentei-me, fechei a porta e olhei para ele ainda receosa. Era mesmo ele, as tran�as pelo pesco�o, aquela boca carnuda, aqueles olhos maldosos e atrevidos..

"Entao sempre vieste n� minha putinha? Nao conseguiste resistir ao pret�o?" Eu engoli em seco e nao respondi.

"Ahaha nao tenhas medo miuda...queres sentir ja o caralh�o?" Mais uma vez nao consegui responder e fiquei a olhar para baixo. Ele pegou na minha mao e meteu-a por cima do pau dele que ainda estava dentro das cal�as.

"Sente s� ele putinha, foi para isso que aqui vieste n�?" Eu conseguia sentir o calor daquele pau por cima das cal�as..nao resisti e comecei a massajar ele. Ele come�ou tambem a sentir o meu corpo, percorreu as minhas costas com a sua mao enorme, e come�ou a brincar com as minhas mamas, que estava com os mamilos duros que nem rocha. Eu entretanto ja tava a massajar aquele pau com as duas maos. Ele tirou as minhas maos das cal�as dele e deu-me um chega para l�.

"Queres esse pau puta? Se queres tens de pedir.."

"Quero..." Disse eu sem tirar os olhos daquele alto das cal�as dele.

"Pede com vontade!" Gritou ele na minha cara.

"Quero esse pau!" Disse eu quase a gritar e a arder de desejo.

"Com vontade sua vagabunda!!!" Gritou ele.

"QUERO ESSE CARALH�O PRETO!!!" Gritei em em desespero e lancei-me �s cal�as dele, tirei os botaos furiosamente, puxei as cal�as e os boxers para baixo e logo saltou aquele monstro para fora ficando mesmo à frente da minha cara. Eu imediatamente agarrei-o com as duas maos e comecei a bater para cima e para baixo. Era enorme!!! Eu conseguia sentir aquele for�a a correr nas veias daquele monumento preto, louca de desejo imediatamente abri a boca e engoli aquela besta negra.



"Isso putinha! Chupa bem esse pau! Sua branca gulosa!" Disse ele for�ando a minha cabe�a para baixo. "Vamos pa minha casa pa eu te rasgar com esse pau?"

"Hum hum" Grunhi eu sem tirar aquele pau da minha boca.

"Responde como deve ser vaca!" Gritou ele agarrando-me pelos cabelos e puxando a minha cabe�a para cima.

"QUERO!" Gritei eu e imediatamente voltei a engolir aquele caralho delicioso.

Ele arrancou e conduziu ate casa dele sempre a acelerar e eu sem parar de mamar o pau dele, nao sei se as pessoas na rua conseguiam ver mas tambem nao me interessava, eu s� estava concentrada nele. Quando estavamos quase a chegar ao bairro dele ele disse que se estava a vir e mandou-me engolir tudo. Eu chupei com mais for�a e ele encheu a minha boca de esporra , consegui engolir quase tudo mas ainda foi um bocado para a perna dele mas eu lambi.

Ele morava num bairro social, era um bairro pobre e a maioria das pessoas eram negras por isso ficaram a olhar quando viram um branca estranha no bairro. Subimos as escadas ate casa dele, que morava no 1ªandar.



Ele mandou-em para o quarto dele e eu fui, passado um bocado ele foi ter comigo, deitou-se na cama e acendeu uma ganza enquanto eu olhava à espera que ele dissesse alguma coisa.

"Tas à espera do que puta? Chupa-me o pau!" Nao precisou de dizer duas vezes, tirei lhe as cal�as e os boxers e voltei a mamar aquele caralh�o preto. Ele empurrava a minha cabe�a para baixo, mexia-me nas mamas e no rabo, eu sentia-me uma verdadeira puta..mas nao me importava. Ele come�ou-me a despir e a tocar-me no corpo todo. Depois ele meteu-se de joelhos em cima da cama e come�ou a foder a minha cara com for�a. Estava a enfiar aquele pau todo pela minha garganta abaixo e eu ia-me engasgando e cuspindo. Depois deitou-me de costas e meteu o pau entre as minhas mamas e come�ou a fode-las enquanto eu chupava aquela cabe�orra. Depois foi para baixo, e come�ou a lamber a minha cona. Eu tremia toda s� de sentir aquela lingua grande e quente na minha cona. Quando me vim ele parou de me lamber e posicionou aquele pauz�o na entrada da minha cona.

"Queres ele minha puta?"

"Quero! Mete meteee!"

Ele come�ou a for�ar aquele pau para dentro da minha cona apertadinha, quando conseguiu meter a cabe�a eu senti-me a rasgar, senti aquela cabe�orra a abrir a minha coninha que tava encharcada. Ele ia enfiando mais e mais pau dentro de mim e eu s� conseguia gemer e gritar de dor e prazer. Tava a ser toda aberta por aquele caralho preto de 21cm e estava a adorar. Quando me comecei a habituar ao tamanho do pau, ele come�ou a meter com mais for�a e mais rapido, ele chamava-me nomes e apertava-me o pesco�o e eu adorava. Tive uns 3 orgasmos s� naquela posi��o, depois fodeu-me de canzana enquanto me dava palmadas no rabo. Ele disse que me queria comer o cu mas eu nao deixei porque ainda era virgem da� entao ele come�ou s� a enfiar um dedo enquanto me fodia a cona. Depois deitou-se e eu cavalguei aquele caralh�o at� nao conseguir mais.

"Fica de quatro outra vez" Disse ele enquanto eu me levantava daquele pau. Fiquei de 4 e pensei que ele me fosse comer outra vez a cona ams, desta vez, ele cuspiu-me no cu e enfiou s� a cabe�a na cona para deixar o pau molhado.

"Eu disse que nao queria no cu!" Ripostei eu.

"Mas tu aqui nao mandas nada sua vaca" E come�ou a for�ar o pau no meu cu. Ao inicia doeu imenso! Parecia que tinha o cu a arder, mas quando me habituei a ter o cu todo aberto por aqueles 21cm de carne preta, come�ou a ser delicioso. E urrava enquanto se enterrava no meu cu e eu gritava tambem com a sensa��o. Quando comecei a sentir o pau dele a inchar e ele a dar-me palmadas com mais for�a percebi que ele se tava quase a vir.

"Fica de joelhos!" Gritou ele e desenterrou aquela vara do meu cu e eu fiquei de joelhos. Ele fez-me chupar o pau dele que sabia um bocado mal e passado um bocado ele veio-se. Ele encheu a minha cara de esporra e ainda me fez engolir grande parte dela e no fim deu-me uma chapada devagar na cara e disse:

"Muito bem puta, fizeste um bom trabalho. Por hoje � tudo mas quando eu te chamar tu vens ter comigo ok? A partir de hoje tu pertences-me."

Eu nem lhe respondi, estava sem ar, sentia-me uma puta mesmo, estava toda dorida e ardia-me o cu. Ele deu-me uma toalha para me limpar e mandou-me as minhas roupas. Vesti-me e ele mandou-me embora. Fui a p� at� à esta��o. A minha cona tava toda dorida, o meu cu ardia e parecia que tinha uma vontade enorme de ir � casa de banho, e tinha aquele sabor a esporra na boca, mas esatva satisfeita.

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