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ELA S� FEZ ORAL

Ol� pessoal, esse � meu primeiro conto, aconteceu realmente, e foi uma coisa inusitada pra mim, por isso resolvi come�ar com este. Sou de Salvador BA, e moro pr�ximo a praia, quase todos os dias dependendo da minha folga no trabalho, costumo correr na praia pra me exercitar um pouco, Sempre procuro hor�rios que n�o tenham muita gente, tipo de manha cedo, ou a tardinha, corro at� uma determinada dist�ncia e volto caminhando, e aproveito para admirar a paisagem e � claro as mulheres que tb se exercitam, geralmente no hor�rio do fim de tarde, s�o pessoas que trabalham, donas de casa, idosos, enfim... Em um fim de tarde desses estava um tempo fechado e parecia que iria chover muito, e as pessoas se apressavam, tinha uma mo�a por volta de 35 anos, um pouco gordinha (adoro) com uma bermuda de malha e uma camisa grande que ia at� a cocha, era baixinha (pra mim pois tenho 1,87) com seios bem grandes por�m bem presos em um suti� comportado, ela caminhava pr�ximo a mim durante todo trajeto, e quando come�ou a chover parei em um sombreiro grande fica sempre na areia ao longo da orla, ela parou no mesmo sombreiro, apesar de ter muitos outros por perto, e come�ou a puxar assunto (eu geralmente sou t�mido n�o gosto de for�ar a barra) ela falou: Nossa o tempo mudou, eu sorri e concordei sorrindo, ela come�ou a conversar sobre sa�de, disse que estava fazendo caminhada a pouco tempo e que tinha duas filhas e que era separada, a chuva aumentou muito e ela se encontava em mim, institivamente coloquei a m�o nas suas costas trazendo para junto de mim, pois o lado que ela estava molhava mais, ela me abra�ou de lado, e sua m�o estava gelada, fazendo contraste com meu corpo quente, ela falou que iria se esquntar comigo e riu bastante. Nessa hora n�o tive mais d�vidas que ela tava com segundas inten��es... rnNo meio da conversa ela levantou a camisa para enxugar o rosto, minha nossa, ela tinha uma boceta enorme, a bermuda estava dividindo, s� poderia sair com aquela bermuda se realmente estivesse com uma camisa longa, eu fiquei paralisado olhando, e quando ela baixou a camisa me pegou olhando fixamente, ent�o disfarcei, mas fiquei super excitado, e ela notou, e ficava olhando de vez em quando, ela era bem branquinha, e sua m�o fazia contraste com minha pele morena clara, de repente a chuva passou resolvemos prosseguir,eu anotei o telefone dela no celular que levava na bermuda e quando chegou em um ponto que ela iria subir pra sair da praia ela se despediu de mim com um beijo perto da boca, notei que ela estava nervosa com aquilo, acho que ela era mais t�mida do que eu, no outro dia liguei, e conversa vai, conversa vem, marcamos de sair, marcamos no centro da cidade, em um shoping.Ela estava linda, toda produzida, diferente da praia, usava um vestido bonito, salto alto e um perfume muito gostoso, fomos pra pra�a de alimenta��o e ela pediu uma cerveja e eu um suco, pois n�o bebo, ela riu muito de mim, falei que n�o gostava de beber, que n�o me fazia falta, mas que n�o tinha nada contra, ela ficou dessa vez mais caladinha e eu falava mais, ela ria de tudo, estava muito descontraida. O papo ent�o come�ou a tomar outro rumo, e ela falou que n�o chamava mais aten��o dos homens como antes pq ja tinha filhos e estava fora de forma, ai eu falei que discordava e ela insistiu, ai eu aproveitei e falei: Voc� lembra como eu fiquei na praia? Ela arregalou os olhos e falou: Lembro sim. Nessa hora eu gelei e ela fez uma carinha de safada, ai n�o tive mais d�vidas convidei ela pra um motel que ficava pertinho do shoping, mas para minha surpresa ela falou que n�o, estava muito cedo, que n�o era dessas, jogou um balde de agua fria, eu passei todo os dias antecedentes ao nosso encontro fantasiando aquele momento, ela notou minha decep��o e falou assim: agente pode ir, mas s� vamos namorar, sem penetra��o ta bom? Eu concordei na hora e pensei que na hora, claro que ela iria ceder. Chegando la no motel, come�amos a nos beijar, eu tirei o sapato e deitei na cama ela ficou na beira sentada e eu liguei a tv, que passava um filme er�tico, ela disfar�ava e olhava pra mim, e perguntei se ela n�o queria mesmo, ela falou que n�o mas iria tirar a roupa e ficar de calcinha e suti�, ela tirou e quando vi a bucetona dela apertada na calcinha quase tive um tro�o, eu nunca tinha visto uma buceta t�o gordinha, era muito grande mesmo, eu delirava s� de olhar, ela deitou na cama e come�amos a namorar ela gemia e apertava meu pau, ela deitou e pude finalmente ver aquela buceta era linda, come�ei a chupar bem delicadamente, queria descobrir aos poucos, deliciar-me com cada momento daquele monumento na minha frente, ela colocava a cabe�a pra tr�s e se contorcia toda, acho que ela gozou muito com aquela brincadeira, depois ela pegou meu pau e colocou na boca, vcs n�o imaginam como ela chupava, era uma coisa muito diferente das mulheres que ja namorei, ela sugava de uma forma muito forte, parecia que iria arrancar a cabe�a, ela era forte, nunca senti uma sensa��o assim com sexo oral, era realmente diferente, pedi pra ela parar, pois estava quase gozando e ainda tinha esperan�a de comer sua bocetona, mas ela estava irredut�vel, dizia que n�o e n�o, e continuou a mamar, parecia uma bezerrinha com muita fome, quando falei que iria gozar ela colocou ele contra os peitos e come�ou a masturba-lo com bem for�a, nossa, como eu gozei, ela foi tomar banho e trancou o banheiro, fiquei intrigado com aquilo, ela era deferente demais, quando ela saiu eu ainda tentei mas ela n�o queria, se vestiu e eu fui lavar-me tb, fiquei com o pau duro de novo e tive que bater uma no banheiro, com uma mulher no motel comigo, isso era incr�vel realmente. ai saimos e voltamos para o shoping, fomos tomar um lanche, e eu nem sabia mais o que falar. No outro dia eu liguei pra ela e estava um tanto chateado, pois com uma mulher em um motel comigo eu tive que resolver tudo na m�o rsrsrs, ai ela me revelou que era casada e era crente, e que todo aquilo que ela fez foi correndo risco, de algu�m ver e que n�o deixou eu penetrar para a dor na conci�ncia ser menor, e que nunca tinha saido com outro homem e que tinha virado uma esp�cie de atriz, pra poder sair comigo e que estava apaixonada e que n�o sabia o que fazer e come�ou a chorar, ai eu fui entender o esfor�o dela pra realizar as coisas que parecia natural e na verdade a falta de pr�tica com o sexo oral se transformou em uma coisa boa, pois pra parecer que tinha pr�tica ela chupava com aquela for�a e uma coisa que parecia ser diferente escondia sua falta de pr�tica. Eu consolei ela falando que ela n�o precisava ter mentido daquele jeito, ela falou que n�o imaginava onde iria chegar e queria me satisfazer de alguma forma. Bom pessoal essa foi minha hist�ria que achei mais interessante pra come�ar a contar, em outros contos falo como depois disso essa mulher se transformou. Um abra�o a todos e fiquem a vontade para comentar, opinar, ou conversar, meu msn e email �: [email protected]

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