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EU, MINHA MULHER, UMA AMIGA E UM AMIGO.

Quero compartilhar uma loucura que eu e minha mulher fizemos recentemente. Se soub�ssemos que dava tanto tes�o, j� t�nhamos experimentado antes.
Sou casado h� 19 anos. Tenho 32 e ela 33 anos. Sempre fomos bem resolvidos sexualmente, acredito que tanto eu como ela sempre sentimos prazer em nossas transas. Mas uma coisa sempre nos incomodou, ela foi minha primeira namorada e eu o primeiro namorado dela, ambos �ramos virgens quando come�amos a namorar e permanecemos sem ter outra experi�ncia sexual que n�o a que tivemos um com outro. Quando tomei coragem, h� um ano, perguntei a ela se n�o sentia falta de ter tido outros namorados e... de ter tido outros parceiros no sexo al�m de mim. Ela deu linha e me disse que sim, que sentia falta, que gostaria de ter experimentado outros relacionamentos, ter feito sexo com outros homens. Depois me perguntou a mesma coisa e eu disse o mesmo que ela. Desde ent�o n�o parou mais de me provocar na hora do sexo, de ficar me dizendo coisas ao ouvido como: "Ent�o voc� quer comer outra, n�?". E ficava me perguntando o que eu queria que ela fizesse em mim. Como minha esposa nunca quis fazer sexo anal comigo, me perguntava se eu ia comer o cuzinho da outra, se ia gozar na boquinha dela, se eu ia gostra de ter duas me comendo ao mesmo tempo, chupando meu pau. At� que um dia me perguntou se eu tamb�m aceitaria outro homem na nossa transa. Respondi que se ela me deixasse com outra porque n�o deixaria ela com outro. Ela passou a me pedir para simular que era o outro e eu mesmo comendo ela. Ela ia a loucura, nunca fizemos sexo t�o intenso, t�o gostoso quanto nesses dias.
Um dia, chegando do trabalho, ela me disse que tinha uma surpresa pra mim, que era para eu subir, tomar um banho, deitar na cama s� de "cuequinha" que ela ia me enlouquecer." Fiz o que ela mandou, subi, tomei um banho e deitei na cama s� de cueca. Esqueci de dizer que ela me pediu para deixar apenas aluz do abajour acesa, uma meia luz. Alguns minutos depois a porta se abriu, e v� que era uma mulher e que n�o era minha esposa. Gelei. Mas logo atr�s dela vinha minha esposa, e quando se aproximaram vi que era uma amiga dela que eu conhecia muito pouco. Fiquei muito sem jeito, mas quando v� as duas vestidas com uma camisolinha bem curtinha, transparente, exatamente iguais, fiquei excitado e meu pau come�o a subir. Minha mulher falou alguma coisa no ouvido dela que em seguida subiu na cama, puxou minha cueca e agarrou meu pau que j� estava duro, igual a uma pedra. Ela me chupava t�o deliciosamente que temi gozar antes de come�ar a foda a tr�s. Minha mulher subiu em seguida e fiquei surpreso quando ela come�ou a acariciar a amiga por tr�s, trazendo as m�os para a frente e apaupando os seios dela. Tirou a roupa da amiga, ou melhor, a lingerie, e quando eu menos esperava, minha mulher caiu de boca na boceta da amiga. Fiquei louco, era uma cena linda. Depois de deixar a amiga bastante exitada e de nos acariciarmos muito os tr�s, minha mulher virou para mim e disse: "Pode comer ela todinha agora, meter bem gostoso na buceta dela e no cuzinho." Quando ela disse cuzinho n�o acreditei, eu sempre quis comer um cuzinho. Ent�o meti como um louco e minha mulher s� gerenciando, chupando meu pau, colocando de volta na boceta da amiga. Uma hora chupou e colocou meu na entradinha do cuzinho da amiga e me mandou enfiar. Quando senti a cabecinha entrando senti um gelo na barriga de tanto tes�o, a amiga dela come�ou a gemer enlouquecida me pedindo para enfiar mais, enfiar tudo, quando senti meu pau todo enfiado no c� dela n�o acreditei, eu era o cara mais feliz da face da terra. Quando comecei a gemer como quem vai gozar, minha mulher me pediu para gozar na boca da amiga, tirei o meu pau, amiga dela veio com a boca toda aberta e eu n�o aguentei, gozei muito, a porra come�ou a escorrer da boca dela e vi uma coisa que nunca imaginei ver, minha mulher, que n�o gosta muito de porra, come�ou a passar a lingua desde o queixo dela at� a boca, e terminaram se beijando num beijo melado de esperma. Para mim foi inacredit�vel, um tes�o indefin�vel.
