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MEU VIADINHO CASADO E SUBMISSO

(-- Este conto me foi enviado por um amigo, e eu achei muito sensual, motivo pelo qual estou colocando aqui. Espero que gostem -- Flavinha.)



-- Meu nome e’ Marcio. Tenho 45 anos, 1.85 m, e peso 83 kg. Sou um mulato forte e dominador, com formacao superior e boa situacao financeira. Meu pau e’ do tamanho “jumbo”, muito grosso e relativamente comprido. Sou solteiro, e provavelmente vou continuar assim por muito tempo. Adoro dominar homens, mulheres, e casais submissos. Este relato e’ de como foi a minha experiencia dominando um viadinho casado e submisso, que ocorreu ha’ mais ou menos 4 anos atras. Depois dessa experiencia, eu dominei o casal. Esse casal continua comigo ate’ hoje.



-- Existem muitos casais submissos nesse mundo, e varios deles compartilham algumas caracteristicas comuns no que diz respeito ao marido. Ele geralmente tem estatura pequena, e’ bonito com alguns tracos femininos, e e’ muito gentil e dedicado a esposa. A esposa, por sua vez, e’ normalmente petite, gostozinha, as vezes um pouco exibicionista, e quase sempre inexperiente em termos de sexo. Na maioria dos casos, ambos esperaram ate’ depois do casamento para fazerem sexo entre eles, e depois do casamento descobriram que algo estava faltando. Com sao ambos submissos, nao podem realizar os desejos mais intimos um do outro, que tem como ponto principal serem dominados.



-- Conheci o Paulo numa exposicao de carros, onde ele estava trabalhando como expositor. Ele tinha 28 anos e varias das caracteristicas acima, o que chamou a minha atencao. Nos conversamos um pouco durante a exposicao, quando me disse que era casado. Eu entao perguntei se ele podia me encontrar depois, no bar do hotel em que ambos estavamos hospedados (proximo ao pavilhao da exposicao), para discutir alguns modelos de carros nos quais eu estava interessado. Eu sugeri que nos encontrassemos as 7 da noite, e ele topou.



-- A noite a nossa conversa foi descontraida, e logo ficamos um pouco de pileque e comecamos a falar de mulheres; um assunto que segue facilmente de uma conversa sobre carros. Ele me disse que era recem casado, e que tinha algumas fotos dele e da esposa (cujo nome e’ Marcia) que ele tinha acabado de revelar. Eram fotos de uma viajem que tinham feito a um resort em Angra, varias delas com a esposa vestindo bikinis. Ela era um tesaozinho: cabelos castanhos, olhos azuis, novinha, com peitinhos pequenos e uma bunda muito gostosinha.



-- Como eu estava meio desconfiado que o Paulo era submisso, eu comecei a fazer comentarios de como seria bom se eles passassem um fim de semana comigo na minha casa de praia, intercalando comentarios que sugeriam que eu adoraria ser uma macho dominador para ambos. O Paulo ficou um pouco constrangido, ao que eu mandei ele pegar mais um bebida para mim, e deixar as fotos comigo para que eu, nas minhas palavras para ele, “me deliciasse um pouco mais vendo a esposa gostosinha dele.” Ele obedeceu, e trouxe dois martinis (um para ele) com cerejas.



-- Ele comeu a cereja dele rapidinho, e eu perguntei se gostava de cereja. Ele disse que sim. Eu entao puz a minha cereja na minha boca, mastiguei um pouco, e disse: “Abre a boca Paulo.” Eu tirei a cereja semi-mastigada da minha boca, enfiei ela na boca dele, e ainda mandei ele chupar os meus dedos. Ele obedeceu meio constrangido, olhando para os lados. Ja’ convencido das tendencias submissas dele, eu sugeri que fossemos para o meu apartamento. La’ chegando, eu lhe dei dois tapoes na cara, e mandei ele ficar nuzinho. Ele tinha um corpo sem muitos pelos, com tracos femininos, uma bundinha lisa e bem torneada, e um pauzinho bem pequeno. Mandei ele deitar de costas para cima na cama, enfiei uma das minhas cuecas usadas na boca dele para silencia-lo, peguei um dos meus cintos, e passei a lhe dar cintadas fortes nas suas pernas, costas, e principalmente na sua bundinha lisa. Dei-lhe umas 30 cintadas. Ele gemia bastante, gemidos abafados pela cueca na sua boca, e agarrava os lencois bem forte a cada cintada. Eu entao mandei ele se virar de rosto para cima, e dei mais umas 30 cintadas nas suas pernas, barriguinha, e peitinhos.



