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MEU MARIDO E MEU CACHORRO 1

Casada ha mais de 19 anos eu tenho um relacionamento sexual com meu marido maravilhoso. Por um problema de nascen�a eu n�o posso ter filhos de forma que s� nos resta aproveitar a vida com o que nos restou. Primeiro preciso me apresentar. Me chamo Maria, sou loura, de olhos azuis, 1,70m, 32 anos e devo admitir que estou um pouco gordinha, embora ainda n�o esteja na fase da gorda, mas estou com certeza naquela fase gostosona, que mais um pouquinho estraga. Meu marido se chama Luis, � branco, 1,80 m musculoso, 35 anos e tem um cacete que � uma maravilha. Desde a primeira vez em que eu olhei o cacete dele quando ainda namor�vamos que eu decidi que aquele cacete seria s� meu.

Devo confessar que o nosso casamento se mant�m gra�as aos jogos de sedu��o que fazemos, que às vezes admito, � um pouco arriscado mais � uma chama que aquece o nosso relacionamento. N�s seguimos certa rotina sexual. Assim, toda segunda feira ao levantar eu me lavo e volto para a cama e ele antes de me comer, lambe o meu rabo para dar sorte na semana. Eu digo que nunca ouvi falar dessa supersti��o, mas ele n�o levanta da cama sem esse ritual. Uma vez por m�s, no �ltimo s�bado do m�s ele come o meu rabo. Devo admitir que seja a parte mais doida do nosso relacionamento. A cada quinzena eu me transformo. Para quem n�o sabe nesse dia n�s vamos para a cama no escuro e eu digo que sou outra mulher, dentro aquelas do nosso c�rculo de amizade. Eu que escolho em quem devo me transformar, na maioria das vezes pessoas do nosso relacionamento, minhas amigas, colegas de trabalho e conhecidas, pois se fosse por ele a maioria das vezes ele ia querer que eu me transformasse sempre em minha irm� mais nova, o que me deixa sempre um pouco enciumada, mas � �timo. Ele me chama pelos nomes das pessoas e n�s transamos loucamente. Esses dias s�o aguardados com muita ansiedade, pois nos transformamos em animais sexuais e nossas fodas s�o sempre fant�sticas. Ap�s alguns anos de casados decidimos fazer o nosso jogo mais arriscado at� ent�o. Uma vez por ano eu viajo a S�o Paulo para a casa de uma amiga minha sobre o pretexto de fazer exames de sa�de e como o marido dela viaja muito, ficamos s� nos duas por uma semana aproximadamente e nessa semana fazemos de quase tudo. Minha amiga � t�o safada quanto eu. Meu marido sabe de tudo, inclusive eu mando para ele algumas fotos que discretamente tiro com o meu celular sem que ela saiba. Quando eu casei com ele eu j� tinha essa amizade e depois de algum tempo eu contei para ele com bastante cuidado e ele adorou e me libera durante essa semana. Ele sempre me pergunta se tive noticias a minha amante. Eu tamb�m deixo que ele v� a uma casa de massagem e l� ele recebe uma masturba��o que diz que � maravilhosa o que eu acredito, pois temos o costume de gravar no celular as conversas quando estamos fazendo o que chamamos de semana de f�rias e depois escutamos juntos para nosso maior prazer.

Durante esse tempo, eu nunca tinha tra�do o meu homem, mas o que vou contar mudou minha vida para sempre. Como viajamos muito, temos em casa um casal de dobermanns pretos, que s�o como feras. Somente eu, meu esposo e uma vizinha que cuida deles na nossa aus�ncia consegue se aproximar desses animais. O macho tem 2 anos e se chama Zulu e a f�mea � um pouco mais nova e se chama Lua. Um dia pela manh� estava fazendo esteira na sala e nossa vizinha chegou para dar banho nos cachorros. Eu fiquei olhando enquanto ela banhava a Lua e depois come�ou a dar o banho no Zulu. Enquanto ela ensaboava o cachorro, pude ver que ela se detinha um pouco mais na parte do cacete dele e logo saiu uma pequena ponta com um biquinho que me chamou a aten��o. Sem perceber que eu olhava a cena, nossa vizinha, que vou chamar de Alice come�ou a masturbar o meu c�o que logo respondeu colocando para fora um cacete que embora um pouco fino parecesse bem grande para o tamanho dele. Sem perceber eu fui ficando excitada e à medida que Alice masturbava o Zulu mais excitada eu ficava. Logo percebi que estava com minha buceta doendo de t�o excitada. Parei de andar na esteira, me esgueirei por tr�s da porta e pela fenda da porta com a parede pude ver melhor Alice masturbando o Zulu, que ficava paradinho como se aquilo fosse comum. Meu clit�ris do�a bastante, abaixei a cal�a, afastei a calcinha e comecei a esfregar meus dedos sobre minha buceta enquanto olhava aquela cena t�o excitante. Logo meu gozo explodiu na minha cabe�a e deixei escapar um gemido longo que foi percebido por Alice. Assustada a menina parou a masturba��o e procurou com seus olhos negros identificar de onde vinha o barulho. Eu quedei calada abafando a minha respira��o e me mantendo im�vel para n�o revelar minha posi��o. Alice mais que depressa tratou de acabar o banho de Zulu e eu me recolhi ao meu quarto com bastante silencio. Enquanto banhava fiquei pensando no que tinha visto e como ficara excitada. Nessa noite fudi meu macho como uma louca. Ele me perguntou que fogo era aquele e eu pela primeira vez menti para ele, dizendo que apenas tinha me dado vontade.

