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RETORNO � FAM�LIA - IRM� MARTINHA

RETORNO � FAMILIA – DA IRM�MARTINHA



J� contei noutra oportunidade, que minha irm� Martinha, me arrastou por um turbilh�o de fantasias sexuais, envolvendo todos numa devassa familiar, rompendo todos os limites, para nunca mais sermos os mesmos.

Sua juventude, sua beleza e sensualidade, foi piv� de tudo que veio acontecer entre n�s, merecendo que eu fale dela, com exclusividade, antes de relatar outros relacionamentos familiares, ocorridos depois que ela casou e foi morar no Mato Grosso do Sul.

Martinha tinha uma bela estatura, perto de 170, quase loira, mas na realidade um castanho claro, de formas acentuadas, de belos contornos, bunda linda e seios sensuais, sedutores e grandes.

Martinha, alem da beleza, tinha uma vivacidade e uma espontaneidade enorme, sempre pronta para novidades e coisas relacionadas ao prazer e ao sexo.

Quando sa� de casa, Martinha tinha por volta de 19 para 19 anos, uma menina adolescente mas, quando voltei, encontrei uma mulher exuberante, linda e maravilhosa. Foi isto que explodiu todos os nossos conceitos e preconceitos.

Depois que nosso relacionamento pegou fogo, eu costumava sair para festas e baladas com ela, mas sempre como irm�os, nos apresentando para amigos e as vezes, ficando com outros, sem ciumeiras ou possess�es. As vezes, ao voltarmos para casa, coment�vamos o que tinha rolado, com quem ficamos, nos divertindo e nos excitando tanto que, muitas vezes, mesmo cansados, trans�vamos antes de chegar em casa.

Foi numa destas festas, que Martinha conheceu um seu atual marido. Come�aram ficando e ele ficou louco por ela, que depois de um tempo, casaram e vivem juntos at� hoje.

Ela conheceu ele, pois a irm� do Roberto, era amiga da Martinha. Ali�s, uma das primeiras amigas que ela me apresentou. Uma, que me deu um amasso na boate, antes do namorado dela chegar. Que me punhetou no reservado, e que tirou a calcinha, pra mim masturba-la tamb�m.

Virou amiga minha tamb�m e, sempre que estava sozinha, sem o namorado, vinha ficar comigo e a Martinha, o que acabou aproximando o Roberto e Martinha tamb�m.

Ele percebeu que eu dava uns amassos na irm� dele, mas fingia n�o ver, porque n�o gostava do namorado dela e at� fazia quest�o que eu terminasse com aquele namoro. Mas o cara nunca desistiu, mesmo sendo corno, quase publico e not�rio, casou com ela, e vivem, aparentemente felizes, at� hoje.

Em compensa��o, ele come�ou a amassar a Martinha tamb�m.

Certa vez, numa balada noturna, o Roberto ficou com a Martinha o tempo todo e eu com a Beta, irm� dele, nuns amassados danados.

No final da noite, Martinha sugeri darmos carona pra eles e no caminho, revolvemos desviar, para tomar a ultima cervejinha no Belvedere, lugar bonito, no qual se avista toda a cidade iluminada, local onde os namorados costumam dar amassos, meio privativos.

E l� fomos n�s.

Chegando, descemos do carro, e cada par foi pra um lado, mas n�o distante suficiente, que nos impedisse de ver o que acontecia.

Quando vi que ia rolar com a Martinha, eu tamb�m avancei o sinal e a coisa rolou mesmo.

Era eu metendo na Beta e o Roberto metendo com a Martinha, embora escuro, dava para ver direitinho o que ocorria, confirmando pelos gemidos abafados, mas o suficiente para sabermos que fodiam tambem.

