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CH� DE COZINHA

Diana, como sempre, rouba a cena e diz:

- Meninas, eu n�o sei se irei conseguir reproduzir o que ela me contou, mas vamos l�!

Diana coloca uma bela almofada no ch�o, ap�ia os joelhos e fica de quatro no meio da sala. Pega outra bela almofada e ap�ia as m�os e o rostinho lindo. E continua a contar:

- Aaai. Aaai. Que gostoso! Isso! Enfia mais! Enfia!

E o cara l�, atr�s dela, enfiando fundo! Ela me disse que era muito grande. Gostoso! Parecia que ia sair pela boca! Tava uma del�cia! Ela sentia sua vagina inchada, quente, molhada, gostosa, abrindo e fechando cada vez que ele retirava e enfiava seu belo cacet�o! Ela j� tinha gozado algumas vezes. Tava cansada. Martinha virou seu rosto para tr�s e lhe disse, sensualmente:

- Meu gostos�o, me d� leitinho? D� p� mim, amor? (risos)

Ela disse que o cara pirou! Ele come�ou a enfiar ainda mais fundo e com mais for�a. Segurava na bunda dela e mandava brasa na xoxota. Ela j� n�o aguentava mais aquele entra e sai. Ela ainda teria outros clientes e n�o poderia se acabar com ele. Ela tornou a dizer:

- Meu gostoso, goza? Eu n�o aguento mais!

O cara tirou o cacet�o da xoxota e disse:

- Agora eu quero enfiar aqui!

E colocou a ponta do p�nis no �nus dela. Ela, imediatamente, disse contraindo o buraquinho:

- A�, n�o! Vai doer! Eu n�o fa�o anal!

Ele retrucou:

- Eu quero! Eu pago mais! Mas eu quero enfiar aqui!

E ele j� foi for�ando a entrada. Ela disse, contraindo o buraquinho novamente:

- Quanto paga a mais?

Ele, todo malandro, disse:

- Martinha... Eu j� paguei R$ 250,00 reais por uma hora contigo, ent�o eu pago mais 250,00 e ficamos mais um tempinho! Fechou?

Ela pensou e disse:

- Tudo bem. Fechou! Vamos l�. Pode colocar! (mas ela achou que ele sabia o que estava fazendo!)

O cara enfia de novo na xoxota e volta no ritmo em que estava, ou seja, enfiando e tirando muitas vezes, sem parar! Ela j� estava ficando sem lubrifica��o e come�ava a assar a xoxota. E ele se deliciando e pingando suor nas costas dela! Ela tornou a olh�-lo e disse enfurecida:

- Voc� n�o me disse que iria colocar atr�s?

Ele piscou pra ela e arrancou o cacet�o da xoxota. Colocou a ponta do p�nis na porta do �nus, segurou na bunda dela e enfiou! Numa vez s�! Fodeu! Martinha, tadinha, contraiu seu corpo, afastando-se dele e deu um grito bem alto, de dor:

- Aaaaaaaaai! Aaaaaaai! Filho da puta! T� doendo demais! Tira! Tira!

Foram duas grandes dores. Uma quando entrou e a outra quando saiu. Ele logo percebeu a merda que fez quando retirou seu p�nis ensanguentado do �nus dela!

Diana se levanta do meio da sala e continua a contar para as meninas, que j� est�o chocadas com a hist�ria.

Sangrou demais o �nus. N�o parava de sangrar. O len�ol da cama ficou cheio de sangue. Martinha disse-me que dentro do �nus dela parecia que tinha uma bola de fogo. Ardia e do�a muito. Ele ficou com o p�nis dolorido por alguns dias e s� n�o sangrou porque teve o trauma amenizado pela camisinha. Ela foi levada ao hospital, por ele, de bunda para cima, no banco de tr�s do carro. L� chegando, foi atendida e examinada. A entrada do �nus dela sofreu um forte trauma, n�o resistiu e rompeu. Este rompimento originou um corte na entrada do �nus. Ela foi anestesiada na regi�o anal e recebeu tr�s pontos. Nesta regi�o a cicatriza��o � lenta. Levou quase dois meses para ela voltar a fazer coc� sem dores. Ele custeou todo o tratamento dela (era o m�nimo que ele poderia ter feito)!

