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VIOLENTEI A VIZINHA

Ol� pessoal, estou aqui novamente para relatar mais um de meus contos, espero que gostem.



** Nomes Ficticios



Moro nos fundos da casa de minha v�, e mais na frente do terreno existe uma terceira casa que minha v� aluga, e nessa casa moram duas mo�as; uma de uns 24 anos (Sheila**), pele morena, cabelos castanhos, cursa faculdade e namora um cara que � muito gente boa; a outra � uma loirinha (Carla**) n�o muito bonita de uns 28 anos que veio do interior, no come�o achei que ela era timida, mas nos ultimos dois meses ela come�ou a utilizar uns shortinhos bem curtos e at� que ela era gostosinha.



J� estava para completar dois anos que ambas moravam aqui, quando elas vieram comunicar a minha v� de que a Carla estaria voltando ao interior para morar com sua m�e e a Sheila n�o iria aguentar arcar com as despesas do aluguel sozinha; assim que fiquei sabendo disso comecei a armar um jeito de comer aquela loirinha gostosa antes que ela fosse embora. Pensei ent�o em surpreende-la quando ela saisse do banho, j� que o banheiro ficava para o lado de fora da casa; ela sempre tomava banho l� pelas dez e meia da noite, e sempre saia vestindo um shortinho preto bem agarrado e curto e uma blusinha sem suti�, pois os bicos de seios ficavam bem aparente sobre a blusa.

Foi ent�o numa sexta a noite que meus pais como de costume sairam para ir a um lugar para dan�ar e levaram minha irm�, minha v� dorme muito cedo, l� pelas nove da noite; peguei algumas camisinhas e fui ent�o para a varanda da casa da minha v� e vi a hora em que ela entrou no banho, fui ent�o at� a �rea da casa de Carla que era onde se encontrava o banheiro, fiquei em um canto onde elas costuma guardar vasilhames, bacias, baldes, etc onde ela n�o pudesse me ver; Por sorte nesse dia a Sheila tinha saido com seu namorado, certamente para meter, e s� voltaria pela manh�.

Ficava escutando a �gua cair, imaginando escorrer pelo seu corpo, meu pau j� estava bem duro; foi ent�o que percebi que ela desligou o chuveiro, me posicionei ao lado da porta do banheiro, coloquei uma meia cal�a sobre o rosto para n�o ser reconhecido, e fiquei aguardando at� que ela abrisse a porta. Eu estava de cal�a jeans, blusa de manga comprida, t�nis, a meia cal�a sobre o rosto e um bon�, sendo assim imposs�vel ela me reconhecer.

Escutei ela mexer no trinco da porta e no que ela abriu a porta eu saltei a sua frente e levei minha m�o at� sua boca para que n�o gritasse e a virei de costa para mim; sua bunda se encostou em meu pau duro e ela instantaneamente tentou fugir, mas eu v�o, eu j� tinha come�ado uma loucura que n�o tem mas volta. Peguei um peda�o de fita adesiva e tapei sua boca, coloquei uma venda em seus olhos, com uma meia cal�a eu amarrei suas m�os para cima, e a encostei na parede de costas para mim, comecei a sarrar meu pau em sua bunda, ela chorava, pois sabia que seria estuprada; vendo o desespero daquela mo�a eu disse com uma voz um pouco direfente: "Calma, se voc� reagir vai ser pior, voc� esta amarrada e n�o tem ningu�m para te socorrer !", foi ai que ela come�ou a chorar mais e mais;

Prendi as m�os dela no registro de �gua que existia um pouco mais ao alto, comecei a passar a m�o em suas coxas e fui subindo at� agarrar com for�a os seus seios, coloquei minha m�o por dentro de sua blusa e constatei o que suspeitava, ela estava sem suti�, comecei a esfregar o bico de seus seios com meus dedos e enquanto tudo isso acontecia eu continuava sarrando a sua bundinha. Comecei a abaixar seu shortinho e calcinha, deixando-a nuazinha, mas de costas para mim, ele entrou em desespero total. Tirei meu pau para fora e comecei a passar na porta de sua buceta, ela tentava se afastar, mas dava de encontro com a parede fria e molhada do banheiro; me abaixei e comecei a chupar sua buceta com muita volupia, ela estava muda e im�vel, ela estava come�ando a ficar molhada, sai de perto dela por um instante, ela tentava virar-se para ver o que iria lhe acontecer, mas a venda em seus olhos n�o permitia;

Coloquei uma camisinha e fiu atr�s dela novamente, encaixei a cabe�a de meu pau na entrada de sua buceta, ela percebeu o uso da camisinha e sabia que agora iria levar ferro, come�ou a se debater em v�o, comecei a pincelar meu pau em seu grelinho e ela come�ou e relaxar, mas ainda contr�riada; comecei ent�o a penetrar, que buceta macia, quente e umida que ela tinha, meu pau parecia estar na m�o de uma crian�inha de uns seis anos; assim que entrou tudo eu disse a ela: "Fique tranquila, n�o vou te machucar, estou usando camisinha !"; ela n�o se importava e tentava escapar, eu comcecei a bombar no come�o mais devagar e depois com mais rapidez e viol�ncia, n�o demorou muito e eu gozei, como aquela caipira era boa;

Decide ent�o que iria comer seu c� tamb�m, tirei aquela camisinha, e comecei a lamber seu c�, ela tentou sussurrar algo, cheguei mais perto dela, tirei a fita de sua boca e ela disse: "Por favor, ai n�o, por favor, fa�a qualquer coisa mais ai n�o !"; aquela suplica me deixou mais ouri�ado ainda para penetrar aquele bot�ozinho;

Comecei a esfregar meu pau em sua bunda e ela continuava se debatendo, mas pau j� estava duro novamente, coloquei outra camisinha, passei um pouco de shampoo no meu pau e no c� dela; encostei meu pau na bunda dela e comecei a for�ar, era muito apertado, pensei que n�o iria entrar mas continuei for�ando at� que a cabe�a do pau passou; continuei a empurrar o resto at� entrar tudo; deixei um tempo ele l� dentro para ela se acostumar, mas estava dificil, mas aos poucos ela foi se acalmando, comecei a bombar devagarinho para n�o machuca-l� mais do que j� estava, segurei firma na sua cintura e continuei a bombar s� que agora com mais for�a e rapidez, gozei novamente; ap�s essa gozada, ela desmaiou e ficou segura apenas pela meia que estava presa ao registro, desamarrei ela , deixando-a apenas com a venda nos olhos, deitei ela no ch�o do banheiro e comecei a chupar seus peitos, chupei sua buceta, seu clit�ris, coloquei outra camisinha e mandei ver, s� que agora no tradicional papai - mam�e, gozei e ela tamb�m gozou, deixei ela deitada no banheiro e antes de ir embora eu disse: "N�o conte a ningu�m, se n�o eu volto e acabo com voc� e sua amiga !"...

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