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APROVA��O NO CONCURSO MUDOU MINHA VIDA

APROVA��O NO CONCURSO MUDOU MINHA VIDA





Sou Larissa loira 25 anos casada a um ano seis meses, meu marido Rafael tem 26 anos moreno, tudo come�ou a dois anos quando prestei concurso para um cargo publico, com sal�rio inicial de R$ 3.500,00.

Com seis meses de casada, recebi o chamado para o cargo t�o esperado, s� que para assumir em Ribeir�o Preto, sendo que resido em S�o Jose do Rio Preto.

At� ent�o eu recebia R$ 700,00 e meu marido R$ 2.000,00, decidimos que eu assumiria o cargo depois veriamos o que fazer.

Ent�o no dia marcado fui assumir meu posto, descobri ent�o que n�o era a unica fora de casa, eramos em cinco, tres mulheres e dois homens, sendo que uma das mulheres tambem era casada, os demais eram solteiros.

Depois da primeira semana de trabalho, no hotel, antes de irmos para casa, conversando sobre como agiriamos nas semanas seguintes em rela��o a moradia, decidimos aproveitar o fim de semana para pensar na possibilidade de formarmos uma republica j� que trabalhariamos todos juntos e ainda barateariamos os custos.

Cenversando com meu marido, cogitei a ideia dele ir para Ribeir�o comigo, mas ele achou melhor aproveitarmos ao maximo os dois salarios, para fazermos um pe de meia.

Ent�o a pesar dele ser muito ciumento, chegamos a conclus�o que seria melhor formarmos uma republica em Ribeir�o e ver no que dava.

Assim como eu todos decidir�o, fomos ent�o nos tempos vagos atraz de casa e m�veis, em pouco mais de 20 dias estava tudo pronto, quando estava completando 1 mes em Ribeir�o estavamos todos na mesma casa.

Dai para frente as coisas come�aram a mudar pois a cada dia que passava ficavamos mais descontraidos, nas brincadeira, nas roupa que usavamos quando em casa, nas portas destrancadas na hora de dormir, trocar de roupa e at� na hora de tomar banho, sendo assim aconteceram varios flagras, no primeiro momento uma saia justa, mas com o passar do tempo risos e at� cantadas discretas.

� ia me esquecendo, a casa tinha 3 quartos, em 1 ficou os dois rapases em outro ficou as outras duas mulheres e por sorteio fique no quarto sozinha.

Otavio um dos rapazes morava em Jales, assim para ir para casa passava por Rio Preto e passou a me dar carona �s segundas e sextas, a� sim as liberdades entre Otavio e eu realmente foram tomando um rumo sem volta.

Devo ressaltar que perdi a virgindade com meu marido, meu unico homem at� ent�o e nem sequer tenha pensado em trai-lo.

Mas quando fazia aproximadamente 6 meses que estavos l� teve um feriado na terca feira e eu e Otavio resolvemos ficar por l� os demais foram embora na segunda a tarde para voltar quarta de manh�, conversei com meu marido e ele tambem concordou que n�o compensava ir e voltar mas n�o falei que ficariamos eu e o Otavio, at� a� n�o tinha nenhuma intens�o oculta, apenas n�o achei nescessario, pois como j� disse ele � muito ciumento e n�o havia motivo para desperta-lo.

Ainda na segunda saimos para um barzinho onde tomamos umas a mais e j� em casa rolou um clima e acabamos nos beijando pela primeira vez, a� sentindo uma vontade muito grande at� de ir alem, me livrei do beijo e corri e me tranquei no quarto mesmo com a ensistencia do Otavio n�o abri a porta, e acho que devido ao alcool ingerido a mais acabei por dormir r�pido.

No dia seguinte quando abri a porta, levei um susto ao ver o Otavio deitado no ch�o em frente a porta do meu quarto, apavorada dei um chaqualh�o nele, s� a� me tranquilizei quando ele falou comigo e vi que estava bem, apenas havia dormido ali mesmo esperando que eu o deixasse entrar.

Ainda um pouco assustada pedi mil desculpas, ele ent�o disse que s� me desculparia se passassemos o dia juntinhos, eu me preocupei, mas ainda me sentindo culpada por ele ter dormido no ch�o, aceitei.

Saimos para almo�ar e passeamos muito, quem nos via apostaria que eramos namorados ou marido e mulher pois n�o mais conseguia resistir a seu beijos e abra�os e at� caricias mais ousadas.

Isto foi nos deixando super exitados, quando chegamos em casa j� n�o nos aguentavamos mais, e a� nos entregamos a mais louca noite de sexo, onde rolou de tudo, inclusive beber porra e anal que n�o tinha feito nem com meu marido, à quem continuo amando de mais, s� que o sexo perdeu sua gra�a.

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