Aviso: Voltamos Envie seu Conto estamos aguardando, recupere sua senha caso ja foi cadastrado antes !
J� est� liberada a �rea de Cadastro de contos. Cadastre-se e evie-nos o seu conto

SANDUICHE DOS SEGURAN�AS

Devido a muitos e-mails e pedidos que recebi com rela��o ao ultimo conto (Sentando na vara do neg�o) venho publicar a continua��o da promessa, pois o Paulo ficou de me apresentar ao seu amigo Carl�o, tudo aconteceu na ultima sexta-feira dia 03 ap�s marcamos pelo telefone o Paulo ficou de me buscar pr�ximo ao meu trabalho no final do meu expediente, nos encontramos na Av. Presidente Vargas no cen-tro do Rio ao chegar no local combinado avistei o carro do Paulo devido aos vidros que s�o escuros e pela placa, ao entrar no carro percebi que o Paulo n�o tinha nem trocado de roupa ainda e estava todo sua-do, para quem n�o leu o conto anterior o Paulo trabalha de seguran�a de carro forte. Pensei que n�o fosse rolar nem mais nada naquela noite, principalmente por n�o ter visto o Carl�o dentro do carro j� que os dois trabalham na mesma empresa e o Paulo ficou de me apresentar a ele. Ao perguntar pelo Carl�o o Paulo disse logo para eu ficar tranquilo, pois o que era meu estava muito bem guardado e me esperando.

N�o entendi muito bem o que o Paulo quis dizer, ele prosseguiu o percurso em seu carro em dire��o a pra�a Mau� e na altura do cais do porto ele foi me tranquilizando e disse que para n�o perder tempo ele decidiu me buscar logo e por isso ele nem se trocou e tomou banho (mal sabia ele que eu estava adorando aquela id�ia de ter um macho todo suado trepando comigo em poucos minutos) e disse tamb�m que o expediente da empresa tinha encerrado e que o Carl�o era o seguran�a da noite e que s� estaria a gente l� no galp�o, ou seja, a foda iria rolar l� mesmo ao chegarmos o Paulo me levou para o vesti�rio onde ele me disse que o Carl�o estava me aguardando com tudo esquematizado fui apresentando aquele bruta montes, tremi na base quando o mesmo apertou a minha m�o e colocou a outra no bolso me mostrando a sua fer-ramenta dentro daquele macac�o, quando ele tirou a m�o do bolso ele sacou uma algema e logo em se-guida prendeu a mesma no meu pulso sem que eu pudesse me defender fiquei assustado, se o meu amigo Paulo n�o estivesse ali naquele momento eu teria achado que tinha ca�do em uma furada.

Com a outra m�o ele me puxou e prendeu a outra algema no banco de ferro que ficava prezo no ch�o do vesti�rio, o Paulo disse que o motivo de eu estar algemado era pelo fato da minha surpresa ser dupla, eu disse pra ele como assim? Quando derrepente surge de um dos box o do vesti�rio um outro moreno claro aparentando 1,80m na casa dos seus 28 anos ele era forte e peludo estava com uniforme da empresa e com uma cara de tes�o perguntando se eu seria a putinha do recheio dos amigos, nisso ele j� chegou perto de mim e encostou a sua rola sobre ainda dentro da cueca no meu rosto e eu ali prezo sem poder fazer nada. Pra voc�s terem uma id�ia o Carl�o � um negro de aproximadamente 1,95m todo forte apro-ximadamente 82kg suas veias brilhavam devido a sua cor negra quase azulada, bem vamos ao que inte-ressa, o Paulo ficou num canto do vesti�rio observando a minha cara de receio e ao mesmo tempo de surpresa, pois a principio seria somente o Paulo e o Carl�o mas o Paulo disse que a id�ia das algemas seria justamente para que eu n�o fugisse da raia apartir dai come�ou a minha noite tripla de prazer.

