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ISTO � REAL. PARTE 2

ISTO � REAL: PARTE 2



No dia seguinte, no recreio, o aluno mais velho veio junto com outro menino que eu j� conhecia de vista que tinha os cabelos pretos compridos e era t�o bonito parecia uma menina.

Estava uma s�rie acima da minha, tinha um ou dois anos mais do que eu, moreno bem claro, de olhos verdes, usava aparelho nos dentes e, era um pouco maior que eu.

O aluno mais velho chegou perto e disse: Oi. Como � o seu nome mesmo,? Disse que me clamava Alexander, mas que todo mundo me chamava de Alex. Ele falou: Olha Alex, o meu nome � Jorge e, este � o Junior, aquele que eu lhe falei; eu vou deixar voc�s dois sozinhos para conversarem � vontade.

Ele saiu e quando estava sozinho com o Junior eu perguntei se tudo era verdade. Ele ficou com o rosto vermelho e disse se eu jurava que n�o ia contar nada para ningu�m.

Falei que sim, que n�o tinha problema nenhum, que ele podia ficar tranquilo, e que eu s� queria saber se era verdade e se aquilo era bom.

Ele disse que o que tudo que o Jorge tinha contado era verdade e, que n�o tinha entendido direito a minha pergunta o que, que era bom.

Falei baixinho para ele: Voc� sabe, aquele neg�cio que o Jorge falou, de enfiar o pau dentro e ficar mexendo.

Ele olhou bem nos meus olhos e disse sorrindo: � uma del�cia, se voc� experimentar uma vez voc� vai quere sempre fazer mais. Eu disse que queria fazer mais umas perguntas e ele disse: Pode perguntar o que quiser, o Jorge mandou eu contar e explicar tudo para voc�.

Perguntei de uma vez s� quanto tempo o Jorge fazia aquilo com ele, se era verdade mesmo que o Jorge enfiava aquele pinto enorme inteiro dentro dele, se n�o saia sujo de coco, se do�a, e ia fazer outras perguntas quando ele me interrompeu e disse: Vamos devagar, vou responder uma pergunta de cada vez. Primeira pergunta, eu vou à casa do Jorge desde o come�o do ano passado.

Pensei um pouco e comentei que era quase um ano e meio e ele balan�ou a cabe�a concordando e eu perguntei: Todo S�bado ? Ele respondeu: Tirando as f�rias sim, todo S�bado vou � casa do Jorge e fica l� a tarde inteira, mas às vezes, durante a semana, quando meus pais saem direto da firma para algum jantar de neg�cio ou para fazer compras e ficam o dia inteiro fora, o Jorge � que vai minha casa.

Disse ainda: Vou responder o que j� perguntou. Apesar do pinto do Jorge ser bem grande, eu j� estou acostumado, ele consegue f�cil por tudo dentro de mim. N�o sai sujo n�o porque antes de eu e o Jorge fazermos alguma coisa, eu vou ao banheiro e, depois de fazer as minhas necessidades, eu me lavo muito bem, por dentro. Quando a gente termina e o Jorge tira o pinto, sai sempre limpinho.

Ele pensou um pouco e disse: Voc� perguntou se do�a. Vou falar a verdade; at� ha dois meses atr�s, eu s� dei para o Jorge. Nas primeiras vezes que eu dei o cu para ele, doeu bastante, principalmente na hora que ele enfiava o pau, mas hoje, quando ele me come, n�o d�i nada pelo contr�rio � bom e eu gosto muito. Eu tenho certeza que o Jorge gosta tamb�m do que eu fa�o, ele j� me falou v�rias vezes que de todos os meninos que ele j� comeu eu sou o melhor, e olha que ele j� comeu muitos garotos. Tanto � verdade o que eu estou falando que faz muito tempo, desde que a gente se conhece, que ele n�o come outros garotos e, eu nem sei porque ele est� a fim de comer voc�. Acho que � porque voc� � loiro e tem uma bunda bonitinha. Mais alguma pergunta ?

Falei que eu n�o estava a fim de dar o cu para o Jorge, disse para ele n�o ficar preocupado comigo, que s� queria saber como eram as coisas e, ele pareceu ficar mais calmo. Em seguida perguntei se ele tinha alguma coisa mais para me contar.

Ele respondeu que toda vez que eles se encontravam o Jorge gostava que os dois ficassem inteirinhos pelados, sem roupa nenhuma, nem de meias. Falou ainda que sempre antes dele dar o cu, ele sempre chupava o pau do Jorge. Depois que o Jorge gozava na boca dele, ele continuava chupando at� o pau ficar duro de novo e, s� quando estava bem duro mesmo � que o Jorge punha atr�s dele.

