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MENAGE COM GATINHA LINDA

Ola, tudo bem ?



Li esse conto e achei um tes�o.

Gostaria de realizar algo como esse conto, se houver curiosidade ou vontade de provar algo assim me manda e-mail para conversarmos.



Busco algu�m para algo real, gostoso, excitante e com respeito.



Sou de S�o Paulo - Capital. 25 aninhos e casada. Formada em Moda

Bjinhos

Krol





Somos um casal que adora praticar menages com mulheres. Eu, Paula, 32 anos, 1,63m53kg, morena, cabelos longos e encaracolados, manequim 38, com tudo absolutamente no lugar e, segundo dizem, bonita. Ele, Claudio, 45 anos, moreno, 1,75m72kg, cabelos grisalhos, enfim, um gat�o de "parar o tr�nsito". Houve uma �poca em que coloc�vamos an�ncios nestas revistas especializadas em casais. Desistimos, pois era muito dif�cil encontrarmos mulheres sozinhas atrav�s destes an�ncios, pois elas n�o costumam ler estas revistas com assiduidade. Mesmo assim, chegamos a ter experi�ncias com quatro mulheres que conhecemos atrav�s deste meio de comunica��o. E � justamente um desses menages que vou contar-lhes. Seu nome era Ana e respondeu a um dos an�ncios que hav�amos colocado com a minha foto. Marcamos em um barzinho na Barra, aqui no Rio, e a ficamos conhecendo. Com 25 anos, era uma gatinha muito bonita e adorava transar tanto com homens como com mulheres. Loirinha, olhos castanhos bem claros, uma boa estatura (cerca de 1,68m), tinha um corpo divino, com uma bundinha linda e seios m�dios e firmes. Ana era uma pessoa ador�vel, tranquila e parecia bem madura para a sua idade. Logo a convidamos para ir ao nosso apartamento. Ela acabou passando o final de semana inteiro! J� em nosso apartamento, nosso marido nos servia bebidinhas e alguns salgadinhos. Ele fazia de tudo para que nos sent�ssemos à vontade. Est�vamos eu e Ana no sof�, com meu marido sentado em uma poltrona em frente. J� meio desinibida pela bebida, comecei a fazer carinhos nos bra�os de Ana, passando para o seu ombro, pesco�o, cabelos. Ela virou o rosto em minha dire��o e veio aproximando sua boca da minha. Nossos l�bios se tocaram e come�amos a nos beijar de uma forma bem suave, carinhosa, com nossas l�nguas se acariciando. Senti um calor entre minhas pernas, que eu bem sabia o que significava. Aquele beijo estava delicioso, era como que fazer algo escondido, proibido: beijar outra mulher. Era evidente que est�vamos adorando. Nossas m�os passeavam pelo corpo uma da outra, com car�cias suaves, calmas, sem pressa. Eu enfiava a m�o por debaixo de sua blusa, encontrando aqueles seios firmes que n�o necessitavam de nenhum suti�. Acariciava os biquinhos de seus seios que endureciam em minha m�o. Para oferecer um belo show para meu marido, retirei a blusa de Ana. Nossa, que seios lindos! Passei a beij�-los, lamb�-los, sug�-los. Ela, por sua vez, tamb�m acariciava todo o meu corpo. Minha saia j� estava na cintura, minha blusa quase no pesco�o. Ana come�ou a ficar dominada pelo tes�o e tirava minha roupa com uma certa pressa. Logo fiquei nua em pelo, ao mesmo tempo que tirava a cal�a jeans dela. Em segundos est�vamos ambas completamente nuas. Confesso que fiquei surpresa com o corpo de Ana. Era perfeito! Dei uma olhada em meu marido e vi que ele tamb�m j� havia tirado sua pr�pria roupa e estava acariciando seu pau, que estava duro como uma estaca. Eu beijava e era beijada em todo o corpo. Beijos e car�cias com a l�ngua eu fazia em todas as partes daquele corpo lindo. Os biquinhos dos seios dela estavam apontando atrevidamente para o teto, estremecidos. Eu os lambia e beijava, parecia que eu n�o cansava nunca. Mas minha boca tinha um outro destino certo. E, logo, l� estava