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ESPOSA E MARIDO. MENAGE QUE AMADURECEU A RELA��O.

Bem, meu nome � Paulo e de minha esposa Carol (nomes fict�cios). Somos um casal tranquilo casados h� mais de 06 anos, ainda sem filhos, mas com projeto de t�-los. rnSomos bonitos, corpos saud�veis e atraentes.rnrnMor�mos em S�o Paulo ? capital.rnSempre fui um cara companheiro e honesto na rela��o que vivo. Nunca tra� minha esposa e sei que ela tamb�m nunca me traiu. Fantasias sexuais todos n�s temos e nos alimetamos com as mesmas. Fantasias comuns desde posi��es de KamaSutra, como sexo em p�blico inundaram nossos pensamentos. Adimito que gosto muito de sexo e por isso v�rias vezes na semana vasculho a internet com novidade, textos, contos e etc, relacionados ao assunto. rnrnDa� em um belo dia observei que muitos casais dividiam experi�ncias com outros casais, caindo num mundo liberal pelo qual me facinei. Fasc�nio este sempre em conjunto com a minha esposa (em pensamento, pois at� a� ela nem sonhava com essas coisas). Imaginava transas com outras pessoas, em especial ela com outras mulheres (fantasia comum entre os homens).rnCarol sempre foi uma mulher incr�vel, carinhora, honesta, bonita, corpo sensacional e como dizem ?de fam�lia?. A fam�lia e as tradi��es sempre respeitadas. Fantasias Sexuais, sempre as normais ou seja: jantar a luz de velas, amor numa praia deserta e etc. Na cama nada a reclamar, sempre rolava muita coisa, exceto anal. rnrnAt� o in�cio do 2ª ano de casados nosso fogo sempre esteve bem aceso, tudo era motivo para transarmos e etc. Como normal, as responsabilidades do dia dia nos afastou um pouco desse lado sexual, mas sempres arrum�vamos um tempinho, mas n�o como antes.rnrnUm certo dia, come�amos a nos divertir na internet lendo contos er�ticos de todos os tipos, at� que por acaso observamos um que tratava de assunto do meio liberal, uma esp�cie de menage, inicialmente entre o homem e duas mulheres e depois entre 2 homens (sem HOMO) e 01 mulher.rnCarol um pouco envergonhada se esquivou, mas logo continuou a ler ao meu lado e observei que seus olhos pararam para prestar aten��o na hist�ria que li�mos. Notei ela um pouco interessada, suspirando e aceitando aquele texto.rnTerminamos de ler, eu excitad�ssimo e ela bem a vontade demonstrando-se excitada tamb�m. Transamos feito loucos, como nunca mais havia acontecido e conversamos a respeito, mas nada aprofundado.rnrnEntramos num v�cio de contos er�ticos que quase todas as noites l�amos e trans�vamos. Mas a ideia liberal come��u a penetrar nos pensamentos de Carol.rnSempre disse a ela que tinha a Fantasia de fazer sexo a 3, eu, ela e uma terceira (sem que eu transasse com a terceira, somente ela).rnCarol esquivou-se na hora, hegou, mas disse que quem sabe um dia.rnDa� comessamos a ver sites com fotos nas quais dariam a ideia de sexo a tr�s, at� a� aceito por ela (as fotos). Consegui entrar em uma comunidade na qual casais liberais trocavam mensagens, compartilhavam fotos e v�deos, ela tamb�m aceitou ver.rnPr�ximo passo foi propor a ela pra tirarmos fotos sensuais para publica-las a partir de um perfil que criar�amos em tal site (sexlogg), mas de imediato ela foi contra, n�o queria fotos por ser arriscado vazarem e descobrirem nossas identidades. Da�, conveci e expliquei a ela que seria apenas fotos de closes (ato sexual em si), ou da cintura para baixo sem qualquer indentifica��o. rnrnFizemos uns testes e ela aceitou e at� gostou um pouco de sensualizar e publicamos as mesmas, ambos ficamos excitad�ssimos.rn Foram semanas de extases olhando este site... A ideia do liberal na cabe�a de Carol come�ava a brotar, e em mim