Sogrinho IIrnrnQuando sa� da sauna minha sogra me esperava.rnsua filha acordou e pergunta por vc.rnJ� vou dona Violarneste seu biqu�ni � ainda menor, voc� devia ter vergonha Ana.rnPor favor D.Viola, n�o comece.rnDei as costas e sa� sem falar mais nada, minhas pernas estavam tremulas, e o tes�o que eu sentia ainda era grande. Estavam todos na mesa do caf�, inclusive meu sogro, n�o conseguia olhar para ningu�m, subi correndo com a desculpa que precisava tomar um banho, me tranquei no banheiro e fiquei penando como eu ia ter coragem de descer. Tinha acabado de ser fodida pelo meu sogro e ainda queria mais. Analisei toda situa��o e o tes�o n�o diminu�a. Era tudo proibido, ele era velho, meu sogro, pai do meu marido, e n�s t�nhamos fodido na sauna da casa dele, e pior, com todos l�. O tes�o aumentou e me masturbei mais uma vez desejando sentir o pauz�o grosso dele dentro de mim. Tomei um banho, coloquei um short curto e desci para tomar caf�. rnO dia passou normalmente, tentei evitar pensar no meu sogro e no nossa foda, mas era dif�cil. Ele nada falou sobre o assunto, mas eu podia perceber ele me olhando de banda de olho, como eu tamb�m fazia quando ningu�m olhava. rnNo dia seguinte assim que desci para correr ele j� estava l�, abriu a porta da sauna e entrou, e eu fui atr�s, ele j� estava n�, assim que entrei ele trancou a porta por dentro, tirou a minha roupa e me ajoelhou aos p�s dele, e me fez chupar o pau dele. Quando coloquei na minha boca ainda estava mole, foi a coisa mais deliciosa da minha vida, sentir aquele pauz�o enorme crescendo dentro da minha boca, era uma del�cia. Ele foi ficando duro e grande conforme eu chupava. Ele me levantou e abriu as minhas pernas e enfiou a cara na minha buceta, tinha uma l�ngua �spera, grossa e �gil. Me chupava, mordia o grelo, e enfiava a l�ngua enorme dentro da minha xoxotinha encharcada, me fazendo gozar mais de duas vezes. Eu gemia baixinho e ele colocava a m�o na minha boca, sabia que n�o podiamos fazer barulho e aquilo me excitava mais ainda. Ele beijou meus seios, meu corpo todo, com uma maestria incr�vel, sem dizer uma palavra, ai me virou de 4 e sussurrou no meu ouvido:rnsonho em fazer isto desde a primeira vez que eu te vi menina.rnEu tremi de tes�o s� de ouvir ele falar. Ai ele melou minha bunda com um gel geladinho e encostou a cabe�a do pau dele na minha bunda, eu gelei. rnVc vai gostar ? ele sussurrou baixinho no meu ouvido, abriu bem a minha bunda e foi enfiando, eu gemia de dor, mas a dor e o prazer estavam juntos, o tes�o era muito grande, eu gostava de dar minha bunda ao meu marido, mas nunca nada t�o grosso como o pau do meu sogro tinha me penetrado por tr�s. rnEle foi metendo tudo, e eu gemia de dor e prazer, demorou at� ele conseguir colocar seu pau todo no meu c�, era grosso e grande, mas eu engoli o pau dele todo com a minha bunda, foi at� o talo. Ele come�ou a meter forte, at� o talo, devagar e forte, e eu estava louca de tes�o. A m�o dele estava me segurando pelo quadril e seu corpo batendo no meu em estocadas fortes, eu estava delirando de tes�o, ele aumentou a cad�ncia, cada vez mais r�pido, at� que ele gozou dentro do meu cuzinho, ficou colado em mim gemendo, e deixou um murm�rio sair da sua boca:rndeliciosa.rnEle continuou agarrado em mim, colocou dois dedos na minha xoxota que latejava de tes�o e me fez gozar. Assim que eu gozei ele me afastou dele, abriu as minhas pernas e me lambeu a buceta. rnDelicia ? ele murmurou baixinho. A� ele se levantou vestiu a roupa me deu um beijo na testa e saiu como no dia anterior. Fodemos na sauna todos os dias durante a semana que passamos na casa de praia deles. Durante o dia era como se nada tivesse acontecido, mas toda manh� bem cedinho nos encontr�vamos na sauna e faz�amos sexo deliciosamente.rnJ� est�vamos prontos para irmos embora e ele n�o aparecia, me ofereci para busc�-lo na casa do amigo que ele jogava poker. Cheguei l� e ele estava na porta de sa�da, me ofereci para lev�-lo de carro, o que ele aceitou prontamente. rnJ� estamosm indo Sr. Jorge.rnEu sei Aninha.rnO Sr. N�o ia se despedir de mim?rnOra, ora, voc� quer despedida?rnQuero sim senhor.rnEnt�o vem c�. rnEncostei o carro na estrada e ele colocou o pauz�o pra fora e eu chupei ele todo at� que ele estava para gozar e me impediu. Sa�mos do carro, ele me levou pra dentro do mato, tiramos a roupa e ele me fodeu deliciosamente, enfiava seu pauz�o grosso bem forte na minha boceta inchada e latejando de tes�o, at� que gozamos. Nos limpamos com meu casaco, que logo depois joguei fora, e voltamos para a casa como se nada tivesse acontecido.rnJ� se passaram 2 anos desde o dia que fodi a primeira vez com o meu sogro na casa de praia dele. Atualmente nos encontramos no motel, sem frescuras e sem pudor. Fa�o tudo que ele me pede, todo tipo de sacanagem, o velho � um tarado libidinoso. Inventamos est�rias e nos fantasiamos para dar vida as nossas est�rias e fantasias, eu nunca fui fodida t�o gostoso como sou fodida por ele. Continuo casada e continuo fodendo com meu sogrinho 2 vezes por semana. Ele � a minha alegria, e eu sou a dele.