Meus caros colegas.... Esse � o meu segundo post... Eu comecei a dividir com voc�s um jogo de sedu��o que eu estou vivendo com a minha cunhada. Mas algo inesperado aconteceu.
Nesse final de semana eu e minha linda esposa fomos at� a casa de s�tio da fam�lia dela... Fomos n�s, a minha sogra e uma prima. Fica no interior de S�o Paulo, num condom�nio fechado, sem muito luxo, mas muito aconchegante.
No s�bado à tarde a minha esposa e a prima sairam para fazer mercado no centro da cidade enquanto eu fiquei em casa ajudando a minha sogra fazer a faxina.
A minha sogra j� � uma senhora quase sexagenara, n�o tem mais o corpo de outrora - e que corpo!! pois quando vejo as fotos dela jovem... meu DEUS!! - mas em compara��o a outras senhoras da mesma idade ela est� muito bem.
Ela tem mais ou menos 1,68m, cabelos e olhos castanhos, pele branca, seios medianos, bem torneados e firmes para a sua idade, quadril largo, mas j� naquele formato de pessoas de certa idade. Algo interessante... ela n�o � mais magrinha, mas tamb�m n�o tem barriga e tem uma boca que chama a aten��o.
Eu nunca a tinha observado com tais olhos, at� porque ela � a minha sogra.... mas tive que descrev�-la assim para contar o que se passou em seguida.
A minha sogra estava tirando a poeira da casa, mas ainda com a mesma roupa que chegara ao s�tio. Era um daqueles vestidos que as mulheres muito t�m usado ultimamente, que vai at� a linha do joelho, um pouco mais justo ao corpo. mas que deixa as pernas soltas. - Desculpem pela descri��o da roupa, mas eu n�o entendo nada disso. - Fato � que ela estava mais preocupada em estar à vontade dado o calor que fazia naquele s�bado.
Em alguns dos movimentos de limpa, puxa e empurra eu n�o pode deixar de observar como o rabo dela � grande, eu ficava imaginando me encaixando naquele quadril, meu pau ficou duro, mas ela nem percebeu (eu acho -rs).
Estava indo tudo muito bem, tranquilo, da forma como deveria ser, quando ela pediu para eu ajud�-la a segurar a escada, pois ela ia tirar a cortina.
Como a casa � antiga, a janela da sala � daquelas grandes, que toma toda a face da sala, e a cortina tamb�m � comprida e alta. A escada era daquelas de cinco degraus e ela teve que chegar at� o quarto degrau para conseguir retirar as roldanas. Eu me ofereci para tirar, fiquei preocupado caso ela se desequilibrasse, mas ela disse que n�o, que eu deveria segurar a escada.
Enquanto eu estava l� segurando a escada, foi inevit�vel dar aquela espiadinha.... Eu que j� estava pagando um pau para aquele rab�o, quando percebi que ela estava sem calcinha, eu pirei.
Dada a liberdade que eu tenho com ela eu at� brinquei dizendo "sogrinha, vai r�pido a�, porque aqui embaixo voc� est� me torturando". Ela entendeu ao que eu me referia, olhou pra baixo, deu aquela risadinha safada e me disse pra tomar tento. (risos).
E puxa a escada pra c�, pra l�, sobe e desce e eu n�o conseguia parar de olhar por de baixo daquela saia, para aquela bunda gostosa. Meu pau estava muito duro, eu j� estava todo melado e eu come�ava a suspeitar que ela estava fazendo de prop�sito. Numa das vezes ela colocou a perna esquerda sobre o �ltimo degrau e a� eu pude ver a bocetinha dela inteirinha, fiquei com muito tes�o, pois ela deixa tudo raspadinho, lisinho.
Ela sabia que eu estava vendo... Ela sabia que eu estava de pau duro, n�o dava para desfar�ar. Ent�o eu resolvi arriscar.
Quando ela ent�o descia da esqueda pela �ltima vez eu me posicionei para segurar a escada de uma forma que ela deslizasse aquele rab�o pelo meu corpo. Ao chegar no �ltimo degrau inevitavelmente ela sentiu naquela bunda o volume do meu pau. Ela olhou para tr�s, sorriu, deu uma reboladinha discreta e disse: "Eu n�o imaginava que voc� ficaria desse jeito por minha causa. Posso ver?".
Enquanto ela perguntava se podia ver o meu pau ela j� estava, ainda de costas, com a m�o no meu pau. � claro que a resposta foi "sim".
Ela se virou, abaixou o meu shorts, acariciou meu pau com as duas m�os e depois chupou gostoso, t�o gostoso... Ela engolia o meu pau inteiro, o que me deixava cada vez mais com tes�o, pois eu n�o podia imaginar que aquela coroa mandava t�o bem assim no boquete.
Depois de uns dez minutos de chupeta - e eu me segurando para n�o gozar na boca dela - ela se levantou e pediu para eu chup�-la tamb�m. Ela levantou a parte de baixo da saia, ficou de joelhos no sof� e arrebitou aquele rabo maravilhoso pra mim. Olhou para tr�s e me chamou para lamber aquele rabo, que ela estava cheia de tes�o pelo genro dela.
Ela arrebitou aquele rabo de um jeito que eu podia ver direitinho a linha daquela boceta e o cuzinho dela, branquinho, lisinho, que me chamava como nenhum outro rabo me chamara anteriormente.
Ent�o eu ca� de boca, lambi, chupei, guspi, lambi de novo... mas perdi o controle quando eu estava com dois dedos na boceta dela e ela olhou pra tr�s pedindo mais dois dedos e a l�ngua no cuzinho. Al� eu percebi que ela era perversa, que eu ia comer o c� dela e que tamb�m ia merecer uma gozada na cara.
Quando eu encaixei meu pau na boceta dela eu n�o pude acreditar como ela era apertadinha... Ela pediu para eu ficar parado porque ela queria rebolar pra mim.... Eu segurava aquele rab�o e ia metendo meu dedo naquele cu gostoso.
De repente ela parou, se voltou pra mim, chupou meu pau com muita for�a, deixou ele todo molhado e disse: "Agora voc� vai comer o meu c� bem gostoso".
Ahhh... n�o me aguentei, eu ia comer o c� dela sim, mas antes ela ia ter que engolir toda a minha porra. Mandei ela continuar chupando porque eu ia gozar.... Ela ficou louca, segurava meu pau de uma forma a criar mais press�o. Eu acho que nunca gozei tanto na minha vida.
O jogo de sedu��o com a minha cunhada ainda continua, mas esse lance com a minha sogra foi realmente inesperado, inusitado e me faz entender por que as filhas dela tamb�m s�o t�o gostosas e t�o safadas.
Quando acontecer alguma coisa nova eu volto para contar pra voc�s.