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DEI PRA TR�S NAQUELA NOITE - PARTE 2

A gozada do neg�o debaixo de mim j� foi um tro�o. Ele se contorceu para tudo que � lado at� aquela rola enorme foi saindo do meu cu devagarinho. O intelectual, no maior tes�o ap�s ver o prazer do outro gozando, quis tamb�m. � a minha vez de gozar nesse cu lisinho, disse ele. Mal sa� da geba de um e o outro me colocou de quatro na beirada da cama. Aquela noite estava maravilhosa para mim. O cara estava tarado. Aproveitou o cu dilatado e mandou ver num ritmo acelerado. Eu fui nas nuvens com aquela troca de cassetas. O cara estava mexendo como um louco num ritmo de funk acelerado. Na �nica oportunidade que tive de olhar para o pelud�o vi que ele j� estava no maior tes�o querendo me comer tamb�m. Eu tive que me controlar para n�o gozar com o intelectual na minha bunda. O gran finale seria com aquele que tinha me deixado de cu pingando desde a primeira vez que o vi. O intelectual era muito gostoso tamb�m. Por todas as preliminares que j� t�nhamos tido ele n�o demorou a gozar tamb�m. Eu podia sentir a pica dele pulsando que nem louca dentro de mim depois de tantas estocadas em alta velocidade. Ele tirou a pica de mim urrando de satisfa��o.rnCansado, me deixei cair na cama de bru�os para recuperar o f�lego. Estava feliz. Estar com aqueles tr�s gostos�es fudendo a noite inteira era mais do que eu podia imaginar. Minha respira��o demorou a voltar ao normal. Estava com sede, mas muito cansado para levantar e ir pegar um copo d´�gua. Estava b�bado de tes�o, fora da realidade, curtindo somente as sensa��es gostosas do momento. Foi quando senti um corpo sobre mim.rnColoquei as m�os nas costas e senti aquele tronco peludo. Eu sabia o que estava acontecendo. Melhor ainda, sabia o que estava para acontecer. O melhor tinha ficado para o final. Para minha surpresa a pegada do camarada era gentil mas ao mesmo tempo firme. Ele queria me comer. E queria que eu soubesse disso. O neg�o, ainda deitado no outro lado da grande cama, observava com aten��o. Senti aquela l�ngua descendo do meu pesco�o, passando pelas costas, deslizando pelo rego da bunda at� chegar ao buraquinho do cu. Tudo em c�mera lenta para que eu apreciasse cada segundo. O descanso, muito r�pido, j� havia terminado. Naquela hora eu estava me entregando para aquele macho do meu desejo. Ele lambeu meu cu como se n�o se importasse se dois outros tivessem estado ali antes. Ele sabia que ele seria melhor, inesquec�vel. N�o sei como um travesseiro surgiu debaixo de mim deixando minha bunda toda exposta, entregue, livre para que aquele cara fizesse o que quisesse com ela. Eu me sentia totalmente aberto, livre, sem qualquer freio em minhas emo��es. Quando me dei conta ele estava deitado novamente sobre minhas costas. Toquei ele com minhas m�os para ter certeza de que era verdade. Sua l�ngua veio parar em minha orelha mas n�o disse nenhuma palavra. S� arfava. Um movimento nos quadris e senti que sua pica estava abrindo caminho dentro de mim. Eu rebolava para facilitar. Com um giro de cabe�a vi que os outros dois machos que j� haviam me comido observavam com muita aten��o. Era uma extens�o do prazer para eles. Aquilo me deixava ainda mais louco. Ser comido pelo macho que eu queria e ter outros dois me olhando, adorando meu prazer em ser fudido.rnO ritmo das estocadas foi aumentando juntamente com o som dos gemidos atr�s de mim. A sensa��o daquele corpo peludo na minha pele lisinha me enlouquecia ainda mais. O tes�o do cara foi crescendo at� que ele n�o aguentou mais e jorrou porra dentro de mim. Ao mesmo tempo a fric��o do meu pau com o cetim sobre o colch�o me fez gozar juntamente com ele. Eu j� tinha segurado at� demais. Foi um gozo longo. Foi um jorro de prazer. Ainda uma �ltima vez estendi as m�os para sentir aquele corpo peludo.rnTudo foi maravilhoso naquela noite. Eu tinha dado para tr�s caras gostosos e tinha me divertido muito. Pena que nunca mais os encontrei.rnSe gostou desta hist�ria, que foi deliciosamente verdadeira, me mande um email. Quem [email protected]

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