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EJACULANDO DENTRO DA INQUILINA CASADA

Em resposta aos coment�rios postados segue a continua��o......



E arrancando com o carro, fomos sentido Caragu� novamente, conversando durante todo o trajeto, nos demos bem, Sandra era uma mulher extrovertida, alegre e o papo fluia de forma natural, durante o trajeto fui alisando suas coxas e a rola come�ou a dar sinal de vida, foi quando ela me perguntou:



- Voc� vai me deixar onde Ri?



- Vou deixar voc� na porta da sua casa.



- Voc� est� louco Ricardo? E se algu�m ver?



- N�o h� problemas, ningu�m ir� ver, fique tranquila, me explica onde � que eu vou.



- Conhece a Prainha?



- Sim.



- Fica na rua da entrada da Prainha.



- Ok



Eram por volta de 13:00hs quando volt�vamos em dire��o à sua casa, meu pau j� queria um segundo tempo com aquela gostosa novamente, eu acariciava suas coxas subindo com a m�o at� sua bucetinha e entre uma manobra e outra dedilhava seu grelinho, o carro estava com aquele cheiro de sexo no ar, fui me excitando novamente e em pouco tempo eu j� entrava na rua de sua casa quando perguntei:



- Qual � sua casa?



- Aquela ali, a 3� depois do pr�dio, ali�s a moto do Carlos est� parada na porta ele est� em casa, deve ter vindo almo�ar com a mam�e....



Ap�s sua casa havia um pared�o do pr�dio, onde encostei meu carro e ela disse assustada:



- Voc� est� louco vai me deixar aqui?



- Deixar n�o ainda vamos ficar conversando mais um pouco....



- E se algu�m sair e se o Carlos me ver?



- Fica tranquila que ningu�m vai sair e se ele ver n�o ir� fazer nada com voc� eu etou aqui com voc�.



E dizendo isso trouxe-a pra perto e tasquei-lhe um beija�o de l�ngua, enquanto minha m�o passeava pelas suas coxas e eu curtia seu gosto, que maravilha de f�mea, percebi que a situa��o perigosa a excitava novamente e sua m�o envolveu meu pau por dentro da bermuda, iniciando uma bela punheta, ora alisando minhas bolas, passando sua m�ozinha suave nos ovos alternando para uma punheta, que gostoso. Em certo momento abri a bermuda e saquei o pau pra fora, ela ficou assustada e disse:



- Ri para com isso, estamos praticamente na porta da minha casa, voc� est� indo al�m de tudo que eu imaginava ap�s ter visto voc� pela primeira vez....



Sem dar tempo para Sandra pensar na loucura que faz�amos naquele momento, segurei-a pela nuca for�ando sua cabe�a em dire��o à minha rola ela ainda tentava relutar mas se entregou, como no dito popular "mis�ria pouca � bobagem" caiu de boca no cacete deixando a vida conduzir. Enquanto sentia sua boquinha de veludo, sedenta por um caralho, olhava bem para o rostinho de ninfeta de Sandra, dias atr�s eu me questionava o poder de uma bela bunda na vida de um homem, que nos torna capaz de jogar tudo pro alto arriscando casamento, filhos e conceito social, por apenas alguns minutos de bombadas de forma animal no rabo da f�mea, eita trem b�o como diriam os mineiros. Agora ali a situa��o se invertia, a f�mea quando excitada, devidamente provocada ela tamb�m se arrisca e � o que aconteceu com Sandra, uma mulher casada que procurava um lar para viver uma nova etapa de seu casamento ao lado de seu maridinho, se encontrava ali no banco do carro do propriet�rio da casa que acabara de ver para alugar, na porta da casa de sua sogra sem calcinha, toda gozada e com um caralho duro na boca fazendo uma bela chupeta para dar prazer ao seu novo macho. Sim Sandra havia acabado de encontrar em seu novo amante tudo aquilo que faltava em seu casamento, um homem sedento de desejo pelo seu corpo, que n�o ficaria pegando no seu p� e estaria lado a lado em caso de alguma precis�o durante a vida. Era tudo que ela queria, agora sim, como f�mea estaria completa e tudo isso alimentava sua fome pela rola que acabara de conhecer e naquele momento queria proporcionar o m�ximo de prazer ao seu amante para fidelizar aquele cacete em sua vida.



