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O MELHOR FINAL DE ANO

Ol�, Meu nome � Kevin Ocean, e sou filho de Brasileira com Americano, tenho uma filha de 19 anos chamada Lisa, � uma bela mulher, cresceu linda com a m�e, infelizmente moramos apenas eu e Lisa, pois minha esposa sofreu um acidente de carro, quando sai de Oxford e se dirigia para Las Vegas, para uma conferencia, sobre tecnologia, chama-se Michele, nos dois gost�vamos de inform�tica, e todo tipo de tecnologia que tornasse o nosso tempo um pouco mais longo para aproveitar com nossa filha, mas sozinho foi um pouco mais dif�cil de cria-la pois eu trabalhava bastante em uma empresa de cria��o de jogos de computadores, mas em fim consegui tirar minhas f�rias, eu nasci no Brasil, e com dois anos apenas, tive de me mudar para os Estados Unidos da Am�rica, fazem praticamente nove anos, desde que minha esposa faleceu no acidente que n�o viajava para o Brasil, eu tive de aprender a falar o ingl�s e o portugu�s, pois tenho descend�ncia dos dois pa�ses, n�o sei escrever muito bem o portugu�s, e n�o falo com tanta facilidade, mas n�o fico parecendo t�o estrangeiro assim, sou moreno, forte, mas n�o musculoso, digamos que sarado o suficiente pra chamar a aten��o de mulheres que gostam de homens aparentemente fortes, minha filha � uma verdadeira escultura, tinha acabado de se formar na faculdade de Oxford, perguntei a ela o que ela queria ganhar de presente; ela disse que queria viajar de novo para o Brasil, para conhecer outros lugares do litoral, disse para ela escolher um lugar do pais que n�s ir�amos, pedi f�rias de 2 meses, pois j� tinha uma terceira para se vencer, e eu precisava viajar para descansar um pouco tamb�m, ela escolheu um lugar no litoral paulista, o nome eu irei deixar oculto, para que n�o sejam localizados os pontos principais, pois com o avan�o da tecnologia � f�cil descobrir a veracidade dos locais e descobrir quem somos.

10 de Dezembro 12:30 AM, S�o Paulo, Aeroporto de Guarulhos, 2005, chegamos de viagem eu j� conhecia um pouco a cidade de S�o Paulo, pois minha m�e me levara varias vezes ao pais e a este lugar, mas n�o posso dizer que estava f�cil de reconhecer o lugar, pois em nove anos as coisas mudam e mudam muito, a o estado havia se desenvolvido bastante, pegamos nossas malas, aproximadamente tr�s malas, duas com roupas, e uma mala com pertences pessoais, meu e de Lisa, e como dizem o ditado “Quem tem boca vai a Roma” nos dirigimos para perto dos policiais para perguntar como faz�amos para chegar no litoral paulista, depois de varias informa��es, descritas pelos policiais, e para ficar melhor gravamos o que o policial disse, em fim conseguimos chegar at� o litoral, procuramos um local para ficar, mas como a maioria dos melhores apartamentos estavam encomendados, acabamos por ficar em uma quitinete, como �ramos apenas dois, n�o haveria problema, mas os problemas come�aram a partir do segundo dia, no primeiro dia procuramos nos encaixar dentro da quitinete, e pelo visto ter�amos algum pequenos problemas de locomo��o, pois o local era bem legal, tinha uma cama em baixo, e uma cama na parte de cima, a cama de baixo era de casal e a de cima era de solteiro, com uma cozinha estilo americana, e um banheiro que cabia apenas uma pessoa, procuramos comprar algumas coisa nos supermercados da localidade, e percebi que por onde minha garotinha passava, arrancava olhares, realmente era de se esperar, ela com um vestido preto, solto, e com um palmo acima do joelho, quem n�o ficaria de olho, colocamos nossas coisas e as compras tudo bem organizados, ao menos nessa parte nos dois �ramos bem familiar, fomos dormir, minha garota colocou uma camisola, bem leve e um pouco