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COMI A PACIENTE DA MINHA ESPOSA.

Ol� galera. Este conto er�tico que abaixo descrevo � real, e aconteceu, e vem acontecendo comigo j� faz uns 5 meses.

Sou advogado no interior paulista, tenho 29 anos, sou moreno, alto, olhos e cabelos castanhos e casado. Minha esposa tem 31 anos e � fisioterapeuta.

N�o trabalho em casa, por�m a cl�nica da minha esposa fica em frente a nossa casa. Invariavelmente, quando chego em casa depois do servi�o, ao parar o carro para abrir o port�o sempre me deparo com alguma paciente da minha esposa saindo da cl�nica.

Ocorre, por�m, que uma paciente em especial come�ou a me chamar a aten��o pela forma como me cumprimentava (sempre com sorrisinhos marotos), e pela aten��o que me dispensava... sempre me perguntava algo.

Esta paciente, uma senhora de 46 anos, casada, duas filhas, loira, seios fartos, aproximadamente 1,65, dona de um rabo delicioso, me deixou literalmente louco de tes�o, tanto, que peguei a agenda da minha esposa e verifiquei os hor�rios de atendimento dela.

Todas as ter�as e quintas era dia de atendimento dela. Em ambos os dias era a �ltima paciente. Nestes dias, propositalmente, chegava em casa sempre no hor�rio em que encerrava o tratamento dela.

Come�ei ent�o a retribuir o charme e sempre par�vamos para conversar alguma coisa. Sempre com sorrisinhos, piscadinhas, etc. At� q. um certo dia, ele disse q. precisava me entregar algo. Me deu um bilhete com o n�mero do seu celular pedindo q. ligasse no pr�ximo s�bado no per�odo da tarde.

Foi o que eu fiz. Para minha surpresa ela me perguntou se poderia ir at� a casa dela que fica a apenas 200 metros da casa dela. Ela disse q. precisava tratar de assuntos s�rio comigo e que estava sozinha em casa, pois o marido (empres�rio) na cidade havia viajado a neg�cios e sua filha solteira havia partido para uma excurs�o com o pessoal do col�gio.

Dei uma desculpa para minha esposa esfarrapada p minha esposa e me dirigi prontamente para a casa da paciente. Toquei o inter-fone e ao me identificar o port�o logo se abriu. Ao adentrar a casa dela, ela vestia um microsaia jeans, e na parte superior usava biquini vermelho com detalhes dourados. Ela ao me cumprimentar me deu um beijo bem molhado que passou raspando no meus l�bios e com um olhar bem provocante me disse para irmos ao fundo da sua casa. Uma enorme varanda e uma pscina deliciosa. Ela ent�o foi buscar na cozinha duas cervejas para n�s. Ela sentou bem pr�xima a mim e come�ou a esfregar seus lindos p�s na minha perna e perguntou: Vc sabe pq. te chamei aqui n�o �? Naquilo meu pau ficou ereto instantaneamente, e ela tirou a lata de cerveja da minha m�o, se levantou junto comigo e me pediu p q. tirasse sua sainha. Qdo tiro vejo q. ela usava um biquini fio dental e aquela bunda que eu sempre sonhava ali do meu lado bem vis�vel. Ela percebendo q. estava extramente excitado come�ou a passar a m�o sob a bermuda na dire��o do meu pau bem suavemente e me disse: quero vc nesta pscina comigo sem esta bermuda. Atendi o pedido dela na hora, e nem acabei de tirar a bermuda ela veio com tudo p cima da minha pica. Mamava gostoso, e eu dizia p ela: sua puta vagabunda, vadia, piranha safada, chupa tudo loira gostosa... a� ela chupava mais forte ainda. Sentia q, ela queria colocar meu pau inteiro na sua boca. Fui p pscina e l� tirei todo o seu biquini. Cheia de marquinhas de sol come�ei a chupar os lindos seios dela e com os dedos acariciava aquela linda xoxota. Qdo come�ei a efetivamente chup�-la meu tes�o aumentou ainda mais.... seu gemido � formid�vel... e ela dizia chupa esta tua putinha, chupa vai.... que tes�o do caralho... sentia ela me apertando com for�a... e dizia q. iria gozar a tarde inteira. Qdo fiz ela gozar a primeira vez ela pediu p eu fud�-la, q. ela estava louca de tes�o. Dentro da pscina ela encaixou suas pernas por detr�s das minhas costas e come�amos.... metia com for�a ... e ela dizia para n�o parar e que queria ficar metendo o dia inteiro. Come�ei ent�o a perguntar se o corninho do marido dela n�o podia chegar. ela respondia: me come querido quero q. o chifrudo do meu marido me deixe aqui com vc por mais uma semana. Tirava o pau daquela bucetinha quente p trocar de posi��o e ela sempre puxava meu pau p dar umas chupadas sempre dizendo deixa eu sentir o sabor maravilhoso deste cacete que fode minha xaninha. Depois de 40 minutos de sexo, n�o aguentei e disse que iria gozar, ela prontamente tirou o pau de dentro da buceta dela, e disse sobe ali pq. vc vai gozar na minha boca. Ela come�ou a chupar e me mastubar quando derramei toda aquela porra quente naquela linda boca. Com o rosto e boca todo esporreado, ela pegou no meu pau come�ou a chupar e disse: quero q. vc enfie esse seu cacete no meu rabinho. Eu perguntei a ela se gostava, ela me disse que nunca havia dado o cuzinho para o marid�o, mas aquela trai��o estava dando tanto tes�o a ela, que ela queria de todas as formas ser enrabada. Comecei ent�o a lubrificar meus dedos com cuspe e passava naquela linda rodelinha.... qdo consegui penetrar dois dedos tranquilamente chamei a safada de quatro na borda da pscina. ela empinando aquele rabo maravilhoso com marquinha de fio dental.... come�ei a penetr�-la com cuidado. Senti q. no �nicio ela estava meio desconfort�vel. Mas depois parecia uma profissional na arte do sexo anal. Ela falava: "Fode meu cuzinho com for�a porra!" "Me arrebenta toda safado" "Faz um burac�o no meu cuzinho ele � todo seu". Ouvindo isto metia com for�a, sentia meu pau latejando naquele cuzinho quente... e ela agindo como uma prostituta e falava que o corno do marido dela n�o tinha pegada nenhuma q. s� sabia mesmo ter pegada para os neg�cios e que queria trepar o dia inteiro comigo. Senti ela gozando, instantes depois foi minha vez de novamente introduzir meu cacete naquela boca gostosa e gozar novamente no seu lindo rostinho. Depois, tomamos mais algumas cervejas dentro da pscina (os dois nus), nos dando muitos amassos. E depois fui embora. Desde ent�o minha mulher nem desconfia da gente, faz o tratamento regularmente. Estou transando com esta paciente at� hoje pelo menos uma vez por semana, mas sempre em dias de semana em mot�is. Tanto eu quanto ela n�o vemos a hora do corninho do marido dela viajar a neg�cios novamente.



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