j� germinava. Passamos a ver muitas fotos de casais, comecei a provoc�-la, falando o quanto era ela bonita e atraente, apoiando a usar roupas sensuais e curtas, pois isso me deixava louco, ela prontamente passou a usar, s� que em locais discretos, distantes de nosso meio familiar e de amigos (S�o Paulo � muito grande). Usava calcinha fio dental, minissaias, saia sem calcinha, foi o m�ximo.rnEm muita fotos do site de compartilhamento, vi�mos casais em que o marido liberava a esposa para outros homens, pois excitavam-se ao m�ximo com isso, e elas totalmente entregues e em grau avan�ado de excita��o. Passei a ver a situa��o com outros olhos e creio que Carol tamb�m.rnPassei a ficar excitado imaginando Carol com outro homem, na minha presen�a, sendo devorada indo ao m�ximo do prazer. Cenas como fazendo sexo oral em mim, e transando com outro ao mesmo tempo, ela chupando o outro e etc... mas sempre com camisinha e com pessoas estranhas e alheias de nosso conv�vio, como garotos de programa, ou homens ou casais liberais atraentes de cidades distantes da nossa, e detalhe SEM HOMO.rnrnUm belo dia em casa a noite, bem juntinho Carol acenou para possibilidade de fazermos alguma coisa do tipo. Da� passamos a conversar, primeiro propus o sexo a 3 com outra mulher. Ela meio que aceitou, mas pediu uma condi��o, dever�amos depois fazer o mesmo s� que com outro homem, j� que via acontecer muitas situa��es como esta. Garanto, ap�s esta conversa nunca t�nhamos transado com tanta vontade e fantasias na cabe�a.rnrnCome�amos a ler sobre o assunto e descobrimos algumas caracter�sticas tipo: a mulher liberada pelo marido usa tornozeleira no p� direito, usam roupas curtas, fio dental e etc... (n�o generalizo que todas que andam assim sejam liberais).rnFantasiamos tanto e combinamos de realizar nossas fantasias.rnMarcamos um viagem a Salvador e antes de partimos vimos sites de garotas e garotos de programa (vimos os melhores e mais caros). Separamos uma garota e um rapaz.rnrnNa primeira noite em Salvador chamamos a garota. Come�amos a beber vodka e conversarmos e l� pela madrugada tudo rolou entre ela e minha esposa, eu olhando me masturbando, e gozando somente em minha esposa... Depois pagamos e a mo�a foi embora. rnNo outro dia ao acordamos nos abra�amos e fomos a praia, mais felizes e confidentes do que nunca. Pois este segredo s� era nosso.rnrnNo terceiro dia em Salvador, ligamos para o garoto de programa, confesso que fiquei muito nervoso (morro de ci�me de minha esposa com amigos dela, conhecidos de trabalho, ex e etc). Mas por ser um completo desconhecido de outra cidade, logo liberei meus sentimentos.rn Ele chegou, digo que era um cara apresent�vel. Repetimos as doses de vodka e conversamos. Ele era profissional e nos deixou a vontade ent�o come�ou a acariciar minha esposa e toc�-la. Eu fiquei excitado como nunca em minha vida e ela delirando a me chupar e pedindo para ele meter nela. Gozamos muito. Foi incr�vel. Ela a menina de fam�lia entregue ao prazer. Juramos segredo eterno at� hoje. Sempre repetimos quando viajamos para fora. O pr�ximo passo ser� com casais ou homens do site de compartilhamento. rnrnNossa vida se tornou mais completa. Com cumplicidade, desejos aflorados, companherismo.rnTemos a inten��o de ter filhos em breve. Da� daremos um pausa na pr�tica, mas nos pensamentos n�o. E voltaremos quando nossos filhos crecerem um pouco, pois nossa fam�lia est� acima de tudo.rnFazemos sempre amor, desde do mais selvagem, at� o mais apaixonado e rom�ntico. Amo muito Carol e ela tamb�m me ama. Trai�ao n�o rola. E sim prazer na presen�a de ambos.

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