eu com a boca naquela xoxota. Aninha tinha um sabor delicioso, toda cheirosinha. Sua xaninha estava j� completamente melada. Cravei a boca naquela xoxotinha, como se quisesse engoli-la toda. Minha l�ngua estava enlouquecida e dava verdadeiras chicotadas no grelinho dela. Ela gemia como uma gatinha e fazia movimentos com os quadris, jogando-o de encontro à minha boca. Eu, de quatro, ajoelhada no ch�o, com Aninha sentada no sof� com as pernas bem abertas e minha boca grudada na xoxota dela. Ela escancarava as coxas para melhor sentir minha boca em sua vulva, minha l�ngua em seu grelinho, que estava cada vez mais durinho e crescido. Cada vez mais arreganhada, ela foi passando dos gemidos aos gritos, suas pernas se abriam e se fechavam como se quisessem prender minha boca eternamente entre suas pernas. Comecei a passar uma das m�os entre suas n�degas e percebi que estavam completamente molhadas pelos seus sucos vaginais que escorriam da sua xoxota. Meti um dedo em sua xaninha, no que fui bem recebida, pois ela escancarou ainda mais suas coxas para que meu dedo entrasse bem fundo. Eu sentia-o completamente encharcado, bem l� dentro dela. Ouv�amos nitidamente aquele barulhinho caracter�stico de xoxota hiper melada. Minha boca n�o parava um s� segundo de chup�-la, lamb�-la, beij�-la na bocetinha. Aninha come�ou a gritar para valer, jogando seus quadris com for�a de encontro à minha boca e puxando minha cabe�a de encontro a sua boceta com ambas as m�os. Meti outro dedo em sua xota, chupava-a e fazia vigorosos movimentos de entra e sai com os dedos bem l� dentro dela, senti que ela apertava meus dedos com seus m�sculos vaginais, at� que ela gozou despudoradamente em minha boca, deixando-me com o queixo completamente molhado pelo seu gozo. Terminou seu orgasmo apertando minha cabe�a com suas coxas vigorosas. Da minha parte, eu estava com a parte interna das coxas completamente meladas daquele l�quido viscoso e branco que escorrera da minha boceta. Eu estava loucamente excitada. Aninha ficou ali, com os bra�os ca�dos ao longo do seu corpo, ofegante. Olhei em seus olhos e recebi um lindo sorriso, como que em agradecimento ao prazer que eu havia lhe proporcionado. Mal desgrudei a boca da xoxota de Aninha e senti dois dedos de meu marido a entrar-me pela minha boceta adentro, sem a menor dificuldade, pois ela estava encharcada. Ainda de joelhos no ch�o, ergui meu tronco e virei-me para dar-lhe um gostoso beijo na boca. Foi um beijo intenso, lambido, sugado. Meu marido limpava-me a boca dos sucos vaginais de Aninha. Ele bebia as marcas do gozo dela que estavam em minha boca com extremo prazer. Lambia meu l�bios, queixo, face. Eu sentia seu cacete batendo-me duro como uma barra de ferro na barriga. Aquilo estava enlouquecendo a mim e a ele. Os dedos de meu macho me penetravam vigorosamente, aquilo estava por demais delicioso.. O tes�o que ele exalava em sua pele parecia penetrar-me os poros e eletrizar-me por completo. Seus dedos me vasculhando inteira por dentro tocavam meu �tero e me levavam à loucura. N�o controlava mais meus sentidos, comecei a gritar e gozei na m�o do meu marido, deixando-a esbranqui�ada pela minha boceta, que estava inchada e latejante. Meu macho deixou-me e partiu pra cima da Aninha. Foi beijando-a na boca e recebeu seu bra�o em torno do seu t�rax. Estava evidente que ela estava louca para transar tamb�m com meu macho. Ela foi juntando seu corpo ao do meu macho oferecidamente. Ele a levantou, colocando-a de p� sobre o sof� e passou a chupar a xoxota dela. Eu, vendo aquele cacete ali, bem pertinho do meu rosto, ca� de boca. Metia aquela vara o mais que podia em minha boca. Sentia aquele melzinho