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TREINANDO UM C�O PRA COMER A PATROA



Meu nome � Ronaldo, tenho mais de 40anos, casado, fam�lia, etc...etc...H� algum tempo atr�s eu resumi uma historia de uma amiga sobre transar com c�es. A confian�a dela em mim e sua narrativa me fizeram ate me aprofundar mais sobre o assunto de transar com animais e principalmente c�es. A historia � antiga, e o sexo com animais tamb�m. No decorrer dos s�culos parece que sempre existiu essa pratica e hoje em dia � mais divulgada e contada com muito mais naturalidade. O conto eu mandei para um site e publiquei um e.mail. Recebi muita correspond�ncia sobre o conto, alguns elogiando e outros querendo saber detalhes e pediam fotos de c�es transando com mulheres. Sei que alguns deviam ser ate de homens curiosos ou garotas, mas enfim muitas mulheres queriam saber mais a respeito do assunto e ai eu busquei informa��es para dar a elas. Minha historia come�a aqui. Uma das cartas era de uma mulher que a principio n�o se identificava e dizia apenas ser separada, sem filhos e perguntava como fazer para transar com seu c�o. Eu respondi algumas coisas sem import�ncia a principio, pensando ser ate brincadeira, mas , os seus e.mails foram ficando mais longos e quase todos os dias ela comentava algo a respeito do seu c�o. Era um pastor alem�o, desses que todos nos conhecemos. Depois de algum tempo passei a lhe dar dicas importantes como excitar seu c�o e fazer com que ele trepasse nela. A mulher que aqui vou chamar de Suely, n�o se achava com o animal. Ela dizia que fazia tudo o que eu sugeria e quando chegava a hora H, nada, ele desistia ou apenas gozava mas n�o metia nela. Eu percebia que ela ficava frustrada a cada correspond�ncia que me enviava. Falei com minha amiga, e pedi conselhos e dicas e passei tudo pra ela. Banhos, higiene a brincadeira e faze-lo montar sobre ela, mas, nada...n�o dava certo. Apesar da frustra��o de Suely, acabamos virando amigos de tanto falar e tentar resolver o problema dela. O pastor alem�o � um c�o d�cil com seu dono, � bravo com outras pessoas e n�o seria apropriadamente um c�o, alias como nenhum �, para fazer sexo. O despertar de um c�o por sexo humano come�a com o cheiro da bunda e da buceta da mulher. Ele a principio lambe e depois quer copular como se fosse uma cadela, mas isso precisa de muita paci�ncia e dedica��o n�o o deixando atrapalhado. Suely me contava que tentava de tudo, ficava nua pela casa, e o fazia cheira-la, ficava de quatro pra ele que apenas a lambia e algumas vezes ela chegou a gozar assim mesmo. A nossa pen�ltima tentativa foi a de colocar o c�o de costas e ela cavalgar sobre ele, deu certo, ele a penetrou com o pau ainda duro e ela chegou a gozar nele, mas logo ele saia fora. O Toco, era um cachorro de 4 anos, j� bem adulto e sempre foi criado em casa e nunca tinha trepado com uma cadela. Acho que isso o fazia indiferente com a mulher. Como eu n�o a conhecia imaginava ser uma mulher ate muito feia pra querer trepar somente com um c�o. Porque ela n�o tinha um homem, e porque insistia tanto com essa historia. Isso estava me deixando chateado porque eu via que nunca ia dar certo, e a coitada da mulher ia ficando mais triste com isso tudo. Puxa, acho que ela pensava que se nem um cachorro a queria, o que diria um homem. Num desses papos ela me enviou uma foto. Fiquei surpreso por se tratar de uma mulher muito simp�tica e diria at� muito bonita. Acabei mandando uma foto tambem e nos apresentamos como amigos e confidentes sobre o assunto de zoofilia. Ficamos mais �ntimos e come�amos a falar por telefone. Sua voz era doce suave que combinava muito com seu rosto. Num desses belos dias da vida da gente e falando ao telefone ela me convidou para ir tomar um suco em sua casa. Zona Oeste de S�o Paulo, marcamos num s�bado a tarde. Cheguei a casa, alias simples mas muito bonita e bem cuidada, com um belo jardim na frente, t�pica da regi�o. Suely, quando me atendeu se mostrou ainda mais bela que a foto, um sorriso pequeno e l�bios pequenos que davam a forma de uma boca maravilhosa e um corpo nos seus 1,70m. de forma maravilhosa. Cabelos curtos, pele branca, muito cheirosa, ali diante dos meus olhos uma mulher de fechar o comercio, muito bonita e muito simp�tica. Rapidamente pela minha cabe�a a id�ia de que ela queria transar com um cachorro me pareceu absurda a principio. De longe eu ouvia os latidos do Toco. Entramos e andando a minha frente vi a bela bunda que aquela mulher tinha. Uma sala grande, ainda meio agitado e nervoso me sentei num sof� bem grande e n�o demorou ela me convidou para conhecer o Toco. Fomos at� o quintal e ele acabou me fazendo festa. Acariciei seus pelos e sua cabe�a e ele felizmente me aceitou com ela ao meu lado. Ela ofereceu um suco de laranja eu aceitei e fiquei la fora brincando com o Toco e fazendo amizade com ele. Eu olhava pra ele e ficava imaginando porque ele n�o queria trepar com a sua dona maravilhosa. Entramos e come�amos a falar sobre o c�o. A medida que �amos falando eu acabava me excitando e pelos seus peitinhos eu percebi que ela tamb�m se