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SEU NOME E ALINE

Este conto e o primeiro neste site,costumo publicar em outro espero que gostem.



Era mais uma semana infernal de provas, tinha vacilado o ano todo e de certa forma n�o sabia como me recuperar. Se ficasse em casa o resultado seria pipoca e um filminho na tv e nada de pegar nos livros, o m�todo mais simples era correr para biblioteca e me matar de estudar,nada como come�ar numa segunda chuvosa as 7h30 da amanha,realmente de p�ssimo gosto mas nada que o desespero b�sico n�o fa�a.



A biblioteca era vistosa lembrava os casar�es antigos do inicio da coloniza��o, sua paredes eram pintas de rosa que caminhava mais para tom salm�o, um tanto que charmosa,mas n�o deixava de forma alguma de lado a infraestrutura e a tecnologia.



La estava eu de casaco e guarda chuva na m�o procurando em algum canto da mochila a minha carterinha de estudante, fique alguns minutos me debatendo ate que finalmente a encontrei. O lugar esta deserto poucos funcion�rios e alunos, respirei fundo e entrei, confesso que n�o esta nem um pouco animada era cedo eu estava com sono e aquela chuva me deixava com mais pregui�a, subi a estada com passos lentos e caminhei suavemente ate a prateleira e fui procurando o livro que poderia me salvar daquela situa��o incomoda, peguei alguns e me joguei na poltrona ao lado .



A chuva apertava la fora e a pregui�a aumentava, o livro era uma porcaria, na verdade a mat�ria era porcaria, come�ava a ler e logo viajava na maionese, meus pensamentos iam t�o longe que ficava imaginando e lembrando da noite passada,que noite maravilhosa.Num momento de distra��o o livro escorregou das minha m�os e caio no ch�o, o barulho soa estridente e alto ,eu levei aquele susto, as pessoa ao redor colocavam a m�o na boca tentando abafar o som da risada,o mais engra�ado n�o foi o livro, mas o meu susto, por pouco a poltrona n�o virou eu quase cai para tr�s, seria o maior mico, logo me recompus,observando que algum ainda riam falei "estou bem,n�o se preocupe" repeti uma ou duas vezes a frase, e logo comecei a ler novamente.



Por mais que eu tentasse o livro n�o descia, eu j� estava de saco cheio das mesma ladainhas,ent�o comecei a olhar a chuva, as gotas caindo num ritmo forte, n�o sei por quanto tempo fiquei ali,quando voltei do traze,meu corpo se arrepiou, imediatamente minhas m�os ficam tremulas, minha respira��o ofegante, e meus olhos paralisados,ela era linda, meu DEUS, ela era deliciosa.



Seus cabelos liso e loiros ate no meio das costas,pernas longas mais bem torneadas, vestindo um vestidinho curto delicado que deixava a mostra seu colo, que seios fartos, hum que seios,estava hipnotizada, seu rosto era um pouco a arredondado, sobrancelhas n�o muito grossas, narizinho fino mas que dava um ar angelical,os olhos se escondiam atr�s do �culos, sobre a mesa v�rios livros de anatomia, sistema circulatorio, como queria ser uma cobaia, ser examinando todinhas por ela.



O tempo passa eu disfar�ava que estava estudando quanto mais olhava mais desejava aquela menina, ela se mantinha concentrada nada a tiraria daquela situa��o, meu corpo estava pegando fogo sentia no meios das minhas perdas um calor uma coisa terr�vel que precisava ser acalmada, num impulso fui em dire��o a ela mas na hora H eu travei e caminhei em dire��o ao banheiro,eu queimava por dentro,comecei a lavar rosto na tentativa de me a calmar ver se aquele calor�o diminui a, nada faria eu entrar no equil�brio, voltei e sentei no mesmo lugar n�o conseguia tirar os olhos dela ate que um certo momento percebi que ela me olhou de canto, meu cora��o acelerou ser� que era um sinal que podia ir mais a frente, eu estava ficando louca jamais aquela menina feminina e meia ficaria com uma menina, ainda mais como eu, mas algo me dizia que eu estava errada, continuei ali sem tirar os olhos dela.



