Essa hist�ria � veridica e aconteceu em 2001. os nomes foram mudados para preservar nossa privacidade.
Estava de carro com minha filha, Andrea. Na �poca ela tinha 19 anos, cabelos castanhos compridos, olhos verdes, rosto de princesa. J� tinha um corpo de mulher com seios fartos, bunda arrebitada e cintura fina.
Voltavamos de um jantar de amigos em um restaurante perto do Morumbi (SP) quando fomos abordados por dois ladr�es armados em um cruzamento pouco movimentado. Eles nos dominaram e entraram no carro. Um deles foi na frente comigo dirigindo e o outro foi atr�s com Andrea. Eu estava muito assustado e dizia o tempo todo para eles terem calma que eu daria todo dinheiro que eles quisessem.
Fomos at� um caixa eletr�nico onde saquei tudo que tinha em minha conta. Nosso pesadelo come�ou nesse momento. Quando voltei para o carro um dos bandidos j� estava atacando minha filha, com as m�os em seus seios e tentando beija-la.
-Sua filhinha � muito gostosa patr�o, agora a gente vai se divertir um pouco com ela! – Disse um deles pra mim me empurrando pra dentro do carro.
Andrea chorava muito e eu desesperado sem poder fazer nada. Fui obrigado a dirigir at� um terreno baldio com mato alto e muito entulho, provavelmente restos de uma casa que n�o acabou de ser constru�da. Descemos do carro, um deles se afastou e voltou com cordas na m�o. Fui amarrado em um pilar que restava da constru��o, onde pude assistir a tudo. Os dois amarraram Andrea pelas m�os em um peda�o de cano que ainda estava preso ao ch�o. Ela estava deitada de costas, presa com as m�os acima da cabe�a, totalmente indefesa. Um deles come�ou a rasgar a roupa dela com as m�os. Ela implorava para que eles n�o fizessem aquilo, mas esse apelo os deixava ainda mais excitados.
Com Andrea completamente nua os dois come�aram a farra, um chupava seus seios enquanto o outro lambia e enfiava os dedos em sua vagina. Os dois come�aram a discutir quem seria o primeiro e quem ficaria com aquela bunda virgem. Eles tiraram na sorte e o vencedor preferiu esperar e ficar com o cuzinho.
O primeiro subiu em cima dela e come�ou a meter em sua bucetinha. Ele era devia ter s� uns 19 anos, moreno, com um p�nis n�o muito avantajado. Ela estava urrando de dor e o outro que assistia a tudo de perto pegou os restos de sua calcinha que estava rasgada e enfiou em sua boca para que ela se calasse. O desgra�ado violentou Andrea por alguns minutos at� gozar. O segundo pegou restos de corta e amarrou as pernas dela no mesmo cano onde estavam presas suas m�os, fazendo com que sua bunda ficasse pra cima, deixando seu �nus bem a mostra. Ele enfiou um dedo em seu buraquinho, depois dois, Andrea chorava e se contorcia de dor.
–Agora essa vagabunda vai ver o que � bom! – Disse enquanto colocava seu pau na entrada do �nus. Esse marginal parecia ser bem mais velho, com uns 30 anos, barba mal feita e um p�nis grande. Ele enfiou de uma vez e come�ou a rasgar a bunda dela, metendo o mais fundo que podia. O outro que estava de fora, esfregava seu pau mole e sujo no rosto dela. Sangue escorria pelas suas pernas at� o ch�o. Ele continuou at� lambuzar a bunda dela de porra.
Satisfeitos, os dois largaram Andrea amarrada e vieram para perto de mim.
– Ae tio, deve t� de pau duro agora, vendo a gente violentar essa putinha, mas n�o fica assim n�o a gente tamb�m vai deixar um pouco pra voc�.
Um deles foi at� Andrea e a desamarrou, ela continuou im�vel no ch�o, chorando. Ele a pegou pelos cabelos e a arrastou at� onde eu estava.
– Agora eu quero ver voc� chupar seu velho ou ele j� era!
Ele colocou a arma em minha cabe�a. Ela implorou para que eles n�o fizessem isso e levou um tapa. –Vamos matar o cara ent�o! Disse o outro. – N�o! – Gritou Andrea – Eu fa�o...
Ela abriu o ziper de minha cal�a e tirou meu pau pra fora. Ele estava mole e ela come�ou a acarricia-lo como se estivesse batendo uma punheta. Os dois riam muito e nos xingavam. Seu toque acabou me deixando excitado e ela passou a beijar, lamber e chupar meu pau. Estava morrendo de tes�o com aquilo, mesmo naquela situa��o. Os dois estavam se divertindo muito, eles empurravam a cabe�a dela para que sua boca fosse ainda mais fundo. Ela continuou me chupando at� eu gozar. Quando eles perceberam que eu estava gozando, mandaram que ela engolisse e lambesse toda minha porra. Depois daquilo Andrea praticamente desmaiou, em estado de choque, em meu colo. Os dois continuaram rindo e n�s xingando, mas pegaram o carro e foram embora.
Nossa vida nunca mais foi a mesma, nos mudamos para o interior e Andrea at� hoje tem problemas para se relacionar com homens. Os dois estupradores nunca foram pegos.