curta, e eu de short, fomos nos deitar depois de uma longa caminhada para conhecer o local, ela foi subindo a escada para ir dormir, quando ela chegou no ultimo degrau e colocou a perna direita para cima, deu pra ver muita coisa que eu j� havia visto em varias outras mulheres, mas em minha filha era a primeira vez, e isso me deixou um pouco perturbado, pois era a �nica mulher que estava junto comigo a nove anos, pois j� n�o vivia mais com a m�e dela, minha esposa e n�o me preocupei com mulheres, por que tinha uma filha pra criar, as vezes eu ficava com algumas mulheres nas festas de amigos do trabalho, mas eram apenas casos passageiros, o que vi realmente me deixou um pouco conturbado, mas procurei esquecer, ela estava com uma calcinha branquinha, e bem colada na bucetinha, pois dava pra ver o corte da calcinha bem no meio do seu precioso diamante, ela n�o percebeu que eu olhei, demorei um pouco a dormir mas consegui, quando � de manh� por volta de 11:00 da manh�, ela me acorda, eu n�o era muito acostumado a dormir tanto, mas talvez por causa do cansa�o da viagem e da caminhada noturna que fizemos, dormi alem da conta, ela estava preparando o caf�, eu me levantei para escovar os dentes, e ir ao banheiro urinar, quando estou indo em dire��o ao banheiro eu percebo que ela ainda esta usando aquela camisola, e quando me dou conta estou de pau, dur�ssimo, n�o sei por que, mas estava me sentido atra�do por aquela delicia de mulher que estava na cozinha, bundinha arrebitada, e seios bem suculentos, uma verdadeira mulher de parar o transito, mas ainda bem que j� estava no banheiro, procurei me concentrar em alguma coisa, e escovar os dentes, mas o pau continuava ali, em ponto de bala, e como eu iria disfar�ar, aquela ere��o, pensei em varias coisas, e consegui amolecer o meu pau, sai do banheiro e me dirigi para o outro lado do balc�o na parte de fora da cozinha, ela me ofereceu o caf�, e quando se virou para pegar os p�es, eu pude reparar que ela estava ficando muito linda mesmo, e com um corpo de tremer qualquer homem, quando ela retornou, me pegou de surpresa olhando para ela, e me perguntou o que eu estava olhando, eu disfarcei e disse que estava ficando linda como a m�e, e que se ela estivesse viva iria adorar estar com a gente, ela quase que chorou, mas se conteve e tentou disfar�ar dizendo que n�o era pra ficar olhando de mais pra ela por que poderia se apaixonar, eu disse que j� estava apaixonado, e que nunca iria deixar de amar essa linda garota que � a minha filha, ela ficou muito feliz, me deu um selinho, como sempre fazia, isso era natural entre n�s, eu a eduquei desse modo, e nunca tivemos contratempos, at� irmos passar dois meses naquela quitinete, ela colocou um short bem colado no corpo uma blusa apertada, e eu me preparei para dar uma malhada correndo ao lado dela, percorremos o cal�ad�o, e eu percebia os olhares de todos os homens que passava por n�s, isso me deixava com uma sensa��o de ser o cara, o cara que estava do lado de uma delicia de mulher, mas era minha filha, era comigo, por que as pessoas pareciam pensar que fossemos marido e mulher mas ningu�m sabia que ela era minha filha, ningu�m perguntara sobre isso, e eu n�o menti de ningu�m apenas omiti aquilo que ningu�m perguntara, os dias foram passando e cada dia era uma tenta��o, por que quando ela n�o estava de cal�a colada, estava de saia rodada bem solta, de vestido curto, ou biqu�ni andando pela praia, as vezes eu ficava na quitinete que tinha vista para o mar, e ficava olhando ela caminhando na praia e os homens procurando tirar uma casquinha dela, com alguma conversa fiada, ela conseguiu fazer alguns amigos tempor�rios, e algumas amigas tamb�m; Mas realmente