excitava com o assunto. Suely nos seus trinta e poucos anos, se mostrava uma mulher carente e buscava na sua fantasia uma realiza��o sexual acima da media normal das mulheres. Talvez confiasse mais num cachorro do que num homem. Ela pediu licen�a e foi ate seu quarto, e quando voltou eu quase cai de costas. Usava uma saia at� o meio das pernas, larga, do tipo que eu disse que usasse pra brincar com seu c�o. Ela me disse que se vestia sempre assim, como eu a ensinei. Mas eu n�o imaginava que aquelas lindas pernas ficassem ainda mais bonitas com aquela saia meio curta, tipo colegial. Eu confesso fiquei admirado com o lindo corpo e a disposi��o dela de transar com o c�o. Suely me pediu ajuda com a voz embargada para ajuda-la com seu c�o, eu disse que tudo bem. Ela o trouxe ate a sala e ali ia come�ar a maior emo��o da minha vida com uma mulher. Toco quando a viu fez festa e abanava o rabo com muita euforia, ele sabia o que ela queria, tanto que a pontinha do seu pinto vermelho j� saia pra fora. Ela sentou no sof� e abriu as pernas, eu quase cai duro vendo aquelas pernas abertas exibindo uma calcinha branca, linda. Toco enfiou o focinho dentro das suas pernas e passou a lamber, eu me levantei e pedi licen�a e fui chegando perto deles devagar pra n�o deixa-lo nervoso. Como ele n�o rosnou eu fui fazendo carinho na sua cabe�a enquanto ele por cima da calcinha dela lambia e cheirava seu cuzinho. Pedi a ela que relaxasse e me deixasse tentar faze-lo se interessar mais por ela. Devagar fui abaixando sua calcinha at� tira-la por completo, eu queria dar um chega pra l� no c�o e comer aquela maravilha, porque n�o estava mais aguentando, mas imaginei que se eu o fizesse montar nela e com toda aquela intimidade eu poderia transar com ela, sen�o iria comer o cu do cachorro. Mandei ela ficar de quatro e abri sua bundinha, gente, que maravilha, Toco euf�rico e com o pinto j� maior que o meu, e o fiz cheirar seu cuzinho, ele seguia meus dedos e minhas m�os, e lambia dando a ela muito tes�o. Peguei seu pinto e apertei e vi que crescia e ficava bem duro, e j� tinha soltado um pouco de liquido. Punhetando ele o coloquei sobre ela e dirigi o seu pau na bucetinha dela. Toco com a press�o da minha m�o fez gestos de copular e nessa hora aproveitei e empurrei ele para dentro dela e o segurei. Acho que o calor da buceta e o cheiro fizeram ele se mexer com mais for�a e acabou mexendo r�pido e trepou com ela na minha frente. Suely foi a loucura e gemia gozando varias vezes. Toco ficou um tempo parado dentro dela e gozou. Pelos espasmos eu sentia ele ejacular dentro dela. Enquanto esperava ele gozar e terminar seu estoque Suely, se masturbava e continuava gozando. Toco saiu de cima dela e passou a lamber seu esperma e lambeu a bucetinha dela. Eu confesso que gozei por dentro das cal�as, a cena foi realmente muito forte e muito maluca. Ela se levantou e se limpou com a calcinha e a vestiu. Ele saiu e foi ate o quintal, beber �gua e se deitar, deve ter ficado cansado. Ela me disse que ele j� tinha gozado na m�o dela, mas n�o com tanta intensidade assim. Praticamente satisfeita ela me convidou para ficar at� a noite e ir�amos comer uma pizza juntos. Eu n�o podia, precisava voltar pra casa, e lhe disse que sentia inveja do c�o, e ela me disse que ainda n�o tinha terminado e eu receberia meu pagamento. Eu disse que n�o tinha feito nada por dinheiro e fiz apenas para ajuda-la. Ela me pegou pelas m�os e me levou ate o seu quarto, e no banheiro se lavou e voltou envolta numa toalha, e a tirou na minha frente. Seu corpo magn�fico, digno de uma mulher de 20 anos, me deixaram tonto de tes�o. Ela se deitou e me puxou pra cima dela. Tirei minha roupa e me joguei praticamente sobre ela. Suely, precisava mesmo de um homem. Me chupou e me dirigiu ate sua buceta, ainda molhada pelo c�o. Trepei com aquela mulher como se fosse minha primeira vez, tremendo de tanto tes�o. Foi bom demais, quando gozamos juntos. Ela exausta caiu de lado e descansamos um pouco, depois tomamos um belo banho e voltamos pra sala. Suely me contou sua vida e seus problemas com o ex marido e porque sua decis�o de estar com o c�o. Primeiro por curiosidade e por tes�o e atra��o pelo animal, e depois ela estava cansada de se masturbar com as m�os e brinquedos que ela tinha. Eu fui uma exce��o aos desejos dela, mas foi �timo ter aparecido em sua vida segundo ela. Nos dias seguintes a alegria dela dela foi maior. Toco j� sabia o que queria e seguindo o ritual ela se deitou de quatro apoiada no sof� e ele j� de arma em punho subiu nela e copulou muito a fazendo gozar muito. Dali pra frente deu tudo certo e os dois foram e s�o muito felizes ate hoje. Minha amizade com ela me permite nas visitas de vez em quando, dar uma gostosa transada, afinal de contas como ela mesmo diz, carinho, beijinho na orelha, uma fungadinha, um beijo, uma chupadinha nos peitinhos, e um bom papo o cachorro ainda n�o faz. Escrevam e me contem suas fantasias com animais, podemos trocar boas informa��es, eu tenho paci�ncia e posso [email protected]....

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