O perigo, al�m do trauma, � a contamina��o por doen�as. A sorte dela foi que, por ser garota de programa, sempre exige camisinha de seus clientes. Se ele n�o estivesse usando preservativo, com certeza, o p�nis dele tamb�m teria sangrado. Imaginem os dois sangrando e seus sangues se misturando naquele momento. V�rios tipos de agentes infecciosos (v�rus, fungos, bact�rias e parasitas) podem entrar em contato com o sangue de ambos e gerar diferentes manifesta��es, como feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas. � desta maneira que se transmitem in�meras doen�as sexuais, tais como AIDS, s�filis, HPV, hepatite B, candid�ase, herpes genital, gonorr�ia, entre outras tantas. Meninas, ginecologista duas vezes por ano (no m�nimo).

As meninas ficam imaginando a cena e a dor de Martinha, narrada por Diana, com tanta clareza. Martinha, amiga de Diana, � garota de programa e n�o est� no ch� de cozinha de Sandra.

Sandra diz para as meninas:

- Ainda bem que ele estava de camisinha. Porque se o cara n�o est� usando camisinha, mesmo que n�o ocorra sangramento, os atritos do p�nis, seja com a vagina ou o �nus, provocam micro fissuras tanto no p�nis quanto nos orif�cios penetrados. Essas micro fissuras, que n�o sangram e nem conseguimos ver a olho nu, j� s�o portas abertas para a entrada de v�rios tipos de agentes infecciosos.

D�bora complementa:

- O quadro piora ainda mais quando as pessoas s�o prom�scuas (que tem v�rios parceiros sexuais) e n�o usam preservativos. O menino ou a menina, que transam sem preservativo, com v�rias pessoas, correm s�rios riscos de contrair ou transmitir doen�as. Usem camisinha, sempre!

Helena complementa:

- Hoje em dia pode-se comprar camisinha, tanto masculina quanto feminina, em qualquer lugar.

Auziene (chamada de Zi pelas meninas) resolve entrar no assunto:

- Ah, n�o sei n�o! Camisinha masculina tem aos montes em farm�cias, supermercados e at� gr�tis nos postos de sa�de. Tudo bem! Agora, a camisinha feminina ainda � cara e dif�cil de encontrar.

Marlene complementa:

- A Zi tem raz�o! Eu mesma nunca nem vi a camisinha feminina. Algu�m j� viu e sabe usar?

Adriana logo diz:

- Voc�s est�o certas. A camisinha feminina ainda � cara e precisa ser mais difundida. � estranha, sei l�! Ela precisa ser introduzida na vagina e ainda deixa um peda�o para fora.

Zi volta a falar:

- Curiosamente, estou com uma aqui dentro de minha bolsa! Vejam.

E ela tira a caixinha contendo duas camisinhas femininas e abre. Retira, tamb�m, v�rias camisinhas masculinas.

Sandra logo diz:

- Nossa, Zi! Que legal! Voc� sempre sai com camisinhas na bolsa?

Ela responde:

- Sou uma mulher preparada! Sempre tenho na bolsa! (risos)

Sandra diz:

- Meninas, eu tive uma id�ia! Vamos brincar com as camisinhas e aprender a us�-las da forma correta? Que tal?

As meninas dizem j� empolgadas:

- Uau! Boa id�ia! Vamos brincar!

Noite de quinta feira, por volta das 20:34 h. Nove meninas, amigas �ntimas de Sandra (anfitri�, 27 anos), est�o participando do ch� de cozinha. Ela mora com seus pais e irm�os. Resolveu aproveitar a sa�da deles, para os preparativos do seu casamento com Marcelo e fazer o seu ch� de cozinha.