tudo come�ou acontecer no dia 31 de Dezembro de 2005, era 23:05 da noite, muitos fogos, a praia tinha um pouco de pessoas j� fazendo suas covas para colocar velas, ela estava se aprontando para curtir a passagem de ano para 2006, ela ficou muito tempo no banheiro se produzindo, eu do lado de fora estava me arrumando, mesmo por que eu n�o teria de colocar muita coisa, como ela, eram 23:50 quando Lisa minha filha, meu Diamante mais precioso que tinha, saiu do banheiro, ela esta extremamente linda, uma verdadeira rainha da nova era do s�culo 21, eu a chamava de “O Diamante da Liberdade”, ela n�o sabia por que, mas eu disse por que ela parecia muito com sua m�e e por ela existir eu n�o poderia esquecer de que a m�e dela, minha ex-esposa, a Michele, havia me deixado o bem mais precioso que eu poderia ter lapidado, uma verdadeira j�ia, mas n�o somente pela beleza, mas pela educa��o, compreens�o, amizade, fidelidade, simplicidade e humanidade que havia passado e ensinado a ela, era uma verdadeira dama, ela sabia se comportar e compreender as pessoas, “quando est�vamos fazendo compras no Carrefour da cidade, demos uma passada na se��o da padaria para comprar alguns p�es para enfeitar a nossa mesa, para o natal, e em nossa frente estava uma senhora de aproximadamente 35 anos, ela esperava na fila e n�o parecia muito contente em esperar tanto para o p�ozinho sair do forno, mas n�o houve problemas, pegamos os p�es, e nos dirigimos para a se��o de frios, para comprar alguma coisa para completar a ceia de natal, estava um pouco movimentada a loja, e em nossa na fila estava um senhor de 30 anos mais ou menos, ela estava reclamando muito por causa da garota que estava aprendendo e fatiando os frios, mas o rapaz reclamou, e reclamou tanto, que ela olhou para ele, e disse: se voc� se acha t�o esperto a ponto de n�o saber compreender as dificuldades das pessoas, encaminhe-se voc� para traz do balc�o e tente atender algu�m como voc� mesmo, para voc� aprender a parar de reclamar com quem muitas vezes esta tentando agradar a todos o que relativamente � imposs�vel”. Depois disso o homem se calou, pediu desculpas para a garota que estava atr�s do balc�o e retirou-se da se��o de frios com os seus pertences e o seu pedido, ela virou-se para a garota, fez o pedido e disse: n�o se preocupe querida, n�o precisa ter pressa, ela passou uma tranquilidade para a garota atr�s do balc�o que at� eu como pai, n�o pensei que ela estaria t�o pronta para utilizar tamanha educa��o que demos a ela, fiquei realmente impressionado, voltando ao assunto mais interessante.

Lisa me olhou e ficou me elogiando dizendo que eu estava lindo e que era o homem mais lindo que existia pra ela, eu brinquei com ela dizendo que seria lindo at� outro homem conquistar o seu cora��o, ela ficou brava, e disse que eu seria o �nico homem lindo da vida dela, o outros que viessem seriam apenas, reflexos de uma ilus�o, nossa Lisa como voc� esta po�tica hoje em, esta inspirada, Lisa: n�o pai, estou apenas colocando em pratica o brilho intelectual que voc� me ensinou, eu fiquei muito feliz contudo que ela havia dito a mim, as 23:53 eu a chamei para descer, ela ainda estava se purificando no banheiro, quando disse que iria fechar a porta e deixar ela trancada no apartamento, ela correu do banheiro e passou voando pela porta, ao descermos do elevador, que tinha um espelho, fic�vamos olhando um para o outro pelo reflexo, eu a elogiava e ela fazia o mesmo, at� que sa�mos do elevador cada um com uma garrafa de champanhe, e nos dirigimos para a beira mar, e ali ficamos contando os segundos, est�vamos descal�os, era melhor pra nos sentirmos livres, come�aram a contar os segundos, e quando chegou o momento, 