Eu ali sentado no banco do vesti�rio mamando a geba do moreno que n�o parava de babar nos meus l�bios enquanto isso o Paulo preparava um colchonete em cima do banco do vesti�rio que era grande, o Carl�o foi tirando a minha roupa e preparando o terreno, ele ficou deslumbrado ao ver a minha traseira moreninha empinadinha e gulosa de rola com poucos pelos, ele tirou a sua bota e pra relaxar pegou o seu chinelo havaianas no arm�rio e um tubo de ky e me disse que pra minha rosca ficar ele iria preparar o forno, pegou o chinelo e come�ou a me dar umas leves chineladas em cada lado de minhas nadegas at� intensificar as chineladas comecei a suar de tes�o e sentir que a coisa realmente estava ficando quente foram apenas umas oito chineladas e ele ali com os seus amigos falando muita putaria ele sentiu que a minha bunda j� estava no ponto, passou o tubo de ky para o moreno (Marcelo) e os dois trocaram de posi��o agora eu comecei a chupar a piroca do Carl�o que devia ter 21cm j� estava toda babada e explo-dindo de tes�o com aquele suor de um dia todo de trabalho, inicialmente esfregou sua rola no meu nariz, me fez chupara seu saco e enterrou a sua geba at� o fundo da minha garganta daquele jeito que a gente v� nesses filmes porn�s, eu chupava ele de uma maneira que � at� dif�cil de descrever eu levava o meu ma-cho ao del�rio fazendo com que ele gritasse de tes�o ao sentir a minha l�ngua quente envolvendo a cabe�a da sua rola. O meu amigo Paulo se aproximou do Carl�o e eu fiquei ali revezando entre as duas picas continuaram com aquela esfrega��o e por um certo tempo percebi que o Marcelo j� tinha lubrificado a minha rosca com ky, at� que resolvi assumir um pouco a situa��o e disse em alto e bom tom que iria ser fudido.



Como eu j� estava de quatro preparado e lubrificado o suficiente para acomodar aquela rola, o Marce-lo pegou a camisinha e encapou a sua jib�ia que j� estava em ponto de bala, posicionou a jeba na entrada da gruta que n�o ofereceu resist�ncia come�ou a deslizar a piroca no meu cuzinho apertadinho, eu dei um gemido e arrepiei todo enfim n�o poderia fazer muita coisa, pois eu estava algemado e revezando com duas picas nos meus l�bios eu rebolava como uma cadela no cio na vara do Marcelo eu disse que n�o aguentava mais e pedia para ele meter at� o fundo, dizia que eu era o macho dele enquanto ele dizia que iria arrombar o meu cu at� eu n�o aguentar mais continuou bumbando cada vez mais depressa seu pau as vezes saia todo e ele colocava tudo de uma s� vez, uma loucura at� que ele n�o aguentou mais e gozou gostoso dentro do meu rabo. Como o Paulo e o Carl�o viram que eu n�o fugi da raia e nem fiquei com frescuras ele tiraram a algema e me

mudaram de posi��o, agora o Carl�o me botou de frango assado, e come�ou a comer a minha bunda com uma maestria, e eu continuava a chupar a rola do Paulo. Nisso o Carl�o sentou no banco e mandou eu cavalgar era muito grande a sua vara, tive resist�ncia par sentar Carl�o n�o perdoou me prendeu meu corpo nos seus bra�os e me fez sentar de uma s� vez, n�o conseguia me mexer devido a for�a que ele fazia n�o teve jeito j� estava tudo l� dentro mesmo, ap�s o al�vio s� restou eu pular e cavalgar naque-la rola igual uma potranca e ele metia at� os ovos, n�o resisti e comecei a gozar inundando nossos corpos com meu leite quente gozei sem mesmo encostar no meu pau, o tes�o era demais. Aquilo estava muito bom, uma del�cia nunca fui t�o bem comido nesta posi��o nisso n�o demorou muito para o Carl�o gozar, ele tirou a rola do meu cu arrancou a camisinha me fez ficar ajoelhado no ch�o e come�ou a se punhentar fortemente, ele n�o aguentou e a porra come�ou a esguichar na minha cara.

Pensei que tinha acabado, mais ainda restava o Paulo pra me comer, ele n�o perdeu tempo me mandou ficar de p� encostar as m�os no arm�rio abrir as pernas e empinar bem a minha bundinha, mandou vara ali mesmo comigo de p� como a posi��o estava ficando cansativa para mim, comecei a me abaixar, nisso prontamente o Marcelo recuperado da ultima gozada, j� chegou logo enfiando a sua rola na minha boca, fiquei de quatro levando rola e mamando o Marcelo como um bezerr�o, mamei tudinho deixando seu pau limpinho ap�s o seu gozo, enquanto isso o Carl�o e o Marcelo foram tomar banho, fiquei de ladinho sen-tindo a press�o do Paulo bombando na minha rosca, ele me trocou de posi��o novamente me deixando louco de tes�o ap�s cinco minutos no frango assado o Paulo gozou fartamente dentro de mim. Foi ines-quec�vel aquela noite sa�mos as 08h30minh do centro no carro do Paulo em dire��o a nossa casa n�o conseguia nem ficar sentado direito no banco do carro, meu cu piscava de tanto tes�o sentindo a falta daqueles seguran�as dentro de mim. Depois deste dia na outra semana me encontrei novamente somente com o Carl�o e o Paulo no dep�sito, pois o Marcelo n�o estava mais trabalhando na empresa foi super gostoso assim mesmo, espero que voc�s tenham gostado. Estou no Rio de Janeiro disponibilizando a minha rosca somente para pessoas ativas acima de 30 anos que sejam discretas e que n�o tenham frescu-ras se o seu objetivo � troca de prazer fique a vontade para me escrever, s� responderei a pessoas ativas sou moreno claro 1,80m 70kg cabelos e olhos pretos 30anos [email protected]

