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SILVIA, A DEUSA ANAL

Silvia

Eu e meu marido somos alem�es e trai meu marido pela primeira vez quando tinha 23 anos e depois de dois anos de casada. Voltemos à �poca da 2a, Guerra Mundial. Meu marido e eu viemos para o Qu�nia, fugindo do nazismo e das persegui��es religiosas. Hanz era o t�pico n�rdico e pastor luterano. Eu posso dizer que, em termos atuais, sou como a atriz Silvia Saint!!

Chegou o momento que as autoridades inglesas no Kenia teve que confinar todos os alem�es e aliados do eixo em uma fazenda, como uma esp�cie de campo de concentra��o. Em alguns meses est�vamos loucos para sair e a guerra parecia nunca acabar!! Meu marido a todos consolava espiritualmente, mais estava bastante estressado para pensar em sexo! Como todos sabiam que n�o apoi�vamos o regime nazista, foi-nos oferecido para imigrar para a Am�rica do Sul. Nesse �nterim, meu marido fazendo suas obras de caridade atendeu uma velha senhora inglesa moribunda que em seus devaneios, pensando que Hanz era um anjo, tirou de dentro dos seios um saquinho com alguns diamantes!!

Estamos h� dois dias no mar. N�o preciso descrever como � belo o oceano nas �guas tropicais. Era um navio brasileiro. O comandante era um t�pico latino americano, de porte atl�tico, 44 anos.

Tudo come�ou quando numa bela noite estrelada, em que eu estava radiantemente feliz, pois Hanz se mostra todo euf�rico no jantar e eu ansiava por sexo, mesmo que fosse t�o insosso como era com Hanz! Fomos pr� camarote e Hanz foi at� o banheiro. Escutei ru�dos dele vomitando. Encurtando uma longa hist�ria; Hanz passou mal aquela noite e depois de medicado, eu estava estressada e o cheiro de vomito me incomodava, assim quando ele dormiu. Sa� para dar uma volta pelo conv�s.

Pelo menos a vis�o dos astros e estrelas no c�u tropical me acalmava. De repente escuto sussurros em portugu�s, que eu n�o falava ainda, e p� ante p�, esbarro com a vis�o, clareada pelo luar, do taifeiro do capit�o ajoelhado e com a cabe�a fazendo um vai-e-vem na altura da cintura do 2o. Oficial, um rapaz aloirado que parecia dizer coisas am�veis para o taifeiro enquanto lhe acariciava os cabelos alisados, que era um negro de estatura mediana e boca cor de rosa.

No primeiro instante eu n�o atinei que o negro estava com o p�nis do loiro toda dentro da boca! Apenas escutava os barulhos de suc��o e o estalo da l�ngua do negro naquele cilindro esbranqui�ado, que aos poucos foi tomando forma enquanto minha vista ia se adaptando. O oficial tinha sua bermuda em volta dos p�s e o negro ainda estava com o uniforme intacto. Ele beijava todo o ventre em volta da virilha e lambia vorazmente o saco e toda a extens�o do p�nis, pra logo em seguida abocanhar toda a coluna de carne, fazendo aquele barulho t�pico de chupa��o!

Mein Got!! Toda minha libido aflorou como se fosse um chafariz vindo do meio das minhas pernas, do centro da minha teutonica vagina!! Faltava-me ar, fechava e abria os olhos ao mesmo tempo, abria a boca procurando por mais ar e automaticamente levei minhas m�os a minha vagina, apertando-a, esfregando-a, querendo chegar a n�o sei aonde!!

Tentando me controlar, com muito esfor�o consigo parar e esperar a tremedeira diminuir um pouco, quase que imposs�vel devido ao alto grau de lux�ria em que me encontrava vendo aquelas duas belas pessoas sexualmente se satisfazendo!

Abro meus olhos novamente e vejo o negro masturbando o m�sculo peniano do loiro enquanto o olha com satisfa��o, lambendo os l�bios melados dos fluidos que lhe escorriam at� o queixo.

Neste instante uma m�o tapa minha boca e um bra�o segura firma em volta da minha cinturinha! Eu creio que desfaleci por um segundo. Ent�o senti um rosto, um pouco �spero perto da curva entre meu pesco�o e o ombro. Um peito masculino encosta-se nas minhas esp�duas! Mas o que me fez estremecer e desfalecer foi o volume roli�o que se encostou e se aconchegou no meio das polpas de minhas n�degas!!

No conto anterior j� tinha me descrito como a s�sia da atriz Silvia Saint, e a hist�ria se passa logo ap�s a segunda guerra mundial quando eu e meu marido, ambos alem�es, imigramos para o Brasil vindos do Kenia.