As amigas que participam s�o: D�bora (26 anos), Auziene (38 anos), Marlene (46 anos), Renata (33 anos), Helena (36 anos), Diana (25 anos), Adriana (34 anos), Fernanda (33 anos) e Ângela (42 anos). D�bora � amiga e namorada secreta de Sandra. Apenas as m�es das duas e as amigas Auziene, Marlene e Renata sabem do romance delas. Cada menina levou um prato de doce ou salgado e um utens�lio de cozinha. Uma bela mesa foi montada na sala de jantar. A bebida foi por conta da anfitri�. Ela serviu as suas amigas refrigerantes, cervejas, bebidas ice, energ�ticos, whisky e amarula. Uma bela toalha, tom rosa claro e detalhes em renda, cobre a mesa de jantar. Notavam-se, sobre ela, bandejas com p�es de queijo, coxinhas, empadinhas de frango, p�o pizza, mini lanches naturais, mousse de chocolate, brigadeiros, mini por��es de salada de frutas e morangos com chantilly. As meninas se servem e curtem o evento entre elas.

Sandra busca um dos seus p�nis de silicone e tr�s à sala. Quando chega, balan�ando o belo brinquedinho (p�nis fabricado em l�tex, preto, com saco escrotal, ventosa e no tamanho 19 x 4 cent�metros de comprimento) com uma de suas m�os e segurando o lubrificante na outra, as meninas ficam boquiabertas! Ela logo diz:

- Acalmem-se! Estamos aqui para falar dos preservativos. (risos entre elas)

Sandra pede a camisinha feminina para Zi e n�o abre a embalagem ainda. Ela explica, para as meninas, que � feita do mesmo material da camisinha masculina (l�tex), que j� vem lubrificada e que possui dois an�is nas extremidades. Um anel (flex�vel) � introduzido dentro da vagina e o outro anel (r�gido) fica na entrada da vagina, do lado externo. A parte introduzida na vagina � fechada para armazenar a ejacula��o do homem e evitar contato do s�mem com a vagina. A camisinha feminina pode ser colocada at� oito horas antes do ato sexual. Mas a maioria das mulheres coloca de dois a vinte minutos antes da rela��o. Depois que o homem ejacular, deve-se girar a parte que ficou de fora da vagina (o anel r�gido) e pux�-la com cuidado para n�o derramar o s�mem. Descartar da mesma maneira que se descarta a camisinha masculina, ou seja, no lixo.

Marlene, vendo a explica��o, comenta:

- Ai, esta camisinha � muito grande! Deve ser horr�vel para introduzi-la na vagina! Deve quebrar o pique na hora de fazer amor!

Sandra logo responde:

- Tudo � quest�o de costume, Marlene! Precisamos nos preocupar com nossa sa�de. Os meninos relutam muito em usar a camisinha deles. Passam diversas doen�as a n�s e n�o est�o nem a�! Se toda mulher tivesse a disciplina de usar um preservativo, ela estaria protegida de doen�as sexualmente transmiss�veis.

As meninas torcem o nariz, mas concordam com Sandra. D�bora comenta:

- Mas isto � s� para quem tem rela��es sexuais com homens, n�o �?

Zi olha para D�bora e responde:

- N�o! De maneira alguma! Em rela��es sexuais entre homem e mulher e entre mulher e mulher. Muitas vezes, as meninas usam p�nis de silicone e uma penetra a outra. Se for uma mulher que voc� nunca viu e tiver apenas um brinquedinho, � necess�ria a utiliza��o de camisinha masculina ou feminina. J� imaginou voc� tirar o brinquedinho todo melecado da vagina da outra e enfiar em voc�?

D�bora responde:

- � mesmo, voc� tem raz�o, Zi!

Marlene n�o se cont�m:

- Ele que use a camisinha dele porque esta eu n�o uso!

Sandra comenta:

- Quanto preconceito, Marlene! Relaxa! Tudo � quest�o de h�bito.

