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AGORA ELE � MEU CLIENTE

Agora ele � meu cliente



Oi, sou a Nanda com este novo conto ([email protected]). Sempre adorei massagem, Beto tamb�m ama nossas sess�es de massagem er�tica.

Eu e Beto iniciamos nova fantasia depois do per�odo de viagem dele. Saudades, vontade, um misto de tudo envolvendo o clima depois de um dia de puta com meu macho. Eu, Nanda vou relatar e o Beto far� suas participa��es neste relato.

Era 09h20 da manh� quando tocou meu celular e eu estava na cama. Era o Beto. Atendi e ele queria saber quem falava, j� dando continuidade na conversa dizendo que meu telefone tinha sido uma indica��o de um amigo para que ele fizesse comigo uma massagem relaxante. A indica��o do amigo era muito boa, dizendo que a massagista era carinhosa e muito quente. Me fiz de chocada, afinal era uma profissional s�ria.

Entrei no jogo, nada combinado e fiquei de ver um hor�rio. Claro que meu novo cliente estava com sorte, afinal teria hor�rio no mesmo dia para seu atendimento. Em 19 minutos o atenderia.

Beto chegou com novo nome: Paulo, o cliente mais novo da Cris massagista. Beto entrou, eu o esperava de roupa branca, muito discreta e elegante, salto alto, pouca maquiagem.

Recebi meu cliente que prontamente foi atendendo minhas dicas. Tirou a roupa, muito t�mido, afinal era sua primeira vez naquele ambiente de massagem. Eu, agora sendo a Cris massagista comecei minha tarefa. Expliquei os passos da massagem deixando bem claro que era um momento de relaxamento e que n�o precisava se intimidar.

A massagem come�ou bem. Sou boa nisso e sei que o Beto adora de verdade minhas massagens que normalmente nem acabam, afinal acabam sim, mas de outro jeito, com um sexo maravilhoso e prazeroso.

Beto deitou na cama de bru�os, sem roupas e eu cobri algumas partes de seu corpo. Comecei massageando as costas, creme delicado, sem perfume, m�os quentes, suaves e fortes ao mesmo tempo. Beto respirava forte. Este meu novo cliente o Paulo estava em minhas m�os e a conversa rolando. Falei que era casada e que meu marido sabia tudo sobre meu trabalho, e entendia que era minha profiss�o, mas que nada al�m da massagem acontecia. Paulo insistia em dizer que seu amigo falara da Cris como sendo muito carinhosa e safadinha e assim com todo tratamento de respeito que impus ele pedia desculpas a cada investida.

De repente, tornei os toques em Paulo mais fortes e sedutores, cheirei seu pesco�o, rocei a boca nas costas, senti seu cheiro, passei as unhas pelas costas, cabe�a, arranhei sua bunda virada pra mim. Beijei e lambi sua orelha, um dos meus pontos fracos no meu macho e puxei sua boca pra mim. Dei um beijo chupado, molhado, quente na boca do gostoso. Tes�o. O safado do cliente gostou e retribuiu cada carinho dizendo que seu amigo estava certo quando me indicou e que eu realmente era carinhosa. Com as m�os cheias de creme, Paulo, de bru�os, pernas abertas, n�o resisti e envolvi seu saco com as m�os, explicando o poder da massagem e pedindo desculpas por ser mais ousada, mas que era preciso. Tirei a blusa e massageei suas costas com meus seios. Massageava e lambia, massagem e chupada.

Ainda deitado, Paulo foi manipulado em todos seus cantos. Lambi sua bunda, beijei, apertava lentamente seu saco gostoso, cheiroso, o envolvi e coloquei minhas m�os entre as pernas achando um pau duro, melado, que massageei pelas costas, pegando, apertando, enfiando a cabe�a entre suas pernas, sem deixar que se virasse pra mim ou levantasse dali. Passei creme em seu cuzinho e apertava levemente dando press�o.

Paulo virou-se de acordo com minha ordem. Estava cheio de tes�o, pau dur�ssimo e meladinho. Comecei assim a massagem peniana que havia prometido: Segurei seu pau com as duas m�os, o envolvi, lambi a cabecinha, apertei e coloquei a pontinha da minha l�ngua sugando cada gota de seu melado. O pau latejava, estava duro, r�gido, vermelho, melado, delicioso. Fui engolindo bem devagar at� o fim. Puxei forte e lambi a cabe�a, rocei a l�ngua e engoli tudo de novo me afogando quando Paulo socou tudo na minha boca, me puxando a cabe�a contra seu pau, me chamando de gostosa e putona. Eu estava completamente molhada, quase pingando em ver meu macho todo entregue e cheio de prazer. Que delicia.

Paulo me puxou, me colocou de 04 e disse que eu jamais teria uma foda com meu marido como teria agora com ele. Trepamos muito. Ele me comeu de quatro, me chamando de puta, de safada, e em tom grosseiro dizia que ser� rola que eu queria era isso que merecia e, a cada estocada eu gemia, abafava o grito com uma almofada na boca. Paulo puxou meu cabelo, bateu na minha bunda e me comia. Enquanto comia minha buceta molhada, pingando, ele enfiava um dedo em meu cuzinho cheio de creme. O cachorro queria mesmo uma cadelinha. Ele me comia com for�a e eu de quatro, apertando meus peitos, me chamava de puta e eu gemendo. Falei pra ele que meu marido jamais poderia imaginar o quanto o pau do meu cliente era grande, gostoso, poderoso. Que nunca tinha tido uma foda daquelas. Chupei aquele pau, apertando o dedo em seu cuzinho e Paulo gozou na minha boca enquanto eu engolia seu pau, ele fodendo a minha boca e eu engoli seu leite todinho que jorrou na minha garganta. Ca�mos lado a lado, como sempre, gozados e relaxados.

Nesta semana, dia 24 de agosto meu cliente Paulo me pediu novo hor�rio ap�s receber minha mensagem no domingo: Caro cliente, agende seu hor�rio desta semana e conhe�a as novidades. Cris massagem relaxante

Mas esta � a segunda parte desta nossa fantasia. Mandem coment�rios e emails, responderemos a todos. Beijos da Nanda e do Beto.



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