00:00 come�aram os fogos, n�o eram t�o cheios de luminosidade quando os fogos dos Estados Unidos, mas o fato de estarmos longe de todos os que nos conheciam e da simplicidade da brisa, leve, suave, e agradavelmente calma, dava-nos uma sensa��o de estarmos livres, ela olhou nos meus olhos e me disse: Pai eu te amo muito, voc� � pra mim o bem mais precioso que eu tenho, feliz ano novo e que sempre estejamos juntos, e me deu um selinho bem demorado na boca, eu retribui o selinho, pois eu amava demais a minha filha, nos abra�amos e ficamos olhando os fogos, e abracei-a por traz e ficamos ali como dois namorados, mas sem malicia alguma, depois de um tempinho chegou alguns amigos delas e a cumprimentaram, e a mim tamb�m, chamaram-na para dar uma volta, mas ela preferiu ficar comigo, depois de 30 minutos ali na praia, ela estava com um vestido branco, curto que quase mostrava a bunda dela, mas parecia ser curto mas n�o era, escondia realmente o que eu iria ver somente depois de algumas horas, voltamos para o apartamento por volta de 00:46, e quando chegamos ela colocou um pouco de champanhe na ta�a e foi pra a varanda, eu sentei no sof� que tinha vista para o mar, do sof� dava pra ver a imensid�o do oceano, era muito linda a vista daquele lugar, mais lindo ficou quando Lisa, se curvou e debru�ou na varanda do Ap, seu vestido curto, ficou mais curto ainda, n�s t�nhamos tomado um garrafa de champanhe na praia, cada um tomou tudo que estava na garrafa que cada um levara, quando ela se debru�ou eu pensei estar vendo uma miragem, mas balancei a cabe�a pra ver se n�o era efeito da bebida e realmente constatei que n�o era, tudo o que estava vendo era pura realidade, Lisa estava sem calcinha, com a sua bucetinha lisa e sem pelos toda amostra, isso me deixou doido, chamei-a para sentar no meu colo e para nos abra�armos fingindo estar carente de carinho com o momento, mas antes de cham�-la, fiz um r�pido ajuste para o meu pau ficar justo de modo que ela pudesse sentir ou que ele se encaixasse bem no meio das pernas delas, j� que est�vamos apenas n�s dois, o que acontecesse ali, poderia ser relevado caso ela n�o gostasse, quando ela veio e sentou no meu colo, ela sentou com for�a como quem quisesse que eu sentisse que estava sem calcinha, eu fiquei acariciando ela, e fingi estar b�bado, ela parecia estar bem s�brio, e depois que ela sentou, meu pau come�ou a crescer com aquela situa��o, depois de muitas caricias e uma hora e meia de ficarmos conversando e batendo papo com ela no meu colo, ela disse que eu precisava tomar um banho, e disse que se eu n�o fosse tomar banho ela iria me obrigar, eu fingi estar mais b�bado ainda, ela me empurrou para o banheiro, e eu fui entrando, o banheiro era muito pequeno e s� cabia um se ficasse dois ficar�amos muito colados um nos outros, ela tirou a minha blusa, e fez eu tirar o meu short, eu estava de cueca, e ela entrou no banheiro primeiro me puxando para dentro, ao entrar, ela ficou meio que espremida pelo meu corpo sobre o corpo dela, eu por traz pressionando a bunda dela, ela parecia estar gostando de sentir o meu pau, ro�ando na bunda dela, mas depois de um tempinho nessa frescura, ela saiu e disse para eu tomar o meu banho, depois de um tempo de banho eu sai do banheiro e pedi a ela uma cueca, e ela me deu, depois foi a vez dela tomar um banho, ela fecho a porta, mas eu ainda consegui escutar uns gemidos dela, ent�o coloquei a cueca, e fui para a cama, deitei e fingi, estar dormindo, mas de olhos entreabertos, para ver no que dava e o que ela iria fazer, mas antes dela sair do banheiro eu ainda fiz o favor de deixar a cabe�a do meu pau para fora, j� que est�vamos fazendo aquele joguinho, era tudo ou nada, quando