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TRANSANDO COM MEU EX-MARIDO E UM CASAL DE ESTRANHO

TRANSANDO COM MEU EX-MARIDO E UM CASAL DESCONHECIDOrnrnJ� relatei em contos anteriores que estamos separados h� algum tempo, mas que passamos a nos encontrar e a nos exibir (principalmente eu), a transar em locais p�blicos e a transar com outras pessoas (casais, homens e mulheres).rnrnComo descrito nos outros contos, somos pessoas normais de 34 e 35 anos (nada sarados). Meu nome � J�ssica, sou morena, com 1,65 m, coxas um pouco grossas, quadril (bumbum) de 102 cm, cintura 40, cabelos pretos na altura dos ombros, seios pequenos e confesso que est�o molinhos (nada que n�o possa ser disfar�ado), tenho estrias; John � branco, tem 1,85 m, um pouco musculoso devido a sua atividade profissional, veste cal�a 42, tem a rola do tamanho m�dio dos brasileiros 17X04 cm.rnrnHoje venho contar como passamos a frequentar uma casa de swing em uma cidade vizinha, na realidade regi�o metropolitana da nossa Capital. Uma noite John me ligou, convidando-me para ir a uma boate; claro que topei na hora. No caminho ele falou que eu teria uma surpresa. Quando chegamos a boate notei que era um pouco diferente e fiquei chateada pois achava que ter�amos uma noite s� nossa; mesmo assim fiquei numa boa e fomos conhecer o local acompanhados pelos propriet�rios.rnrnA casa estava no in�cio do seu funcionamento e possu�a um quarto a meia luz com uma enorme cama retangular e uma tv que exibia filmes er�ticos; um outro quarto com uma cama redonda que era mais escuro; uma recinto que podia ser observado por um vidro; e outro recinto que possu�a uma cama de casal e alguns sof�s; al�m do palco e do bar.rnrnEra uma quinta-feira e, segundo os propriet�rios, era o dia em que os solteiros podiam frequentar, ent�o j� viu n�! Havia poucos casais e alguns jovens perambulando pela casa. Assistimos a shows er�ticos (femininos e masculinos) ? fiquei um pouco decepcionada porque as mulheres ficavam totalmente nuas enquanto os homens ficavam de sunga e n�o mostravam suas rolas que pareciam enormes - mesmo assim fiquei excitada. Depois fomos para o quarto onde havia os sof�s e estava rolando uma transa entre duas mulheres e um homem; estava sentada no bra�o de um sof� e John j� estava com sua rola para fora pr�ximo ao meu rosto, ao nosso lado no mesmo sof� havia outro casal que estava na maior pega��o, al�m de v�rios homens que estavam ao nosso redor com suas picas a mostra. Fiquei louca com tudo o que via e acontecia ao meu redor ent�o comecei a mamar a rola do meu ex-marido sem tirar o olho de todos aqueles machos, mas quando eles se aproximaram mais de n�s fiquei um pouco retra�da e pedi para ir embora; claro que meu macho ficou chateado. Na sa�da os propriet�rios informaram que no s�bado era melhor pois s� era permitido a entrada de casais.rnrnExplicando porque pedi para sair: Enquanto mor�vamos juntos nunca tinha usado nem fio dental na praia, imaginem transar na frente de outras pessoas, ver outras pessoas transando e ver todas aquelas picas na minha frente ? picas de todo tamanho e grossura- claro fiquei muito excita mas tamb�m com muito medo, envergonhada e at� chateada.rnrnBom como j� havia me exibido na praia (vejam meu primeiro conto) resolvi chamar o John para voltar à boate (casa de swing) no s�bado e ele aceitou todo euf�rico. Chegamos às 23 h, assistimos alguns shows tomando umas caipirinhas; rodamos pela casa e resolvemos ir ao quarto que tinha a cama redonda e era mais escuro; juntou a excita��o da quinta com a deste dia e eu estava doida para dar minha buceta e meu cu para John, ser chupada e chupar aquela rola gostosa. O quarto estava vazio ent�o fiquei mais tranquila e tirei meu vestidinho e a minha calcinha (fio dental branquinho) que estava completamente ensopada e pedi para John cair de boca, j� nas primeiras linguadas eu comecei a gozar e antes mesmo de me recuperar o meu ex-marido tava empurrando sua rola em minha buceta. Ap�s algum tempo entrou outro casal (mais tarde nos apresentamos era L�a e Jorge) e John foi me puxando e se aproximando do casal que j� estava transando; quando percebi j� estava deitada ao lado de L�a e sentindo as nossas respira��es misturadas a deles; n�o demorou e senti uma m�o em meus seios e vi que John j� estava afagando os seios daquela desconhecida; n�o sei como aconteceu mas quando dei por mim aquele desconhecido estava todo dentro de mim, s� percebi porque a rola dele era um pouco maior e muito mais grossa, senti minha buceta toda preenchida mesmo estando lubrificada, ainda consegui ver o John metendo na L�a antes de come�ar a gozar. Quando recobrei os sentidos estava punhetando o Jorge com sua rola pertinho da minha buceta esperando ele ejacular na minha barriga enquanto tinha a rola do meu gostoso na minha boca e a mulher chupava meus seios. Quando senti os jatos intermin�veis de porra do Jorge em minha barriga, escorrendo por minha xoxota e minhas coxas, tive orgasmos m�ltiplo principalmente porque o John esporrou um monte em minha boca, n�o sei se engoli ou se escorreu tudo, s� sei que fiquei com o rosto e os cabelos cheios de esperma do John.rnrnAp�s descansarmos um pouco e nos limparmos, voltamos ao sal�o e nos apresentamos, bebemos mais algumas caipirinhas e ficamos nos conhecendo melhor. Estava sentindo um monte de coisas contradit�rias: raiva, ci�me, tes�o, muito tes�o. Afinal, havia muitos anos que s� transava com John (claro que nos tempos de casada dei umas puladinhas de cerca) e naquela noite tinha transado com um desconhecido que tem uma pica gostosa e ainda por cima na frente do John e vi o meu ex fudendo com outra mulher.rnrnComo falei o tes�o era grande, ent�o voltamos ao quarto e desta vez fui logo cavalgar o Jorge enquanto o John tentava meter no meu rabinho. Esta posi��o n�o estava legal, a� sentei de costas na rola do John que preencheu meu cuzinho e minha buceta ficou exposta foi ent�o que L�a passou a chup�-la, quando estava bem babadinha o Jorge passou a me fuder (foi minha primeira dupla penetra��o), n�o preciso nem dizer que dava gozadas atr�s de gozadas. Novamente n�o sei como aconteceu mas quando percebi L�a estava sentada com sua buceta em minha boca e eu chupava como nunca pensei que poderia chupar uma buceta (j� tive experi�ncias l�sbicas mas era muito nova, brincadeirinhas de crian�a); o cheiro, o gosto daquela buceta estava me enlouquecendo. Enquanto tinha aquela buceta em minha boca, o Jorge estava metendo no meu cu na posi��o frango assado e L�a estava chupando o John. A L�a gozou v�rias vezes na minha boca e o Jorge encheu meu cu de esperma. Quando Jorge saiu de dentro de mim, L�a passou a chupar minha buceta (que sensa��o gostosa) e John passou a comer o seu cuzinho, eu e L�a gozamos v�rias vezes at� que o John deu um urro e enfiou tudo no cu da L�a e n�s tr�s ca�mos exaustos. rnrnSaimos da boate estava amanhecendo o dia, trocamos telefone com L�a e Jorge e tivemos alguns outros encontros...Depois eu conto pra voc�s.rnrn

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