Renata logo questiona as meninas:

- Tem muitos meninos que brincam primeiro enfiando o pirulito nas meninas e depois dizem que ir�o colocar a camisinha deles. Est� errado! N�o �, meninas?

Todas dizem:

- Super errado! Antes de penetrar a vagina coloque camisinha. Garotas de programa e muitas meninas fazem sexo oral com camisinha. E est�o certas!

Adriana sorri e diz:

- Eu j� coloquei camisinha com a boca! (risos)

Sandra:

- Ah, �!? Ent�o mostre aqui pra gente como se faz?

Adriana retruca:

- Mas aqui n�o tem menino! Como irei demonstrar?

Fernanda diz:

- Por isso n�o! Pegue o membro de Sandra e fa�a o servi�o, garota! (risos)

Todas olham para Adriana. Sandra oferece o brinquedinho a ela e todas ficam na expectativa. (risos) Adriana pega camisinha masculina com Zi e come�a seu servi�o, agu�ando ainda mais a curiosidade nelas. Adriana abre a embalagem da camisinha masculina, com a ponta dos dedos, e retira-a da embalagem. Ela segura firmemente o brinquedinho (as meninas olhando), coloca a camisinha no in�cio da cabe�a e segura com a ponta dos dedos (para n�o acumular ar), desenrolando-a um pouquinho. Em seguida ela abocanha o brinquedinho e come�a a desenrolar a camisinha por todo o corpo dele. Adriana mostra que sabe o que est� fazendo, pois com naturalidade ela desceu a camisinha at� a base do brinquedinho, para espanto e descontra��o de todas. Disse ao final:

- J� estou enjoada deste gosto de camisinha! Poderiam ter trazido uma com sabor de morango! Eu adoro! (risos e aplausos das meninas)

Renata e Ângela jogam mais lenha na fogueira:

- Mas agora s� falta demonstrar a camisinha feminina! (risos)

Sandra j� sai dizendo:

- Eu sou a anfitri� e n�o posso demonstrar!

Adriana tamb�m diz:

- Eu j� fiz a demonstra��o da camisinha masculina!

Helena, Fernanda e D�bora logo dizem juntas:

- Eu n�o tenho coragem de fazer isso na frente de voc�s! (risos)

Diana diz sorrindo:

- Se algu�m me ajudar, eu fa�o!

Todas olham para Diana! Helena olha-a e diz com cara de brava: (ci�mes)

- Mas voc� � bem oferecida mesmo! Que coisa! (balan�a a cabe�a em sinal de reprova��o)

Diana retruca:

- S� tem mulher aqui! Que mal tem nisso? (risos)

Helena balan�a a cabe�a e n�o gosta muito de imaginar sua amiga se exibindo. Sandra percebe o clima entre elas e chama por Zi e Marlene.

Todas come�am a incentiv�-las! Elas acabam topando. Zi comenta:

- Meninas, fiquem de olho! N�o quero que ningu�m chegue aqui e me veja nua, hein! (risos)

Sandra sai dizendo:

- Miga, relaxa! S�o 22:22 h. Mam�e e fam�lia chegar�o s� depois da meia noite!

Marlene, com receio, diz para as meninas:

- Voc�s dizem que devemos usar a camisinha feminina, mas ningu�m tem coragem de demonstrar! Falar � f�cil! (risos). Eu n�o irei ficar pelada aqui na frente de voc�s!

Sandra:

- Eita, mulher! Pare de reclamar! Esta minha amiga Marlene, viu! (risos)

Zi diz:

- Gente, aqui na sala � ruim. Na cama seria melhor!

Sandra responde:

- Ent�o vamos para meu quarto!

Mas isto voc�s ver�o no “Ch� de cozinha 2”.

Este, juntamente com os contos “Deixando Diana com �gua na boca” e “Prazeres anormais de Carminha” � complementar a s�rie “Gatas angelicais a procura de um agarr�o”, que j� est� em seu sexto epis�dio.

Fique em paz e obrigado pela leitura. Beijos.

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