Ela esta incomodava se mexia de um lado para o outro na cadeira, passava constantemente suas m�os pelo cabelo e bebia agua,ela levantou irritada e foi em dire��o ao banheiro naquele instante eu surte ela n�o podia ir embora me deixeirar ali daquele jeito eu tinha que tentar algo, precisava pelo menos saber seu nome, mas como faria e se ela n�o fosse l�sbica, se ela reagisse mal se gritasse,tentasse me agredir, se fisesse um esc�ndalo, n�o sei ao certo mas estava com muito medo ,mas meu desejo era maior! Na aqueles segundos ate ela voltar fique pensando mil coisas para poder me aproximar dela e conseguir pelo menos seu nome ou quem sabe seu numero,mas nada vinha em minha mente,seria t�o mais f�cil poder agarrar e pronto. Ela caminhava em passo firmes parecia mais que irritada estava aborrecida, incomodada pela forma que a olhava, mas era mais forte do que eu, ela era t�o deliciosa.



Ela ficou sentada lendo,eu j� n�o disfar�ava mais estava na cara que eu estava babando por ela, minha vontade era de devora-l�,ate que algo mudou,n�o esperava que aquilo fosse acontecer, ela se levantou ficou de p� mexendo no celular, num movimento sutil tirou os �culos e deixou em cima do livro marcando a pagina, andou em minha dire��o sem tirar os olhos daquele aparelho irritante, conforme ela andava meu cora��o acelerava ela esta uns dois metros de mim mais pareciam km,seu andar era provocante,sensual e extravagente ela desfilava em minha dire��o, se aproximou e sentou na ponta da poltrona e cruzou as pernas fiquei paralisada esperando, ela continuo escrevendo a mensagem no telefone e perguntou "Porque voc� n�o tira os olhos de mim",era a chance que estava esperando, ela estava na minha frente era s� falar como a desejava, minha voz n�o saia, comecei a gaguejar era uma situa��o pat�tica aquele mulher�o na minha frente eu fazendo papel de idiota,ela come�ou a a rir deve ter imaginado que sou uma monga e perguntou "pelo jeito deixo voc� nervosa" o sorriso era lindo tinha buraquinho no queixo e convinhas, n�o consegui falar nada e fiquei apenas olhando, ela novamente" estou na sua frente voc� n�o vai dizer nada" eu estava travada n�o conseguia me mexer, ent�o ela tirou os olhos do celular e me olhou seu olhos eram lindos um verde claro penetrante e disse "Mas eu tenho uma coisa para te falar, e quero que escute com muita aten��o" eu estava sem ar, minhas pernas tremiam, ela se inclinou em minha dire��o e falou a p� do ouvido "vi que voc� n�o parou de me devorar com os olhos e fiquei me perguntando porque ela n�o vem aqui n�o puxa papo, e fiquei esperando impaciente mas voc� n�o chegou,sabe mo�a voc� tem algo que me trai, meu corpo esta queimando s� de sentir sua respira��o ofegante pr�ximo do meu rosto, n�o quero que me leve a mal mas adoraria te tocar e te beijar quer ir no banheiro la em cima que esta desativado o que acha?" fiquei em silencio pensativa, sutilmente ela voltou para seu lugar como se esperasse a resposta, era hora de agir , levantei e peguei na m�o dela e fui em dire��o a sua mesa ela deu um sorriso t�mido mas safada pegou seu sobretudo que estava pendurado na cadeira e sua bolsa e fomos para o elevador , sua pele era macia e delicada.



O elevador n�o era muito grande mas cada uma ficou num canto ela estava olhando para o ch�o t�mida, eu fiquei meio sem saber o que fazer, a porta abriu ela logo me beijou nossa algum poderia ter visto mas o andar todo esta em reforma e por causa da chuva ningu�m estava trabalhando.