ela saiu do banheiro, ela parecia estar curiosa com o que estava vendo, e se dirigiu para perto de mim olhando fixamente para o meu pau, chegou mais perto para olhar melhor, e parecia esta passando a l�ngua nos l�bios, isso me deixou excitado, e ele come�ou a ficar mais duro, ela chegou mais perto e passou a l�ngua bem de leve, isso me deixou mais louco, ainda, pois, n�o parecia que ela fosse tarada ou sacana assim, o que me surpreendeu, depois disso ela foi dormir, e acabou pegando no sono, e assim foi o come�o do primeiro dia de 2006, ao meio dia e meio ela me acorda, estava usando um biqu�ni min�sculo e quase colocando pra fora tudo o que ela tinha, e quase jogando na minha cara, eu acordei meio zonzo, e me dirigi para o banheiro, depois de um tempo e de tomarmos caf�, fomo tomar banho de mar, ela pediu para eu passar bronzeador no corpo dela, isso eu nunca tinha feito com ela, e passei em todos os lugares que podia, e cheguei bem pertinho do reguinho dela e da bucetinha, podendo assim ficar imaginando o que vi naquela varanda, por volta de 14:15 fomos tomar banho de mar, e parecia estar um pouco agitado o mar, as vezes surgia umas ondas um pouco forte, e ela sempre se jogava na minha frente e vinha de encontro comigo, as vezes de frente e as vezes de costas, quando ela vinha de costa, dava pra sentir a bunda dela se encaixando certinho e deslizando pra minha sunga, um pau come�ou a ficar duro dentro da �gua, em um momento quando uma onde mais forte veio pra perto de n�s, a �gua estava um pouco acima do umbigo, e ela veio de costas para mim, mas quando inventei de pular a onde, o meu pau saiu pra fora da sunga e encostou bem no meio da bunda dela, e deu pra sentir o meu pau entrando no meio das pernas dela, como se fosse uma bucetinha molhada de tes�o, por que � assim que o corpo das mulheres ficam com a �gua do mar, ela pareceu fingir n�o ligar e saiu de perto, eu arrumei a minha sunga, e depois daquela situa��o, aconteceram outras vezes quando est�vamos na �gua, mas destas vezes a sunga n�o caiu, por volta de 16:00 voltamos para o Ap, eu fiquei um pouco sentado no sof� e ela foi preparar o almo�o para n�s, quando ela me chama para ajudar nos afazeres do almo�o, como a cozinha era bem apertada, ela estava fazendo as frituras no fog�o, e pediu para eu pegar algumas coisa nos arm�rio e na geladeira, e pediu para pegar uma pedra de gelo, eu n�o entendi muito, mas peguei e perguntei para ela o que queria que eu fizesse, ela disse para eu passar de leve nas costas dela por que na cozinha estava muito calor, e realmente estava quente, mas o que me deixou louco foi que ela estava com o biqu�ni que estava na praia, aquele biqu�ni estava quase colocando a sua bucetinha para fora, eu de sunga, por traz dela, estava dif�cil segurar o pau que estava querendo sair para fora, por que a sunga n�o era t�o grande assim, ela tinha comprado uma sunga bem pequena, talvez por sacanagem mesmo, eu estava segurando um frango com a m�o esquerda e com a m�o direita estava passando o gelo de leve nas suas costas, ela parecia estar ficando doidinha, e empinava a bunda, e como o local era muito apertado, as vezes ela ro�ava a buceta, bem no meu pau, parecia fazer de prop�sito, e cada vez que passava o gelo ela empinava mais, aqui foi virando um jogo de sedu��o incr�vel e dif�cil de se controlar, quando o inesperado acontece, o meu pau fica dur�ssimo, e sai metade para fora da sunga, ela no vai e vem da esfrega��o, acaba colando a sua bunda bem na cabe�a do meu pau, e sentiu com um imenso prazer, pois ela parecia pressionar mais ainda, ficou nesse jogo de sedu��o meia hora, depois de um tempo ela, disfar�ou e disse que ia no banheiro, e j� voltava, e me deixou