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OLHEI A EMPREGADINHA E COMI A FILHINHA DE BRINDE

Ainda me lembro daquele dia como se fosse hoje. O dia em que contratamos nossa nova empregada, Alice. Ela era muito gostosa, cabelos escuros, rosto de mulher madura, um corpo de deixar qualquer um louco e solteira. Separada, pois havia terminado o casamento com o marido faziam 2 anos. Como resultado de seu casamento, tivera uma filha, Bruna. Uma garota linda tb. Puxara a m�e, mas tinha algo de diferente no olhar. N�o sei o que era, s� sei que era t�o gostosa quanto à m�ezinha.

Enfim, estava de olho em Alice desde quando ela come�ou a trabalhar aqui. Queria muito pegar minha empregadinha. Ficava de olho toda vez que ela tomava banho e trocava de roupa. Ela era madura e gostosa e isso me excitava.

Aproveitei um dia que meus pais haviam viajado e passariam o fim de semana fora. Oportunidade perfeita. Fui at� o quarto de Alice, pois meus pais haviam dispensado ela. Como n�o era de sair, ouvi qndo disse que ia tomar banho e dormir. Foi a� que fui at� l�. Fiquei vendo ela se ensaboando, passando a m�o pelo corpo, sonhando que era a minha m�o que deveria estar l� e n�o a dela. N�o aguentei. Entrei no banheiro e fiquei olhando ela pelo vidro. Ela estava t�o distra�da que nem percebeu. Se virou, ensaboou sua bundinha linda, com todo cuidado.Foi retirando o sab�o, a �gua escorrendo pelo corpo e resolveu se virar. Foi a� que me viu. Ficou assustada, perguntou o que eu estava fazendo l�. Eu disse que estava olhando o banho delicioso que ela estava tomando, mas que faltava uma coisa e que devia dar um banho nela. Ela ficou assustada, disse que eu estava doida e que ela n�o tinha rela��es com mulheres, aumentando meu tes�o ainda mais.

-Essa pode ser sua primeira vez. - disse a ela.

- N�o. N�o gosto disso. Pare! - ela disse.

Foi a� que resolvi chantage�-la. Falei a ela que se n�o me deixasse toc�-la e fazer o que eu queria, eu pediria a meus pais para demiti-la.

Alice ficou com medo de perder o emprego, at� pq no �ltimo que teve, o patr�o a assediou e ela n�o cedeu. Foi contar para a patroa e perdeu o emprego. Pra que isso n�o acontecesse de novo, ela cedeu pra mim. Me disse que deixaria eu dar banho nela, mas pra eu n�o abusar demais. Fui, cheia de maldades. Ai ai...mal sabia ela que eu ia n�o s� dar banho, mas com�-la da forma que quisesse.

Tirei minha roupa e entrei no box.Fechei a porta e logo comecei a ensaboar minha empregada.Agora, ela era minha putinha. Passei sab�o pela barriga, fui descendo minha m�o com muita calma, pra aproveitar bastante.Passei a m�o na parte de dentro de suas coxas, primeiro subindo do joelho at� perto de sua xaninha. Quando estava chegando bem perto, ela tentou me afastar. Eu a puxei pela cintura e, encostando minha boca em seu ouvido, disse baixinho: Seja boazinha que vc n�o vai perder o emprego. Calma que vc vai gostar muito do que vou fazer. Enquanto amedrontava a mulher que eu tanto queria violar, fui encostando minha m�o em sua xana.Senti que ela se assustou. Repetia para ela relaxar, que ia ser gostoso, mas n�o a sentia ceder. Resolvi apelar: Vamos fazer o seguinte, eu vou subir pro meu quarto e vamos tomar banho l�. Acho que tenho algumas coisas que v�o te deixar mais relaxada. Ela logo disse que n�o iria, e eu, tratei logo de meter medo. A segurei firme pela buceta e disse: Voc� vai, e agora.

Sa�mos do banheiro, vestimos toalhas e subimos para meu quarto. Fomos at� o banheiro e continuamos nossa festinha por l�. Coloquei Alice no box e fui at� o arm�rio pegar uns acess�rios. Vesti uma cinta, com um p�nis de borracha e fui pro banho. Quando cheguei, ela se assutou. Me perguntou o que eu pensava em fazer com aquilo e logo disse que havia trago algo com o qual talvez ela tivesse mais intimidade. Era para ela ficar mais à vontade.

