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NAO ACREDITEI NO QUE VI

Ol� amigos, neste relato, achei melhor n�o citar nomes para preservar as identidades das pessoas envolvidas. Sou casado com minha esposa h� dezessete anos, temos um casal de filhos, o menino com 19 anos e a menina com 19 anos. Os anos n�o prejudicaram tanto a minha esposa, pois apesar dos seus 34 anos ela continua muito atraente e desej�vel, um pouco fora do peso, (pouca coisa), mas ainda mant�m suas curvas e suas formas generosas de quando me apaixonei por ela. Tenho 43 anos. Tamb�m um pouco fora de forma, mas apesar de uma barriguinha de cerveja ainda fa�o algum sucesso com as mulheres. Apesar de amar minha esposa, a rotina fez com que aquele fogo que existia no in�cio do nosso casamento apagasse ao longo do tempo. Nossa vida sexual continua ativa, mas n�o com tanta intensidade como antes, e isto faz com que eu procure novas aventuras fora do casamento. Se ela desconfia de alguma coisa n�o deixa transparecer. Ela nunca me deu motivo para desconfiar da sua fidelidade. Por ser de uma fam�lia de pessoas humilde, �ntegra e muito religiosa ela � um pouco recatada. Minha esposa sempre foi muito caseira quase n�o sai de casa, e quando sai, se n�o for comigo leva minha filha ou meu filho a tiracolo. O �nico lugar que ela vai com frequ�ncia sozinha � na casa dos seus pais nada de anormal. Sua m�e sempre fez parte da comiss�o da igreja, apesar de gostar muito da minha sogra n�o tenho muita conversa com ela, eu a acho um pouco beata. Meu sogro � um senhor j� de idade, uns sessenta e poucos anos, ainda muito forte, gosto muito dele por ser uma pessoa honesta que lutou muito na vida pra conseguir o que tem hoje, n�o � muito, mas deu pra proporcionar uma boa vida para sua esposa e filha. Temos uma casa na praia e por isso nas f�rias das crian�as quando n�o podia descer, meu sogro sempre se oferecia para leva-los pois era aposentado e ele sempre diz que tempo n�o � problema pra ele. Ent�o todos os anos eles desciam primeiro e eu ia nos finais de semana. Neste ano como de costume eles desceram e eu fiquei trabalhando. Numa pelada de final de tarde com amigos acabei me machucando, nada de grave, mas por estar impedido de trabalhar por ordem m�dica resolvi descer tamb�m, e nem lembrei de avisa-los. Antes de chegar em casa resolvi ver o movimento na praia que frequentamos, como nos dias anteriores choveu, o tempo resolveu colaborar e o pessoal estava em peso curtindo o pouco de sol que ainda relutava em aparecer. Muitas mulheres gostosas desfilavam imponente mostrando todas suas formosuras, pensei comigo: vou me dar bem. Avistei minha sogra com as crian�as, mas n�o vi minha esposa e nem meu sogro. Pensei em ir falar com eles, mas resolvi passar em casa primeiro para por uma roupa de banho e fazer uma surpresa. Nossa casa tem dois pavimentos. Em baixo fica uma garagem grande uma varanda, sala e cozinha, e em cima ficam os quartos. Cheguei sem fazer barulhos para dar um susto na minha esposa, a porta estava trancada, pensei que ela tivesse sa�do, como tenho a chave entrei. Estava tudo em sil�ncio, subi a escada e notei que tinha gente em um dos quartos. Reconheci a voz da minha esposa, me aproximei em sil�ncio para assusta-la, mas quem se assustou foi eu. Pela porta entre aberta tive uma vis�o parcial do que acontecia dentro do quarto. N�o acreditava no que via, meu sogro de camiseta e uma bermuda bem larga em p� atr�s da minha esposa, com uma m�o dentro do top que ela usava apalpando seus peitos e com a outra m�o tinha levantado sua mini saia e dedilhava sua boceta por dentro da