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PRAIS DO NORDESTE

Ol� pessoal. Tenho 1,70 alt cabelos e olhos castanhos claros, corpo normal e adoro sair para ver e conhecer lugares e pessoas diferentes.



Fui passar umas f�rias em Fortaleza no Cear�. Nessa aluguei um carro e fui visitar v�rias praias. Comecei por Aracati na praia chamada Lagoa do Mato. Um lugar exuberante apesar da pobreza que existe em todo nordeste. Cheguei nessa vila e procurei um guia da regi�o para me acompanhar em minha expedi��o as praias daquele local. Me indicaram o Z� das pedras. Que cara tes�o!!! Moreno de pele, olhos grandes, uns 1,80 mais ou menos, um pouco desproporcional para as pessoas daquela regi�o, 35 anos, mas tudo de bom nele, umas coxas lindas, poucos pelos. Ele tem um bugre, que serve para levar os turistas pela regi�o. Logo acertamos tudo e fomos fazer um passeio, eram mais ou menos 9:00hs da manh� e seguimos. Levei minha caixa de isopor com cerveja e alguns sandu�ches que j� havia comprado no hotel em Fortaleza. N�o consegui fazer muitas investidas nele, sempre tinha muita gente onde par�vamos para conhecer a praia, mas fizemos uma boa amizade, convers�vamos de tudo e ele falou que seu pai havia falecido a poucos meses e morava sozinho hoje, por esse motivo n�o havia se casado at� hoje. Voltamos para a vila e paguei pelo seu servi�o e perguntei onde haveria um hotel ou pousada para passar a noite, j� que estava escurecendo e provavelmente choveria a noite e eu n�o queria dirigir a noite pois n�o conhecia a estrada. Ele falou que por l� n�o tinha hotel apenas uma pousada, mas era muito ruim, ent�o me convidou para passar a noite em sua casa. Concordei mais pagaria pela hospedagem. Entrei em meu carro e o segui at� sua casa que era muito simples, porem de frente para o mar com dois quartos uma pequena sala e uma cozinha muito simples. A casa ficava bem afastada da vila, n�o tinha luz e a �gua era de um po�o, �gua salobra. Come�os a chover e ele rapidamente tirou toda a roupa e saiu na chuva, ficou bem embaixo da queda d’�gua do telhado, nu, pelado, que vis�o, o cara tinha uma puta tora no meio das pernas. Quase tive um tro�o na hora. Ele me chamou e falou para tomar um banho na chuva para tirar o sal do corpo. Na hora tirei a sunga e fiz o mesmo. Sorte que a chuva estava gelada e me contive. Mas n�o tirava os olhos da rola do cara. Nos enxugamos, comemos alguma coisa e ficamos conversando e n�o pude mais resistir e comecei a investir nele com mais firmeza. Perguntei se agora que ele est� morando sozinho naquele para�so, se ele leva muita mulher l� pra casa. Ele disse que n�o. A� eu quis saber como ele faz para aliviar, se ficava s� na punheta. Ele falou que gosta muito de bater uma punheta e n�o perde uma noite sem se satisfazer no cinco contra um. Na hora eu falei que adorava bater uma bronha tamb�m. Fui mais adiante e perguntei se ele queria bater uma, pois eu estava com muito tes�o. Na hora ele baixou a sunga e come�os a bater uma e eu comecei tamb�m. Da� comecei a fixar os olhos mas firmemente no pau do cara que n�o para de crescer. Deveria ter mais de 20 cm e bem grosso. Ele olhava para mim e brincava com a vara dele me excitando ainda mais. N�o aguentei e perguntei se poderia bater pra ele, elogiando o tamanho da pirocona dele. Peguei naquela rola e nem dei duas batidas e j� abocanhei a rola do cara. N�o cabia na minha boca mais fazia o poss�vel para chupar, lamber e massagear aquela rola deliciosa. No momento certo ele me fala em me enrabar, na hora me passou pela cabe�a, ser� que eu dou conta daquela rola? Vamos ver. Peguei uma camisinha na minha mochila e coloquei naquele cacete, passei um cremesinho lubrificante e esperei ele posicionar aquela cabe�ona mais grossa que o resto da rola na porta do meu cuzinho e senti a press�o, do�a pacas e ele foi entrando me arrombando todo. Segurei ele para que n�o enfiasse tudo se n�o eu ia parar num hospital. Ent�o ele deu uma parada e perguntou se tava doendo muito ele parava. Na verdade estava doendo pacas, mas coloquei ele deitado e sentei na rola dele, de frente para ele e fui descendo bem devagar no meu ritmo. Foi delicioso, depois que tudo entrou ele segura minhas m�os e fazia os movimentos de enfiar e tirar e foi aumentando o ritmo, ai ele me vira, jogando minhas costas na cama e me deixando de pernas para as alturas, ele ainda encaixado em mim me deixa de frango assado e manda pau no meu cu. Nossa quase morri, de tes�o, de dor, tes�o, tes�o... Gozamos muito, tirei a camisinha dele e deixei de lado e brinquei mais um pouco com o seu pau. Logo depois chegou um amigo dele que queria conversar sobre uns turistas que veria no dia seguinte. O amigo dele viu a camisinha perto da cama e sorriu bem sacana, j� est�vamos s� n�s dois at� aquele momento. Mas essa � outra hist�ria. Falo depois pra voc�s. Essa viagem foi fabulosa . Escrevam. [email protected]

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