a brotar do buraquinho do cacete dele, diretamente para minha boca. Aquela pica latejava em minha boca, parecendo que iria explodir a qualquer momento, mas conhecendo meu macho bem, como eu conhe�o, sabia que ele ainda iria se controlar por muito tempo. Ana estava com o rosto virado para a parede recebendo a chupada de meu marido em sua xana. Seus gemidos estavam novamente intensos, dava para ver sua linda bunda se jogando de encontro à boca de meu macho. N�o demorou para que ela gozasse com mais uma chupada. Ela nem terminara de gozar direito e meu homem a pegou e colocou-a sentada sobre o seu cacete. Aquele mastro entrou todo de uma s� vez em sua boceta. Eu, ali, ajoelhada, via aquela cena à cent�metros de dist�ncia de meu rosto. Deu para perceber o quanto a xoxota de Aninha se alargou para receber a pica de meu marido dentro dela. Uau! N�o h� nada que me d� mais tes�o do que ver aquele homem que tanto amo fudendo com outra mulher. Era uma del�cia ver seu cacete entrando e saindo daquela xoxota lambuzada, bem ali na minha frente. Eu passei a lamber seus test�culos, ao mesmo tempo que Ana se enterrava toda naquele caralho, jogando suas ancas de encontro ao quadril de meu macho. Seus movimentos de quadril eram perfeitos, com a parte de cima de seu corpo abra�ada no meu marido e apenas suas ancas se movimentando e batendo de encontro à pica do meu marido. Ela o cavalgava com maestria. O saco de Claudio batia na bunda dela, pois ele tamb�m fazia movimentos ritmados metendo tudo naquela xoxota oferecida e alargada por aquele cacete. Eu esfregava meu grelinho em uma deliciosa masturba��o. Aninha come�ou a urrar, e gritar: "ai que gostoso, vai... mete bem fundo... me arromba... me arrebenta... vai filho da puta... mete na sua puta"! E logo se acabou em um demorado grito que mais parecia um uivo, com o cacete de Claudio enterrado at� o talo em sua boceta. Dava para ver nitidamente que seus l�quidos escorriam esbranqui�ado at� o saco do meu macho. N�o me aguentei e gozei em minha pr�pria m�o. Aninha caiu quase que desfalecida e ofegante sobre o corpo de meu macho. S� depois de um tempinho ela saiu de cima dele, deixando aquele cacete pular de dentro da sua xoxota, duro e inchado. N�o perdi tempo e sentei-me sobre aquele caralho. Agora era a minha vez! E cavalguei aquele cacete que tanto prazer me deu e d�, com um tes�o raro de pintar. Sentia aquela tora a cutucar meu �tero, eu o fazia entrar e sair de dentro de mim, alternava com reboladas nos quadris para senti-lo me remexendo toda por dentro, esfregando minhas entranhas. Logo, logo, gozei feito uma desvairada com aquela pica toda dentro de mim, ao mesmo tempo que Aninha tamb�m se acabava em uma siririca. Isso � uma das coisas que acho legal na gente (eu e Cl�udio): nesses menages, sempre ficamos e deixamos nossas parceiras à vontade, sem inibi��es nem grilos, cada uma fazendo aquilo que sente vontade, com muita cumplicidade. Mas eu sabia que nada iria acabar por ali, pois meu marido continuava com a vara dura como pedra. Sa� de cima dele, retirando lentamente aquele caralho de dentro de mim, sentindo um gostoso prazer a cada cent�metro que escorregava por minha xoxota e ca� ao lado de Cl�udio que agora estava entre mim e Ana. Logo ele foi para o lado dela e, entre beijos e car�cias, a colocou ajoelhada no ch�o com a parte de cima do corpo deitada sobre o sof�. Come�ou a passar-lhe a l�ngua em seu cuzinho, abrindo-lhe bem as n�degas. Eu sabia e, com certeza, Ana tamb�m, onde ele queria chegar. Ele beijava-lhe na bunda, metia dois dedos em sua xoxota lambuzada pelos orgasmos, subia e metia um dedo em seu cuzinho. Fez esses movimentos in�meras vezes, at� que percebi