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COMO FAZER RENATA, A INSACI�VEL GOZAR - PARTE 1

Contarei aqui uma das hist�rias mais loucas e deliciosas que j� vivi. Estava com meus 19 anos e tinha uma menina que se chamava Renata na minha rua que eu era louco por ela. Ela era morena, pernas grosas, e uma bunda maravilhosa, tinha 19 tamb�m. Eu era muito afim dela (eu e o resto da rua), at� j� t�nhamos trocado uns beijinhos alguns tempos atr�s, l� na pr� adolesc�ncia, mas n�o tinha passado disso. Na �poca ela j� era linda, mas nem muito gostosa. O tempo passou e ela se transformou numa gata gostosa, tinha at� ganhado um concurso de dan�arina de pagode aqui do bairro, acho que j� d� pra imaginar o quanto ela era gostosa. Agora ela s� tinha um probleminha: tinha um namorado (de 19 anos). Eles j� estavam juntos tinham um ano e meio, mas mesmo assim ela continuava com seu jeito provocante. Eu comecei a tirar umas "lasquinhas", sempre que passava por ela, dava aquela olhada bem suja mesmo, e ela tamb�m dava a olhada safada pra mim. Certo dia ela me provocou tanto que eu falei que me arrependi de n�o ter ficado com ela at� hoje, ela falou que muitos dizem isso s� porque ela tem a bunda mais gostosa da rua (assim mesmo, contando vantagem), eu comecei a soltar umas "cantadas" bem escrotas mesmo, ela era liberal nesse quesito. Passado um tempo eu comecei a ficar muito doido por ela, queria muito pegar ela de novo, ficava imaginando como seria agora que ela tem aquele corpo, e claro, minhas m�o trabalhavam quase que todos os dias, hehe. A vontade de pegar ela n�o passava nem pegando outra, s� pensava em transar com ela, nada substitu�a essa vontade. Ela toda vez que me encontrava e a conversa ficava safada at� certo ponto, ela jogava �gua fria, falando do namorado dela. Pro meu desacerto, fiquei sabendo quem era seu namorado muito depois de eu ter j� amizade pelo cara, e ficava com a consci�ncia pesada por isso, afinal ele era muito brother. Eles formavam um casal que curtia coisas alternativas, rock, anime, etc.rnCada vez mais que ficava amigo do cara (ele se chamava Marquinhos), mais constantes eram minhas conversas com ela. Comecei a perceber que ela j� estava provocando al�m da conta, e estava me colocando em m� situa��o, at� com o namorado ela me provocada, dando olhadas bem famintas para mim, eu tinha de disfar�ar quando ele estava por perto.rnOs dois come�avam com umas conversas bem escrotas, me provocando mesmo, afinal ele sabia que estava com a mina mais desejada da rua, mas ele falava que confiava em mim, e sabia que eu n�o iria tentar pegar a mulher dele.rnCerto dia, estava andando pela rua, estava chegando do trabalho, e estava andando logo atr�s dela, sem ela ver, estava o caminho todo de olho naquelas pernas, ela estava com um shortinho de malha��o, como de costume. At� que de repente, percebi que logo atr�s vinha o namorado dela, meio que me seguindo e espionando. Ele apertou os passos e chegou at� mim, eu fiquei muito sem gra�a, e vi que ele percebera pra onde eu estava olhando.rnConversamos sobre varias coisas no caminho, at� que ele me fez umas pergunta. Ele me perguntou se eu transaria com a namorada dele, assim mesmo, na cara. Eu l�gico, sem gra�a disse como assim, e ele repetiu, perguntou se eu transaria com a namorada dele se ela pedisse. Eu desconsertado falei que n�o (embora pensasse totalmente o contr�rio), e ele sarc�stico falou que ningu�m se recusaria a transar com uma gostosa como ela, at� mesmo sendo uma irm�. Eu fiquei sem