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A SERVENTE DO RESTAURANTE

Como � o meu primeiro conto, me apresento e espero que atenda as exig�ncias dos leitores. Sou um homem normal, agrad�vel, um pouco atraente se observado, magro por natureza, nada de sarado, coroa, 56 anos, conservado. N�o sou nenhum gal�, mas muito longe de ser feio. Meu pau � normal e mede aproximadamente 19 cm, 3 a 4 cm de di�metro. Portanto, nada espetacular. Vamos agora ao que me aconteceu. Sempre achei os contos um pouco exagerados, mas a partir de agora, passo a acreditar muito mais. Sou divorciado, moro em Florian�polis-SC, sozinho, tenho namorada. N�o sou nenhum santo, mas tamb�m longe de ser um tarado. Estava outro dia na pra�a de alimenta��o de um supermercado perto da minha casa almo�ando. J� passava das 19 horas e ficando mais vazio. Na mesa em frente a minha, duas coroas bem enxutas. Estava as observando, pois bem que me serviriam para uma aventura, quando uma das serventes que recolhem os utens�lios e fazem a limpeza ao passar pela mesa delas, uma das coroas de prop�sito puxa a bandeja para a beirada da mesa para a servente esbarrar e derrubar tudo, fazendo um esc�ndalo proposital. Eu percebi tudo. A mo�a, bonita, mas parecendo engra�ada dentro daquele uniforme feio e grande (maior que ela) ficou sem jeito e pediu desculpas. A coroa respondeu grosseiramente gritando com ela que pagasse outra comida pra ela. A menina entrou em desespero, pois certamente ia pesar no seu or�amento, pois s�o trabalhadoras muito simples e come�ou a chorar apavorada. Levantei ajudei-a com os cacos e disse pra ela n�o se preocupar que eu pagava. Fiz aquilo por pura pena dela. A mulher xingou mais e queria saber quem era o chefe dela pra fazer uma reclama��o formal. Ela entrou mais em p�nico ainda. Disse a ela pra se acalmar eu tinha visto tudo e a ajudaria. Dei o dinheiro pra ela, apenas vinte reais e mandei que acertasse a conta com a mulher. Quando o chefe chegou, antes que a mulher voltasse com seu novo prato, contei o acontecido que n�o admitiria qualquer condena��o à mo�a. Ele entendeu e me pediu que o seguisse at� a sala dele mandando chamar à servente. Ela chegou desesperada esperando o pior. Estava em prantos. Com meu depoimento, acertaram desloc�-la de setor. Ela tava t�o nervosa que ele resolveu dispens�-la e se apresentar no dia seguinte. Feito isso fui embora para a garagem. Quando estou saindo a vejo passando e ofere�o uma carona. Ela aceito e me agradeceu por tudo. Entrou no carro e desabou em prantos. A� que reparei que ela era casada pela alian�a no dedo. Segui para a dire��o que ela me indicou e ela solu�ando falou que agora ainda tinha o medo do marido n�o entender o que aconteceu. Recomendei que pedisse ajuda para o chefe ela falou que n�o adiantaria, pois ele (o marido) era um grosso e que eu n�o me preocupasse que ela resolveria. Deixei-a em casa e fui embora. Duas semanas depois toca o telefone em casa. Era ela. Agradeceu-me novamente, dizendo que o marido apenas brigou com ela que estava tudo bem e que o gerente queria falar comigo e que foi ele que lhe deu o meu telefone. No dia seguinte passei por l� que o gerente queria apenas meu depoimento assinado para confirma��o do que aconteceu. Logo em seguida fui fazer compras e dou de cara com ela. Quase n�o a reconheci. Estava vestida com outro uniforme, mas bonito. S� ent�o percebi que era uma mulher bonita, magra, n�o parecendo gostosona. Fiquei impressionado e elogiei-a. Ela gostou e demonstrou com um sorriso largo e me pareceu malicioso. Mas empurrei esse pensamento pra l� e procurei respeit�-la. Acontece que cada vez que ia fazer compras encontrava com ela e ela sempre muito atenciosa comigo. Desconfiei mas fiquei na minha achando que se tratava apenas de gratid�o. Mas, quando a encontrei num hor�rio de sua sa�da, ela perguntou se eu poderia dar uma carona pra ela. A� pude perceber a real inten��o dela. Entramos no carro e resolvi descobrir a verdade, pois n�o tinha nada a perder e perguntei na lata se ela estava com alguma outra inten��o comigo. Ela corou e respondeu que sim. Ainda