Entrei no box, liguei a �gua morninha e voltei a acariciar o corpo da minha putinha. Toquei nos seios, puxei eles um pouquinho, mamei, lambi, apertei, nossa que tetas! Desci minhas m�os at� a vagina de novo e comecei a passar a m�o. Primeiro por fora, em volta, para ver se ela come�ava a relaxar.Depois, fui passando meu dedinho pela portinha de sua xaninha, enterrando aos poucos em sua xota. Senti que, ela podia n�o estar à vontade, mas estava com tes�o, pois come�ou a ficar babada. Falei em seu ouvido: Sua putinha! Fazendo jogo duro comigo, mas t� ficando toda babada com meus carinhos.Agora vc vai me dar como eu mere�o.

Peguei por sua cintura e a virei. Encostei na parede, a agarrei e falei em seu ouvido: Vc j� foi comida por tr�s?

Ela me respondeu que n�o. Da�, fiquei com mais vontade.

- Vai ser agora. - disse.

- Vira a bunda pra c�, vadia.

- N�o faz isso, por favor. - ela pediu, implorou, mas eu n�o cedi. Queria comer aquela bundinha e arrombar a empregadinha toda.

Puxei a bunda dela, empinei aquele cuz�o e meti o meu consolo. Enfiei com calma, pois ela nunca tinha feito isso. N�o queria que ela ficasse com dor, pois queria aproveitar bastante.

Fui metendo, puxando ela pra mim, me levantando pra enterrar ainda mais. Mandei ela abaixar e quando ela deu mole, enterrei todo o consolo nela. Que del�cia! Ela gritava, urrava de dor, prazer, n�o sei. S� que isso me deixava mais motivada. Enquanto ia fazendo movimento de vai e vem atr�s daquele bund�o, coloquei minha m�o em seus peitos e comecei a apert�-los, de leve. Senti que ela agora, come�ava a ceder, pois n�o a puxava mais. Ela passou a vir pra mim. Rebolava, enterrava o bumbum e me olhava com uma cara de safada.

Safada. Passou a gostar.E gozou, como nunca. Come�ou a falar putaria. Nunca imaginei que Alice soubesse tantas.

Me surpreendi quando eu tirei o p�nis dela e ela saiu do box, sentou em cima da pia e me pediu para fod�-la de frente. Eu me neguei, pois disse que queria com�-la, que ela deveria gozar em minha boca. Ela me chamou e disse: v�m. Eu ca� de boca naquela xota depiladinha. Lambi, meti, acariciei e enterrei meu dedinho, alternando entre lamber e enfiar a lingua. Dei mordidinhas, qndo comecei a sentir que ela tava ficando durinha.

Dei tapinhas e madei ela rebolar bem gostoso, pois queria que ela sentisse a l�ngua bem fundo. Ela obedeceu. Agora, minha empregadinha tinha passado a ser a putinha mais gostosa que eu j� tinha pegado.

Comi ela muito gostoso e, depois que ela gozou em minha boca, fiz a vontade dela. Meti o consolo em sua xaninha, fiquei mexendo at� ela gozar de novo. Puxei muito forte aquela mulher. Finalmente fiz ela relaxar. Ela at� aceitou me beijar enquanto eu metia nela.

Pelo visto, gostou de tudo que fizemos, pois repetimos muitas vezes.

Quando terminamos, naquela noite, ela se despediu e foi pro quarto, se trocar.

Eu, fui deitar em meu quarto.N�o esperava mais nada daquele dia. Alice tinha acabado de sair do quarto. Ouvi seus passos na escada. De repente, Bruna entra no meu quarto.

Eu j� estava de roupa trocada, descansando.

Perguntei a ela o que queria e ela logo me disse:

- Quero tudo que vc deu a minha m�e...e muito mais.

Safada! Confessou que estava espiando enquanto eu fodia sua m�e. At� bateu uma siririca enquanto nos observava. Percebi, quando a toquei, pq sua calcinha estava toda molhada. Isso me excitou e eu parti pra cima da filhinha da empregada. Outra putinha. Ainda mais puta que a m�e. Topou de tudo, at� me deixou meter no cuzinho. Fiquei com mais tes�o qndo me disse que era virgem e que queria que eu tirasse sua virgindade.

Caramba!!Que sorte a minha: Olhei a empregadinha e comi a filhinha de brinde.

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