calcinha, com a cabe�a encostada no peito do seu pai ela curtia tudo com os olhos fechados esfregando sua bunda bem devagarzinho no pau do meu sogro. Nas suas m�os algumas pe�as de roupas dando a entender que estava fazendo uma faxina. Fiquei sem a��o, meu sogro continuou sarrando minha esposa por algum tempo, os dois em sil�ncio s� se ouvia alguns gemidos bem baixinho. De repente minha esposa se vira pra ele da um beijo na boca e pergunta se a porta de entrada est� trancada, ele confirmou que sim dizendo que o pessoal estava sem a chave. Pude notar o volume que fazia na bermuda do meu sogro. Meu cora��o estava disparado, pensei em acabar com tudo aquilo fazendo o maior esporro, mas n�o sei o que deu em mim e resolvi ver como terminaria aquela safadeza. Em sil�ncio fui at� a varanda e pela janela procurei um �ngulo melhor de vis�o, mesmo com uma tela bem fina para impedir a entrada de insetos e uma cortina de renda branca dava pra ver perfeitamente o que acontecia l� dentro. Minha esposa tirou a camiseta do meu sogro se ajoelhou na sua frente abaixou a bermuda e saltou pra fora um senhor cacete, uns tr�s cent�metros maior do que o meu, apesar dos seus sessenta e poucos anos e com os cabelos brancos o velho ainda estava inteiro. Minha esposa colocou aquele mastro na boca e chupava bem devagar se deliciando a cada lambida que dava naquela cabe�orra. Eles n�o tinham pressa alguma, seus movimentos eram sempre lentos, ele segurava na cabe�a da minha esposa e enfiava todo aquele cacete na sua boca, às vezes ela fazia �nsia de v�mito quando meu sogro atingia sua garganta, n�o sei como ela conseguia engolir tudo aquilo, ele fodia profundamente a boca da sua filha. Depois de uns cinco minutos, meu sogro pediu para minha esposa que se levantasse, tascou lhe um beijo na sua boca e levou a pra cama, deitou minha esposa de costa, tirou sua calcinha, abriu bem suas pernas e meteu a l�ngua na sua buceta. Pela express�o no rosto da minha esposa ela estava se sentindo nas nuvens tendo sua buceta sugada pelo seu pai. Nesta hora eu nem ligava que quem estava sendo fodida pelo seu pr�prio pai na minha frente era minha esposa. Eu me acabava numa punheta, meu sogro se levantou, tirou a saia e o top da minha esposa deixando a tamb�m completamente nua, tornou beija-la na boca desceu para seus seios e chupava com vontade aqueles seios que h� muito tempo eu n�o dava tanto valor. Dentro do quarto dava pra sentir que rolava sexo verdadeiro e muito prazeroso. Meu sogro parou de chupar os peitos da sua filha e ofereceu novamente o seu pau para ela chupar, coisa que ela fazia muito bem e eu ultimamente n�o estava dando o valor devido. Quando j� estava em ponto de bala, meu sogro abriu as pernas da minha esposa posicionou aquela tora na entrada da sua xoxota e foi penetrando devagar at� enterrar tudo naquela buceta que pensava ser s� minha. Minha esposa se deliciava com cada movimento de vaiv�m daquela pica. Meu sogro com movimento sempre cadenciado tirava gemidos de prazer da sua filha, j� estavam uns 19 minutos nesta posi��o, meu sogro pediu que ficasse de quatro e penetrou fundo na buceta novamente. Nesta posi��o dava pra ver bem de perto as express�es de felicidade no rosto da minha esposa a cada enterrada que meu sogro dava nela. Ela gemia muito, j� tinha gozado umas quatro vezes e meu sogro continuava castigando a buceta da sua filhinha. Novamente ele tirou o pau de dentro dela deu uma cuspida no pau e outra no cu da minha esposa, ela percebendo sua inten��o n�o relutou, lembrei que quase n�o praticava sexo anal com ela, muito poucas vezes isso aconteceu. No come�o do nosso