Foi uma foda tesuda que damos, eu, especialmente, por ver a Martinha fodendo h� poucos metros de mim, e ela me disse depois, que estava olhando pra mim, e sentindo muito tes�o tamb�m. Eu n�o sabia naquele momento, mas estava excitado por ver a Martinha fodendo com outro. Talvez, a Beta estivesse tamb�m olhando pro irm�o dela, enquanto fodia comigo, sentindo as mesmas coisas, que Martinha e eu sent�amos. Beta nunca confirmou, mas Martinha e eu, sempre desconfiamos que algo rolava entre eles.

Depois, voltamos para o carro, alegres e felizes, fomos para casa, deixando a Beta e o Roberto na casa deles e, Martinha e eu fomos pra nossa casa.

Ela disse:

- Mano, que pi�udo gostoso que � o Roberto, nunca pensei que ele fosse assim.

- Eu tamb�m gostei da Beta.

- O que importa, disse a Martinha, � que fodemos gostoso, n� mano?

- � sua putinha danada.

Rimos e ela me abra�ou, me beijando a boca, enquanto eu dirigia e, com uma m�o me amassava o pau, enquanto volt�vamos pra casa. Em certo momento, ela tirou meu pau pra fora da cal�a e come�ou a me chupar. Logo que meteu o pau na boca, levantou a cabe�a e disse, tem um gostinho diferente, acho que � da buceta da Beta, e riu.

Entramos em silencio, e disse pra ela passar no meu quarto, para acabar com o aquecimento que ela dera no carro.

Disse boa noite e entrei no meu quarto. Quando estava tirando a roupa, a Martinha entrou e veio direto me chupar de novo.

- S� pra sentir o gosto da bucetinha da Beta, minha cunhadinha, no teu pau.

Eu fui tirando a roupa dela, e ela voltou pro meu pau e eu fui na bucetinha melada dela, que chupei tamb�m.

- A tua esta com gosto de porra mesmo.

Rimos, mas continuamos nos chupando.

Depois meti na buceta dela, ainda melada, socando fundo e gozando dentro dela. Ela gozou tamb�m, e feliz, disse:

- Estou com a porra dos dois homens que mais amo.

- E vai ter por muitos anos, se formos discretos.

- Teremos maninho, teremos.



A Beta come�ou a vir estudar com a Martinha e sempre fugia pro meu quarto, para darmos uma foda gostosa, com a cobertura da minha irm�. Muitas vezes, a Martinha ficava espiando pela porta encostada do meu quarto, enquanto eu metia na amiga dela, e, depois que termin�vamos, ela entrava, sem dar tempo para a Beta se recompor, afinal, era c�mplice de nossos encontros, dando cobertura pra Beta e pra mim, nos pegando suados e nus na cama.

Muitas vezes, Martinha entrava no quarto, com a Beta ainda em cima de mim, atoladinha no meu pau, suada de tanto meter, sentava na minha cama, e dizia com naturalidade:

- Ai cunhadinha, n�o � gostoso este meu irm�o?

- O meu irm�o tamb�m n�o � gostoso Martinha?

- Demais estes irm�os Beta. Demais.

Beta se estendia sobre o meu corpo nu, ou no meu lado, com a cabe�a em cima do meu peito, abra�adinha em mim, e Martinha deitava no lado, conversando com naturalidade com a Beta, comentavam como eu fodia gostoso e que quando Martinha fosse na casa dela, ela tamb�m daria cobertura pra Martinha foder com o Roberto.



Depois de uns tempos, o namorado da Beta come�ou ter crises de ci�mes, por ela vir estudar com a Martinha, e assim, tivemos que desistir de nossas fodas caseiras.

Por�m, Martinha tinha uma incont�vel n�mero de amigas que queriam vir estudar na nossa casa. E, todas, passavam pelo meu quarto, ansiosas por uma boa foda, acobertadas pela Martinha. Algumas, namoradas ou noivas, tamb�m vinham, com a desculpa de estudar, para foder com o irm�o da Martinha.

