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PUTA***** II - A DESCOBERTA

Depois da experi�ncia com os padres, tive a confirma��o de que homem � tudo igual, s� pensam naquilo.

Mas a d�vida estava na minha cabe�a e martelando, pois a evidencia das mudan�as no meu corpo n�o negavam. Toda vez que tomava banho ficava a admirar as curvas da minha cintura e os seios crescendo, comecei ent�o a acarici�-los e gostar da imagem no espelho. Enrolei-me na toalha e como estava sozinho, fui ao quarto da minha m�e e peguei um suti�n e vesti, ajustei e ficou lindo em mim. Fiquei um temp�o curtindo esta nova experi�ncia, at� que o meu irm�o voltou para casa.

- Oi Junior, j� cheguei.

- Espere a�, j� estou descendo, estou no banheiro.

Eu entrei no banheiro e comecei a me vestir, mas o suti�n emperrou e a pressa me deixou muito nervoso. Comecei a ouvir os passos do mano subindo as escadas e de repente.

- O Ju o que voc� est� fazendo com o suti�n da mam�e? O banheiro da su�te dos meus pais n�o tem tranca.

- Eu, estava brincando com ele, mas n�o conte para a mam�e.

- Claro, mas espere a�, os seus peitinhos est�o crescendo, parecem seios, e s�o muito macios apesar de pequenos.

- N�o � s� isto que est� acontecendo, veja s�, a minha bunda est� arredondando e a minha cintura, est� fininha, olhe.

Sem vergonha nenhuma levantei e tirando o suti�n, fiquei em p� deixei a toalha cair e me mostrei todo.

- P�, voc� est� com corpinho de uma menina.

- E tem mais o meu p�nis � muito pequeno tamb�m, os carinhas tiram o maior sarro.

Ca� em choros e me abracei ao mano. Ele com muito carinho me pegou no colo e me abra�ou e disse:

- Que coisa macia � voc�, deixe acarici�-lo.

- Ent�o voc� n�o acha que est� acontecendo algo diferente comigo?

- Ora, voc� � menino que est� em mudan�a e tornando um adolescente, esta fase pode ser diferente para cada pessoa, depende dos horm�nios.

- Venha �� deite aqui comigo na cama dos velhos, vou te ajudar.



N�s ent�o deitamos e abra�ado me senti amparado, quando ele acariciou os meus cabelos, adormeci. Quanto acordei deparei com uma cena diferente, ele estava acordado, e parado em p� perto da cama, fiquei bem quieto e de olhos fechados fingindo dormir. Ele se aproximou e bem devagar come�ou a me descobrir, achei aquilo estranho, mas deixei rolar. Eu estava semi-nu, s� com minha cueca e senti sua m�o alisando minhas pernas bem suavemente, minhas costas e apalpando minha bunda. Abri um pouquinho os olhos e vi na penumbra do quarto, que ele j� tinha tirado a sua cueca. Ele deitou-se ao meu lado e com muito cuidado foi tirando a minha �nica pe�a e me deixou peladinho. Beijava bem suavemente minhas costas, afastou minhas pernas e ficou me lambendo bem devagar.

- Puxa, Junior que pele macia, voc� � lindo estou com um tes�o louco para te comer, vamos?

¬- � mano, pensei que voc� fosse diferente e que me ajudaria a resolver estes problemas, mas se quer eu dou para voc�.

- Vamos fazer o seguinte, vou encher a banheira da mam�e e vamos brincar nela, assim podemos conversar um pouco.

E assim ele fez e entramos na banheira, ele foi primeiro e me chamou em seguida, eu todo peladinho com o pelinhos pubianos come�ando a crescer, fui em dire��o a banheira e entrei. Sem nada falar ele come�ou a me acariciar, colocou-me em seu colo e me apalpou todo. Ai ent�o abocanhou um dos meus peitinhos e sugou, mordeu e passou a l�ngua na minha aur�ola. Que tes�o louco tomou conta do meu corpo, senti o corpo tremer e esquentar comecei a retribuir os carinhos, mergulhei a m�o na �gua de encontro ao pau dele, era grande bem diferente do meu, mal conseguia fechar a m�o entorno dele, sentia as veias saltadas e ele pulsava fazendo o crescer mais ao meu toque.

Ele me apertava nos seus bra�os me fazendo sentir amado e sem controle falei:

- Vem, vem, vem, eu sou todo seu, vem que eu fa�o o que voc� quiser quero te fazer gozar gostoso.

- Voc� tamb�m quer n�o �?

Eu me virei e sentei no colo de frente para ele, e sua respira��o meio ofegante perto de mim, eu ent�o diminui a distancia, nossos corpos se fundiram, ficamos colados, meu cora��o quase sa�a pela boca, minha respira��o estava descompassada e meu rosto devia estar bem vermelho. Ele olhou para mim, aproximei mais ainda o meu rosto e nossos l�bios se tocaram pela primeira vez. N�o falamos nada, ficamos em sil�ncio, ele deu um sorrisinho malicioso, passou a m�o pela minha cintura e apertando mais ainda come�amos a nos beijar. Sentia sua l�ngua inteira e o gosto da coca-cola que ele havia tomado, na minha boca. Como era maravilhoso sentir sua m�o me alisando, o calor do seu corpo me tocando e abra�ando.