-- Para descansar me despi, sentei numa cadeira e mandei a ele engatinhar ate’ mim e mamar nos meus pes. O meu pau ja’ estava bem duro, e eu pude notar que o tamanho deixou o Paulo atonito. Depois de ele chupar meus pes com muito gosto, eu mandei ele ficar de quatro na cama, com a bunda empinada. Tapei a boca dele com a minha mao e lhe dei umas 20 chineladas na bunda, com uma sandalia de praia pesada que eu gosto de vestir quando viajo. A bunda dele ficou vermelha como um pimentao. Me sentei de novo, desta vez na cama, e mandei ele mamar o meu pau. Como percebi que ele era inexperiente lhe dei instrucoes bem especificas sobre o que fazer: “Beija a cabeca!”, “mama so’ com os labios!”, “cuidado com os dentes!”, “lambe as bolas!” etc. Logo logo ela estava mamando bem gostoso, como uma verdadeira putinha. Enquanto isso, eu brincava com o cuzinho dele, enfiando um, dois, e tres dedos para prepara’-lo para o meu pauzao.



-- Depois de muito mamar, eu puxei ele para o meu colo, de frente para mim, e fiz ele sentar com a entrada do cuzinho na ponta do meu pau. Agarrei ele forte pela cintura, e puxei para baixo, dando uns tapas fortes na bunda dele e mandando ele rebolar para facilitar a entrada do meu caralhao no seu cuzinho. Eu adoro ver a carinha de desespero de um viadinho submisso quando meto meu pauzao em seu cu, especialmente na primeira metida e durante as primeiras 20 ou 30 bombadas. E’ um delicia ver o escravo meio desorientado, nao sabendo o que fazer nem onde colocar as maos, e suplicando para eu ir mais devagar. O Paulo primeiro ficou muito louco, ate’ puxando os seus proprios cabelos, e dai quase desmaiou (nao fossem as minhas mordidas e tapas fortes o deixando bem acordado).



-- Eu mordia seus peitinhos e sua orelhas com forca, lhe dava tapas fortes na cara e na bunda, e lhe dizia umas besteiras no ouvido. Eu vi que o estava levando a completa loucura, pois nao gozo rapido. Depois de uns 40 minutos bombando eu gozei bem gostoso, enchendo o seu cuzinho com o meu leite. Ai’ mandei ele me dar um banho gostoso e ir embora, que eu estava cansado e a fim de dormir. Lhe dei instrucoes especificas de nao tocar em si mesmo nem na sua esposa (nao deixo meus viados submissos gozaram nunca, nem se masturbando; e as esposas so’ podem gozar comigo). Eu tambem lhe ordenei que me ligasse na semana seguinte quando ja’ tivesse retornado a Sao Paulo, onde moro (ele morava em Florianopolis).



-- Ele me ligou como ordenado. Eu lhe dei instrucoes de contar o que tinha acontecido entre nos para a esposa, em detalhes, e depois me ligar. Ele fez como ordenado, e tudo correu como eu tinha planejado. Normamente o que acontece nesses casos e’ o casal brigar, pois a esposa fica chocada, mas depois eles acabam voltando a ficar juntos. Quando voltam a ficar juntos, a esposa nao ve o maridinho da mesma forma, e eles acabam nao se tocando por algum tempo. Foi isso que aconteceu com o Paulo e a Marcia. Eu acompanhei todo o processo em conversas diarias com o Paulo, via telefone. As minhas intrucoes eram bem claras: “Seja extremamente atencioso com ela, se oferecendo para tarefas domesticas, limpar a casa etc. Mas nada de sexo!”



-- Algumas semanas se passaram e logo ela estava morrendo de vontade de me conhecer. Ela tambem estava com muito tesao, pois ja’ nao fazia sexo ha’ algum tempo, e tambem tinha tendencias submissas. Quando acabamos nos encontrando, um mes e meio depois de eu ter brincado com o Paulo, foi uma delicia. Passamos um fim de semana inteiro juntos, eu dominando os dois, e comendo ela muito, e em varias posicoes. Ela e’ ainda mais deliciosa em pessoa do que nas fotos, e nao tinha experimentado um pauzao tamanho “jumbo” ate’ aquele momento. Eu ja’ tenho uma relacao com este casal por mais ou menos 4 anos. Nesse periodo eu fiz varias brincadeiras dominadoras com eles. Mas isso fica para outros relatos...

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