Fiquei meio surpreso e falei: Mas Junior, voc� engole todo a porra, quando ele goza na sua boca ? Ele me deu uma olhada como quem est� de saco cheio e respondeu: Ele gosta muito quando eu fa�o isso e acho que n�o tem nada de mais. E tem mais uma coisa, al�m dele gostar, depois que ele acaba na minha boca, quando ele p�e atr�s, demora muito mais para ele gozar de novo e, quanto mais tempo ele fica dentro de mim, mais eu gosto.

Perguntei: quanto tempo ele fica mexendo o pau dentro e outra coisa voc� consegue mesmo gozar desse jeito ?

Ele disse: Eu n�o fico marcando no rel�gio quanto tempo o Jorge fica com o pau dentro de mim, � t�o bom que o tempo passa muito r�pido, mas eu acho que ele fica mais de uma hora e eu consigo gozar v�rias vezes, d� at� para perder a conta, mas, geralmente eu gozo umas quatro ou cinco vezes. Quase sempre, quanto d� tempo o Jorge come o meu cu mais de uma vez. No S�bado passado ele disse que estava muito tarado e me comeu tr�s vezes seguidas. Cada vez em uma posi��o diferente. Ele ficou me comendo a tarde inteira.

Contou ainda que eles treparam tanto, que no fim come�ou a ardeu muito dentro do rabo dele, mas que ele aguentou quieto at� o Jorge terminasse de gozar dentro dele e quando saiu o pau, ficou com a entradinha do cu doendo, mas no dia seguinte ele n�o sentiu mais nada.

Falei para ele que eu n�o sabia o que era posi��o.

Ele riu e explicou: � como a gente fica na hora de trepar. Por exemplo: No S�bado, como eu j� contei, ele me comeu tr�s vezes. A primeira vez, eu fiquei de quatro na cama, voc� sabe, igual a um cachorrinho, que � a posi��o que a gente sempre come�a, pois o pau entra mais f�cil. Na segunda vez ficamos em uma posi��o que ele gosta muito que ele chama de frango assado.

Ele parou um pouco, viu a minha cara de surpresa e me explicou em detalhes, como ele ficava na posi��o de frango assado e disse que esta posi��o era a que mais dava para enfiar dentro. Contou que era a �nica posi��o que ele sentia quando a cabe�a do pau do Jorge batia no fundo do cu dele, quando o Jorge empurrava com bastante for�a e o pau inteiro entrava dentro dele. Falou ainda que naquela posi��o ele podia bater uma punheta enquanto o Jorge fodia o cu dele.

Continuou a contar dizendo: Na terceira vez eu deitei de bru�os, com uma almofada debaixo da barriga, para a bunda ficar bem levantada. Depois o Jorge deitou em cima de mim e, come�ou a enfiar o pau dentro. Como o meu cu j� estava meio aberto entrou f�cil. Ele foi empurrando at� entrar tudo. Depois ele come�ou a mexer devagar, enfiando e tirando o pau de dentro, ent�o eu cruzei as pernas e fiz for�a, para apertar bem o pau dele dentro do meu rabo. Eu acho que do jeito que eu fa�o deve ser muito bom, pois o Jorge sempre fica muito louco e mexe bem depressa ate gozar. Nesta hora gozamos quase junto, ele primeiro e eu um pouquinho depois.

Contou que depois da primeira ou segunda trepada, o cu ficava relaxado e meio aberto e que nesta posi��o ele conseguia com o cu, apertar bastante o pau do Jorge.

Complementou dizendo que o �nico problema, era que daquele jeito, sempre ardia muito dentro do rabo, mas como o Jorge gostava daquele jeito, ele fazia.

Explicou ainda que havia muitas outras posi��es, mas, a que mais ele gostava era quando o Jorge ficava deitado na cama parado e ele sentava em cima do pau e s� ele mexia, para cima e para baixo, como se tivesse andando � cavalo. Acrescentou que quando ele fazia isto o Jorge gozava bem depressa.

Ai falou: Agora eu tenho que ir. Depois se voc� quiser podemos conversar mais, N�o vai contar pra ningu�m o que eu falei, Ta bom?

Eu disse que sim, ele virou e foi para a classe dele e eu ent�o percebi que estava com o pau duro e tive que ir ao banheiro jogar �gua fria nele e, cheguei atrasado na minha aula. Continua na Parte 3.



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