O lugar estava tranquilo come�amos a nos agarrar ali mesmo sem muita frescura, travei ela na parede e comecei a beijar seu pescoso, uma das minhas m�o da coxa e a outra acariciando o seio. O calor me dominava sua respira��o cada momento mais pesada, ela baixinho dizia "vai me devoram vem me consome sou sua toda sua"abaixei a al�a do vestido e tirei um dos seios para fora do suti� e comecei a chupa-lo primeiro toda a aureola e depois s� lambendo o biquinho bem rapidinho ela inclinava todo seu corpo para mim como se quisesse mais ela estava gostando eu louca para entrar nela,sem perceber ela tinha deixado o vestido escorregar pelo corpo e desabotouo suti� os dois seio estavam a mostra, coloquei uma m�o em cada massageando de forma circular em quanto minha boca lambia sua orelha e uma das minhas pernas fica entra as sua encostando na vagina, ela fica mais exitada conforme eu a beijava na orelha, com minha boca fui descendo do pesco�o ate o seios e do seio ate a barriga estacionando pr�ximo ao umbigo.Nesta hora ela estava t�o louca que tirou a calcinha pediu "me chupa vai me chupa eu to quente vem a apagar esse fogo"escutando sua voz eu j� tinha perdido os sentido coloquei ela em cima de uma mesa e abri bem sua pernas e fui de cara comecei a lamber, minha lingua brincava procurando seu clit�ris, na parte de cima e ia descendo depois subindo ate achar o ponto certo ela direccionou toda sua boceta para mim.



"Vai deixa eu gozar na sua boca", aquilo me deixava em �xtase, lambia com mais e mais vontade, o gosto dela era t�o bom que n�o consegui parar de chupar "AI,AI � AI N�O SAI, N�O SAI, VOC� ACHOU"ela gemia alto como uma femia no cil, derepente ela parou e vi que tinha ficado toda mole e veio um gosto delicioso, ela tinha gozado na minha boca, meu corpo se estremeceu,suas m�os acariciavam minha cabe�a me puxando para beija-la, ela me beijava com tanta vontade sua linguapassava sobre a minha, nos devoravasmo.



Tudo era muito bom seu cheiro, seu corpo, sua boca,mas eu queria dar mais prazer,posicionei meu corpo e levemente coloquei meu dedo na sua boceta ela fez cara de dor, era t�o apertado que tive dificuldade,pelo jeito ela nunca tinha feito sexo com algu�m,



"va com calma minha xaninha ta sens�vel"meu dedo entrava e saia levemente com forme via que seu rosto n�o expressava encomoda�ao mas prazer fui acariciando de forma circular entrava ate o fim sentindo seu �tero e voltava e entrava de novo fiz com muita calma "HUM QUE DELICIA, VAI EU QUERO MAIS, MAIS FORTE VAI"fui aumentando a intensidade"ISSO VAI VAI,VAI,HUM VAI VAI MAIS RAPIDO" coloquei o segundo dedo e meu ritmo era mais forte, mas ela parecia insacialve seu gemido era alto e constante,minha m�o estava toda entro dela socando cada vem mais, mais "ISSO GOSTOSA,ISSO GOSTOSA TA DOENDO MAIS BOM EU QUERO MAIS POR FAVOR N�O PARA" suas perna esta no meu ombro e meu bra�o ia e vinha r�pido,ela estava ficando fraca mas continuei ate que ela gritou profundo "EU GOZEI DE NOVO" a beijei mas ela estava sem for�a ent�o fiquei ali abra�a esperando ela se recuperar.



O suor escoria pelo meu corpo eu estava de rouba minha blusa esta encharcada "vem tira sua roupa deixa eu sentir o seu corpo quente sobre o meu"me despi tirando a cal�a primeiro ela logo se animou e me ajudou a tirar a blusa o suti� e a calcinha,"Posso te pedir algo"fiz com a cabe�a que sim "Vem coloca sua boceta na minha boca quero fazer voc� gozar" sentei na cara dela e deixei ela fazer o servi�o, sua l�ngua quente e macia me alisava nossa era maravilhoso, comecei a me mover devagar para n�o machuca la fiquei no vem e vai enquanto ela me ati�ava, n�o demorou muito ela achou meu ponto fraco e fiquei louca e gozei na cara dela, senti escorrer pela minha perna ela desespera a lambeu tudinho sem deixar nada escapar,ficamos ali em silencio uma do lado da outra estava no c�u e com um anjo gostoso.



Nem percebi e acabei adormecendo quando acordei esta sozinha ela tinha ido embora e me deixado ali fique no escuro apenas iluminado pela lua, vesti minha roupas pensando em toda aquela loucura gostosa, ser� que novamente a veria pelos campus, quem sabe.



Antes de sair e pegar meu casaco observei que havia papelzinho ca�do no chao com um numero e um nome ALINE quem diria que eu conseguia tudo que desejava seu nome e seu numero,olhei para o rel�gio e j� eram 19h00 eu ia perder a minha prova e sai correndo pensando se devia ligar.

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