Na noite seguinte minha mulher eu est�vamos relembrando a loucura do dia anterior, em certo momento ela me sorriu e disse "Agora � a minha vez, voc� j� se divertiu n�?" Confesso que fiquei com um pouco de ci�mes. Minha mulher � uma morena muito gostosa, n�o tem corpinho malhado, mas � toda certinha. Mas havia prometido. Nas noites que seguiram, sempre que faz�amos amor, ela ficava me falando ao ouvido sobre o outro, me perguntava se ia deix�-la chupar o pau dele, se eu ia deix�-lo chupar a bocetinha dela, o cuzinho, se eu ia deix�-lo gozar na boquinha dela, nos peitos. Comecei a gostar da id�ia e fui me excitando cada vez mais. Um dia ela me perguntou se poderia procurar um cara para realizar a sacanagem. Eu disse que sim, mas que n�o poderia ser nenhum conhecido nosso. Ela ficou meio sem gra�a, e quando perguntei o que havia acontecido, ela me disse que era uma pena, porque ela tinha tes�o num amigo meu e queria que fosse com ele. Eu disse que n�o, que iria ficar muito sem gra�a. Ele n�o insistiu, falou que iria dar um jeito. N�o demorou uma semana e ela me disse durante uma foda que tinha arrumado um cara. Eu quis saber como, e ela me disse que tinha sido atrav�s de um site de relacionamento liberal. Perguntei se ela n�o achava perigoso, ela me disse que tinha sido indica��o da amiga dela, a que transou com a gente, e que era de confian�a. Ela me disse que ia cham�-lo para ir l� em casa, na noite da sexta-feira seguinte, para fuder bastante, sem se preocupar com a hora do trabalho na manh� seguinte. Como combinado, na sexta ele apareceu, era um cara mais ou menos da nossa idade, bem afei�oado, corpo normal. Bebemos um vinho enquanto convers�vamos futilidades na sala. No fundo, estava s� esperando que um pouco de alcool fizesse efeito e me desse coragem. A certa altura, minha mulher perguntou se n�o quer�amos subir. Subimos. Tomei um banho enquanto eles conversavam sentados na beirada da nossa cama. Depois ela me perguntou se podia tomar banho com ele, acenei com a cabe�a que sim. Fiquei morrendo de curiosidade de saber o que estava acontecendo e com um pouco de ci�mes. Tomei coragem e fui at� a ponta da cama que dava de frente para o banheiro, que estava com a porta aberta. Eles estavam se acariciando, ela pegava no pau dele, ele chupava os peitinhos dela e eu fiquei sem saber o que fazer, totalmente sem gra�a. Eles sa�ram pelados. Apaguei a luz e acendi a luz do abajour. Coloquei uma m�sica ambiente, baixinho. Eles come�aram a se beijar novamente. Como fiquei sem saber o que fazer, comecei a apaupar os seios dela. Logo ela estava com a boca no pau do cara, que era bem mais grosso e um pouco maior que o meu. Chupava punhetava com muita vontade o pau dele. Depois ele chupou muito a bocetinha dela, enfiou a lingua no cuzinho e fez com que ela gemesse de tes�o. Eu ficava beijando-a e acarariciando o corpo dela, perguntando no ouvido dela se estava gostando e ela me respondia que estava gostando muito, que estava doida de tes�o e que me amava. Quando ela ficou de quatro na cama, pediu para eu ficar na frente dela para me chupar e pediu ao nosso amigo para enfiar gostoso na "xota" dela. Ela urrava de prazer e eu, a essa altura j� estava mais solto, gostando da sacanagem. Fiquei um pouco chateado quando ela virou a cabe�a para tr�s e pediu ao cara para enfiar no cuzinho, bem devagarinho. Ela nunca deixou eu comer o cuzinho dela, s� deixava enfiar meus dedos e algumas vezes cheguei a enfiar um pouco da cabecinha do meu pau. Sempre reclamou que doia. Fiquei um pouco nervoso e quis dizer que o cuzinho n�o, mas fiquei quieto. Ela come�ou a gemer cada vez mais forte, at� quase gritar. At� que deu um gemido alto e ficou repetindo: "Entrou, entrou, entrou tudinho. Ai, ai, ai, gostoso." Ele come�ou a socar no cuzinho dela e ela explodia em tes�o. E enquanto ele metia ela continuava me chupando, punhetando. Mudamos muitas vezes de posi��o, ela sentou no pau dele, com a boceta com o cuzinho e me pedia para tirar fotos que ela queria ver depois. Tirei muitas fotos e fiz um pequeno v�deo de tr�s minutos com ele comendo o cuzinho dela. Quando chegou a hora dele gozar, ela pediu para ele gozar tudo na boquinha dela. Ele gozou muito, o esperma n�o era nem grosso nem ralo, e era bem cristalino. Escorreu pela boca dela e melou os peitinhos. Confesso que fiquei com muito tes�o quando vi a cena. Ela veio em minha dire��o e quando percebi que ela queria me beijar virei o rosto e sorrindo eu disse a ela que isso n�o. Ela me respondeu que era muito gostoso beijar com a boca melada de porra. Disse a ela para deixar para fazer com a amiga, depois de eu encher a boquinha dela com minha porra. Ent�o ela abaixou e come�ou a me chupar e punhetar at� que eu gozei na boca dela tamb�m. Ela nunca gostou muito que eu gozasse na boca, dizia que o gosto n�o era bom, mas dessa vez parecia que estava saboreando um doce, deixou escorrer tudo pelo corpo, ficou muito melada.
Ficamos exaustos e minha mulher estava com uma cara de felicidade estampada no rosto que parecia ter alcan�ado o c�u. Ele foi tomar banho, colocou a roupa, disse que tinha adorado, que nunca tinha comido um cuzinho t�o gosotoso. Despediu-se, ela o levou at� a porta de sa�da e voltou. A �nica queixa que fiz foi sobre ter dado o c� para o cara. Disse a ela que se ela j� tivesse me dado eu n�o ligaria, mas ter dado primeiro a ele me deixou com ci�mes. Ela disse que doeu muito, mas era uma dor de prazer muito gostosa, e que agora ela ia me dar sempre que eu quisesse. Tomamos um banho demorado e fomos dormir.
Fizemos essas duas loucuras em dezembro de 2011, e n�o paramos de pensar nisso. Mas n�o queremos que seja algo rotineiro, ser� sempre uma aventura, de tempos em tempos. � pr�xima, estamos pensando em convidar os dois, a amiga da minha esposa e o nosso amigo. J� estamos imaginando como ser� a loucura...

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