que Aninha empinara ainda mais sua bundinha. Estava claro que ela estava concordando e adorando o que estava por acontecer. Sua bunda se empinava oferecidamente para o dedo de meu marido, que logo passou a enterrar dois dedos no rabinho dela. Ela arfava e mais e mais empinava a bundinha, num claro gesto de concord�ncia. Cl�udio, ent�o, meteu tr�s dedos bem lubrificados na bocetinha dela no rabinho de Aninha. Deu para ver como seu cuzinho j� estava abertinho. Lentamente meu macho foi metendo a pica naquela bundinha. Com uma das m�os no quadril de Cl�udio, Ana controlava o tempo de penetra��o. Com muita calma e paci�ncia, meu macho acabou por entrar todo naquele cuzinho, s� sobrando o saco de fora. Seus movimentos bem lentos, pouco a pouco foram se intensificando. Aninha j� remexia a bunda, dando boas esfregadas de suas n�degas nos pentelhos de meu marido. Os movimentos passaram de intensos a vigorosos, com meu macho dando fortes estocadas dentro daquele rabo. Aninha murmurava: "ai que del�cia... vai, enfia esse pau no meu cu... mete nas minhas entranhas... "! Cada vez mais ela jogava aquela bunda de encontro ao pau de meu marido, se enterrando toda naquela vara. Seus murm�rios passaram a gritos: " vai seu puto... fode o meu cu... me arrebenta... me arromba... mete esse caralho"! Ela j� estava gozando mais uma vez. Levou uma das m�os à sua bocetinha e passou a masturbar seu grelinho com for�a. Acho que n�o preciso dizer que ela gozou descontroladamente, levando vara no rabo como uma cadela. Lentamente meu macho saiu de dentro dela e dava para ver o seu cuzinho completamente aberto. E, pasmem, Cl�udio estava ainda de pau duro, pronto para dar continuidade aos nossos prazeres. Eu, que havia ficado com peninha de ver Ana com o cuzinho aberto daquele jeito, comecei a beijar e lamber o rabinho dela. Minha l�ngua entrava com facilidade naquele cuzinho arrombado, descia para sua xoxota, voltava para o rabinho, em um vaiv�m sem fim. Aninha comentou: "Nossa, voc�s v�o me matar de tanto gozar"! Segurei o riso, e continuei. Minha l�ngua escorregava de baixo a cima, de cima a baixo. Logo ela j� rebolava a bunda, pronta que estava para gozar continuamente. Meu marido, vendo o estado que Ana estava novamente, disse para que fic�ssemos as duas de joelhos na ponta do assento do sof�. Como duas safadas que �ramos naquele momento, atendemos prontamente, deixando nossas bundas bem levantadas à disposi��o de Cl�udio. Logo ele come�ou a meter na xoxota de Aninha, ficou um tempinho bombando, saiu e enfiou na minha, voltava para Ana, voltava para mim, ficava um pouquinho e assim sucessivamente. Aquilo nos levava à um tes�o incr�vel. Quando est�vamos, eu ou Ana, achando que ir�amos atingir mais um orgasmo, ele interrompia para se dedicar à outra. Ele ficou fazendo isso por algum tempo, at� que resolveu levar Ana à mais um orgasmo. Metia com for�a na xoxota dela, ela jogava a bunda para tr�s, se rebolava toda, at� que percebi que ele iria gozar com ela e tratei de massagear meu grelinho. Os dois gozaram, ele soltando verdadeiros urros e ela aos gritos. Logo a seguir, gozei em meu dedinho. Pude perceber a imensa quantidade de porra que sa�a da boceta da Aninha. Eu lhe propus um banho, mas ela disse que preferia continuar sentindo toda aquela porra lhe escorrendo. Fomos exaustos para a nossa cama e dormimos os tr�s abra�adinhos. Quando fomos dormir, era apenas madrugada de Sexta para S�bado. Ainda t�nhamos todo o final de semana pela frente, e, nesses dias, fizemos deliciosas loucuras. Bom, mas isso eu contarei em outra ocasi�o. Mulheres que queiram conversar, escrevam-nos. Beijos.

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