Depois de um tempo, tive consci�ncia que elas se comunicavam entre si, pois, na formatura do colegial, das meninas que se formaram com Martinha, eu tinha fodido mais da metade delas. Por isto, deduzi, que Martinha, Beta, Lisi, Lala e tantas outras, deviam ter falado, o que rolava la em casa.

Quando Martinha ingressou na faculdade, as coisas continuaram com as novas colegas, at� que Martinha engravidou e casou com o Roberto, indo morar no Mato Grosso do Sul, onde os pais dele tinham uma grande fazenda.

A despedida de solteira, Martinha fodeu comigo a noite toda, mesmo j� tendo uma barriguinha acentuada, de mais de tr�s meses. Mesmo assim, viramos a noite fodendo, so parando no clarear do dia, quando Martinha foi pra cama dela.

A noite, Martinha era a noiva mais linda e sensual que eu j� tinha visto. Todas as amigas dela estavam na cerim�nia, sendo que eu e Beta fomos os padrinhos e, durante a cerim�nia, Beta dizia: perdemos a nossa cobertura, Marco Antonio. Martinha foi sempre espetacular, espero que meu irm�o saiba fode-la bem gostoso, para serem felizes sempre. Eu disse: que os anjos digam am�m.



Martinha partiu na lua de mel, e por l� ficou, residindo na cidade de Ponta Por�, onde reside at� hoje, j� tendo uma linda filha de quase 25 anos.

Mas, sempre que nos encontramos e que tivemos oportunidade, fodiamos, como na adolescencia: com muito amor, carinho e tes�o.

Numa visita, poucos anos atr�s, à trabalho no Mato Grosso do Sul, fiquei uns dias na casa deles.

Na primeira noite, ele tinha chegado da fazenda, tomou banho e na janta, bebeu um pouco mais da conta e logo quis ir deitar e ela o acompanhou para arrumar a cama. Da sala dava para ouvi os gemidos dela, pois ele a agarrou e a fodeu meio a for�a, sem se importar com a minha presen�a, ainda na sala do lado.

Depois que ele dormiu, eu j� estava no quarto onde iria dormir, quando ela chegou, se desculpando, por isto estava ai para ao menos me dar boa noite.

Ter ouvido os gemidos dela, me excitou tanto, que meu pau fazia volume sob o pijama recem vestido, que Martinha olhou com desejos, mesmo tendo acabado de foder com o marido dela.

Quando nossos olhos se encontraram, mesmo na penumbra do quarto, n�o deu pra segurar. Ela sentou na cama, onde eu estava deitado, se debru�ando sobre o meu peito, me beijou a boca. Ai, pegou fogo de vez.

Logo ela estava mamando no meu pau e, sentindo ele duro como ferro, n�o mediu consequ�ncias, e subiu pra cima de mim, sentando no meu pau, atolando na buceta ainda melada, da foda com o marido.

Fodemos em silencio, mas fodemos. Deu pra matar a saudade, enquanto ouv�amos o ronco do marido dela, no quarto ao lado. Quando gozamos, ainda ficamos abra�adinhos, depois ela levantou e foi tomar um banho, me deixando ai, ainda melado de porra, da nossa foda.

Levantei depois, para me limpar e, sem banho, voltei pra cama e adormeci na hora, cansado, mas feliz.

Na manh� seguinte, depois de um banho reparador, fui tomar caf� na cozinha, onde encontrei Martinha como dona de casa, ainda de camisola. Me deu um beijo na boca e um bom dia, perguntando se tinha dormido bem. Respondi que deitei e dormi. E tu?

- Rolei um pouco, curtindo a felicidade de estar contigo aqui na minha casa. Tu sabes o quanto eu te amo Marco Antonio.

- Tamb�m estou feliz de estar na tua casa Martinha. E pela bela acolhida.

Os dois rimos, de pura safadeza e felicidade.