E enquanto isso acontecia, voltamos à realidade com o celular de Sandra tocando, ela assustada me diz:



- E agora atendo ou n�o atendo? � o Carlos!!!



Olhando no retrovisor vejo Carlos saindo da sua casa com o celular na m�o, indo em dire��o à sua moto, foi quando disse para Sandra:



- Abaixe a cabe�a que ele est� saindo de sua casa, aproveite e atenda o telefone numa boa.



Nesse momento Sandra atendeu o telefone:



- Oi amor.



- Estou aqui aguardando ser chamada para a entrevista acho que vai dar tudo certo, tor�a por mim....



Nesse momento n�o resisti e fui conduzindo sua cabe�a para continuar a chupeta em minha rola novamente, pois estava muito excitado com toda aquela situa��o, ela ainda tentou relutar mas coloquei a cabe�a entre seus l�bios e ela come�ou a lamber enquanto Carlos parecia falar algo sobre sua m�e.



- � n� amor est� complicado mas tomara que d� tudo certo com aquela casa que vimos no s�bado para iniciarmos uma nova fase em nossa vida n� paix�o?



E voltou a chupar gostoso meu caralho, enquanto o marido continuava reclamando de sua m�e em seu ouvido, pelo retrovisor eu observava naquele exato momento em que o corno falava ao celular de costas para o carro em que sua esposa se encontrava gulosamente fazendo uma chupeta, que tes�o n�o aguentei e segurei firme sua cabe�a gozando em sua boca e segurando-a fazendo engolir toda minha porra, nesse momento Sandra engasgou e tentou se desvencilhar mas segurei-a firmemente pelos cabelos fazendo a ficar com meu caralho na boca, nesse instante devido ao sil�ncio no carro era poss�vel ouvir o seu marido no telefone:



- Sandra cad� voc�? Aconteceu alguma coisa a�?



- Al�!



- Al�!



Nisso peguei o telefone da m�o de Sandra e desliguei a liga��o, deixando-a terminando de engolir minha gala, sendo que ela brava deu um tapa na minha perna reclamando:



- Po Ri assim vc complica minha vida....



E nisso o telefone toca novamente. era o Corno querendo saber o que tinha acontecido:



- Nossa amor engasguei com uma bala que quase vomitei aqui, nossa.....



E dizendo isso tranquilizou o corninho que conversou mais um pouco e desligou, pelo retrovisor vi quando subiu em sua moto e saiu passando ao lado do carro em que est�vamos e nem olhou pro lado. Ap�s ele passar Sandra disse:



- Ri depois dessa n�o vou dar mais sopa para o azar, vou pra minha casa e depois te ligo para combinarmos sobre o aluguel t�?



- Combinado minha princesa vou aguardar ansioso seu telefonema, a casa est� reservada para voc�s j�, s� me avisa o dia direitinho para sentarmos batermos o contrato, ah, traga os documentos e os 03 meses de dep�sito combinado?



- T� Ri, deixa eu ir e aproveitar que a rua est� deserta. - Disse-me dando um beijo com aquele rostinho faceiro e foi saindo do carro.



Fechou a porta e foi andando rapidamente em dire��o à sua casa.



Liguei o carro e fui embora pensando como a vida nos proporciona curtos momentos de intenso prazer, momentos que se devidamente aproveitados, com responsabilidade, respeito pelo pr�ximo e muita disposi��o para curtir uma aventura nos trazem experi�ncias marcantes que nos fazem mais felizes apenas com seus



lampejos em nossas lembran�as.



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