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DV27. FILHINHA DE CAMINHONEIRO. PARTE 1

Ola pessoal, meu nome eh Valeria, atualmente com 23 anos, sou muito gostosa, tenho um emprego de secretaria agora, consegui ainda esse ano de 2004, por isso que naum tive muito tempo para meus contos, mas agora voltei pois estava com saudades de vcs, no fim desse conto explico a raz�o desse conto. Minha vida nem sempre foi assim, existe coisas que ainda naum contei pra ningu�m ate hoje. No come�o meu pai era caminhoneiro, t�nhamos uma vida humilde mais muito feliz, mas quando estava com 8 anos, mam�e fugiu de nos, desistiu de nossa vida nas estradas, ficamos eu e meu pai vivendo sozinhos no caminh�o, papai naum poderia parar com seu servi�o para cuidar de mim, decidiu que me levaria junto com ele na longa vida de caminhoneiro pelas estradas do Brasil, ele me cuidava muito bem, todas as noites nos �amos dormir na boleia no caminh�o sobre um colch�o pequeno, ele me abra�ava e dorm�amos bem escostado em mim, eu me sentia segura por isso, era apenas uma menina, mas com o tempo ele foi mudando, as vezes ele convidava umas mulheres estranhas que andavam pelas estradas para uma carona, dizia que eram amigas dele, mas essas mulheres se vestiam a vontade com mini-saia e por cima bikinis, no qual mostravam suas coxas e seios que eram bem grandes, papai parava em lugares bem afastados, mandava eu ficar esperando na cabine e ia com sua amiga para parte de tr�s do caminh�o, e ficava l� por um longo tempo, eu ficava ansiosa pra andar de caminh�o, todos os dias era a mesma cena ate que a curiosidade me pegou, fui espiar o que faziam escondido de mim, vi algo totalmente estranho eles ali atras no caminh�o, estavam os dois deitados no colch�o um escostado no outro do mesmo jeito que fazia comigo, mas papai estava fazendo movimentos com seu quadril, para cima e para baixo, achei muito estranho, logo voltei na cabine com medo de papai me ver, com o decorrer dos dias eu via cada vez mais aquilo que papai fazia, n�o consegui ver muito pois estava muito escuro ali atras, comecei a reparar que eu e essas mulheres tinham corpo diferentes do meu, seios bem maiores, bunda bem largas e coxas bem grossas. Devia ser por isso que papai nunca fez aquilo comigo, um dia sem ele ver tirei minha roupa e reparei meu corpo era magrinho, meus seios eram apenas ervilhas minha bunda bem pequena, naum tinha protuber�ncias com que suas amigas tinham, mas com os anos meu corpo foi mudando como que num passe de magica, j� tinha 19 anos e vi que meu corpo ficou diferente tinha seios maiores, minhas coxas engrossaram e meu bumbum ficou bem maior, largo e macio, somente uma imagem eu via na cabe�a ser� que papai ira fazer o mesmo comigo que fazia com suas amigas. Pois agora meu corpo estava ficando igual aos delas. Uma vez pus uma roupa bem curtinha, um vestido que eu usava aos 19 anos, ficou bem apertado em mim, ficou muitas partes de meu corpo a mostra, minhas coxas e meus seios bem definidos em cima, sentei ao lado do papai na cabine , vi que me cuidava do p�s da cabe�a, me senti feliz por isso, nesta noite ele dormiu bem agarrado em mim como sempre fez, mas notei algo fazendo for�a no meu bumbum, havia algo dentro se suas cal�as, fiquei curiosa queria saber que era, esperei papai pegar no sono, abri com cuidado o z�per foi que saltou pra fora uma coisa grande, pensei era uma lingui�a, porque ser� que papai tinha aquilo para que servia, aproveitei e baixei minha calcinha para ver o quanto era diferente de minha perereca, pensei e repensei, j� sei o que papai fazia com essa lingui�a ele tentava colocar dentro da perereca das suas