saber a inten��o dele, mas levei numa boa a conversa e falei que sim, transaria, mas nunca diria isso a ele. Ele riu e mudou de assunto, fui pra minha casa e fiquei pensando nisso a noite toda.rnComo est�vamos mais amigos que nunca, Marquinhos e Renata me convidaram para um almo�o de domingo na casa dele. Eles j� moravam sozinhos, h� um tempinho. Almo�amos e depois ficamos a tarde bebendo um pouco, deu umas 4 horas e ela foi se deitar, enquanto eu e ele ficamos vendo um jogo na tv.rnEle voltou com a conversa de que se eu pegaria a namorada dele, eu que j� tinha bebido umas, dessa vez fui direto, disse que sim, e ainda perguntei se ele se importava. Dessa vez fui eu quem o deixou sem palavras. Ele me chamou pra ver uma coisa, fui com ele, e ele me levou at� o quarto onde ela estava dormindo. Chegamos de pontinha de p� na porta do quarto que estava meio aberta, e vi ela deitada, de bru�os, s� com um shortinho bem pequeno rosa, meio transparente, e por sinal, sem calcinha. Eu olhava aquela maravilha, e ele me olhava. Ele entrou no quarto e pediu pra eu ficar olhando. ele come�ou a alisar a bunda dela na minha frente, eu j� estava alucinado com aquilo. Ele baixou os shortinho dela at� os joelhos bem devagar, eu j� estava de pau dur�ssimo com aquela loucura toda. Ele abriu um pouco as pernas dela, mostrando uma bucetinha rosinha, recentemente raspadinha, era uma vis�o do c�u. Come�ou a passar os dedos nela, e ela parecia come�ar a empinar mais o bumbum. At� que ele me chamou pra entrar no quarto. Pediu que eu sentasse na cama, passou os dedos na buceta dela e depois colocou pra eu cheirar. Eu j� n�o sabia mais como agir, fechava os olhos e cheirava. Ela se virou de frente, ainda aparentemente dormindo e ele aproveitou e tirou logo todo o short dela, ficou totalmente nua na cama, com n�s sentados ao lado. Ele come�ou de novo a bulin�-la, dessa vez tamb�m nos peitos, lindos por sinal. A� ele falou: e a� quer comer? Eu dessa vez fui direto, e disse sim. E ele disse: ent�o vamos, agora. Ele tirou a roupa e ficou s� de cueca box preta, e disse que eu tamb�m podia ir logo tirando a roupa, eu obedeci, fiquei s� de cueca tamb�m, a minha era roxa. Ele come�ou a lamber sua raxinha e falou que eu deveria lamber seus peitos, eu claro, obedeci de novo. Quando estava praticamente em cima dela, com a boca em seus peitos, ela abriu os olhos e me olhou como nunca antes. Agarrou minha cabe�a, e me deu um beijo bem longo. Eu j� tinha entrado de cabe�a no clima, e tinha liberado geral. Era eu em cima, e Marquinhos em baixo. Ela falou que tinha enjoado da l�ngua dele e pediu que n�s troc�ssemos de lugar, cheirei bem aquele maravilha, e ca� de l�ngua, dava vontade de comer, literalmente. Ela abriu bem as pernas e sussurrou: que delicia de l�ngua! rnEle parou e me perguntou se eu topava sem, e eu perguntou sem o qu�? E ele: sem camisinha. Eu fiquei um pouco apreensivo, mas tava demais, topei (n�o fa�am isso hein!!). Estava loucura total, lamb�amos todo seu corpo, ela nos puxou e come�ou a nos chupar por cima das cuecas mesmo. Tiramos o pau e ela estava nos chupando, ao mesmo tempo. Colocava as duas cabe�as dentro da boca e nos olhava nos olhos. Depois ela ficou s� me chupando, enquanto Marquinhos foi pegar o gel para lambuzar toda sua xaninha. Ela chupava meu saco, estava nas nuvens, e ele come�ou a penetrar o dedo em sua bucetinha. Ela s� gemia, chupava o saco, a virilha, e depois colocava meu pau bem no fundo de sua garganta. Marquinhos tirou a cueca e come�ou a enfiar bem