Dois dias se passaram e aquela cena n�o saia da minha mente. Chegou o dia de um novo banho dos c�es. Eu me escondi na sala, fechei as portas e fiquei por uma pequena fresta esperando a hora do banho dos c�es. A cada minuto minha ansiedade aumentava, quando enfim Alice chegou, eu j� estava banhada de suor com minha buceta doendo. Para minha decep��o, a menina tratou de banhar os c�es rapidamente e foi embora. Talvez estivesse desconfiada da vez anterior. Eu n�o podia acreditar, meu corpo todo ansiava por aquele momento e, no entanto fora frustrado. Esperei um tempo para ter certeza que Alice j� se fora e tomei uma decis�o. Abri a porta da sala para Zulu entrar. A principio ele resistiu um pouco, pois n�o deixamos os c�es entrar na casa, mas eu puxei-o at� o meu quarto. Ele estava inquieto mas tinha um cheiro gostoso de perfume que Alice passara. Segurei-o pelo pesco�o e comecei a pegar no seu cacete. Como eu vira com Alice ele ficou parado enquanto eu masturbava sua glande. Logo aquele cacete saltou para fora e come�ou a pingar. Eu fiquei impressionada. Ele agora parecia muito maior. Minha cabe�a parecia que ia explodir, meu clit�ris do�a muito, com cuidado fui abaixando a cabe�a, me posicionando sobre o Zulu, o odor do sexo me fazia alheia a tudo, liberava meus instintos mais selvagens. Posicionei minha boca e com certo receio abocanhei aquele cacete come�ando a chupar enquanto fazia movimentos de masturba��o. Zeus permanecia est�tico enquanto por��es do seu esperma entravam na minha boca. Resolvi que ia tentar outra coisa. Me despi, coloquei um casaco sobre minhas costas e me posicionei de quatro chamando Zeus para me penetrar. Mais que depressa o safado montou nas minhas costas, babando enquanto tentava desesperadamente enfiar o cacete na minha buceta. Enquanto ele tentava eu me preocupava para ele n�o acertar no meu cu, eu precisei pegar naquele cacete e direcionar para a minha buceta e ap�s algumas tentativas ele conseguiu enfiar seu cacete em uma s� estocada Aquele cacete fino me acertou em cheio, entrando todo na minha buceta e me fazendo gemer de dor. Logo Zeus iniciou os movimentos de vai e vem e eu comecei a gemer. N�o podia imaginar que aquele cacete pudesse ocupar toda a minha buceta, Zeus empurrava cada vez mais forte me machucando at�, mas me deixando cada vez mais descontrolada. Logo pude sentir uma bola enchendo minha buceta e aquele esperma quente alagando minha cavidade. E logo ele parou ficou um tempo quieto e depois tirou o cacete de dentro de mim. Enquanto ele se lambia, eu via o esperma escorrer sobre minhas pernas em quantidades impressionantes. Eu n�o havia terminado, embora com a minha buceta doendo eu queria gozar, me deitei sobre as costas e iniciei uma masturba��o aproveitando aquele liquido todo que molhava minha buceta. Meus dedos agitados massageavam meu clit�ris, eu estava possu�da, logo senti a l�ngua de Zeus me lambendo tamb�m e assim, sendo lambida por meu c�o e me esfregando, explodi em um gozo profundo, que liberou n�o um gemido, mas um grito misto de prazer, dor e culpa ao mesmo tempo.

Me mantive deitada, quieta enquanto Zeus lambia minhas pernas e minha buceta. Logo ele tentava novamente me montar, mas eu estava exausta e com alguma dificuldade coloquei-o para fora de casa.

Limpei o esperma que ensopava o ch�o do nosso quarto e fui tomar um banho, tentando limpar aquele momento de loucura, imaginando o que aconteceria dai para frente, pois tinha tra�do meu marido e pior tra�do com o nosso c�o.

� noite, n�o tive coragem de fuder com o meu macho, a culpa me atormentava me sentia suja e tinha a certeza que ele perceberia que tinha sido tra�do.Continua

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