ali, de pau duro, com o gelo e o frango na m�o, eu estava quase gozando naquela hora, depois de 19 minutos ela voltou para a cozinho, e ficava me olhando como quem quisesse dizer alguma coisa, mas somente me olhava, eu deitado na cama, vendo televis�o, apenas de sunga, fingi que nada percebia, disse que ia tomar um banho e fui para o banheiro, tirei a sunga e fiquei pelado debaixo do chuveiro, para saber se realmente ela estava com segundas inten��es, deixei a porta meio aberta para ver o que ia acontecer, eu percebi que ela me olhava, pela abertura da porta que estava no banheiro, ela parecia muito curiosa, depois de tomar uma boa ducha, pedi para ela pegar a toalha e uma cueca samba-can��o que eu tinha esquecido em cima da cama, e n�o fiz quest�o pela cueca, pedi para deixar em cima do vaso, quando ela chegou no banheiro que abriu a porta, eu ainda estava tomando banho, pois havia esquecido o Shampoo que estava na cabe�a, e quando ela entrou eu me virei de frente pra ela, de pau duro, mas lavando a cabe�a e fechei os olhos, como quem n�o estivesse vendo nada, quando retornei a abrir os olhos, ela estava saindo do banheiro, mas deu pra saber que ela estava de olho no meu pau, me sequei e coloquei a samba-can��o sem nada por baixo, e fui para a cama deixar e ver televis�o, n�o tinha muita coisa interessante, ela foi para o banheiro tomar o seu banho, e percebi que tamb�m havia deixado a porta toda aberta, parecia um verdadeiro jogo de sedu��o para ver qual dos dois iria aguentar mais tempo naquele jogos de tirar o f�lego, eu fingi dar uma olhada pelo olho m�gico, da porta para ver se tinha algu�m e quando passei pelo banheiro ela estava de costas tomando banho e se esfregando, ela passava a m�e na bucetinha como quem quisesse ser comida, engolida com as pr�prias m�os, parecia uma coisa de louco mesmo, sua bucetinha sem pelos, lisinha, e carnuda, parecia me chamar para entrar naquele mar de delicias, mas procurei me conter, e voltei para a cama, quando ela saiu do banheiro, parecia inacredit�vel o que eu estava presenciando, ela estaca com uma mini-blusa, bem justa, erguendo os seus seios suculentos e muito atraentes, barriguinha de fora, e uma saia muito curtinha mesmo, quase mostrando o seu reguinho, incr�vel, parecia esta me tentando mesmo, perguntei por que estava assim, e se ia sair, ela disse que n�o � por que a camisola dela estava suja, e essa era a roupa que deixava mais à-vontade, com exce��o da camisola, ela subiu em cima da minha cama, pois como a cama dela em cima n�o era t�o alta, dava para ela pegar qualquer coisa de cima da minha cama que estivesse na cama dela, ela veio para cima de mim, e como n�o estivesse sabendo de nada, foi pegar umas roupas, e ficou de pernas meio aberta, em cima da minha cabe�a, quando olhei pra cima, meu pau subiu na hora, no mesmo instante que meus olhos perceberam que Lisa estava sem calcinha por baixo, ela parecia querer provocar mesmo, ficou ali por um tempinho, aquela saia balan�ando em seu corpo, e aquela imagem da sua bucetinha a poucos cent�metros da minha l�ngua, era de deixar louco de desejo e de vontade de pegar ela e chupa-la todinha, ela sai da cama, e foi para o banheiro colocar as roupas, quando voltou, deitou do meu lado, e procurou ficar bem pr�ximo de mim, eu havia colocado um len�ol por cima da minha cintura para que ela n�o percebesse a minha ere��o, ao menos por enquanto, por que eu n�o iria aguentar muito aquele joguinho de sedu��o, tudo parecia estar a favor dela, tentei mudar de canal o no controle remoto e nada, as pilhas haviam acabado a energia que continha nelas, eu exclamei, Eu: mas que porcaria, o controle n�o esta funcionando, ela no mesmo momento se mostrou querendo