devagarinho seu pau nela. A minha cueca ela j� tinha arrancado com a boca momentos antes. Me puxou e falou no meu ouvido que eu estava realizando um sonho dela, que era transar com dois, ao mesmo tempo. rnEle saiu e foi minha vez de penetrar, ele deixou a entrada dela bem quente pra mim, mas ela disse que eu n�o iria colocar meu pau dentro dela sem antes dar uma lambidinhas. Depois de algum tempo parei a l�ngua e fui meter logo nela, o pau deslizou pra dentro como se tivesse sido sugado. J� estava dando uma surra de saco na bunda dela, estava dando v�rias estocadas bem selvagens, e olhava ela engolir todo o pau do namorado, que deveria ter uns 19 cm (o era um pouquinho maior, uns 19, rsrs). Depois ela virou, e ele disse: � hora do anal! Ele pediu pra eu lamber o c� dela, e ainda disse que era pra deixar ele bem relaxado porque naquele dia seriam duas picas ali dentro. Eu a comia de l�ngua, deixei o c� bem preparado pra ele, como me pedira. Ele pediu que ela deitasse de bru�os, e abrisse as pernas. Ele p�s a cabecinha l� dentro, ficou assim um tempinho, enquanto ela batia uma pra mim. E apenas numa s�, foi enterrando tudo de vez, sem d�. Logo percebi que eles faziam muito isso, pela cara de prazer e satisfa��o, ao inv�s de dor, que ela fez. Ela s� faltava chorar de tanto prazer. Enquanto metia nela, ele come�ou a xing�-la, falando coisa do tipo: sua puta, enquanto como seu c�, chupa bem o pau do meu amigo. E pra mim tamb�m: seu puto, mete esse pau na garganta dela. Eu obedeci a ele, claro, e metia o pau em sua boca como se tivesse metendo na boceta, metia at� o talo, e tirava. Ficamos assim um bom tempo, seu corpo era um objeto em nossas m�os, digo paus, rsrs.rnEla gritava coisas, como por exemplo, que se n�s n�o fiz�ssemos ela gozar, iria nos matar. Incrivelmente ela com essa saraivada de rola em cima e em baixo, n�o gozou. Resolvemos mudar as posi��es, eu fui pro c�, e Marquinhos pra boca, e nada fazia a mulher se saciar, at� que Marquinhos falou que ia gozar, ela logo me empurrou (eua quase ca� da cama), e pediu que Marquinhos gozasse dentro de seu c�, e assim ele o fez, encheu de porra aquela bunda maravilhosa, eu vendo aquilo logo n�o aguentei, e dessa vez fui eu quem o empurrou, e meti minha vara dentro dela. Estava jorrando leite pra dentro dela como se fosse �gua de torneira. Depois ela ainda foi pra cima do Marquinhos, sentou a boceta em sua piroca, e come�ou a cavalgar. Eu ficava vendo ela em cima dele, e seu c� saindo v�rios jatos de leite, acho que nunca tinha visto tanta porra saindo de um c�. Ela pediu que eu enfiasse qualquer coisa dentro dela, como meu pau j� estava amolecendo, meti 3 dedos, que entraram f�cil naquele c� ensopado de leite. Ficamos exaustos e ela nada de gozar, at� que ela parou pra respirar (e deixar o namorado respirar tamb�m). Nos deitamos na cama os tr�s juntos e ela falou que tinha feito n�s gozarmos, mas n�s falhamos com ela. Foi a� que ela sugeriu algo bem inusitado, pelo menos pra mim: ela falou que queria nos comer, e s� assim ela gozaria!! Eu n�o entendi nada, at� que ela se levantou, abriu o arm�rio, e tirou de l� uma tipo calcinha que vinha com um p�nis de borracha na frente, fora outros brinquedos que ela tamb�m tinha. Ela falou que t�nhamos chamado ela de puta, e que agora n�s ser�amos as putinhas dela, pediu que n�s vest�ssemos as cuecas de volta, e se deitasse de bru�os na cama. E como quem est� na chuva, est� pra se molhar, obedeci.rnContinua...rn

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