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BROXEI E ACABEI VIRANDO CORNO NA BOATE

Essa hist�ria ocorreu em 2003. Sou leitor do site faz muito tempo, mas s� agora resolvi relatar uma experi�ncia. Tenho outras, que irei contando c o passar do tempo. Garanto que � tudo ver�dico (exceto os nomes das pessoas envolvidas, por motivos �bvios).

Bom, vamos aos fatos: tinha uma namorada na �poca, de 19 anos, 1,62m, 60kg, pele um pouco morena, cabelos lisos, compridos e escuros, seios e bunda fartos, coxas grossas e uma certa "carinha d puta".Eu tinha 22anos e fazia faculdade. �amos pra uma festa do colegio dela e ela tinha vindo se arrumar aqui em casa. Minha m�e tava viajando na �poca e meu irm�o tinha sa�do e s� voltaria segunda-feira p casa. Era s�bado.Nesse dia ela tava muito fogosa e eu j� tinha batido muita punheta no dia em sites porn�s (principalmente esse aqui). Antes de irmos nos arrumar ela veio se chegando s� d calcinha e toda dengosa( fica assim qnd t� a fim d trepar) e sentou no meu pau esfregando a bunda nele devagarinho. Mas nada de ele levantar. Depois se agachou na minha frente no sof�, p�s ele p fora e come�ou a chupar, mas n�o adiantou. Pedi p ela p deixarmos p outro dia e ela demonstrou muita frustra��o e irrita��o. Nos arrumamos e fomos p festa: ela d mini-saia preta, sandalias d amarrar na perna e um topzinho tambem preto. Estava uma delicia.

L� na festa est�vamos todos numa roda d amigos dela e bebendo bastante ( e ela qnd bebe fica mais fogosa ainda). Chegou na roda um carinha c quem ela ficava antes d me namorar (e q diziam q j� tinha comido ela). Era moreno, forte e tinha pinta d comedor. Depois d um tempo percebi q eles d vez em qnd se olhavam e tentavam disfar�ar. Depois o cara saiu e a convidou p passar no camarote dele mais tarde. Passou-se um tempo no qual percebi q ela me evitava at� q ela pediu p ir falar c ele rapidinho um assunto d um trabalho do col�gio. Disse q n�o demorava e q era p eu n�o sair d l� p gente n�o perder a mesinha em q est�vamos. Deixei mas fiquei desconfiado. Depois d uns minutos sa� à procura dela. Demorei a achar o camarote, pois ficava num canto um pouco escondido. Quando cheguei l�, amigos, simplesmente vi minha namorada dan�ando com o cara agarrado nela por tr�s. Fiquei atr�s d uma coluna p observar. Os dois dan�avam, se esfregavam e riam bastante. At� que o cara afastou os cabelos dela e come�ou a beijar a nuca....Ela deixou. Depois deitou a cabe�a no ombro do cara e deram um beijo longo. O ritmo da dan�a j� havia diminu�do e eles se esfregavam lentamente....Ele come�ou a acariciar os seios dela e ela rebolava discretamente no pau do cara. Eu j� tava ficando d pau duro nessa hora, mas tambem nervoso e com ci�mes. O tes�o falou mais alto e eu continuei observando. Ele metia a lingua na orelha dela e esfregava o pau na bunda dela. At� q ele come�ou a subir a mini-saia dela. Ela segurou as m�os dele e olhou p ele fazendo cara feia. O cara deu um sorriso d canalha e abaixou a saia, deixando, por�m, a m�o embaixo, na altura da buceta.Voltaram a fingir q dan�avam, mas percebi o cara acariciando a buceta dela por baixo da saia (acho q tentando deix�-la louca de tes�o). Percebi q ela ficando c mais tes�o mesmo, pois d vez em qnd fechava os olhos e retorcia os labios). At� q o cara tentou levantar d novo a saia dela e ela, dessa vez, deixou....Levantou at� a cintura e abaixou a calcinha dela, q ficou nos joelhos. Ela olhou pros lados e jogou a m�o p tr�s tentando achar o pau dele. Ele, ent�o, sacou a ferramenta da cal�a e encaixou entre as pernas dela, tentando encontrar a entrada da buceta. Como acho q a posi��o tava ruim, ele a puxou p sentar no sof� e ela sentou no colo dele, continuando d costas p ele. Olhou pros lados novamente, levantou um pouquinho, direcionou o pau pela base e foi sentando devagar e for�ando a entrada. Pela cara dela, acho q sei qnd o pau entrou, pois ela fechou os olhos e retorceu os l�bios (conhecia minha putinha). Ficaram um tempo parados (provavelmente sentindo um ao outro) e depois come�aram a se movimentar...Pra disfar�ar, ela fingia q dan�ava, jogando as m�os pra cima d vez em qnd e sorrindo desajeitada, mas o movimento era de foda. Depois d um tempo, o ritmo ficou mais forte. O cara segurava ela pela cintura c for�a e metia forte e ela j� nem disfar�ava mais: olhos fechados e cara d quem tava gemendo. Depois ela levantou e o cara tambem. Nem tinha tido a preocupa��o d usar camisinha, ela q comigo era toda precavida e nunca transava sem. Tive medo de ela engravidar dele. O cara guardou o pau e ela subiu a calcinha e abaixou a saia. Sorriram, falaram alguma coisa um pro outro e voltei r�pido pra mesinha onde est�vamos antes q ela percebesse q eu tinha sa�do de l�. Sabia q n�o tinha perdido a mesa pois tinha ficado uma amiga dela l�. Ela ainda levou dez minutos p aparecer. Os cabelos estavam um pouco molhados de suor, mas ela disse q era pq tinha encontrado uma amiga e tinham passado no banheiro e ela molhou um pouco os cabelos. Disse q ia dar uma volta c a tal amiga e depois voltaria p dormir l� em casa. Fingi acreditar em tudo e deixei, j� desconfiado d q ela iria p motel c o cara foder mais um pouco. Me deu um longo beijo na boca e saiu.

Depois disso n�o tinha mais clima p eu continuar l�. Voltei p casa p me masturbar (imaginando oq tava acontecendo e lembrando oq tinha visto) e esper�-la. Ela chegou horas depois e foi direto tomar banho. Depois veio nua, deitou abra�adinha comigo e dormiu. Depois liguei a luz e analisei a buceta dela enquanto dormia. Estava com uma forte vermelhid�o e os l�bios inchados. Procurei a calcinha que ela jogara no ch�o do banheiro e tava molhada e cheirando a esperma. Me masturbei bastante.

Depoid disso meu tes�o e minha paix�o por ela aumentaram. Atrav�s do di�rio dela descobri q vez por outra ela fodia com o cara., mas q era s� por tes�o, pois era a mim q ela amava. Deixava e fingia q acreditava qnd ela mentia dizendo q ia sair c a m�e e coisas do tipo. Uma vez, depois d deix�-la em casa ( t�nhamos ido passear) e sair, umas meia-noite, voltei e estacionei à dist�ncia. N�o demorou muito e o cara passou de carro e ela entrou no carro dele e sa�ram. E assim o tempo passou e depois terminamos por outras raz�es q n�o v�m ao caso no momento. Acho q ela nunca soube q eu sabia e gostava d ser corno. Nunca tive coragem de dizer. Tinha receio de ela perder o respeito por mim.

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