prestativa, Lisa: pode deixar paizinho, que eu troco de canal para voc�, e ficou de quatro e se dirigiu para a televis�o, que se encontrava perto da cama, parecia um v�deo em c�mera lenta, aquela fera no cio, uma gata manhosa, caminhando lentamente, sobre a cama, em dire��o para a tv para mudar de canal, e na posi��o que se encontrava, sua saia, ficou erguida, e com sua buceta totalmente me chamando para entrar dentro daquela delicia, ela ficava perguntando, esta bom assim papai, eu fala que n�o, pra trocar de canal, e ela ficava mudando de canal eu fazia isso s� para poder ver um pouco mais aquela delicia de buceta, depois de uns 5 minutos naquela posi��o ela voltou, eu retirei o len�ol de cima da mim, e pensei comigo o que tiver de ser ser�, e que seja o que estou pensando, ela mais que muito sacana e eu n�o sabia, perguntou se eu queria ver um filme que ela havia encontrado em algum lugar da quitinete, talvez algum outro alugante, tivesse esquecido ou fosse do dono do Ap, eu perguntei de que era o filme, e ela disse que n�o sabia e que queria ver por que ficou curiosa com o titulo do filme, e pensou que fosse interessante, ela colocou no DVD e deitou-se comigo na cama, cada vez que ela ficava de quatro era uma loucura, o meu pau estava meio que de p�, pois n�o dava pra ficar o tempo todo pensando besteiras para fazer ele ficar mole, ela mexeu no controle para n�o ver o inicio, por que era melhor se surpreender logo com o come�o da a��o, mas ela apertou demais o bot�o, e a primeira cena que vimos foi o cara pulando o muro da casa da vizinha, e erguendo suas roupas, e enfiando o pau nela, eu estranhei, e disse, Lisa � esse filme que voc� queria ver? Lisa: a pai eu pensei que fosse de romance pelo titulo, chama-se A Enteada.

A garota havia percebido que o padrasto havia pulado o muro de casa, e foi ver o que estava acontecendo, quando ela olhou por cima do muro, viu o seu padastro comendo a vizinha, e ele metia com for�a e ela gemia muito de prazer, depois de um tempo, em uma outra parte do filme, a garota estava saindo do banheiro de toalha, ele esbarra nela, e com o susto que ela leva, a toalha cai, e ele fica olhando ela, ela pensava estar sozinha em casa, e ele meio sacana, pegou a toalha e fingiu colocar a toalha no corpo dela, aproveitando-se para tirar uma casquinha, ela sorriu para ele e o chamou de safado e sacana, ele ent�o, puxou a toalha e deixou-a novamente pelada, e jogou ela na cama, e comentou que estava muito gostosa, e que seria a filhinha que o papai queria, abriu as pernas dela, e come�ou a lamber a buceta dela, ela se contorcia toda e pedia para ele parar, mas depois foi se soltando e come�o a gemer e gritava para come-la e para meter tudo o que tinha, ficaram os dois transando intensamente, com essa situa��o meu pau come�ou a endurecer e ficar de p�, Lisa que estava com a cabe�a sobre meu peito, percebeu o meu pau crescendo bem na cara dela, Lisa n�o resistiu a tenta��o e foi se aproximando, cada vez mais perto do meu pau, at� que ela puxa ele pra fora, e coloca a boca com uma rapidez, que nem deu para dizer nada, e come�ou a chupar o meu pau, eu estava fascinado com tudo aquilo, era um grande pecado, esta sendo chup�o pela minha pr�pria filha, mas como est�vamos s� n�s dois naquela quitinete e as janelas estavam fechadas, eu relaxei a aproveitei aquele delicioso momento, afinal fazia um tempinho que n�o tinha algu�m chupando a minha rola, com tamanha suavidade, parecia uma verdadeira dama da pornografia, ela foi chupando e cada vez mais passando a l�ngua e sugando minha energia, depois se posicionou de quatro sobre mim, eu logo entendi que ela queria ser chupada tamb�m, vou descrever agora como foi a cena.