VISITE NOSSOS PARCEIROS

SELE��O DE CONTOS



contos eroticos peitos sadomasoquismoconto erotico encoxada funkno motel dando cu de calcinha velhos xasadosconto erotico gay motoqueiro marrentiMeu aluno mamou o peito contos eróticoscontome masturbando ma frente da sograa massagista negao contosGabriel de Jesus vídeo pornô de novinha virgemcontos eroticoscomi minha irma drogadavídeo de pornô do metendo vendo a sua beleza ela me chameenfiando banana no cucontoseroticosbrincadeirasestoria de cantos erotico novinha sentou no colo do Homem dentro do ônibus na viagemcontos eroticos sequestrocontos eroticos minha mulher e uma potrancacontos eroticos ladrão dotado arrombando namoradaconto cavalo cu traicomi a espetora contoscontos de cú de madrinhacomtos de incesto com subrinha bebada depos da balada no carrocontoseroticosviolentadascontos eroticos sequestrocontos eroticos me encostou na paredePorno ai falei que era pra gozar maninha.comContos erotico ferias quentes cinco o retorno do titio pegadorVelho e novinho conto erotico gayconto erotico ajudando minha tia no encanamentoquando era pequena mamava na pica do meu tioFoderam gente contos tennscontos eroticos tirei o meu pau no provadormeu irmao e meu amantede calcinha na frente do meu pai contos"conto erótico" minha esposa me feminizoucontoseroticos experimentando um pauzudocontos eroticos bucetinha de resguardoswing porno mulheres vao sem calcinhalevei muita rola na buceta no carnaval contocontos eroticos gay fui enrrabado apanhei e gosei com um desconhecidoconto o casado hetero apaixonou num negaocontos lgbt estuprei minha irmacontos eróticos Nilza A esposa do meu amigo escravo da minha irmã contosos fritones dando o cuconto gay "agradece" machoconto erotico gravida incento conto erotico dando de mamar a minha bebenoite maravilhosa com a cunhada casada contosconto fui na praia de nudismo so pra ve as buceta cabeludacontos eroticos vendi minha filhaContos internauta quer comer meu cucontos euroticos todos dormindo eu me entreguei para o cunhadocontos-chantageei minha enteada e comi o cúzinho dela virgem e ela gritou de dor/conto_8706_priminha-novinha-e-safada.htmlconto gang bang com crentecontos eróticos de bebados e drogados gaysContos eroticos danadinha no colo velhocontos porn negao arombando garotinhostraiminha namorada com o pau na cara contos relatos estorias eriticosEngolindo a piroca do irmozinho contoseroticoscontos de cú de irmà da igrejaMeu marido deu carona para um estranho e me insunuei pra elewnoiva no campng contos eroticosconto erotico minha esposa perdeu o cabaço do cuEu e minha prima na praia contoscontos eroticos da irma enfermeira do irmao com penis machucadocontos porn quando eu ia trabalhar o sindico negao arrombava minha filhinhacasa dos contos estrupada por pivetescomo arrombar um cu virgem ticacontos eroticos minha esposa mi deu de presente a sua sobrinhacontos eroticos tio e sobrinho gayconto.minha filha mim chupandomagrinha com tatoo na bundaCONTO VELHA CRENTEconto nao aguentei e fudi minha sobrinha de oito anos/conto_3766_dei-o-rabo-em-cima-de-um-cavalo.htmlcontos eroticos travesti dominanteBucetaCabeludaVidio poeo gratisConto erotico meu tatuador me fudeuContos eroticos com gerro dano boa noite siderela a sogra madura pra comer a bucerta grande e raspadinha com a rola grandeSou gay e tranzei com um travest contos eroticorealizei meu sonho comi minha tia perdi a virgindade conto eroticodezenhos de 11aninho pormoconto erotico como cu da minha avocontoerotico.com/estuprei a ladra novinhacontos eroticos gozei quando as duas picas entraram no meu cuminha sobrinha me viu pelado contos