Oi, me chamo Ricardo, tenho 32 anos.
Quero aqui compartilhar uma maravilhosa experi�ncia que tive com a sobrinha do meu melhor amigo..
Conheci Nagilane j� faz alguns anos, desde quando ela era uma adolescente. Eu a conheci por interm�dio do tio dela que por ventura � um grande amigo meu.
Quando Nagilane tinha 19 anos de idade, um certo dia jog�vamos conversa fora, ela e eu. Sempre conversamos muito sobre musica, pois sou musico e o tio dela tamb�m. Na varanda da casa dela , ela estava deitada numa rede, e eu sentado a sua frente numa cadeira pregui�osa. Ja t�nhamos bastante intimidade pois �ramos grandes amigos, foi quando ela me surpreendeu com uma pergunta; Ricardo voc� j� teve rela��o sexual com alguma adolescente?, Eu fiquei surpreso com tamanha pergunta, porem eu a respondi que n�o.ela novamente me surpreende, disse ela; voc� teria coragem de ficar comigo?, Amigos, fiquei pasmo, n�o sabia o que responder, pois eu tinha um carinho muito grande por ela, mais era um sentimento fraternal.
Eu j� era bem adulto, ela uma crian�a, tamb�m era o melhor amigo do tio dela, eu respondi; Nagilane, disse a ela, eu tenho um certo carinho por voc�, mais � puro amor fraternal, amor de irm�o, voc� � uma crian�a e eu um homem adulto, procure algu�m da sua idade, disse a ela, porem ela me disse que ainda era virgem e que queria perde a mesma com um homem adulto, e como ela me admirava muito queria que eu fosse o primeiro.Mais eu disse n�o e at� cheguei a pensar que fosse uma brincadeira dela.
Ela se sentiu muito rejeitada e magoada disse que n�o queria mais conversa comigo, e que eu guardasse segredo. N�o dei mais bola at� esqueci do acontecido.
No mesmo ano tive que ir morar em s�o Paulo, queria terminar minha faculdade de direito, acabei gostando de s�o Paulo e fiquei 4 anos sem ir em minha pequena cidade natal.
Em dezembro, no ultimo ano de faculdade, minha m�e me intimou para que eu fosse passa natal e ano novo com a fam�lia, decidi ir, ao chegar na casa de minha m�e nos abra�amos, conversamos e tudo mais. No dia seguinte, ao saber que eu estava na cidade veio Pedro, o tio de Nagilane me visitar. Matamos a saudade e tudo mais, ele me convidou pra ir numa festa na casa da Irma dele pra comemorar, eu aceitei.quando cheguei na dita casa vi alguns amigos de inf�ncia, foi muito legal. Pedro me apresentou algumas amigas gostosas dele, tinha xoxotas de varias qualidades, tava muito boa a festa, ele me falou que queria apresentar uma pessoa muito especial, eu aceitei, foi quando ele veio com uma morena de pele clara, olhos verdes, minha nossa! que bunda maravilhosa ela tinha, sem contar com o par de peitos empinados que at� parecia que queriam rasgar aquela blusa de malha fina, era linda, gostosa e encantadora aquele monumento.
Pedro disse; voc� esta conhecendo, lembra dela?, Eu disse que n�o, mais j� meio desconfiado, ela sorriu e me falou; deixa de ser bobo sou eu Nagilane!. Fiquei muito surpreso e desconfiado, ela me abra�ou e me beijou no rosto com muito carinho foi muito gostoso.
Nagilane me convidou pra jantar na casa dela no dia seguinte, com certeza aceitei.
Ao chegar na casa dela, quem me recebeu foi sua m�e, uma mulher encantadora, muito amiga minha. Nagilane desceu e veio me receber tamb�m.Ela disse;veja m�e como o tio esta maduro agora.nossa fiquei indiguinado com o que ela disse.
Porem observei que ela sorriu, que tinha falado aquilo pra me provocar, tudo bem, logo esqueci.
Jantamos, conversamos muito, j� estava tarde, sua m�e disse que eu poderia ficar a vontade e se retirou pro quarto pra dormi.Nagilane me convidou pra ir pra varanda pra conversa um pouco, ao chegar na varanda ela sentou numa pequena poltrona eu em outra na sua frente. Ela me perguntou se eu tinha namorada, eu disse que sim, me perguntou se eu amava minha namorada, respondi que sim, e se eu j� tinha tra�do, tudo respondi.
Ela disse; voc� me acha bonita tio?, respondi que sim, mais pedi pra ela n�o me chamar de tio, ela disse voc� � meu tio, lembra do amor fraternal?, fiquei calado.disse ainda ela; eu sou sex tio?, disse que sim, ser� se algu�m me rejeitaria?, continuou ela, eu disse s� se for bobo, ela disse; ainda bem que reconhece os seus defeitos, fiquei calado; porque me rejeitou?, disse ela, voc� era uma crian�a, disse eu,; agora n�o sou mais,continuou ela dizendo.
Ela estava numa mini saia s� pra me provocar, deixou as pernas um pouco abertas e vi o volume da sua buceta suculenta. Fiquei de pau duro e sem saber o que fazer.ela percebeu, abriu mais as pernas e me disse que eu poderia ver, meu tes�o aumentou ainda mais. Ela segurou a minha m�o e colocou em cima da sua xoxota quentinha.
Eu bem devagar acariciei sua xana gostosa. Eu perguntei se ela ainda era virgem, ela disse que n�o, falou que eu poderia fodela sem medo algum.eu j� louco de tes�o comecei a beijar sua boca cheirosa e chupar seus peitos durinhos.
Lambendo sua barriga desci at� o seu canal do amor, puxei aquele min�sculo fio dental de lado e cai de l�ngua na sua buceta gostosa. No mesmo instante me tornei um animal voraz que tinha sede e fome daquela xoxota gostosa, chupei por mais de uma hora a xoxota dela, ela me pediu pra foder sua buceta , sentei na pequena poltrona e ela subiu em cima do meu pau com toda a vontade e come�ou a cavalgar como uma louca e a querer gritar, tive que tapar a sua boca.a morena tinha muita fome na minha rola. Me fez gozar por duas veze, eu j� estava cansado, pois j� eram tr�s horas da manha e nois ali naquela varanda fodendo sem parar.
Eu j� n�o estava mais aguentando e pedi arrego.
Fiquei com medo da m�e dela acorda, nos vestimos e conversamos um pouco.
Ela me disse que a maior vontade dela era trepar comigo, e que agora estava realizada e que eu poderia fodela sem medo algum. Depois come�ou a cair a ficha, e eu fiquei um pouco arrependido mais o meu tes�o por aquela gostosa era maior que o arrependimento.
Fodemos por v�rios dias at� que me descuidei e ela acabou engravidando e todo mundo ficou sabendo da nossa rela��o.
Tive que assumir e agora somos casados e nos amamos muito e temos um lindo bebe.
TE AMO NAGILANE VOC� � MINHA VIDA. ESSA � SO UMA PEQUENA PARTE DA NOSSA HISTORIA.