Lisa chupava minha pica, com grande voracidade, ela de quatro sobre mim, eu a puxei-a para perto de mim, e comecei a chupar a sua buceta, passava a l�ngua de leve, s� a pontinha para faze-la estremecer, ela rebolava e estremecia toda, quando eu colocava minha l�ngua dentro da sua buceta, como quem estivesse enfiando um pau, naquela gruta, ela sentia-se cada vez mais possu�da pelo desejo e mais sedenta de sexo, puro sexo, ficamos nos chupando por uns 20 minutos mais ou menos, quando ela se vira pra mim e me diz, Lisa: pai eu j� n�o aguento mais, quero que voc� coloque essa rola deliciosa e fenomenal, dentro de mim, a muito tempo eu queria ter-lo como homem, voc� foi pra mim a melhor figura masculina que eu j� encontrei na minha vida, quero se penetrada por um homem que se sei que irei ama-lo sempre, e voc� � o �nico que amo de verdade, Lisa me olhou com um olhar que n�o deu pra resistir, levantei a saia dela, e levemente fui colocando o meu pau, primeiro foi entrando a cabe�a da rola, a buceta dela estava toda lubrificada com a minha l�ngua e com a calda deliciosa que saia de sua buceta, estava uma verdadeira delicia mesmo, ela fechou os olhos, e foi descendo lentamente, como quem estivesse sentindo rola pela primeira vez, e que era a coisa mais gostosa que tinha na vida, passava a l�ngua nos l�bios, e foi descendo, quando chegou nas no meu saco, ela me abra�ou e me beijou, aquele beijo de l�ngua de tirar o f�lego, ela parecia uma ninfoman�aca, me beijava como uma louca, come�ou a cavalgar, e gemia, dizendo, mete.... mete..... mete..... paizinho, enfia essa rola deliciosa na sua filhinha, ela quer tudo que voc� possa dar, pra ela, da essa pica pra mim da...... aiiiiiiiiiii, huuuuuuuuuuuuuu, mete........ seu safado, coloca essa vara na buceta da sua queridinha, mete com for�a, seja o homem que eu tanto quero, quero esse pau por toda minha vida, vai mete mais, faz desse pau gostoso, a minha felicidade eterna, quero essa rola todinha, quero sentir ela por dentro de mim, mete vai, com for�a, assim... seu safado, tarado, gostoso; eu ficava fascinado com ela, estava adorando aquele momento, eu podia sentir cada cent�metro entrando dentro daquela buceta deliciosa, o lugar come�ou a ficar abafado e o calor, tomou conta de n�s dois, dois corpos suados, e escorregadios, facilitava ainda mais a delicia do vai e vem de seu corpo de encontro ao meu, parecia que eu estava hipnotizado, por conta de tamanha aberra��o e ao mesmo tempo tamanho prazer que eu sentia, fizemos varias posi��es, e terminamos aquela posi��o que nos deixou com um tes�o imenso na cozinha, ela gemia, pedia para eu meter mais e mais forte, eu me deliciava a cada palavra que minha filha falava para mim, parecia que eu tinha plantado aquele fruto, para que eu mesmo pudesse saborear, e por ser sangue do meu sangue, parecia que o tes�o era incontrol�vel, e foi assim que passamos aquele dia de intenso sexo e puro prazer, ap�s aquele dia demos continua��o ao nosso prazer, dessa vez com mais intensidade, ela agora esta casado com outro homem, e me deu o prazer de ser av�, tenho dois netos lindos, mas � um fruto t�o proibido e prazeroso que sempre que temos oportunidade, aproveitamos ao m�ximo.

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