amigas, quando pensei minha perereca come�ou a largar l�quidos que nunca fez antes, minha perereca era muito pequena para aguentar aquela lingui�a dentro, fechei o z�per e fui dormir assustada cheia de id�ias na cabe�a, nesta noite minha perereca vazou sem parar, me molhei todinha, no outro dia est�vamos andando por uma estrada foi ai que perguntei ao papai, se ele iria fazer o mesmo comigo como faz com suas amigas, ele de susto parou o caminh�o, estava pasmo comigo, disse a ele que deixaria ele fazer aquilo comigo, ele respondeu que naum poderia fazer aquilo isso era muito errado, ent�o eu ergui meu vestido e mostrei minha perereca a ele, disse a ele que tinha uma perereca pequena mas queria sentir ser penetrada por sua lingui�a grande, ele viu minha perereca com poucos pelinhos seu olhar brilhou, aceitou na hora, ele estacionou o caminh�o fomos para tr�s do caminh�o e fechamos a porta, papai disse para mim tirar minha roupa e deitasse no colch�o, que vergonha eu fiquei comecei me despir e papai em olhando, ele tamb�m abaixou suas cal�as e ficou apenas de camisa, sua lingui�a estava bem dura, eu me sentei no colch�o, abri bem as pernas para papai ver minha perereca com poucos pelinhos, logo ele j� veio e deitou encima de mim, cheguei a ficar estasiada de felicidade, logo embaixo ele esconstou sua enorme lingui�a na boquinha de minha perereca, ao primeiro toque chequei suspirar, seu quadril pesado foi for�ando a entrada se sua enorme lingui�a, senti minha perereca laciando agarrando tal peda�o de carne, comecei a sentir dor por ser a primeira vez, mas fui sedento para a felicidade dele, parecia que ia me rasgar ao meio, eu apenas gemia de dor, foi que sua lingui�a tocou em algum lugar dentro que impediu sua penetra��o, ainda faltava muita lingui�a a entrar, com certeza iria me abrir ao meio, fechei os olhos cruzei minhas pernas sobre suas costas agarrando com for�a e ele meteu sem contempla��o o resto de sua lingui�a, foi arrombando tudo rasgou minha perereca por dentro, larguei um grito bem alto de dor, mas uma dor agrad�vel, minha perereca engoliu aquela lingui�a ate o talo, demorou cerca de 19 minutos para a dor passar, em seguida ele come�ou a mexer seu quadril tirando e pondo sua lingui�a com muita for�a em mim, minha perereca tava toda deflorada por ele, eu quase chorei de dor, mas era gostoso o que ele fazia comigo, papai ofegava no meu pesco�o, eu apenas gemia aceitando tudinho, a dor foi passando sentia-me desejada por ele, algo gostoso estava por vir, ate que papai urrou como um le�o, sua lingui�a explodiu dentro de mim algo quente invadiu meu pequeno �tero, me acendeu por dentro, saiu lagrimas de meus olhos, ele caiu sobre mim sua lingui�a jorrava sem parar aquilo em mim, ficou por um longo tempo gemendo, me olhava direto nos olhos feliz da vida comigo, depois ele saiu de cima dizendo que teria que ir pois t�nhamos um entrega a fazer, eu ainda sentia dor e um enorme volume daquilo dentro de mim. Me levantei sentir escorrer um liquido branco bem pegajoso de mim junto com sangue do meu defloramento, perguntei ao meu pai o que era isso, fiquei assustada, ele disse para mim ficar calma que iria me explicar tudinho, mas isso fica para o pr�ximo conto. Isso foi o que aconteceu com uma amiga minha, em contando o inicio de sua vida, queria ser eu a filhinha desse caminhoneiro ainda n�o ficou s� ai, vc mail podem esperar o pr�ximo conto baseado na conversa com essa minha amiga. Agrade�o o mails de todos meus f�s. Bjos. T+



By Dra Val�ria

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dravaleria.ubbi.com.br

20032004

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