Ent�o ele pegou minha m�o e levou at� o seu membro e segurando na minha m�o, come�ei a bater uma punheta. Ele ficou de p� na banheira e pude ver como seu pau era lindo. Sem pensar duas vezes comecei chupar e masturbar meu irm�o, senti que ele j� estava muito excitado, seu pau pulsava, ficava cada vez mais duro dentro da minha boca e quando a chupeta estava ficando bem gostosa, senti sua porra quente inundar a minha boca e instintivamente tirei da boca e ele espirrou no meu rosto.

- O Ju que gostoso, mas s� eu gozei, vamos para a cama, e ali meio desajeitados trocando carinhos e loucos de tes�o sem ligar para mais nada. Inocente e sem muita vergonha resolvi me virar, mas ele n�o quis.

- N�o, quero que voc� sinta prazer e eu preciso estar olhando para voc�.

Ele me virou de frente, abriu minhas pernas, veio se aproximando como num papai e mam�e e levantou meus joelhos. Ele foi se ajeitando sobre mim e lambuzou o meu cu de vaselina, e guiando seu membro at� a portinha do meu �nus tentando me penetrar. Quando senti a cabe�a do seu pau querendo me penetrar, n�o tive d�vida e fiz for�a para abrir o anelzinho, para n�o doer, mas o tes�o era tanto que quando ele penetrou tudo e o saco bateu na minha bunda, n�o aguentei o tes�o e gozei como nunca tinha gozado antes.

- Calma, est� tudo bem, isso acontece. Ele foi at� o banheiro, trouxe papel e me limpou, quando ele passou o papel debaixo do meu pau, senti uma sensa��o estranha, o meu p� aqueceu de repente e um novo tes�o se acendeu. Ele notou e come�ou a fazer movimentos circulares bem encima do lugar, largou o papel e untando a m�o com a vaselina, continuou a explorar o ponto, eu contorcia na cama, n�o sabia porque, que del�cia. Ele habilmente apertava os meus peitinhos e sem deixar de fazer os movimentos, ajeitou o seu pau no meu cu e come�ou a estocar e a me masturbar. Eu gemia baixinho e pedia que ele fizesse assim mesmo, bem devagarzinho.

- Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, que del�cia, estou gozando.

Ele estocou mais forte e experimentei uma coisa, uma coisa pois n�o jorrei porra pelo meu pequenino pau e senti-me totalmente descontrolado, o prazer todo estava no toque do ponto. Eu me abracei a ele e lagrimas come�aram a sair, era uma alegria tremenda e o gozo mais maravilhoso que sentira, de todas as masturbadas que havia dado.

- Puxa mano, foi demais, voc� � muito bom, mas o que voc� fez, quando me massageou no saco?

- Eu n�o fiz nada mais do que fa�o com as bucetinhas das meninas que pego por a�. E quer saber mais voc� � uma f�mea mesmo, voc� rebola a bunda e faz a carinha de puta, como as meninas costuma fazer, at� o beicinho, os olhos ficam semi abertos, � igualzinho. Al�m do mais voc� tem o clit�ris que fica durinho dentro do saco e uma vazio, parece uma buceta enrustida.

N�o quis saber mais nada, comecei a beij�-lo e enquanto nos beij�vamos, eu peguei o pau dele e posicionando na portinha do meu cu, pude sentir pouco a pouco ele come�ar a me penetrar, quando eu tentava relaxar entrava um pouquinho, a� eu fechava a portinha mas ele empurrava mais um pouquinho e assim foi at� ele colocar tudo. Senti o peso do seu corpo sobre o meu e sentia aquele pinto lisinho me comendo, cada vez mais r�pido e mais forte. Que sensa��o maravilhosa, faz a gente balan�ar o corpo inteiro sentindo bater l� no fundo.

- Cuzinho gostoso, quentinho, agora fica que nem cachorrinho pra mim, sua putinha gostosa.Adorei ser chamada de putinha e prontamente fiquei de quatro e segurando na minha cintura, me ajeitando, ele foi enfiando novamente bem devagar aquele pinto duro em mim. Ele me comeu bem gostoso, o ritmo foi ficando alucinante, cada vez mais r�pido, o barulho de algo penetrando e o saco batendo em mim, entre suspiros e gemidos ele gozou, era a recompensa por ele ter me ajudado a descobrir o meu sexo.

Voltamos para a cama, ficamos abra�ados e ent�o ele me falou que sabia que todo aquele tempo eu fingia dormir, e apenas balancei a cabe�a afirmando.

-Vamos divertir quando voc� quiser, est� bem J�, mas se depender de mim vou quere todos os dias. Adormecemos e .......................................

CONTINUA

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