casamento, no auge do tes�o sempre que queria fazer anal ela reclamava, pois dizia que do�a muito, depois mesmo percebendo que ela n�o gostava muito, para me agradar n�o reclamava, mas tamb�m fazia tempo que n�o comia seu cuzinho. Meu sogro ap�s ter cuspido no cu da minha esposa com um dedo foi laceando seu cuzinho, agora enfiava dois dedos e fazia movimentos circulares. Vendo que j� estava no ponto ajeitou a cabe�a do seu pau no cu dela abriu sua bunda e foi for�ando a entrada. Minha esposa olhou pra ele e pediu para ir devagar, pela express�o dela estava sentindo dor, mas pediu para n�o parar, aos poucos meu sogro enterrou tudo no cu da sua filha enquanto ela fazia movimentos circulares bem devagar com sua bunda at� se acostumar com o calibre daquele cacete. Aos pouco foi aumentando os movimentos e j� rebolava normalmente no pau do seu pai que tamb�m aumentava o ritmo das estocada no rabo dela. Agora seus gemidos aumentavam e ela quase gritava cada vez que meu sogro enterrava at� os talos naquele cu. O suor escorria do rosto do meu sogro, minha esposa gemia muito enquanto seu pai continuava castigando o seu cu. Meu sogro agora a fodia desesperadamente com movimentos r�pidos e profundos. Cada estocada no cu da sua filha parecia que ia joga-la pra fora da cama. Minha esposa come�ou a tremer e a dizer palavras que n�o dava pra entender, meu sogro agarrou com for�a a cintura da filha puxou com for�a contra seu corpo enterrando todo aquele cacete no cu dela e num grito te tes�o despejou uma quantidade imensa de porra no rabo da minha esposa, dava pra ver um filete de porra escorrendo por suas pernas. Meu sogro caiu por cima de minha esposa e dava pra ver que os dois estavam exausto. Durante esta foda que deve ter durado quase uma hora, pude perceber a idiotice que estava cometendo ignorando minha esposa, pela pessoa maravilhosa que ela �, pela companheira que tem sido, pela m�e dedicada, pelo carinho que tem por minha fam�lia, resolvi n�o fazer nada. Sa� sem eles perceberem minha presen�a, parei em um barzinho pedi uma cerveja e fiquei refletindo sobre o que tinha acontecido. Passei o dia fora e s� fui pra casa à noite. Receberam-me com surpresa e alegria, tanto meu sogro como a minha esposa agiam normalmente como se nada tivesse acontecido. N�o sei h� quanto tempo isso vem acontecendo, pois quando casei ela n�o era mais virgem, coisa que para mim � insignificante, quando a gente ama o importante � a pessoa amada e n�o o seu passado. Se isso � errado n�o sei, cada um tem seus conceitos de certo ou errado, a igreja imp�e seus dogmas, a sociedade de um modo geral condena o incesto, eu fico pensando, ser� mesmo pecado proporcionar, um prazer t�o intenso a outras pessoas mesmo que seja do mesmo sangue? N�o sei, quem sou eu para julgar. Passado o susto n�o fiquei revoltado com o que vi e sim um sentimento de culpa por ter feito minha esposa buscar prazer nos bra�os do seu pai. Hoje vivo muito bem com minha esposa, a harmonia voltou em nossa casa, j� n�o tenho motivo para me aventurar com outras mulheres, nossas fodas tem sido cada vez melhores, com isso pude perceber que, o que eu estava procurando nas minhas aventuras fora de casa estava bem perto de mim e n�o sabia. Se minha esposa continua transando com seu pai n�o sei, suas visitas na casa do meu sogro, hoje se resume em almo�os nos finais de semana acompanhado por mim e pelos nossos filhos. Desculpe-me pelos erros, nunca fui bom em portugues, um abra��o a todos e at� outro conto. Quem quiser fazer algum coment�rio meu e-mail � [email protected]

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