est�vamos na garagem do supermercado passei a m�o nos cabelos dela e ela se aproximou de mim esperando mesmo que eu avan�asse o sinal. Naturalmente nos beijamos e ela entregou-se aos meus bra�os. Tinha acabado de tomar banho no vesti�rio, estava cheirosa agarrei-a e a beijei-a gostoso na boca, um beija�o quente e molhado de l�ngua daqueles de estremecer a f�mea. Tiramos um tremendo sarro ali mesmo e ent�o fui direto ao assunto: “voc� quer ser minha?” – � tudo que mais quero, respondeu. Toquei para o primeiro motel no caminho da casa dela. Entramos nos agarrando. – me fode que meu marido s� sabe brigar comigo e n�o me d� aten��o, sei que ele d� as escapadinhas dele e to precisando. – vou te fuder sim, vem gostosa. Apertei seu corpinho, no meu em abra�os e beijos quentes. Ela � do tipo mignon eu n�o sou muito alto (1,70) e ela menor que eu e ficamos sarrando muito. Fui aproveitando ao m�ximo, fazendo preliminares espetaculares, sentindo que ela ia ficando cada vez mais tarada. Come�amos a tirar nossas roupas e foi a� que percebi que ela � muito gostosa, tipo falsa magra, mas com um corpinho muito delicioso. N�o tinha a cintura muito definida, mas � uma delicia de mulher, bem gostosa. Tava me parecendo muito jovem e perguntei a idade, 25 anos, pra mim, uma verdadeira ninfeta. Com ela pelada, joguei-a na cama e passei a chup�-la todinha. Beijando muito na boca que ela disse gostar muito, lambendo o pesco�o, enfiando a l�ngua na orelha e falando sacanagem. Ela se arrepiava toda e gemia. Beijei todo seu corpo, deslizando minha l�ngua por tudo, quando beijei seus pezinhos, ela enlouqueceu. – quero ser sua todinha. – quero te fazer minha puta; vou te comer inteira. Cheguei com minha boca na bucetinha dela, que j� exalava o cheiro do tes�o e j� estava bem meladinha. Uma bucetinha gordinha, emoldurada com pentelhos na medida, do jeito que eu gosto. Beijei, lambi, chupei o grelinho, mamei toda aquela racha, chupando com tes�o. Quanto mais abusava dela, mais percebia quanto ela � gostosa. – quero que voc� goze na minha boca, quer beber tua porra. – ent�o me chupa bem a buceta que estou quase l�. Enfiei minha l�ngua com for�a, agarrei com meus l�bios o grelinho e deslizei minha boca, l�bios, l�ngua por tudo no meio das pernas dela. Quando dei umas lambidas no cuzinho ela estremeceu toda come�ou a gemer mais alto gritando – chupa minha buceta, me chupa a bucetinha ela � tua, mama que vou gozar. Com mais rapidez nas chupadas e lambidas no cuzinho, ela gozou sacudindo todo o corpo, esporrando na minha boca. Suguei tudo o que escorria daquela grutinha mamando gostoso, at� que senti que ela arriou todinha. Deitei ao lado dela com o pau que era uma estaca e fiquei acariciando-a. Ela totalmente esparramada quase desmaiada na cama. Peguei a m�o dela, coloquei no meu pau duro, ela segurou e ficou acariciando mansamente. Balbuciou que nunca tinha tido um gozo t�o intenso como aquele ia querer mais, muito mais. – no que depender de mim, voc� vai ter muito mais e melhor. Quero te fazer minha amante bem puta. – j� sou, me respondeu ela. Quando ela se recuperou, perguntei se ela tava gostando do meu pau. – to adorando, macio, bem duro. Quero esse pau todo pra mim. – ent�o vem me chupar putinha, quero sentir tua boca no meu cacete. Ela veio por cima de mim e abocanhou meu cacete com vontade, dava lambidas na cabe�orra dura e engolia com prazer, enfiando tudo na boca. – chupa vagabunda, chupa mesmo, assim, te quero bem puta avan�ando no meu caralho. Quando eu falava assim ela ficava mais louca ainda. Joguei-a na cama e vim com meu pau duro por cima dela, esfregando na cara, batendo levemente e ela adorando. Bati na boquinha, esfreguei nos l�bios e ela se deliciando. – isso me d� teu pau na boquinha, quero te chupar. – vou foder tua boca safada, toma, lambe. Enfiei e comecei a fuder a boquinha metendo com for�a at� a goela. Ela quando conseguia falava que tava adorando e que queria ser todinha minha assim. Ent�o deitei sobre ela, mandei que pegasse meu caralho e ficasse pincelando na rachinha dela e comecei a conversar – por que voc� decidiu fuder comigo? – voc� foi