Numa noite enluarada, eu estava no conv�s, depois de ter cuidado do meu marido que tinha bebido demais no jantar e passara mal. Como descrevi antes, um oficial loiro era chupado por um taifeiro, negro, enquanto eu escondida, via tudo e superexcitada, levantei meu vestido e alcancei minha xaninha enfiando minha m�o pelo lado da minha cal�oila (calcinhas naquele tempo n�o existiam, e esta pe�a feminina era como um "samba-can��o"!) quando uma m�o tapou minha boca e me encoxava firmemente!

Refiz-me do susto enquanto o estranho suavemente me beijava e lambia meu pesco�o e a nuca, me deixando inebriada, me fazendo esquecer que eu tinha um marido, dormindo do outro lado da antepara que separava nosso camarote do conv�s!! Estava eu ali com um estranho me abra�ando por tr�s e com sua m�o dando ritmo à minha, que acariciava meu clit�ris!! Com a outra m�o ele retirou lentamente da minha boca, fazendo sshhiiiu dando entender pra eu n�o fazer barulho e arriou uma das al�as do vestido, expondo meu seio r�gido e macio ao mesmo tempo, com bico t�o duro que do�a de tanta tez�o e sensibilidade!!

Voltei a abrir os olhos e via o negro agora lambendo por baixo o saco do oficial loiro! O estranho acariciava meus seios e de vez em quando apertava com mais firmeza o mamilo do seio desnudo, me fazendo arrepiar de prazer e dor, enquanto me contorcia sentido seu p�nis duro como uma barra de ferro quente se encaixando no meio de minhas n�degas gordinhas!!

Por um momento ele se afastou o suficiente para retirar sua verga para fora das cal�as, levantar meu vestido e pegando minha m�o livre para segurar o vestido levantado, retirou sua m�o da minha, que estava massageando a boquinha do meu vulc�o vaginal, e abaixou minha cal�oila que ficou enganchada na altura dos joelhos. Minha bunda grande, carnuda e bem torneada, nos meus 23 aninhos, tinha a lua como projetor para ilumin�-la!

Era um prazer para a loucura da sodomiza��o, que na �poca eu nada sabia sobre isso e que em poucos dias eu iria me tornar uma viciada em todas as formas de sexo anal, sabendo dilat�-lo e contra�-lo de acordo com meu prazer de sentir meus vindouros machos esguicharem seus sucos dentro de meu esf�ncter insaci�vel!!

Tudo come�ou ali, naquela noite tropical estrelada, que come�ava a me sentir uma mulher completa e feliz, j� adivinhando o poder que eu teria sobre os homens enquanto via dois outros machos se chupando!!

Eu n�o conseguia desviar os olhos da cena dos dois, enquanto meu estranho com cada m�o em uma banda de minha voluptuosa bunda as separava, e o ar fresco da noite lambeu meu rosado anus e toda extens�o dos meus rosadinhos l�bios vaginais, dando um frisson totalmente desconhecido pra mim! O estranho olhando para o rego da minha bunda deixou cair uma por��o de saliva entre elas que escorreu at� meu anelzinho me fazendo delirar com a r�pida troca de temperatura e ent�o encostou aquele rolo imenso de carne e m�sculo morno entre minhas n�degas, soltando ambas as polpas que o agasalharam benvindamente!

Mein Got!!O qu� era aquilo?! Que sensa��o estranha e deveras prazerosa de ter um p�nis agasalhado entre minhas n�degas!! Coisa nunca imaginada por mo�as arianas puras e forma��o luterana!! Quem diria que eu teria tantos poros em meu corpo que eletrizavam meus prazeres!!

O estranho agora iniciava um leve sobe- e- desce com sua coluna musculosa entre minhas polpas das n�degas, ao mesmo tempo me apertava os seios e ro�ava seu rosto suavemente �spero em meu pesco�o e na nuca, lambendo meu ouvido ofegantemente, mordendo de leve a cartilagem da orelha!! Eu era um clit�ris s�!

Nisso o oficial deixa escapar um urro, abafado pelo barulho dos ventos e das m�quinas do navio. Uma cuspidela de semem voa no ar atingindo a testa do negro chupador que imediatamente abocanha o p�nis do outro, sugando-o avidamente!

 Meu futuro primeiro macho me abra�a mais fortemente e dessa vez me belisca o mamilo com for�a, solta-o e levando seu polegar e indicador at� minha boca, faz eu chup�-los por uns segundo e depois de bem salivados, volta a beliscar meu intumescido e ardido mamilo, dando inicio ao meu �xtase!!

Enquanto isso est� acontecendo comigo, o negro com a boca cheia de esperma � levantado pelo oficial que carinhosamente lhe ergue a face at� estar frente a frente com ele e beija o seu chupador! Claramente vejo algumas gotas de esperma escapar por entre os l�bios deles!! Eu n�o sabia ent�o, mas o negro passava o pr�prio esperma do oficial para ele, e ambos sem perder tempo continuam com seus atos, abaixando-se o oficial loiro enquanto o negro vira-lhe as costas, abaixando as cal�as ajudado pelo loiro que logo que v� aquela bundona de �bano reluzente, enfia o rosto entre elas, soprando o esperma que tinha na boca para o anus do negro, que iria se tornar sua f�mea em segundos!!