Est�vamos tomando caf�, quando surgiu na cozinha a filha da Martinha, uma mulher linda. Tive um choque, pois ela era quase um clone da Martinha no seu tempo de solteira. Vestia ainda um pijaminha curtinho, sem suti� e uma calcinha bem pequena, que mal dava para perceber por baixo da cal�a curta do pijama.

Ela me abra�ou e me beijou, feliz por estar ai com eles, pois quando eu cheguei ela estava em Campo Grande, e ao chegar eu j� dormia h� tempo.

Sentou e tomou caf� conosco.

Eu olhava demais pra menina, que Martinha falou:

- Mano, ela � “toda nossa fam�lia”, tu n�o acha?

- Realmente, quase nenhum tra�o da fam�lia do Roberto. Ela � toda a tua copia.

Rimos todos, mas, fiquei pensando com meus bot�es. Ser� que esta menina n�o � minha filha? Pois, na �poca fodiamos sem preocupa��es, quase que diariamante, e ela vai logo engravidar do namorado, que ela fodia uma vez por semana?

Mas, acho que isto a Martinha tamb�m pensava, mas n�o tinha coragem de pensar em voz alta.

Aquela manh�, a minha sobrinha Camila Roberta ficou o tempo todo comigo, e sempre de pijaminha, me deixando louco de tes�o, ao ponto da m�e perceber e ficar preocupada, com o que pudesse ocorrer entre nos.

Martinha tinha compromissos as dez da manh�, e nos deixou sozinhos em casa e, o tes�o falou mais alto, de ambos os lados que, logo que a m�e dela saiu, Camila come�ou a ser mais provocativa que, mesmo para um tio certinho, n�o resistiria, imagina um safado como eu, se n�o ia rolar.

Rolou.

Logo est�vamos nos agarrando em brincadeiras, at� que rolou o primeiro beijo na boca, bem correspondido por ela. Para tirar o pijaminha dela, foi dois toques, e j� est�vamos nos chupando, com for�a e vontade.

Foi dela a iniciativa, de vir sentar no meu pau, me cavalgando, atolado na bucetinha dela.

- Tio, se eu soubesse que tu era safado assim, teria feito muito antes.

- Tamb�m n�o fiz antes, pois n�o sabia que eras t�o safadinha tamb�m.

- Descendente de uma fam�lia assim, o que poderiam esperar de mim?

- Tio, goza na minha bucetinha. Me enche com tua porra tio.

Chegava a me erguer, para meter mais dentro da bucetinha dela, at� que ela come�ou a gozar, me levando pro mesmo caminho.

Assim, estava reiniciando tudo de novo. Me sentia fodendo a Martinha de tempos ido, embora tivesse matado a saudades da Martinha casada e m�e, na noite que passou, e agora com a filha dela, que parecia uma Martinha transportada no tempo, tamanha a semelhan�a da filha, com a m�e no tempo de solteira.

Ela me pediu segredo com rela��o à m�e, que ainda pensava que a filha fosse certinha e virgem.

Tinha que guardar segredo. Afinal, j� guardava tantos segredos da minha famililia, que um da sobrinha, n�o faria diferen�a maior.

Camila estava tomando banho, quando Martinha voltou e quando me olhou, desconfiou que j� tiv�ssemos fodido.

Sentou no meu lado, olhou dentro dos meus olhos e perguntou:

- Tu comeu a menina, safado?

- Que � isso Mana, claro que n�o. Eu tenho ela como uma filha.

- Safado, ela � TUA FILHA.

Me abracei na Martinha, emocionado. Olhei dentro dos olhos dela, como querendo que ela dissesse que era brincadeira, mas ela n�o modificou a acusa��o.

Ela ficou com os olhos cheios d�gua, e eu tamb�m.

Quando Camila voltou do banho, devidamente vestida, nem percebeu nada, do quanto havia desmoronado na sala, no curto per�odo de sua aus�ncia.

Martinha n�o se conformava. Acho que nem eu.

Mas, aconteceu.

Mais uma vez.

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