muito gentil comigo. Casei virgem com marido que me maltrata muito e n�o me come direito, parece que tem nojo de mim e acho que tem uma biscate por a�. Ele bebe muito e dorme quase sempre antes de mim e fico na secura. Cansei e decidi que preciso de um macho e escolhi voc�. – isso me deixa muito feliz, to gostando da id�ias, respondi. – quero ser sua puta bem safada. Enquanto fal�vamos muita safadeza ela ia passando meu pau na bucetinha, at� que n�o aguentando mais me pediu: – agora me fode, come a minha buceta, pega ela pra voc� e me come, quero teu esse caralho bem duro dentro dela. – ent�o coloca ele na entradinha da tua buceta minha puta, coloca que vou te penetrar, te possuir. Voc� agora vai ser minha cadela. – quero ser tua cachorra, me come, pega minha buceta e fode mesmo, quero cornear aquele safado do meu marido. Comecei a enterrar, penetrando aquela bucetinha meio apertadinha. � medida que entrava, ela ia estremecendo de tanto tes�o, gemendo e pedindo mais – mete amor, enterra tudo dentro de mim, quero me entregar todinha pra voc� me fode, me come assim com esse cacete. – meto vagabunda, quero mesmo possuir tua buceta. Toma pau putinha, assim enterrado at� os bagos. E fui socando com for�a dentro dela, bombando muito numa foda alucinada, beijando sua boca, chupando os peitinhos durinhos, mamando muito, agarrando-a nos meus bra�os e apertando todo seu corpo contra mim. Ela estava muito tarada. Bombei com muita for�a e ela avisou que ia gozar. – isso puta goza no meu pau, quero teu gozo no meu caralho, encharca minha r�la com teu mel. Ela estremeceu e come�ou a gozar. Nessa hora eu bombei com muita for�a, socando tudo. Ela gritava – me fode seu puto, me come, come sua vagabunda. E soquei muito forte ela come�ou a gozar, bombei at� ela ter outro orgasmo e ent�o n�o deu pra me segurar mais e gozei enchendo-a de gozo. Gozamos estremecendo os dois at� cairmos exaustos. Uma trepada fabulosa. Descansamos e fomos tomar um bom banho. Ela � t�o gostosa que s� nos esfregando no banho, meu caralho j� deu sinal de vida querendo endurecer. Ala adorou o fato. – acho que estamos acendendo algu�m, falou massageando meu pau. – chupa putinha, quem sabe ele acorde todo. Ela ajoelhou-se no box e come�ou a me chupar e assim meu caralho endureceu novamente. – vamos pra cama minha puta, quero te comer novamente. Nos secamos e deitamos na cama, mandei ela sentar na minha cara e esfregar a bucetona na minha boca, chupando meu caralho. – agora vamos fazer um delicioso 69. – te quero esfregando bem essa buceta na minha cara. Ela rebolava e eu chupava gostoso a fazendo gemer enlouquecida. Minha boca e l�ngua explorando sua bucetinha e seu cuzinho e meus dedos ajudando, enquanto ela fazia o mesmo no meu cacete e nas minhas bolas. – del�cia amor, me chupa assim a buceta, t� bom demais. E eu obedecia mais que satisfeito. Comecei a bolinar o cuzinho dela com meu dedo e ela se arrepiando toda. Foi quando senti uma melada no meu rabo. Era ela salivando meu cuzinho e falando: – gostas de massagear meu cuzinho? Ele � virgem, sabia? E que tal eu fazendo o mesmo no teu? – fique a vontade, respondi, assim ficamos num 69 completo e quando enfiei meu dedo no cuzinho dela ela fez o mesmo no meu e gritou – puta que pariu, que tes�o voc� t� me dando. Vem me fuder de novo, vem que to morrendo de tes�o. Coloquei-a de 4 e meti forte atolando meu cacete na buceta, at� o talo. Ela gritava – que foda gostosa, me come meu amante, come tua puta que � assim que eu quero ser pra voc�, bem puta. – toma pau minha vadia, toma meu caralho e goza nele. Meti o dedo no cuzinho arrebitadinho dela naquela posi��o de 4 e ela estremeceu toda e entrou em gozo louco, gritando – me fode a buceta, bolina meu c� sou tua puta. Fode meu homem. E gemia feito louco, bem cadela no cio. N�o aguentando mais, gozei novamente at� arriarmos na cama. Em seguida fomos embora, mas definindo que seriamos amantes e tivemos outras aventuras que conto depois, pois esta narrativa j� est� muito grande. Espero que tenham gostado. Tony. [email protected].

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