O dono do p�nis entre minhas n�degas acelera os movimentos de sobe- e- desce entre elas, me castigando o mamilo inchado, e goza!! Goza e goza com sua tora expelindo semens como se fosse lava de um vulc�o!! Eu sinto a quentura daquela lava me queimando o cocix e toda regi�o do rego da minha bunda, que treme com o contato entre p�nis e gl�teos como se fossem feitos um para o outro! Meu cl�max se aproxima!!

O oficial loiro se levanta separando as n�degas do negro bundudo que segurando a tora do seu macho, a guia para dentro de sua bundona!! Meu �xtase e a cena de enraba��o que nunca tinha imaginado que existisse, me confundiam completamente!! Eu me perguntava o qu� possivelmente o p�nis de um homem poderia fazer entre as n�degas de outro, pois o movimento do oficial era pra frente e pra tr�s e n�o sobe- e- desce como estava acontecendo comigo!!

Ent�o neste exato momento sinto uma imensa coisa rombuda e macia pincelar meu anus, j� melado de semem, sendo ele meu ponto inicial de prazer!! Na segunda pincelada com um pequeno empurr�o, meu anus beijou a ponta aveludada que ainda soltava esperma e eu gozei!! O futuro possuidor de meu anus abafava seus sussurros com sua boca grudada na curva do meu pesco�o com o ombro, e percebendo meu gozo, ele imediatamente tapou minha boca, fazendo eu me contorcer toda de prazer e afli��o!!

Essa minha rebolada involunt�ria fez ele gozar novamente t�o abundante como a primeira vez, me entupindo de esperma a entrada de meu anelzinho rosado, agora avermelhado de tanta esfrega��o!! Isso, por�m, interrompeu o meu defloramento anal!! Ent�o ambos nos abandonamos, comigo tendo a cabe�a deitada para tr�s encostada no peito do meu estranho, com o vestido levantado at� a cintura, a cal�oila arriada na altura dos joelhos, um seio sendo acariciado, uma vergonha semi-endurecida num lago de esperma entre as polpas de minha bunda!

Enquanto esperma escorria pelo meu reguinho e pelas partes internas de minhas coxas, na minha frente o oficial loiro encostado totalmente na bunda do negro, masturbava-o j� nos �ltimos momentos do gozo que aconteceu, fazendo o negro expelir longe um punhado de esperma!! Com os urros do negro-femea eu despertei do meu torpor extas�astico, e me dei conta do "pecado" que estava cometendo! Antes que meu futuro sodomizador se desse conta, me abaixei rapidamente, suspendi minha cal�oila e fugi, sem dar chance a ele de me reter!

Cheguei ao camarote em febre. Meu marido dormia profundamente. Meu cora��o disparava. Eu estava maravilhada e assustada ao mesmo tempo, pelo que tinha acontecido!! De repente eu me sentia estranhamente bem, poderosa, mas incomodada. A incerteza do que viria a seguir me deixava excitada e apreensiva. Eu sabia que queria mais, queria de novo aquela coisa imensa entre minhas n�degas! Queria esperma escorrendo entre minhas carnes! E tamb�m sentir um p�nis dentro de minha boca!! S� este pensamento deixou minha boca cheia de saliva e o escorrimento de semens por entre minhas coxas me acendeu de novo!! A loucura misturou-se a procura do prazer, fazendo com que eu despisse a cal�oila e me lan�asse a procura do meu macho!!

J� estava com a m�o na ma�aneta, louca de tez�o pra sentir a rola de meu amado em todos meus buraquinhos ansiosos, quando meu marido se mexeu na cama e acordou e me olhando, me chamou pra cama! Eu disfarcei e fui at� o banheiro, me despi, apaguei a luz e s� com a penumbra iluminando o beliche onde meu marido estava deitado, agora acordado e esperando por mim, me masturbei, gozando violentamente, imaginando todas as formas que meu macho iria me possuir, olhando meu marido que me procurava com a vista, na escurid�o do banheiro!!

Fui toda melada pra junto do meu maridinho, agora um pr�-corninho, que sem perceber nada me possuiu depois de v�rios meses de secura. Ele estava feliz e relaxado. Eu estava feliz e excitada, que assim permaneci at� os dias de hoje!!

Na manh� seguinte, eu disfar�adamente tentava adivinhar quem era o meu amado-macho! Vi tanto o oficial quanto o taifeiro negro fazendo seus afazeres normalmente. S� sabia que nenhum dois era o dono do p�nis em minhas n�degas! Na hora do almo�o, encontrei disfar�ado dentro do guardanapo um bilhete, escrito em ingl�s: tonight, same time, without underpants.

Tr�s frases, cinco palavras que continham toda a literatura er�tica que dois seres humanos podem fazer um com o outro: hoje à noite, mesmo lugar, sem cal�oila!!

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